Notas iniciais
Oii minhas (meus) queridas (o) Jujubas (ou Jujubos, slá, eu não tenho a mínima ideia do que você -caro leitor- é)
>Eu sei que ninguém se importa, mas vou dizer
>Sabe... Estarei postando os dias que puder (obviamente)
>Me ajudem dizendo onde estão os erros e tudo mais para que eu possa melhorar!
>Sobre aquilo acima: Não tenham preguiça! Onegai!
>Desculpem os nomes diferentes ♥
Não me culpem, a história é mais bosta que eu ♥ Eu só gosto de escrever por isso estou aqui (vlw flw)

Abri os olhos vagarosamente. O frio da madrugada é muito forte pra mim. O problema é que já amanheceu. Fazia alguns minutos que Jô (minha mãe) havia tentado me acordar, mas eu não sou páreo para o sono, a preguiça e muito menos para o frio. Hoje é um dia horrível, visto que as férias acabaram e se iniciou mais um ano de escola para os condenados colegiais. O 8° ano deve ser pior que o 7° ou que o 6°... Até porque estou numa escola onde não tenho amigos e os professores são masoquistas que deixam os alunos mandarem em tudo... Alunos que invés de notar a matéria, falam sobre o gosto de miojo cru.

Levantei da cama acobertando-me com os edredons da mesma. Aproveitei o tempo frio e inventei uma desculpa para não tomar banho logo pela manhã. Enquanto andava pelo quarto em busca da janela para fechar, tropecei falhamente e fui direto ao chão. Por mim ficaria lá até o resto da vida... Abri bem os olhos esperando não cair de novo com qualquer armadilha de livros no quarto. Peguei as roupas jogadas na cadeira giratória (uniforme escolar) e as vesti. Queria ficar em casa, mas hoje nos entregariam os protegidos... Se alguém faltar no dia da entrega dos protegidos, a pessoa que faltou terá que fazer limpeza manual na escola pelo resto do mês. Os protegidos são da pior matéria do mundo... Ainda mais quando lembramos o fato de que temos que cuidar deles até o resto do ano. Ano passado meu protegido foi um pássaro quieto, e eu tive muita sorte em um desses. Ele fazia tudo sozinho, nem deveria ser considerado um protegido... Levando em conta que os próprios alunos fazem os protegidos, eu que coloquei sua personalidade calma e independente.

Desci as escadas esperando encontrar os outros já arrumados, porém o lugar estava vazio. A mesa estava guardada e tinha um post-it debaixo do jarro de tulipas. Apressei pra poder ler a letra redonda e pequena:

“Eu, Kal-El e Naoki saímos mais cedo porque você não acordava! Se amanhã acordar tarde de novo vai perder a carona! Tem suco de maçã e algumas torradas na geladeira. –Jô”

Quem diabos toma suco de maçã? Ainda mais o suco de maçã de Jô...

Juntei a mochila azulada que estava na porta da frente e direcionei-me pra fora de casa. A escola fica perto, porém pra chegar lá tem ultrapassar uma ladeira. Subi a ladeira sem demoras, passei pelo Parque das Margaridas e por fim cheguei à escola. Tinha um movimento horrível na frente da escola e rostos novos era só o que aparecia por todo lado. Entrei na escola com dificuldade e passei pelo reconhecimento, um aparelho usado para saber se o aluno faltou ou não a escola. “Oliver Puriel” a máquina falou e eu pude passar as portas. A escola tinha uma nova cara; estava pintada com cores diferentes e por todo lado tinha um “bem-vindo” falsificado. Corri pela escola e assim que avistei as escadas as subi revelando uma fileira de salas novas recém construídas. A grade de horários que havia recebido uma semana antes dizia que eu estava na sala 13-A e foi pra lá que eu fui.

Todos estavam acomodados as suas cadeiras, só havia uma sobrando, que se concentrava no fim da sala ao lado da janela. Os alunos dessa sala não eram os mesmo que cheguei a estudar ano passado.. Parece que realmente mudaram tudo. Demorou pouco pra uma professora alta e bonita entrar na sala. Ela tinha cabelos ruivos e olhos negros, segurava um belo sorriso e parecia ser interessante.

-Olá alunos, eu sou a nova professora de vocês. Eu sou... -ela disse fazendo refletir seu nome na lousa com os aparelhos ligados a sua mão. -Minyan Port, mas podem me chamar de Nyan. Alguns de vocês já se conhecem? -assim que ela terminou de falar, em couro, todos disseram não. –Então fico feliz em poder tornar vocês bons amigos!

Não vai conseguir.

-Bom... Vamos começar criando os protegidos.. Cada um de vocês, por favor, venha buscar as Tronix.

Todos levantaram inclusive eu, e foram de um por um buscar suas máquinas. Alguns criavam cavalos, hamsters, leões e coisas do tipo enquanto eu ainda pensava no que ia criar. Vamos ver... Algo que não bagunce... Que possa viver preso... Que seja incrível e... JÁ SEI!

-Senhorita Minyan Port -comecei-, eu poderia criar um tipo de protegido novo?

-Sim, pode! Coloque toda sua criatividade nos Tronix, mas, por favor, faça algo que não possa acabar com o mundo.

Concordei e comecei a fazer. Seria pequeno como um Hamster, porém mais magro. Teria asas pequenas apropriadas para o corpo pequeno... Iria parecer um urso, porém com orelhas maiores e um focinho bem redondo. Vai vir com uma surpresa! Ele poderá se formar em um... Tipo de leão de bigode branco... Mas com asas, asas grandes, enormes! Teria uma armadura cinza com vermelho e apenas se tornaria leão quando eu ordenasse ou estivesse em perigo, por tanto, maior parte do tempo ele estará pequeno e quieto como eu ordenei. Assim que terminei de fazê-lo na máquina, só faltava escolher a cor. A cor dele seria uma coisa bem difícil de fazer...

-Oh! O que é o seu? -uma garota disse alto e perto de mim e se aproximou para observar. –Ele parece... Pequeno.. -e você parece metida... –Qual o nome dele?

-Dragon.

-Não é um nome muito violento para uma coisa tão pequena? Eu colocaria Core.

-Você que acha -sorri misteriosamente enquanto estreitava os olhos.

A garota era inquieta, enquanto falava gesticulando muito bateu a mão em algumas teclas! Provavelmente era a de gerar e a das cores... O animal acabou vindo em um tom amarelo queimado e um pouco inquieto... E pior que isso... Ele veio na forma de leão, porém era bem maior que os outros únicos leões ao redor... Todos se aproximaram enquanto eu escutava a garota pedindo desculpas e começaram a elogiar o protegido inútil que veio inquieto. Deveria com certeza ter outra chance para fazê-lo! Ele não deveria ser assim! Se ele for inquieto eu terei mais trabalho! Mas por incrível que pareça não pode mais voltar o animal para dentro da máquina. Fiquei arrasado. De onde aquela praga de garota saiu pra acabar com meu projeto de maneira tão desastrosa??? Aquele monte de gente ao meu redor me deixava incomodado... Murmuravam e cochichavam sobre meu protegido inútil. Aquilo realmente me incomodava... Tudo o que queria era sair daquela sala e matar aquele protegido.

Enquanto eu ouvia murmuras, meu protegido de alguma forma pairou a minha frente e rugiu para os alunos ao redor. A professora horrorizada mandou os alunos se afastarem enquanto o protegido rugia como se fosse atacar os alunos.

-Pare. –Falei. –Seu trabalho é me proteger, não ameaçar nem matar ninguém. Volte a forma inicial.

Alguns observavam assustados enquanto ventos quentes rodeavam o leão protegido por alguns segundos, e quando os ventos cessaram, o protegido voltou pequeno e inofensivo. Ele estava mais interessante agora já que não fazia tanto barulho. Palmas e múrmuros de “incrível!” se formaram ao redor, deixando o protegido assustado.

. . . . . . .

A aula havia acabado um tanto rápido, mas poderia ter acabado mais cedo. Alguns alunos disseram que pagariam para refazer seus protegidos, mas é claro que não vou gastar 190tx pra refazer um inútil protegido. Fui pra casa com o protegido, ele vinha na sua forma pequena e se aproveitava do tamanho para ficar em cima de meu ombro. Reclamei.

-Eu sou seu mestre, você é meu aprendiz. Para começar, você tem que saber o que deve fazer ou não por mim. –Falei calmo para o otário em meu ombro. –Primeira regra: Você vai levar minha mochila.

Fiquei observando ele me olhando. Ele fazia cara confusa, então continuei:

-Realmente inútil... Ande! Fique em sua forma maior, Dragon!

-Dragon não é meu nome –ele falou me deixando assustado. Protegidos não podem falar! –Eu quero um nome melhor! Coloque sua cabeça pra pensar ou não levarei sua mochila.

-Você tem que me obedecer!

Ele não respondeu. Continuou pequeno e entrou em minha mochila... Maldito! E pensar que eu mesmo tive a idéia de um protegido novo! Bufei. Era inútil discutir. Eu só tinha que guardar energia para quando chegar em casa não dormir de uma vez pela tarde toda, não discutir com um maldito protegido. Passei pelo Parque das Margaridas; um parque cheio de brinquedos e flores de margaridas, por isso é conhecido entre os adultos por Parque das Margaridas, e pelas crianças de “parquinho”... Mas algo estava estranho lá... Entrei no parque para poder visualizar melhor e rápido descobri: os brinquedos estavam fora dos lugares corretos, as margaridas estavam murchas e jogadas no chão como se um furacão havia passado pelo lugar. Aquilo me deixou um pouco preocupado, em Destinity há sucessivas guerras contra seres de outros planetas, tudo porque o planeta Destinity é pequeno, porém subestimado... Quero dizer.. Aqui há muito conhecimento e mais tecnologia do que alguns planetas primitivos, porém, nos “outros planetas primitivos” eles usam monstros e os mandam para combate. Depois de ver o Parque das Margaridas, corri pra casa o mais rápido que pude. Nunca fui apanhado por um dos monstros de outros países, mas há relatos de que torturam as pessoas... Desci a ladeira o mais rápido que pude e quando avistei minha casa não pude passar... No meio da rua havia homens de armadura lutando contra... Não sei bem o que era aquilo.. Eram altos, com roupas totalmente pretas e escondiam os rostos e todo o resto do corpo. Um dos vestidos de armadura me avistou e gritou para mim. Ele parecia pedir ajuda ou algo assim... O olhar de piedade do homem chegou a me assustar, mas eu não me colocaria em perigo por alguém que nem sequer conheço. Uma pedra grande voou; aquela pedra passou por cima de mim e atingiu um dos monstros altos que se virou em minha direção, mas não totalmente pra mim, para algo atrás de mim. Direcionei o olhar para onde veio a pedra e lá encontrei a garota que acabou com meu protegido. Ela tinha um olhar positivo e um tanto amedrontado; ao lado dela estavam outras duas garotas; as duas tinham cabelos negros, curtos na altura dos ombros e olhos castanhos, enquanto a garota destruidora de protegidos tinha cabelos na altura dos ombros que escorriam ondulados na cor castanha e olhos negros.

-Corram! –eu ouvi ela gritar e quando direcionei o olhar para frente novamente, o ser alto, esbelto e podre estava muito perto de mim.

Fui atacado por ele e jogado longe, mas não era eu que ele queria... Ele continuou avançando em direção aquelas garotas. Ele passou a encarará-las com as sobrancelhas cerradas e não chegou a correr. As garotas ao lado dela retiraram meros armamentos e ela um mero rifle. Passaram a atirar no monstro que continuava avançando, porém, mais uma garota descia aquela ladeira. Ela sim foi ágil. Por algum acaso, a garota que descia o alto estava acompanhada por mais alguns garotos; todos eles inclusive ela usavam katanas, avançaram no monstro e conseguiram derrubá-lo, porém alertaram a horda. A garota que segurava o rifle correu até mim se afastando dos outros.

-Tudo bem?! –ela perguntou, parecia se sentir culpada. –Foi culpa minha você ter sido atacado... Me desculpe!

-T-Tudo.. Tudo bem. –Falei com dificuldades, não conseguia respirar corretamente pelo susto e por ter batido as costas em um poste.

-Oh! Você é aquele da escola!

-Sim... E você é aquela que destruiu meu projeto...

-Não seja tão malvado comigo...

Gemi. Meu corpo todo doía. O protegido saiu da mochila e me observou. Ele era pequeno demais, impossível ser tão inútil! Alguns ventos quentes o envolveram e ele se tornou aquele tal leão forte. Um zumbido pareceu ter vindo dele e dito em sussurro apenas para eu ouvir “proteger você é meu trabalho. Não te deixarei morrer”

Eu não vou morrer... Tsc.

O leão me jogou sobre suas costas e ordenou com a cabeça para que a garota subisse em cima dele; ela obedeceu. Aquele leão inútil balançava muito... Tinha um cheiro horrível e ainda por cima me fez ficar perto da garota que destruiu ele mesmo. Ela segurava em minha cintura como se fosse para que eu não caísse, mas aquilo só me deixava envergonhado. A garota que chegou acompanhada de outros garotos... Ela tinha cabelos castanhos claros, realmente claros e olhos azulados... Seus cabelos, em curvas irrevelantes, desciam até o busto. Ela atacava aqueles monstros super altos com um sorriso e não parecia nada cansada daquilo. O leão entrou na briga. Eu ainda estava em cima dele quando ele rugiu... Poderia ser um mero rugido, mas eu entendi como: “me ordene”

-Faça algo para tirá-los daqui.

-Isso vai demorar séculos, ou pelo menos até esse mundo ser destruído! –ele disse assustando os que estavam ao redor.

-Não permanentemente! Apenas tire-os daqui e me deixe ir para casa!

Ele fez; não com rugidos ou mordendo, mas... Com algum tipo de poder. Foi rápido, ele apenas atirou algumas coisas que faziam fumaça na direção daqueles que nos atacavam e os derrotou! Após todos eles estarem no chão, sorri maliciosamente e sussurrei: “não é tão inútil assim...”, mas fui escutado pelos que estavam atrás de mim.

-Tá de brincadeira? Esse leão é incrível! –a garota que ainda estava segurando minha cintura revelou. –Aliás, eu sou Yuna, Yuna Ura! Aquelas são minhas irmãs: Yuki Ura e Yuso Ura! –ela disse apontando para as garotas que apareceram com ela.

-Esse leão foi totalmente útil! –um dos garotos disse; ele tinha cabelos negros e olhos azulados, era alto e sorridente. –Parece que foi desnecessário a gente ter vindo aqui... Prazer a vocês! Eu sou Armin Park. E Esses são meus amigos; Moroni Albert –ele disse apontando para um garoto sério que segurava um arco, ele era também alto, tinha cabelos castanhos escuros e olhos esverdeados.

-Não se apresente por nós! –um deles reclamou. –Eu sou Noah Collins.. Parece que somos todos da mesma escola... –Ele era loiro, um tom amarelo queimado era dominado pelos cabelos dele e tinha olhos acinzentados.

-Eu sou Roni Liso e esse é meu irmão Zion Liso! –uma menina de cabelos ruivos na altura do busto e olhos bicolores que brilhavam preto no esquerdo e azul no direito sorriu apontando para um garoto sério e baixinho, na verdade da minha altura, que tinha cabelos totalmente escuros, um dos olhos cobertos pela franja e o outro era escuro.

-Me chamo Lucy, prazer. –a garota da katana de cabelos claros disse.

E pensar que eles falaram tanto sem sequer eu ter perguntado. Confirmei com a cabeça o que todos disseram e dei dois tapinhas na pata do Protegido que ainda não tinha nome como se estivesse o ordenando a levar-me para casa. Desviei o olhar para a minha casa enquanto o leão andava vagarosamente.

-Espere! –a voz da garota que o destruiu... –Como conseguiu fazer com que ele falasse?

-Foi você quem fez isso. –Com sua maldita mão certeira...

-Como se chama?

O leão parou e foi direto até eles com o rabo balançando e disse:

-Vocês querem me dar um nome? Meu mestre é muito sem criatividade então...

-Não! Ele não é sem criatividade... –Yuna Ura disse. Era é realmente sensível. –Ele foi o único que chegou a pensar em criar um protegido como você e tenho certeza que ele gosta muito de você!

-Eu não gosto dele! –O leão falou.

-Nem eu de você. –Suspirei. –Enfim, se vocês forem realmente dar um nome para ele, digam logo. Tenho pressa em ir pra casa.

-Mas decidir nomes é uma coisa difícil! Tem que se aplicar a ele! Vai ser difícil um nome bom para ele... –Roni Liso disse. –Vocês vão pra minha casa!

Eu não concordaria... Mas o maldito leão é mais forte. Ele realmente queria um nome. Carregou todos em suas costas para onde a garota Roni Liso estava ordenando, porém ele foi voando, o que deixou os outros aterrorizados; principalmente Zion Liso que parecia ter medo de altura. Eu me perguntava se aquele leão obedeceria as minhas ordens ou as ordens de qualquer um. Moroni comentou que estava gostando de voar... Eu também estava, mas não revelei. Pairamos em uma rua larga e todos desceram das costas do leão, até mesmo eu, porém segurei-me nas asas do mesmo; aquele ataque do qual fui jogado para longe deixou seqüelas. Entramos na casa dos irmãos, era grande e iluminada; a mãe deles pareceu não se preocupar com o fato de ter um leão em casa, mas ficou perguntando se estávamos bem. Todos foram para o quarto dos irmãos junto com eles... Algo me dizia que eles todos já se conheciam.

Sentamos todos no chão com carpete do quarto, alguns devoravam doces sobre a mesa de centro e outros só queriam decidir o nome.

-Como você se chama? –Yuso Ura me perguntou. –Um nome para ele tem que combinar com o seu...

-Não precisa. Apenas um nome prático e pequeno do qual eu possa memorizar basta.

-Você não está levando isso a sério. –Moroni disse de sobrancelhas semicerradas. –Meu protegido se chama Monibert. O de Yuna é Chitanda.

-Monibert é uma junção de Moroni e Albert...? –perguntei. –Seu protegido deve não gostar de você. E Chitanda... De onde você tirou isso?

-Um anime! –Yuna disse como se fosse a melhor coisa que ela havia feito no mundo. –Aliás, Yuso está certa, ainda não sabemos seu nome então...

-Oliver Puriel.

-“Puriel” é um sobrenome que não conheço. –Noah disse rindo.

-Isso não é um sobrenome. Oliver Puriel Finn.

-Oliver, o nome “Leonan Roci” ou... “Joanny” te lembra alguma coisa?

-É o nome de meus pais... Como você sabe disso?!

-Nada, só arrisquei.

Depois de um tempo fui pra casa. O nome do protegido seria Natsucore, como Moroni selecionou, mas o apelido seria “Natsu” como Yuna queria.

Notas finais

Sabe, pra me deixar feliz tem um jeito muito fácil, rápido e prático: comenta qualquer besteira (eu ia dizer outra coisa, mas não quero começar dizendo merda logo no primeiro cap da história)
> eu não to mendigando, to pedindo humildemente ♥