Trocando de corpos
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Pov Marco
Ontem foi um dia bem estressante porque briguei com minha ex-namorada Luna! Espero nunca mais ver ela na minha vida. Enfim agora que me acordei já vou me levantar já que minha irmã de seis anos não está aqui. Esfrego bem as minhas mãos em meu rosto e percebo certa finura em meus dedos, olho para eles e logo percebo que minhas unhas estão pintadas de amarelo e rosa. Minha irmã pequena deve ter feito isso para alguém ver e zombar de mim. Mas outra coisa estranha vejo ao abrir os olhos, meu quarto está roxo! O meu quarto desde que eu nasci é cinza é ninguém seria capaz de pinta-lo em uma noite. Comecei a perceber várias diferenças no meu quarto como em vez de duas portas só tinha uma, eu não tenho nenhum armário e aqui avia um. A pior sensação foi quanto me levantei e senti um “peso” em meus cabelos logo virei de costas e percebi que eles estavam longos! Já estava estranho demais quando vejo um espelho a uns 3 metros da cama me direciono até lá com medo e olhe algo..
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. – Dou um super grito.
Eu... Eu sou a Luna? Como isso é possível? É um sonho? Belisco-me para ver e dói para caralho. Já começo a ficar nervoso quando alguém atravessa a porta correndo.
— Luninha amor o que houve? – Um adulto que eu nunca vi me pergunta.
— Eu não sou a Luna! – Respondo rapidamente.
— Filha não é porque seus amigos não te chamam assim (luninha) que o seu papai não vai te chamar. – O homem era o pai da Luna.
— Ta certo cara então tá né...
— Cara? Ta né? Que isso Luna que comportamentos são esses?
— Nada só me deixa sozinho. –Disse com um tom de raiva embora ninguém tenha medo da Luna.
— Vou deixar você sozinha não sozinho, depois conversamos vai tomar banho que o café está quase pronto.
O Homem que eu não sei o nome saiu do pequeno quarto da luna e se encaminhou a outro cômodo. Voltando ao assunto principal, eu sou a Luna! Sim isso... É real mesmo estou no corpo da mim ex-namorada. O que vou fazer agora? A primeira coisa que penso em fazer é procurar o celular dela e me ligar (porque certamente se eu sou ela, ela só pode ser eu) para ver como vamos resolver essa situação nada normal.
Procurei por uns vinte minutos e achei a celular dela em uma escrivaninha carregando. Peguei-o e como era travado com senha fiz uma ligação de emergência. Encostei a porta para ninguém ouvir a minha conversa e liguei (para mim mesmo).
— Vamos porra atende logo.
— Alô. – Finalmente ouço minha voz do outro lado da linha só poderia ser a Luna.
— Luna é você? – Pergunto.
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
— Silêncio Luna, calma quem ta ai com você? – Ela tinha dado um grito muito alto.
— Não sei eu to sozinha aqui, por favor, me ajuda. – Escuto choros através da linha.
— Pare de chorar nós vamos resolver isso é só ficar calma. – Ela parece ter se acalmado.
— Ta Marco me ajude. – Ela não se segurou as lágrimas.
— Luna eu sempre vou de ajudar ta é só você ficar calma amor. – Ela entendeu e concordou comigo.
— O que vamos fazer?
— Só tire o meu pijama e pegue o uniforme do colégio que tá no closet. Só faça isso se te perguntarem algo diga que não sabe pegue algo para comer e peça ao Eduardo para te levar a escola. – Espero que ela tenha entendido.
— Quem é Eduardo? – Luna me pergunta.
— É o meu motorista, amor só... Faça isso o mais rápido possível.
— Ta bom, Marco você pega o meu uniforme que é o tamanho P que está no banheiro e vai na segunda gaveta do quarto pegue uma casinha e um sutiã e vista-os mas não tome banho apenes troque.
— (risadas) ok vou fazer isso então tchau amor até o colégio
— Tchau. –Ela desliga o telefone.
Vou correndo ao banheiro e vejo a porta fechada, porém viro a maçaneta e abro a porta.
— Ahhhhh! – Tinha gente no banheiro! Era uma das irmãs da Luna eu não sei o nome dele direito. Ela estava nua sem nenhuma roupa.
— Desculpa foi mal! Tentei não olhar para ela, mas não consegui.
— Não vai embora pode entrar, mas tranca a porta dessa vez. – Se ela soubesse quem realmente eu era ela não iria ter feito esse comentário.
— Ta... Então eu vim para pegar...
— Fique mais clama Luna como se isso não tivesse um milhão de vezes (risadas). – Ela parecia normal pelo visto ela não percebeu nada que bom!
— É mesmo. – Vou em direção de uns uniformes pendurados na parede e pego um que é tamanho P o da Luna. – Obrigada então vou indo Lá.
— Luna espere. – Eu poderia ter indo embora já que não sou a Luna, mas preferi ficar aqui para demonstrar respeito já que a Luna mostra isso a sua família.
— Sim diga.
— Pegue o secador para mim ele tá ali como sempre. –Ela a ponta para um armário debaixo da pia. Me abaixo para pegar, mas não o acho faço uma cara de risos para ela que ainda estava nua, e logo ela percebe que eu não achei.
— Luna se perdendo com sempre. – Ela arranca a toalha dos cabelos e vem em minha direção se abaixa para pegar o secador e ai ocorre a melhor coisa desde que eu troquei de corpo com a Luna. A irmã da Luna se encosta-se a mim que realmente não posso sair, pois estou preso entre o armário e a porta, o seio direito dela que estava completamente visível encosta no meu braço e quanta mais ela se mexia mais eu tremia (arrepios). Quando ela chegou mais perto do armário sua bunda ficou a mostra para eu ver. Fingir ir procurar do outro lado do armário e “subi” na bundona dela. Daqui a pouco nós iríamos fazer sexo porque só faltava...
— Sai de cima de mim Luna eu já achei. – Ela me interrompe.
— Ta irmã vou indo então. – Me levando e olho uma vez para o espelho e reparo que a situação real não é boa.
— Não eu que vou indo, deixe só eu me vestir e você pode ficar aqui.
— É que eu tenho que trocar de roupa.
— Sim, mas você também precisa tomar banho né ou tomou antes (risadas) você tá meio estranha Luna...
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