Notas iniciais
Oiie meus pãezinhos de queijo. Venho aqui entregar mais um capitulo. Ele esta meio que sem ação, mas da pra pegar diabete de tão fofo. Sobre o negocio dos 20 comentários, não, nós não alcançamos nossos objetivos. Pois é eu fiquei meio triste com isso, mas eu recebi uma linda recomendação da Penny Chan, e isso me animou pra escrever. Foi mals, não consegui responder todos os comentários, por que essa semana eu não tive muito tempo, mas eu vou responder *--* Amo vocês, boa leitura.

O sol já não se encontrava no céu. Estava escuro, muito mais escuro que antes, e já estava ficando tarde para que eles continuassem deitados no meio daquela enorme floresta. O rosado olhou para o lado, viu que ela permanecia com os olhos fechados. Estava dormindo? Muito improvável. Seus batimentos estavam acelerados demais para estar dormindo, constatou Natsu. Talvez ela esteja assim apenas tentando relaxar e não pensar no que acabou de acontecer, já que de momento e momento ela da uma pequena fungada tentando impedir o choro. Ele não gostava de ver-la daquele jeito, insegura e com medo. Queria ter ela em seus braços para sempre, mas sabia que o pra sempre nem sempre dura. E também, tinha plena consciência que seria melhor para ela se eles voltassem o quanto antes até a casa. O vento frio que vinha de toda parte, não incomodava o mago, mas ele sabia que a loirinha ao seu lado poderia pegar uma bela gripe ou talvez algo mais forte. Ele se sentou e ajudou ela a se sentar também.

–Lucy, precisamos ir agora. – Percebeu que ela não o olhava, e seus olhos estavam opacos e sem brilho, muito diferente dos olhos alegres que ele esta acostumado a ver. Eles agora estão carregados, e fazem esforço para não derramarem. –Como esta? Você melhor?

Natsu on:

Ela apenas acentiu. Levantei, e dei a mão pra ela, que hesitou por um estante, mas aceitou. Sua mão estava completamente gelada, o que é bem estranho. Eu não faço a mínima idéia de onde estamos, e de que direção devemos seguir.

O caminho foi levado pelo silencio, não trocamos palavra nenhuma. Eu entendo que ela não queira falar nada, alias foi um choque muito grande, e eu respeito isso. Mesmo eu querendo, e muito, chegar pra ela e falar “Não precisa ficar assim, eu estou do seu lado, e eu quero que fique bem” do que adianta? Eu só tenho que estar ao seu lado e fazer ficar bem. É estranho, eu vejo que ela faz enorme esforço pra não chorar, e eu não sei como me portar de ante disso.

~ Algumas horas depois ~

Ainda estamos perdidos, não sei para onde ir, mas a situação ainda não me preocupa tanto. Pois ela esta ao meu lado, e sempre que ela esta aqui eu me torno mais forte, ela me dá forças para estar de pé e continuar. E eu preciso passar uma imagem de “Esta tudo bem” para ela poder se sentir melhor, não posso entrar em desespero ainda.

Andamos de mãos dadas, e eu posso sentir o gelo de sua mão pequena e delicada. De vez em outra, quando eu a olho de canto de olho, percebo que ela dá leves tremidas. Deve estar com frio, o vento gelado não me incomoda, mas a ela deve fazer bastante mal. Mas o que mais eu posso fazer, se ela já esta até com a minha camisa.

Então de repente, eu paro de andar, fazendo ela parar também. Me virei, e a abracei com força. Seu nariz encostou em meu peito nu, ele estava completamente gelado. Alias, ela estava completamente gelada. Meus braços rodeavam seu corpo, e eu tentei passar um pouco do meu calor para ela. Mas aquele vento realmente não ajudava muito.

Levei minhas mãos até sua cintura, e a ergui. Suas pernas rodeavam meu corpo, e suas mãos repousaram de leve em meu ombro. E foi nesse momento que eu percebi o quão mal ela estava. Não só fisicamente, psicologicamente ela também estava arrasada. Em tempos normais, ela discutiria comigo por ter a pego no colo, diria que estava bem e que conseguiria fazer as coisas sozinhas. Mas dessa vez, ela não disse nada, e apenas se deixou cair em meus braços.

♥

Autora on:

–AAAAAAAA! –Erza dá um grito empolgada, quebrando totalmente a calmaria daquela caminhada. –Já sei o que podemos fazer pra encontrar o caminho.

–Ai Erza – Jellal levou sua mão até o peito –Você me assustou.

–Dá pezinho. –Ela falou se virando para ele.

–Como é? –Ele arqueou a sobrancelha.

–Junta as mãos, de modo que eu possa subir nelas e conseguir subir nessa arvore aqui. –Ela apontou para uma grande arvore atrás dele.

Como o azulado não é bobo nem nada para desobedecer uma ordem dela, acabou acatando. Ela apoiou sua mão em seu ombro, e colocou seu pé direito nas mãos dele. Jellal a deu apoio e a ergueu até que fosse possível que ela subisse na arvore.

–JELLAL, JELLAL, JELLAL!

–O que foi?

–A casa esta logo ali. –Ela disse enquanto estava em cima da arvore, e um sorriso grande em seus lábios.-Me segura! –Falou antes de se jogar de cima da arvore. Se não fosse pelo fato de Jellal ser Jellal, um cara muito forte e ágil, os dois teriam caído na certa. Mas ele a segurou.

Depois de caminharem um pouco, chegaram a casa.Quando adentraram, tiveram a visão de Juvia dormindo no sofá na sala, em baixo de uma camada enorme de cobertores, e Gray na cozinha aparentemente cozinhando.

–Gray... –Erza falou baixinho para não acordar Juvia.

–Oh, vocês chegaram –Ele falou enquanto se virava e ia até a sala. –Esperem um pouco, eu vou levar a Juvia para o quarto.

Ele a pegou no colo, e ela em um ato de inconsciência passou sua mão por seu pescoço. Deu as costas para o casal, e foi até o quarto no final do corredor. Deitou a na cama cuidadosamente, e tirou do armário outros cobertores para aquecê-la, já que estava uma noite bem fria. Antes de sair do quarto, se certificou que a janela estava bem fechada, e que não entraria vento.

–E então, Natsu e Lucy já chegaram? –Jellal perguntou quando viu Gray se aproximar.

–Não,não. Eu cheguei bem antes, Juvia a recém chegou aqui.

Eles conversaram um pouco. Depois Erza foi até a cozinha terminar de preparar a janta que o Gray havia começado. Deixando os dois rapazes na sala conversando sobre coisas diversas.

Natsu, estava distraído enquanto caminhava, vários pensamentos o rodeava. Mal sabia ele que estava cada vez mais se aproximando da casa. Sua mão ia e vinha pelas costas de Lucy, dando a ela um sentimento de mais aconchego. Ela já não sabia mais o que pensar, nem o que fazer. Ter seu corpo violado por mãos estranhas dava a ela um sentimento estranho, como que repugna. E foi então que Natsu avistou uma das paredes laterais da casa.

–Estamos quase chegando. –Ele falou baixo.

Seus passos aumentaram o ritmo. E ao chegar na porta da casa, ele a desceu de seu colo. Entrou antes que ela pudesse ao menos raciocinar aquilo. Ele entrou na casa, a deixando com uma cara de “o que?”. Mas logo depois em passos pequenos e silenciosos ela entrou.

–Ainda bem que vocês chegaram, estávamos preocupados. –Erza falou, indo até a porta e dando um abraço em Lucy.

–ãããm? Mas o que aconteceu? Por que Lucy esta com a camisa de Natsu? –Jellal perguntou. Natsu apenas olhou para ele e fez um sinal com a mão, que o mago entendeu como que seria melhor não falar agora.

–Ainda bem que vocês se encontraram, as vezes a noite eu escuto alguns uivos, acho que deve ter algum bicho na floresta, e seria perigoso a essa hora da noite. –Gray falou.

–Geeeente, temos uma nova ganhadora. Lucy entrou por ultimo, por tanto ela ganha o desafio. Vai ficar uma semana sem ter de fazer tarefas. –Erza falou, diminuindo a empolgação da voz quando percebeu que a loira não deu muita bola e começou a andar.

Lucy ignorou tudo e todos ali, e seguiu para seu quarto. Olhar baixo. Erza achou estranho, e já fora seguir a garota, quando Natsu segurou em seu braço.

–Espera, acho melhor deixar ela no seu espaço por um tempo.

–Mas o que aconteceu? –Gray perguntou.

Natsu contou toda a historia. Erza ficou horrorizada com o que aconteceu, mas não deixou de ficar com ódio.

Horas depois, e o jantar já estava na mesa. Lucy continuava em seu quarto, e eles concordaram que seria melhor não forçar se ela não quisesse vir. Então Gray foi até lá e deu pequenas batidas na porta, falando que o jantar já estava pronto. Depois de algum tempo, quando percebeu que aquilo havia sido ignorado e que ela não daria sinal nenhum de volta, ele resolveu partir para o quarto da azulada para acorda la. O que não foi preciso, pois quando chegou lá, ela já estava acordada, em frente a janela, ela olhava pensativa. Ele se aproximou, e passou a mão de leve por suas costas.

–Hey Juvia, esta na hora do jantar.

–Juvia não vai conseguir. –Ela falou desanimada.

–Mas pelo menos vem comigo, você tenta comer o que conseguir, o que o seu estomago agüentar. Eu sei que vai ser difícil até seu estomago se acostumar de novo a sustentar a comida, mas aos poucos isso vai acontecer. –Ele sorriu fraco, ela retribuiu um sorriso, só que o dela era desanimado e bem falso e sem nenhuma vida.

Todos comiam calmamente. O mago do gelo de vez em outra olhava para a garota de cabelos azuis que sentava a sua frente. Aparentemente, tirando as caras feias que ela fazia para a comida, ela estava comendo bem, lentamente, bastante lentamente, estava no seu tempo.

Até que então, aconteceu o que ela mais temia. A comida subiu toda por sua garganta. Ela colocou a mão na frente da boca, e se ergueu de pressa, correndo pelo corredor até seu quarto. Gray levantou se logo atrás.

–O que aconteceu? –Ele escutou alguns rumores.

–Fiquem aqui, por favor, não vão até lá. – Ele disse correndo até o quarto.

Ao entrar no quarto, vazio. Foi então ao banheiro do quarto. Ao empurrar um pouco a porta entre aberta, uma imagem forte. Ele a viu ali, ajoelhada no chão, e foi ali que caiu a ficha que sua pequena garota, aquela dos cabelos com pontas cacheadas, rosto angelical e delicadeza grande, estava realmente doente. Ele se ajoelhou ao seu lado. Com uma de suas mãos, acariciava suas costas, e a outra segurava o cabelo dela. Soltava algumas palavras de força, como por exemplo o clássico “vai ficar tudo bem”.

–Por favor Gray, Juvia não quer que você fique aqui. Não quer que você a veja desse jeito.

–Não importa o que você diga, eu não te deixarei sozinha.

Depois de alguns minutos, ela já não sentia que iria vomitar, e de sua boca apenas saia um liquido branco. Mas ela continuava ajoelhada ao lado do vaso, para se tivesse que vomitar de novo, que fosse nele. E Gray estava ao seu lado, uma de suas mãos segurava a da garota o que a acalmava um pouco. Escutaram algumas batidas na porta.

–O que é que esta acontecendo? –Era Natsu quem perguntava.

–Não deixa ele entrar aqui, por favor, não deixa. –Juvia apertou com força sua mão. Ele se levantou, e foi até a porta do quarto.

–Vai embora, por favor, esse não é um pedido meu e sim dela. –Gray falou abrindo um pouco a porta.

–Mas eu só queria saber o que esta acontecendo. –Natsu falou enquanto tentava passar por Gray, que colocou o braço na frente impedido que continuasse.

–É melhor que não tente entrar aqui, ou você vai comprar briga feia comigo. –O mago do gelo falou seco e firme.

–Ta,mas só me diz se ela esta bem? –O rosado se convenceu a não entrar.

–Vai ficar... –Grau bateu com tudo a porta em sua cara.

Depois disso, quando Juvia recobrou um pouco de sua força, ela levantou e foi tomar banho. Gray lhe entregou seu pijama e uma toalha seca pela porta. Ele se sentou na cama, e esperou até que ela acabasse com o banho. Quando terminou, ela simplesmente saiu do banheiro e se deitou em sua cama. Gray se deitou na outra ao lado.

♥

Jellal lavava os pratos, enquanto Natsu secava, e Erza guardava. Os únicos pensamentos de Natsu, eram de o que fazer, já que provavelmente Gray iria dormir no quarto de Juvia, o que não lhe incomodava. Mas ele não sabia se deveria ou não dormir no quarto de Lucy.

–Acho que vou pegar alguns cobertores e vou dormir aqui na sala mesmo. –Natsu falou quando terminaram o trabalho.

–E vai deixar a Lucy sozinha? –Erza indagou.

–Mas você não acha que ela ia preferir que eu não dormisse lá?

–Acho que agora, é o momento que ela mais precisa de você. –Ela falou.

–Agora eu tenho que concordar com a Erza. –Jellal falou.

Natsu adentrou o quarto em passos vagos e tentou ser o mais silencioso possível. Olhou para Lucy, ela estava com o rosto um pouco inchado e vermelho, sua bochecha ainda estava um pouco úmida, ela havia chorado bastante antes de conseguir dormir. Sua expressão não era muito boa, parecia não estar tendo um sonho bom. Ela estava toda encolhida, seu joelho encostava em seu peito, e seu braço o rodeava. Natsu se sentou na beira de sua cama, e começou a encará-la.

“Ah, como eu queria que você não sentisse e não passa se por tudo isso minha princesa. Você é tão frágil, e tão sensível, qualquer coisa te machuca e fere teus sentimentos. E eu não queria que fosse assim, mas já que é, eu vou tentar ao máximo te proteger. Você é diferente das outras pessoas, você tem uma sensibilidade maior. Você sente tudo tão intenso, mas as vezes isso não faz bem. Eu vou cuidar de você minha princesa, te juro, não quero que nada mais te machuque”

Natsu pensava enquanto observava as feições delicadas da garota. Quando percebeu que ela tremia, pouco, mas tremia. Levou sua mão ao rosto dela, e viu que estava bastante gelada. Resolveu então, deitasse um pouco ali. Ao sentir aquele calor que vinha dele, Lucy acabou relaxando um pouco a sua tensão. E inconscientemente, ela foi se aproximando mais, e mais, do corpo dele, a ponto de chegar a esconder seu rosto no peito do rosado. No começo ele achou estanho, mas acabou por se acostumar, e por acariciar os cabelos loiros e maciez dela. Passou um de seus braços por em volta do corpo da garota, beijou lhe a testa, e murmurou baixinho um “Vai ficar tudo bem”.

♥

Eram quatro horas da madrugada, quando Gray se acordou. Juvia, que estava na cama ao lado, tossia muito, e eram fortes. Ele se sentou na cama, e quando olhou para o lado, viu uma coisa um tanto inusitada, o que o assustou bastante. O travesseiro da garota estava completamente sujo de sangue, e a boca dela também. No mesmo instante, ele foi até ela, a levantou com cuidado e a fez ficar sentada. A garota, abria os olhos vagarosamente, não estava entendendo nada. Ele passou a ponta do polegar, delicadamente, em seu lábio. Ela sentiu um gosto estranho na boca, e levou sua mão até lá, quando desaproximou, uma surpresa. Seu dedos estavam completamente sujos de sangue. Ela não entendeu nada, Gray apontou para o travesseiro que permanecia atrás dela.

–O que aconteceu? –Juvia perguntou horrorizada enquanto olhava, quase chorando, para Gray.

–Calma, calma. –Ele a abraçou. –Provavelmente, sua garganta esta tão ferida, por causa daquilo, que a noite você tossiu sangue.

–E o que Juvia vai fazer agora? –Ela perguntou, sem se soltar de seus braços.

–Não sei o que a Juvia vai fazer mais NÓS –Ele deu bastante ênfase no nós- Vamos agora limpar essa boca, trocar o travesseiro, e tentar voltar a dormir.

Ele se levantou, e estendeu sua mão a ela. Juvia êxito um pouco, mas aceitou. Gray a conduziu até o banheiro do quarto, e quando chegou lá, a segurou pela cintura e a colocou sentada no móvel da pia, que era feito de um mármore escuro. Levou sua mão a torneira, e a molhou. Levou sua mão até a boca da garota, e limpou de forma suave o sangue que por ali estava. A água estava bem fria, mas isso não incomodou muito nem ele nem ela. Ele repetiu diversas vezes aqui, e ela não conseguia fazer outra coisa se não o encarar. Quando terminou, pegou a toalha, que ficava pendurada ao lado, e entregou a ela. Juvia secou sua boca enquanto ele a ajudava a descer. Ele tirou o travesseiro da cama dela, e substituiu pelo dele.

–Mas e o Gray? –Ele perguntou ao ver o que ele fazia.

–Depois eu pego algumas almofadas da sala, sei lá, eu me viro. Deita aqui. –Ele falou enquanto puxava as cobertas para baixo. E assim ela fez, e ele ajeitou suas cobertas.

Demorou um tempo, mas ela finalmente conseguiu dormir. Ele a observava de longe, e quando viu que ela havia dormido, se sentou na beira de sua cama.

“Ah,Juvia, se você soubesse o quanto eu me importo contigo. Você esta se destruindo, e me destruindo junto. Eu só queria te ver bem. E achei que se você estivesse com o Natsu, você iria ficar. Bom, pelo menos você esta melhor com ele do que com alguém arrogante e insensível como eu.” –Ele pensou.

Ele ficou por um tempo encarando a garota que dormia suave. Nem parecia aquela que a pouco tempo antes, estava desesperada em uma posa de sangue. Nem parece aquela que começou a parar de se importar consigo mesma, e começou a se fazer mal. Ela estava tão calma, tão serena. Alguns de seus fios azuis caídos naquela sua pele branca e delicada. Sem pensar mais em nada, ele se deixou levar pelo impulso. Impulso de fazer o que a tanto tempo queria. Aproximou-se dela, mais e mais, até conseguir sentir o calor de sua respiração em seu rosto. Uma de sua mão foi levada até o rosto delicado da garota, enquanto ele aproximava seus lábios gelados aos dela.

Dizem que um beijo não é só uma ação qualquer que envolve duas pessoas. Envolve muito mais do que isso. O beijo acontece quando o amor de uma pessoa é tão grande, tão forte, pela outra, que até as palavras se faltam para poder expressar isso. E Gray, no momento que encostou seus lábios nos dela, teve certeza disso. Mesmo inconsciente, ela retribuiu o beijo, e deu passagem para Gray. Aquele foi um beijo tão calmo, mas tão preciso ao mesmo tempo. Era quase que desesperado, se não fosse pelo motivo de seus sentimentos mais bonitos estarem sendo demonstrados.

Quando viu o que ele mesmo estava fazendo, o mago do gelo se afastou na hora. Tapou sua boca com a mão. “O que é que você esta fazendo infeliz, ela esta dormindo e esta doente, você esta se aproveitando da fragilidade dela seu idiota”. Foi o que ele pensou enquanto saia do quarto rapidamente.

Juvia acordou na mesma hora. Olhou para os lados, ele não estava lá. Passou o dedo por seus lábios, procurando alguma evidencia que aqui foi mesmo real. Mas não, pensou ela, ter sido um sonho. Pois ele nem mesmo estava ali.

"Mas mesmo assim, foi o sonho mais lindo e mais puro que Juvia já teve..."

Notas finais
E então? O que vocês acharam? Se quiserem me mandar algumas ideias, sugestões,criticas, ou até mesmo só um oi, vão ser todos muito bem vindos e queridos. >...