Trente jours avec elle
55 Pensez-vous épouser?
Notas iniciais

Boston 18:30: House
Quando Maura e a mãe chegaram a casa, Angela estava em casa com as crianças. Zahara fazia um desenho na mesinha da sala, Bem estava sentado no chão brincando com algumas caixas sonoras e Angela estava na cozinha a começar a preparar o jantar.
Constance silenciosamente observou as crianças enquanto Maura e ela se aproximavam da sala automaticamente Zahara se levantou e correu para abraçar as pernas de Maura.
— Olá mon amour – falou Maura estendendo os braços para pegar Zahara no colo, Zahara olhava atentatemente a mulher que estava com Maura, Maura vendo a curiosidade da menina apresentou Constance
— Zahara essa e minha mâe, Constance — disse suavemente à menina
— Muito prazer em conhecer você, você é muito linda – falou Constance em francês
— Merci – falou Zahara envergonhada. Maura colocou Zahara no chão e andou até Bem, pegou o menino no colo e o trouxe perto de sua mãe para o apresentar a ela – Mamãe, esse menino lindo aqui é Bem – falou olhando o menino e logo de seguida a mulher mais velha – Diz “oi” pra vovó meu filho – falou Maura ganhando um paurear do menino juntamente com uma risada divertida.
— Ele é muito bonito Maura, olha estes cachinhos tão lindos – falou Constance mexendo no cabelo do menino.
— Você quer pegar ele em seu colo? – questionou Maura
— Eu não sei se tenho jeito, já faz muito tempo que eu peguei numa criança ao colo – respondeu Constance.
— Você não esqueceu, eu sei – falou Maura estendendo o menino para os braços de Constance. A mulher mais velha pegou no menino e calmamente o embalou enquanto se dirigia para o sofá para se sentar com a criança, Constance sentou-se e colocou o menino sobre uma perna, balançando-a.
— Ele é tão calminho.
— È verdade, muito diferente de Zahara que é uma pequena peste, é muito parecida com Jane, ela. – falou olhando a menina que brincava na mesa com seus puzzles.
— Você vai ter muito trabalho com eles. – falou Constance.
— Não importa, eu os amo como se sempre tivesse comigo, como se fossem meus e eu sei que Jane vai estar ao meu lado e assim fica muito fácil e Angela tambem nos tem ajudado muito, mais ultimamente, as crianças a adoraram e os seus tios Frankie e Tommy, todo mundo aceitou eles muito bem e têm ajudado em tudo.
— Você sabe que eu tambem posso ajudar quando você precisar, mesmo quando eu estou longe de Boston.
— Na realidade eu gostava que voce pudesse nos visitar mais vezes, para fazer parte da vida das crianças mais de perto.
— Você sabe que eu sou muito ocupada, e ultimamente tenho muitas exposições de arte em paises da Europa, mas eu prometo que vou tentar ser mais presente do que fui com você, e seu pai também.
— Eu ainda não falei com papai, ele não sabe de nada, nem sei como ele vai reagir ao meu relacionamento com Jane – falou Maura soltando um suspiro pesada.
— A opinião dele vai mudar alguma coisa na sua decisão? – questionou Constance
— Claro que não, há muito tempo que a opinião dele deixou de ser relevante em minha vida. Mas ele não deixa de ser meu pai e merecer meu respeito, por isso quero falar com ele e contar minhas escolhas.
— Eu posso ajuda-la a falar com ele Maura…
— Você fazia isso? – questionou Maura
— Claro que sim, você e minha filha, só quero seu bem.
— Obrigada mamãe, seu apoio é muito importante para mim.
— Maura Jane vai chegar um pouco mais tarde , ela ligou para avisar mas você ainda não tinha chegado — Angela interrompeu notando que falara demais ao perceber a expressão de Constance – Deixei o jantar quase pronto é so terminar. Agora vou deixar-vos conversar.
— Obrigada. Tudo bem Angela a minha mãe já sabe sobre nós eu falei pra ela sobre a minha relação com Jane .– falou Maura dando um sorriso terno, vendo o desconforto da sogra Maura. Depois que viu o alivio de Maura Angela voltou a falar.
Angela se despediu e voltou para sua casa, e Maura e Constance ficaram a brincar com as crianças na sala. Constance estava completamente derretida com as crianças.
—Maura eles são uns amores não e toa que você quis adotar eles . Maura escutou a mãe sorriu .
— E quando eu Jane vimos eles nos apaixonamos logo de cara. Jane quando foi embora ficou com medo de ser esquecida por eles — disse Maura os olhando. — Eu não imagino mais minha vida sem eles e Jane ao meu lado — completou a frase olhando Constance que já estava com os olhos marejados.
— Eu sei Jane tem aquele jeito dela mas o que importa e que ela te faz feliz .
—Sim mãe ela me faz ela e minha alma gemea mãe, eu quero que ela seja mãe dos meus filhos finalizou Maura.
— Você pensa casar com ela? – questionou Constance
— Claro é tudo o que eu mais quero… — respondeu Maura e Constance a olhou um pouco surpresa, afinal casamento nunca foi parte dos planos de vida de sua filha, uma vez que esta sempre colocava seu trabalho e a ciencia em primeiro lugar em sua vida.
Jane entrou em casa como sempre fazia, colocou o distintivo e a arma já travada em uma gaveta os trancado logo em seguida para a segurança das crianças .
— Amor cheguei como foi ...- mas a frase morreu quando se deparou com a ultima pessoa que esperava ver ali deixando o silencio e o choque tomar conta si .
— Jane tudo bém ? — Pergunta Maura notando a palidez de Jane .
— Constance – Jane falou saindo um pouco do estado de choque inicial e indo em direção a Maura e a sogra. — Desculpem se interrompi a conversa. Vou subir e deixar vocês sozinhas.- Disse Jane andando ate as escadas
— Não Jane ta tudo bem – Maura falou segurando a mão da morena a parando, Jane ficou tensa ao sentir o toque da loira não que não gostasse mas com Constance as observando deixava tudo mais tenso.
— Jane, Maura me contou sobre vocês. — Falou Constance fitando Jane que ainda segurava a mão de Maura . – Podemos conversar um pouquinho?
— Claro que sim Constance . Vamos até à sala. – As três mulheres andaram até à sala, Jane se aproximou das crianças, quando a menina viu Jane pulou e correu de encontro a morena que se abaixou a pegando no colo depois de brincar com a menina foi a vez de Bem entrar na bricadeira. Maura e Constance olhava de longe a interação dos trés, Maura sorria não podia ter achado uma mãe melhor para seus filhos, ao lado Constance não falava nada.
Depois de brincar Jane colocou as duas crianças na manta espalhou uns brinquedos. Se sentou, seguida por Maura que sentou ao seu lado e logo pegou a mão da morena novamente, notando que estava gelada. Constance estava em outro sofá sua expressão era neutra deixando Jane mais nervosa ainda na cabeça dela ela tinha posto tudo a perder.
—Calma amor — sussurrou baixo Maura.
—Tou tentando Maura mas ta dificil, sua mãe, voce sabe como ela é... — Falou olhando fixamente para Constance
— Eu sei, mas fique tranquila, vai correr bem – sussurou Maura junto ao ouvido de Jane.
— Então Jane Maura me contou o que aconteceu em Paris, do atentado do relacionamento de vocês e das crianças — dirigiu um olhar para eles e sorriu, coisa que não passou despercebida por Jane já que Constance era mais distante , mais reservada – Eles são encantadores – falou referindo-se às crianças.
— Obrigada — respondeu Jane.
— Sem problema amor – falou Maura com um sorriso tranquilo no rosto.
— Continuando – falou Constance no seu tom autivo — Eu sei Jane que você não esta na altura da minha filha , eu não sei o que Maura viu em você ...
— Mãe ... – falou Maura num tom agressivo.
— Espera Maura eu não terminei, eu não sei o que ela viu em você, você e totalmente o oposto dela e não têm classe, nem estudou nas melhores escolas, mas uma coisa eu notei hoje, quando Maura fala de você seus olhos brilham, da para ver o amor que ela sente por você, ela está mais feliz agora, por mais que você não seja a pessoa que desejo para minha filha, mas uma coisa detetive eu não posso negar eu sei que você faz qualquer coisa pela Maura, ela me falou que você cuidou muito dela lá em Paris depois do atentado e se você pudesse trocaria de lugar com ela. — Maura olhou Jane que continuava olhando Constance sem falar nada . — Eu quero te agradecer Jane continuou Constance … eu não vou me opor a relação de vocês, mas se você ousar machucar Maura , você sabera a força dos Isles .........
— Eu sou muito feliz com Maura, Constance como nunca fui tão feliz em toda a minha vida… Prometo que nada me fará me afastar dela e eu não tenciono machuca-la, apenas ama-la.- Disse Jane passando o braço em volta da cintura da loira
— Ok detetive, assim o espero. Faça minha filha feliz, cuide dela. — finalizou Constance
— Então é tudo? – murmurou Maura — Vocês ficam aqui com as crianças enquanto eu vou terminar o Jantar que sua mãe começou mais cedo- fala Maura soltando um suspiro de alivio.
— Você quer ajuda? – questionou Jane
— Não é necessário. Ja está quase pronto.
Enquanto na cozinha Maura continuou a preparar o jantar, Constance e Jane na sala continuaram a brincar com as crianças. Zahara puxou Constance pela mão e e pede para ela ler um livro para ela, nesse meio tempo a menina fala que adora aquela historia e que a Jane le pra ela toda noite antes de dormir.
— Jane faz isso para voce? – questiona Constance para Zahara
— Pra mim e pra Bem eu gosto muito dela — responde Zahara na maior inocencia. Maura observa a interação das duas e sorri. Zahara chamou Constance
— Voce fica um pouquinho aqui com Jane é Bem a brincando eu vou lá na cozinha falar com Maura — falou Constance para Zahara , a menina desceu do colo da senhora e foi brincar com Bem em cima da manta..
—Jane se não se importa vou falar com Maura
— Tudo bem — respondeu Jane sentada e brincando com as duas crianças
— Pelo jeito eles são muito apegados a Jane também — observou Constance ao se aproximar da cozinha .
— Sim eles a adoram — responde Maura quando ela foi embora eles sempre perguntava dela quando ia ve-los, um dia Zahara fez um desenho e mandei para Jane, depois ela pediu para eu guardar para ela entregar a Jane , e aquele ali disse apontando um desenho que estava em um porta retrato na estante da sala.
— è muito bonito – murmurou a mulher mais velha.
Depois de mais uns minutos Maura chama os quatro. O jantar foi descontraido, aproveitando para falarem da viagem a Paris e também dos acontecimentos de Washington. No final da noite, depois de terem deitado as crianças nos seus respetivos quartos, Constance despediu-se de Jane e Maura e voltou para o hotel. As duas mulheres estavam deitadas na cama abraçadas e conversando.
— Como você está Jane ? – Pergunta Maura olhando diretamente nos olhos de Jane
— Aliviada, agora nosso relacionamento e oficial todos sabem. Ainda bem que sua mãe aceitou eu não aguentaria ficar longe de vocês
— humhum – Maura acenou com a cabeça fazendo sinal de afirmativo. — E nem nós de você . – Falou Maura dando um beijo nos labios de Jane. Jane retribuiu com mais beijos e passado um bocado as duas adormeceram com sorrisos tranquilos no rosto.
Desde aquele dia parece que a calma e a serenidade voltou a tomar conta das vidas das duas mulheres, enquanto Jane trabalhava Maura continuava a tomar conta das crianças e a escrever o seu livro nas horas que tinha vagas. Toda a familia e amigos aprenderam a aceitar e a apoiar a relação das duas duas e todos poderiam reconhecer que nunca as tinham visto ão felizes e compenetradas em suas vidas. Jane não era somente a detetive que se preocupava com seu trabalho, ela se preocupava com sua segurança cada vez mais, porque queria chegar em casa e estar com sua familia. Maura tinha deixado de lado a sua faceta “rainha dos mortos” e cada vez se sentia mais a vontade para conviver com pessoas, vivas e estranhas desenvolvendo váias amizades nos grupos de mães que frequentavam as escolas das crianças.
No trabalho Jane teve vários casos, todos resolvidos com sucesso, a dupla de irmãos Rizzoli era garantia de sucesso por muito dificeis que fossem os casos.
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