Trente jours avec elle
27 Mesdames & Expériences
Notas iniciais

Paris 8:30: Maison Isles
Maura acordou bem disposta, assim como o dia que através da janela do quarto poderia ver estar repleto de raios de sol. Do seu lado Jane ainda dormia, um sono profundo e tranquilo. Maura piscou os olhos algumas vezes procurando ambientar-se à claridade que se sentia no quarto.
Com cuidado ergueu-se na cama e virou-se de frente para Jane que dormia com os cabelos rebeldes morenos cobrindo-lhe parte do rosto. Maura sorriu carinhosamente para a imagem de Jane e ergueu a mão com cuidado para lhe acariciar os seus cabelos. Sentindo o toque Jane remexeu-se fazendo Maura retirar a mão automaticamente, com receio de acordar a morena.
Maura afastou o lençol sem fazer muito barulho e se levantou da cama. Vestiu um robe delicado de seda, calçou uns chinelos e sem fazem barulho dirigiu-se para a porta do quarto, abriu lentamente a porta e saiu do quarto. Desceu as escadas e se dirigiu para a cozinha. Parou na ombreira na porta, pensando no que iria fazer. Queria preparar o café da manhã para ela e para Jane, mas queria algo que a morena gostasse.
Entrou na cozinha e se dirigiu para um armário e retirou duas canecas de vidro, abriu uma gaveta e retirou duas facas e dois garfos, colocando tudo em cima da mesa. Foi em direcção á geladeira e abriu a porta, pegando em uma garrafa de leite, fechou a porta e colocou o leite sobre a mesa e logo de seguida começou a tirar dos armários ingredientes para fazer panquecas.
Maura estava a preparar panquecas quando sentiu os braços de Jane a envolverem sua cintura e seu corpo encostar em suas costas.
— Bom dia querida – murmurou Jane que ainda parecia sonolenta dando um beijo suave na bochecha da loira.
Maura desligou o fogo e virou-se para Jane a abraçando carinhosamente e selando os seus lábios num beijo.
— Bom dia meu amor, dormiu bem? – Questionou Maura
— Sim e você? – Questionou Jane com a voz ainda rouca pelo sono.
— Preparei nosso café da manhã, está com fome? – Questionou Maura, sentindo Jane concordar com a cabeça e então Maura guiou a morena até a mesa, vendo-a se sentar e então se inclinou selando os lábios macios aos da morena.
—Fiz panquecas. Já trago o nosso café.
Maura andou até ao fogão e colocou as panquecas, que já estavam prontas, num prato e levou para a mesa, logo a seguir pegou o café que tinha feito e serviu duas canecas.
Maura então sentou-se na mesa entregando a caneca para Jane vendo-a logo a seguir a tomar um belo gole da bebida e sorrir.
— Otimo amor. – Jane elogia o café de Maura e logo de seguida bebe um novo gole. — Você dormiu bem?
—Dormi maravilhosamente bem. Depois da massagem que você me fez… estava mesmo a precisar, sentia meus músculos tensos e doloridos – respondeu Maura com um sorriso
—- Eu sou incrível eu sei – falou Jane irónica
— Você é incrivelmente convencida…
E ficaram as duas saboreando calmamente o café da manhã, entre beijos roubados e muitas gargalhadas, quando terminaram de comer lavaram a louça e depois subiram ao quarto para se arrumar para irem passear.
Depois de colocarem uma roupa saíram de casa e apanharam um táxi que ali passava na rua saindo logo de seguida perto de uma estação de metro.
— Onde vamos hoje? – questionou Jane vendo Maura pedindo algumas indicações a um francês parado na estação.
— Vamos ao palácio de Versalhes
—Humm – resmungou Jane em desagrado.
— Você vai gostar Jane, o Palácio de Versalhes é um castelo real localizado na cidade de Versalhes nos subúrbio de Paris. Desde 1682 até 1789, ano em que teve início a Revolução Francesa, foi o centro do poder do Antigo Regime na França. Construído pelo rei Luís XIV, o "Rei Sol", veio mais tarde a tornar-se, em 1682, a residência oficial do monarca e também o símbolo da monarquia absolutista, sustentada pelo rei. Considerado o maior palácio da época e um dos maiores atualmente, possui uma ampla extensão que ocupa mais de 100 hectares, possuindo 700 quartos, 352 chaminés, 1250 lareiras, 67 escadas, 2153 janelas e um parque de 700 hectares.
— 700 quartos, 352 chaminés, 1250 lareiras – repetiu Jane em choque – Quantas vezes caberá o meu apartamento dentro dele? – ironizou Jane
— Umas… — Maura começou a falar mas antes de continuar foi interrompida por Jane.
— Estava brincando Maura, não force sua linda cabecinha, eu realmente não quero saber…
PARIS 9:30 — Palácio de versalhes
Chegaram a versailles e não muito longe da estação de comboios depararam-se com aquele palácio gigantesco cheio de opulência e grandiosidade, com uma fachada imponente e uma arquitetura muito elegante. Os portões totalmente dourados e o brilho da luz da manhã sobre eles tornava-os ainda mais mais brilhantes e luzentes. Depois de algum tempo numa fila de espera gigantesca, compraram os ingressos, escolheram os que permitem visitar todo o complexo, o Palácio, os Jardins e o Estado de Maria Antonieta, que abrange o Petit e Grand Trianon. Pegaram os ingressos e andaram para dentro do palácio, dividindo a visita por etapas.
A primeira coisa que visitaram foi a capela real, após se deleitarem com a lindíssima capela, visitaram o restante das salas, tudo muito bonito e luxuoso, mas o que mais lhes chamou a atenção foi o Salão dos Espelhos, o salão tem esse nome pois em uma parede possui 17 espelhos enormes, cada um formado por 21 espelhos menores que ficam de frente para um mesmo número de janelas com vista para os jardins do palácio, o salão possui um teto abobadado coberto de afrescos, as paredes são cheias de detalhes dourados entalhados e muito mármore, os lustres gigantes e as iluminarias douradas de uma beleza exorbitante, e a Galeria das Batalhas, as Galeria das Batalhas surpreende não apenas por sua beleza e iluminação natural, mas também porque abriga uma colecção incrível de quadros de Napoleão.
Depois de visitarem a Galeria das batalhas ainda conheceram o quarto do rei e o quarto da rainha, ligados por uma porta camuflada para que o rei pudesse encontrar a rainha quando quisesse.Todos os cómodos que visitaram tinha um deus mitológico como tema.
O passeio no interior do palácio terminou, por volta da hora de almoço, estrategicamente no final dessa etapa havia um restaurante e um café Angelina esperando os visitantes.
Apesar do preço não ser muito convidativo acabaram por almoçar no restaurante, aproveitando o ambiente agradável que se sentia.
Maura pediu faux-filet et sa béarnaise (picanha com molho béarnaise, batatas fritas e salada verde) e Jane pediu confit de canard (pato cristalizado, batatas salteadas e salada verde). Para beber pediram duas taças de vinho e água. De sobremesa pediram brownie e uma taça de sorvete, os dois com um creme de chantilly fantástico.
Já alimentadas, desceram as escadas de saida do restaurante/café e visitaram os cómodos das “Mesdames” que pertenceram ás princesas Adelaide e Victoire, dai andaram até um salão mais simples, com algumas esculturas greco-romanas e seguiram para os locais onde as princesas descansavam e passavam boa parte dos seus tempos livres estudando poesia, musicas e artes.
Depois disso dirigiram-se para o acesso aos três jardins, cheio de esculturas, lagos e chafarizes.
Passaram boa parte da tarde desfrutando esses jardins. Compraram um sorvete na sorvetaria, que fica dentro dos jardins do palácio e foram andando e admirando a beleza das fontes, das plantas de múltiplas cores trazidas de diversas partes do mundo directamente para decorar o espaço, das formas geométricas que definiam os jardins. E quando acharam que já tinham visto tudo, depararam-se com a calmaria de um jardim musical.
Por volta das 15h30 as fontes do palácio ligaram e as caixas de som espalhadas pelos jardins começaram a tocar uma bela música francesa, do século XVIII.
Depois de recuperarem o fôlego, partiram a pé para os Trianons, o Grand e o Petit Trianon. O primeiro era uma "casa" particular do rei, onde ele poderia levar suas visitas e amigos mais íntimos, o interior não deixa de ser requintado, mas é bem mais aconchegante que o gigante e imponente Palácio de Versalhes.
O segundo foi cedida pelo rei Louis XVI à Maria Antonieta e cumpriu a mesma função. Antes disso, dizem que era usado pelo rei Louis XV para se encontrar com sua amante preferida, lá tiveram acesso aos aposentos particulares da rainha, para onde ela fugia rumo a simplicidade campestre que tanto amava, sendo impossível não perceberem os gostos dela em cada detalhe desse espaço. Esta visita ao Trianons demoraram mais ou menos uma hora.
No finalzinho da tarde, retornaram a Paris, maravilhadas com o que viram no Chateau de Versailles, mas exaustas de todas as caminhadas.
Antes de voltarem para casa, pararam numa fromagerie e compraram alguns queijos, brie, cammembert, emmental, dentro de uma enorme variedades, para todos os tipos e gostos.
PARIS 20:30 — Maison Isles
Depois de chegarem a casa, tomaram um duche e colocaram uma roupa mais descontraída. Como estavam tão cansadas da visita ao palácio optaram por não fazer jantar e apenas petiscar alguma coisa.
Pegaram um baguette e o queijo brie que compraram, sentaram-se no sofá da salinha e comeram acompanhando o baguette e o queijo com acompanhando por uma garrafa de vinho francês da adega de Maura.
Desfrutando de cada trincadela como um dos sabores característicos de Paris. Em cada trincadela Maura via o ar de gula de Jane, desfrutando aquela delicia.
— É bom não é? – questionou Maura
— É sim – respondeu Jane
—Você pensava que em Paris só se comiam comidas gourmet e que quando viesse cá iria passar fome…
— O que você quer? – questionou Jane
— Que diga que estava errada e que Paris não é assim tão mau como você havia pensado.
— Boston é melhor – provocou Jane
— Você não consegue Jane…
— Ok ok – Jane falou – Paris esta a ser uma boca surpresa, você tinha razão, mas é bem melhor porque eu tenho você agora…
— Boba – Maura falou e deu um selinho em Jane
Momentos depois de elas terem acabado o lanche aconchegaram-se uma na outra no sofá a assistir um programa de tv a toa, tornando o dia ainda mais perfeito do que já tinha sido.
— Amor… – Maura murmurou e a sua mão deslizou pelo braço dela, num toque subtil até encontrar a mão da outra, entrelaçando os dedos aos dela e devagar, puxou a morena para si conforme colou os lábios aos dela e beijou-a de forma calma, a língua de Maura explorava os cantos mínimos da boca da morena, massajando a língua da morena com a própria num ritmo calmo, intenso e doce, sem nunca desenlaçar os seus dedos.
— Hummm – respondeu Jane em questionamento
— Vamos tomar um duche? – Questionou Maura voltando a introduzir a língua na boca da morena de forma provocadora, a sua língua percorria a cavidade húmida, tão quente, sugando a língua da morena e explorando o gosto de seu beijo, mordendo-lhe os lábios, mas logo retomando a troca de salivas.
Jane manteve aquele toque até que cessou, devagar, selando os lábios aos de Maura e deixou o seu rosto próximo ao dela — A esta hora Maur? Não me apetece, está tarde e já tomamos, quando chegamos a casa – murmurou Jane
—Jacuzzi Jane, só um pouquinho pleaseee – pedinchou Maura fazendo um biquinho com os lábios que fez logo a morena aceitar.
— Tudo bem, mas com água quente – respondeu Jane dando mais um selinho em Maura.
Maura sorriu com a resposta de Jane e com os dedos ainda enlaçados puxou a morena para o andar superior da casa, o terraço onde ficava o jacuzzi.
Chegaram ao terraço e Maura deixou um rastro de roupa por todo o caminho até ao jacuzzi. Pôs-se de pé nua em frente à escada que dava acesso ao jacuzzi, contemplando a maravilhosa vista sobre a cidade, completamente iluminada. Subiu as escadas e entrou dentro da água deslizando para baixo até se cobrir até ao seu pescoço, podendo sentir como a água estava deliciosa. Não muito quente e borbulhando por vários motores.
Jane estava parada em frente ao jacuzzi, procurando coragem para entrar dentro de água temendo o frio que se sentia no ar.
— Vai ficar ai? Aqui está uma delicia – Maura falando jogando um pouco de água sobre a morena.
— Não sei está tanto frio…
— Garanto que você não vai se arrepender Jane – Maura falou piscando o olho para Jane com um sorriso malicioso na cara.
Jane tirou a roupa ficando totalmente nua, sentou-se no beira do jacuzzi e balançou as pernas tendo acostumar-se com a temperatura da água e logo deslizou para dentro da água, ficando submersa até ao peito, do lado oposto ao de Maura, de costas para a cidade.
— Amor venha aqui, para juntinho de mim – Maura pediu, e se moveu um pouco para o lado para deixar um espaço para Jane se acomodar.
Jane deslizou pela agua e sentou-se ao lado de Maura, com o seu corpo colado ao da loira, Maura voltou a cabeça em direcção a Jane, prendeu os dedos nos seus cabelos rebeldes já molhados, aproximando os rosto e roçou seus lábios sobre os da morena, fazendo-a gemer. Maura passou língua pelos lábios da morena que abriu os lábios e aprofundou o beijo, suas línguas percorriam cada parte das suas bocas, Maura mordeu um pouco a língua de Jane fazendo-a gemer de prazer.
As mãos de Jane se moveram nas costas de Maura, puxando-a para si, fazendo-a sentar-se sobre o seu colo, logo as mãos da morena começaram a percorrer todo o corpo de Maura, desceram até o bumbum dando uma forte apalpadela, logo passaram pelas coxas, seguiram a cintura e sem hesitar deslizou uma mão para um de seus seios dando um leve aperto. Maura suspirou entre o beijo e Jane tomou como incentivo para levar a outra mão para o outro seio apertando-o também, fazendo uma leve massagem nos dois seios da loira.
A agua as cobria até à cintura e a sensação do quente da água com o frio do ar e do perigo de alguem as poder observar numa das varandas tornava tudo mais envolvente, desafiador e excitante, deixando as duas de mamilos completamente endurecidos.
Jane terminou o beijo e arrastou os lábios pela pele de Maura até chegar ao seu pescoço, Maura virou a cabeça um pouco para o lado, enquanto Jane alternava entre beijos e leves mordidas na sua pele, Jane beijou o seu ombro, mordeu sua clavicula e lambeu toda a extensão de pele da loira até onde a agua alcançava, Maura arrepiava-se e tremia com as caricias, quando chegou num dos seus seios que logo abocanhou enquanto massajava o outro com a mão.
Todos os movimentos faziam a agua balançar com mais força contra os seus corpos.
Jane deu o mesmo tratamento no outro seio e logo deslizou as mãos para a sua cintura, descendo direto de encontro á sua intimidade em baixo de agua, começando a fazer movimentos circulares em seu clitóris, fazendo Maura soltar um novo gemido.
Jane tirou a boca dos seios de Maura e subiu a sua boca até os lábios de Maura iniciando mais um beijo, as línguas línguas dançavam ritmadamente dentro da boca uma da outra enquanto Jane continuava os movimentos em seu clitóris.
De repente sem Maura dar conta Jane introduziu dois dedos em sua entrada, fazendo Maura arquear as costas e jogar a cabeça para trás, fazendo os cabelos encharcados bater agressivamente nas suas costas nuas, dando-lhe a sensação de dor e prazer ao mesmo tempo.
— Ahhh – Maura gritou de satisfação ao sentir Jane dentro dela
Jane começou a movimentar seus dedos dentro dela enquanto fazia movimentos circulares com o polegar em seu clitóris.
— Rebola pra mim meu amor– sussurrou em seu ouvido.
Maura começou a subir e descer o seu quadril acompanhando os movimentos dos dedos de Jane, fazendo a agua do jacuzzi chacoalhar com os movimentos. Jane inclinou a cabeça e parou na curva do pescoço de Maura e voltou a distribuir beijos naquela zona até descer para os seus seios novamente, passou a língua nos seios e deu leves mordidas nos mamilos rígidos.
Jane começou a sentir a intimidade de Maura começar a se contrair ao redor de seus dedos e os gemidos ficaram mais altos, e Jane aumentou a velocidade das estocadas. Jane com um braço envolveu a cintura de Maura tentando guiar os movimentos de seu quadril para acompanhar a velocidade dedos que a invadiam.
As mãos de Maura deslizavam pela pele da morena, deixando fortes cravejadas de suas unhas na pele morena.
O vento gelado de fora da água batia nas suas faces mas os seus copos pareciam pegar fogo, a água balançava nos sexos húmidos e roçava em suas barrigas, estimulando-as e fazendo-as soltar gemidos.
— Jay eu vou ... — Maura falou enquanto subia e descia freneticamente nos dedos de Jane com a agua a bater repetidamente contra o seu corpo.
Jane a olhou nos olhos e selou os seus lábios num beijo luxurioso e intenso.
Maura jogou a cabeça para trás soltando um gemido alto, largando o seu gozo nos dedos de Jane, que não parou de movimentá-los até que os espasmos no corpo de Maura cessaram.
Jane tirou os dedos de dentro de Maura e passou os braços pela sua cintura, puxando a loira para um abraço, os peitos se tocavam num ritmado sobe e desce, devido a respiração descontrolada e ofegante. Maura puxou os braços pelo pescoço da morena e descansou a sua cabeça ali, com a boca ligeiramente entreaberta na tentativa de controlar a respiração acelerada.
Jane afastou um pouco suas pernas fazendo Maura deslizar a bunda para o chão do jacuzzi e as pernas ficaram sobrepostas ás da morena, colando os seus sexos e o restante de seus corpos, enquanto permaneciam abraçadas, parecendo uma só
Naquele momento, quando os seus sexos se colaram, Maura sentiu o quanto Jane estava molhada e começou a rebolar, roçando os seus clitoris, um contra o outro.
Não demorou muito e Jane gemeu alto gozou contra ela. Ouvi-la gemer fez Maura gozar junto com ela enquanto se beijavam.
— Está com frio? Questionou Maura
—Não! Você tinha razão. Bastou você me abraçar e o frio passou.
—Você deveria me escutar mais vezes. -Sorriu orgulhosamente
O frio não as incomodava, o corpo delas eram suficientes para se manterem aquecidas.
Maura pegou a mão e entrelaçou seus dedos com os da morena, levando-a para o quarto.
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