Trente jours avec elle
18 Le choix est vôtre
Notas iniciais

PARIS 00:00 — Maison Isles
As duas chegaram a casa e subiram a escada entre beijos quentes e algumas risadas, a cada parede uma prensava a outra levando os lábios por toda parte do corpo uma da outra, na sala foram esbarrando nos móveis e tudo o que aparecia no caminho, depois de quase fazerem o mesmo pelo corredor, chegaram ao pé das portas que davam para os quartos das duas. Maura afasta o seu corpo de Jane e a olha
— Agora a escolha é sua namorada – falou Maura dando enfase na palavra “namorada”.
— Que escolha, e como assim minha? – questionou Jane sem compreender
— Tem duas portas – falou apontando a porta do seu quarto e logo depois a porta do quarto de Jane – Escolhendo uma porta, tem a continuação da surpresa, escolhendo a outra terá uma boa noite, tranquila, de sono.
— Qual é a sua ideia doutora?
— É mistério… depende da sua decisão amor
— Eu nunca… — falou insegura sem coragem para concluir a frase.
— Eu também não Jane… Mas eu quero estar com você Jane, quero senti-la. – respondeu Maura – Mas compreendo se ainda não se sentir segura.
— Não… Eu também quero, só que tenho medo de não corresponder às suas expectativas, e se não for bom?
— Será Jane, com certeza será – respondeu Maura. – Confie em mim!
Jane sorriu – Eu te quero Maur – sorriu – Então eu escolho o seu quarto. Eu quero o resto da surpresa que você preparou para mim.
Maura sorriu com aquela resposta, abriu a porta do seu quarto e estendeu a mão em direçao a Jane, Jane pegou-a, deixando-a puxá-la para o dentro do quarto.
As duas entraram e Jane ficou espantada com o quarto, ele estava criteriosamente preparado para um noite que com certeza seria inesquecivel para as duas.
O quarto de Maura estava a média luz, haviam velas de cheiro distribuidas por algumas partes do quarto, dando um aroma especial à noite. Numa bandeja, sobre um dos criados-mudos, haviam morangos, cereja, uvas, chocolate e dentro de um balde de gelo uma garafa de Moët & Chandon.
Sobre a cama, lençois de seda brancos e várias almofadas, brancas e vermelhas. Como toque final para uma decoração maravilhosa haviam pétalas de rosas vermelhas, sobre a cama formando um coração e espalhadas pelo chão ao lado da cama. Suaves, aromáticas e sugestivas.
Por último Maura havia escolhido uma música calma e romântica que ecoava por todo o espaço tornando o ambiente calmo e propicio a uma noite perfeita.
My Valentine — Martina McBride
If there were no words, no way to speak
I would still hear you
If there were no tears, no way to feel inside
I'd still feel for you
And even if the sun refused to shine
Even if romance ran out of rhyme
You would still have my heart until the end of time
You're all I need, my love, my valentine
All of my life
I have been waiting for all you give to me
You've opened my eyes, and shown me how to love unselfishly
I've dreamed of this a thousand times before
In my dreams I couldn't love you more
I will give you my heart until the end of time
You're all I need my love my valentine
Maura virou Jane até que suas costas estivessem pressionadas contra o seu corpo. Jane tremeu quando os lábios dela tocaram sua orelha.
— Jane je t´aime – repetiu Maura junto ao ouvido da morena, fazendo a pele de Jane arrepiar-se.
As mãos de Maura deslizavam pelo pescoço até ao ombros de Jane, queimando o pedaço de pele onde tocava. Uma das mãos de Maura desceu pelo corpo de Jane até à sua cintura, puxando-a mais para perto do seu corpo. Jane fechou os olhos e deu um suspiro tremulo, ao sentir o corpo de Maura contra o seu e a respiração de Maura contra o seu pescoço.
— Maur... Eu quero você... — Ela não pôde terminar a sentença.
— Eu sei — replicou Maura. — É inevitável. Tem sido inevitável desde o momento em que descobri que sou apaixonada por você. Eu a desejo tanto – Maura colocou-se nas ponta dos pés e passou a lingua, de forma provocadora, junto à orelha de Jane.
Jane então se virou no abraço de Maura, inclinando a cabeça para baixo, a fim de olhá-la. A expressão de Jane dizia que ela estava se rendendo a alguma coisa maior do que si própria. Sabia o que era. Desejo, luxúria... Como nunca sentira antes.
Maura deslizou as mãos pelo peito de Jane e depois deslizou por dentro da camisa da morena ate chegar no abdomem, deleitando-se na sensação da pele quente, e dos músculos bem definidos da morena.
Jane passou os braços ao seu redor, abaixando a cabeça e cobrindo-lhe os lábios com os seus. Maura suspirou com o puro prazer do beijo. Jane segurou-lhe o rosto, e então aprofundou o beijo. Ela correspondeu instintivamente, Maura baixou as mãos para a cintura de Jane , deslizando os dedos ao longo do cós da calça jeans da morena. Foi recompensada com um gemido de prazer.
Jane inclinou-se e a beijou novamente. Então segurou a bainha da blusa dela e ergueu-a. Prendeu o folego quando viu a lingerie vermelha de rendas que Maura usava.
— Foi isto que você andou a esconder de mim? – questionou a morena
— Gostou? – questionou Maura com um sorriso
— Amei, fica linda em você…
— É achei o mesmo, o contraste vermelho na minha pele clara… — Maura começou a falar mas foi interrompida por um dedo de Jane em cima dos seus lábios…
— Agora não Maur
Jane desceu a mão dos lábios de Maura até ao seu peito e tocou os seios de Maura, por cima do tecido fino do soutien, fazendo com que ela gemesse antes de se afastar-se para remover a blusa pela cabeça, jogando a pelo quarto.
Jane levou os lábios ao pescoço de Maura, beijando-a devagar, provocando, suas mãos subiam e desciam pelo braço de Maura, deixando a sua pele arrepiada. Depois foi descendo os beijos, passou pelo colo, logo chegando aos seios por cima do sutiã, agora suas mãos apertavam a cintura dela a trazendo mais contra o seu corpo. Maura com a mão segurava forte os cabelos de Jane, Maura arfava sentindo os lábios finos e humidos tocando sua pele fazendo-a soltar pequenos gemidos e suspiros.
Carinhosamente Maura, pegou a cabeça de Jane e a afastou dali, com um sorriso safado que só de ver Jane ficou mais excitada. Maura afastou-se um pouco da morena, e levou as mãos ao feixe do sutiã nas suas costas e abriu o sutiã por fim, levou uma mão de cada vez nas alças dele, as deslizando pelos seus braços, e o deixando cair pelo chão
Jane sorriu. quando Maura abriu o fecho do sutiã, deixando os seios a mostra
— Você é linda, Maura...
A voz rouca de Jane a excitou ainda mais.
Sem perder tempo, Jane puxou Maura pela cintura a beijando com desejo, suas mãos apertavam o corpo dela, deslizou uma mão pela barriga dela e a outra pelo seio, acariciando e apertando, logo depois Jane elevou uma mão prendendo a nuca de Maura e a outra deslizou pelo corpo envolvendo a cintura da loira colando seu corpo ao dela, Jane não estava aguentando mais, tinha que tocar o corpo quente de Maura. Ambas se beijavam com ânsia, desejo, tesão, e suas línguas se buscavam sem pressa, cheias de necessidades do gosto uma da outra.
Jane afastou os cabelos de Maura para o lado, dando beijos quentes em sua nuca, depois foi para a lateral do pescoço, enquanto suas mãos massageavam os seios dela, com a ponta dos dedos, brincava com o bico que estava turgido e logo sua boca fez um caminho até ao vale dos seios de Maura.
— Jane — Maura gemeu quando Jane abaixou a cabeça e tomou um mamilo na boca, provocando-a com língua e dentes, Jane começou a sugar o seio, mordiscava, chupava, rodeava o bico do seio com a língua e enlouquecendo-a no processo.
Maura rapidamente abriu o zíper do jeans da morena, removendo-o e jogando-o no chão com a camisa. Em seguida, livrou-se das próprias calças, ficando apenas de calcinha, completamente umida de desejo. Jane alcançou a sua calcinha e o seu soutien e removeu-os do seu corpo ficando totalmente exposta aos olhos cheios de desejo de Maura, que a observada, enquanto mordia os lábios.
A respiração de Maura ficou presa na garganta diante da visão de Jane nua.
— Você é maravilhosa Jane, seu abdomen… seus seios…
Sem hesitação Maura abraçou o pescoço de Jane e a morena a pegou no colo, fazendo Maura enlaçar sua cintura com as pernas, deixando as peles quentes em contato, os seios se roçando, as respirações ofegantes, os olhos nos olhos, com o desejo estampado em cada um deles, lábios tocando-se suavemente.
E assim nessa posição com Maura com as pernas enlaçadas na sua cintura anda até a cama e deita-a sobre os lençóis deitando sobre ela logo em seguida.
Jane a beijou mais uma vez nos lábios e após algum tempo, começou a descer pelo corpo da loira, beijou seus peito, seus seios, sua barriga, passou a lingua envolta do umbigo e desceu para o sexo da loira beijando-o ainda por baixo da calcinha, sentido toda a humidade de Maura, continuou a trilha de beijos explorando a parte interna das coxas torneadas da loira.
Jane elevou a cabeça e sorriu, Maura estava completamente entregue a si, ao seu toque e a visão a deixava deleitada, Jane colocou suas mãos uma de cada lado da calcinha de Maura e começou a puxá-la vagarosamente para baixo, assim que conseguiu tirar a calcinha da loira, jogou-a pelo chão do quarto. E então levou a a ponta dos dedos ao centro da loira, totalmente úmido, fazendo-a soltar um gemido.
O gemido dela fez o coração de Maura palpitar com alegria. E em seguida, ela não conseguia pensar, porque um polegar habilidoso começou a provocar seu clitóris.
Quando Jane parou o que estava fazendo, ela murmurou um protesto, mas Jane apenas riu.
— Vai melhorar eu prometo — disse ela, iniciando uma trilha de beijos do pescoço até seus seios, lambendo e mordiscando, até que Maura estivesse ofegando o nome dela.
E então Jane estava traçando a língua sobre sua barriga, circulando seu umbigo, descendo...
Maura prendeu a respiração quando Jane começou a chupá-la, Jane fazia movimentos circulares com a língua, sugava, prendia o seu clitoris e então desceu a língua de forma sensual a penetrando-a na intimidade de Maura, a fazendo soltar um gemido alto e profundo, e tremer inteira com as carícias leves e da respiração sobre sua pele.
— Nós mal começamos — murmurou Jane .
Ela continuou enlouquecendo-a com a língua aumentando o ritmo, até que Maura atingiu o clímax com um grito de prazer, e então Jane bebeu todo o liquido que Maura havia derramado
Jane subiu pelo corpo de Maura a beijando e roçou os seus lábios no dela e logo tomou para si fazendo a mesma sentir o próprio gosto, depois de uns segundos Maura vira as posições…
Então Maura foi beijando-a com ardor enquanto lhe segurava as nádegas e a posicionava sob ela, entre as suas pernas. Jane circulou-lhe a cintura com as pernas, seu corpo inteiro tremendo quando Maura começou roçar seu sexo no de Jane...
Com um gemido baixinho, Maura começou a se mover fazendo suaves fricções.
Devagar no início. Seu corpo instintivamente conhecia o corpo de Jane , conhecia o ritmo, e ela se movimentou em sintonia com ela.
Jane afastou mais as suas pernas, e Maura roçou mais e mais suas intimidades que já estavam pulsando pelo tesão, pressionou, fez movimento pra cima e pra baixo, rebolou aumentando cada vez mais o ritmo, as duas soltavam gemidos intensos. Jane arranhou as costas de Maura descendo até o bumbum, espalmou suas mãos ali e apertou com força, pressionando ainda mais o quadril de Maura contra sua intimidade.
Não levou muito tempo para que o ato de amor se tornasse algo tão ardente e intenso que elas não podiam mais controlá-lo até que por fim, não aguentaram mais, gozaram juntas intensamente, um orgasmo explosivo e seus corpos tremiam juntos por longos e maravilhosos segundos.. Em algum momento, as mãos de ambas se uniram, acima da cabeça de Jane seus corpos estavam suados enquanto elas se amavam
Maura beijava Jane com paixão enquanto Jane descia as unhas por suas costas, parando suas mãos nas nadegas de Maura e as apertando com força.
Aproveitando a posição de suas mãos foi deslizando para a barriga de Maura e depois as colocou em sua cintura Jane sorri e num movimento rápido inverte as posições.
Jane encara os olhos confusos de Maura e pressiona seu corpo contra o de Maura , sentindo a umidade da loira. Maura estava entregue.
— Você me quer, não é, Maur ? — Jane ainda teve forças de murmurar, antes de penetrá-la com dois dedos.
— Você sabe que sim Jay ...
— Eu quero ouvir você dizer. Fale querida…
— Eu te quero Jay. Nunca desejei outra pessoa com tanta intensidade.
— Era tudo o que ela precisava ouvir.
Segundos depois, Jane entrava nela com profundidade, a boca colada na dela, a língua saboreando os sons que vinham de sua garganta. Agarrou-se a ela, incapaz até de pronunciar seu nome, até que sentiu as paredes da intimidade de Maura se fechar nos seus dedos e a loira começar a estremecer em baixo de si, em espasmos intensos.
Após um longo tempo durante o qual os únicos sons ouvidos foram as batidas descompassadas de coração e respirações alteradas, elas fecharam os olhos e, completamente saciadas, caíram num sono profundo.
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