Trente jours avec elle
23 Journée pleine d'émotions
Notas iniciais
— O que você esta pensando? – questionou Jane olhando Maura que levava o olhar fixo no vidro do taxi
— Nos garotos Jay , eles são tão pequenos e já receberam um golpe tão duro, que e crescer sem os pais
— Você gostou deles?
—Eu gostei sim, eles são amorosos.
— E agora onde você quer ir? Vamos para casa? – questionou Jane
— Eu estava pensando…
— O que você estava pensando?
— Você viu como Zahara falou do urso que perdeu? – questionou olhou Jane
—Sim – respondeu Jane
— Eu pensei que nós poderiamos ir ao centro comercial comprar um urso para oferecer a ela, e alguns presentes para oferecer à instuição.
— Eu acho uma boa ideia, eles irão gostar e sempre faz falta. As instituições são sempre tão carenciada.
— É mesmo – concordou Maura – Então você aceita ir fazer compras comigo?
— É por uma boa causa né?! – indagou Jane – Eu aceito sim. As crianças amanhã irão ficar muito felizes.
PARIS 17:00 – Galerias Lafayette
Chegaram ao shopping e foram diretos na loja favorita de Maura, Maura comprou alguns vestidos, algumas camisas e saias de cintura alta e Jane depois de Maura insistir muito acabou por comprar um vestido e umas sueters para si.
Sairam da loja de roupas e andaram até uma loja de brinquedos, olharam a vitrine da loja e Maura viu um urso de peluche com um laço rosa e um filhote no colo também com um laço cor de rosa, que achou ser a cara de Zahara.
Andaram um pouco pelos corredores do shopping de mãos dadas olhando as vitrines das lojas e entraram na loja e logo uma vendedora veio até elas, cumprimentou-as e ofereceu a sua ajuda. Maura falou do objetivo da visita ao espaço, pretendia levar jogos, livros infantis, alguns bonecos, blocos coloridos, e apontou para a vitrine, indicando o urso.
— Eu vou levar aquele urso também – falou
-Claro pode deixar, irei embrulhar num embrulho perfeito – falou saindo de perto das duas.
Neste instante a vendedora foi ver o urso para a Zahara e Maura e Jane foram ver algumas das prateleiras da loja! Acharam um brinquedo educativo, uma Joaninha brincalhona, era colorida, tocava várias musicas e tinha vários formatos, seria perfeito para oferecerem a Bem!
Esperaram que a empregada voltasse e pediram que embrulhasse também aquele presente.
Depois de fazerem todas as compras na loja, dirigiram-se até ao balcão de atendimento e pagaram a conta.
Sairam da loja e andaram até à praça de alimentação, compraram uns lanches e sentaram-se numa mesa, alimentaram-se, conversaram e trocaram alguns carinhos.
— Bem doutora, já chega de shopping por hoje, não acha?
— Eu ainda não comprei quase nada Jane – resmungou Maura – Só mais um pouquinho… — pediu fazendo beicinho.
—Você já comprou vários vestidos… olhe so essas sacolas – falou Jane, elevando os braços.
— ohum – murmurou Maura – Tudo bem Jane.
— Agora que já fizemos compras, compramos presentes para as crianças do refugio, a doutora pode dar um pouco de atenção à sua namorada? – questionou Jane
— Eu creio que posso sim. – respondeu Maura – O que você sugere? – questionou
—Vamos para casa, preparamos o nosso jantar e depois… — falou piscando o olho para Maura, que sorriu.
— Otima sugestão “namorada” – falou – Vamos para casa então?
— Sim.
Sairam do shooping de mãos dadas, pegaram um taxi à porta do shopping e foram para, felizes pelo dia que tiveram, um dia cheio de emoções, onde puderam conhecer várias crianças e um mundo onde o amor e os gestos de carinho se sobrepõem ao mal que paira no mundo.
Paris 19:30: Maison Isles
As duas chegaram a casa de taxi, carregadas se sacolas algumas com roupas de Maura, alguns sapatos e outras com presentes para as crianças da instituição. Depois de colocarem uma roupa mais confortável desceram para a cozinhas, um enorme espaço totalmente equipado com aparelhos dos mais modernos e começaram a preparar o jantar, colocaram o mesa da sala de jantar. Para o jantar decidiram fazer macarrão e para beber um dos vinhos Franceses da adega da casa dos Isles, que Maura tanto gostava.
As duas prepararam a refeição juntas. Jane estava fazendo macarrão, enquanto Maura fazia o molho.
Depois de terminar a massa Jane se aproxima abraçando Maura por trás e lhe da um beijo na nuca. Logo em seguida afastou-se um pouco e pegou um punhado de farinha.
Maura continuou a mexer o molho com muita concentração alheia ao que ia acontecer logo em seguida. Depois de um tempo Maura desliga a panela de molho e quando se virou para pegar uma tigela, Jane estava na sua frente, com um punhado de farinha. Antes que Maura pudesse protestar, Jane jogou a farinha na sua direçao a deixando um pouco com os olhos embassados.
Depois do espanto Maura disse ―Jane você e uma mulher morta – gritou Maura enchendo a mão de farinha e saindo a correr atrás da morena que já tinha se afastado correndo, começaram assim uma guerra de farinha, uma jogando farinha na outra.
Jane correu para a sala para escapar e quando vai virar para fazer uma careta para Maura, acaba tropeçando, caindo no chão, logo Maura, que estava logo atrás, tropeça e cai sobre ela.
Jane segura-a pela cintura e fica encarando-a. Ambas completamente sujas de farinha
—Você fica linda, toda branquinha — disse Jane para Maura fazendo a loira rir.
—Você não existe Jay… lindo serviço – falou Maura
— Eu acho que deveriamos fazer isto mais vezes – provocou Jane
— Eu acho que poderiamos fazer outras coisas mais vezes como… — Maura roçou os lábios nos dela e os seus seios se pressionaram de encontro ao peito de Jane.
Maura se afastou levantando-se e estendeu a mão para ajudar Jane a se levantar também.
Depois que a morena se levantou, beijaram-se mais uma vez, os lábios de Maura tocaram suavemente os de Jane até que ela começou a querer mais, a precisar mais, a pedir mais.
Jane abraçou-a com força, fazendo com que Maura colasse o corpo ao seu. Maura aceitou aquele gesto exatamente pelo que ele era, um convite para que tomasse o controle da situação. E, dando um sorriso, aproveitou a chance para encantá-la com seus beijos maravilhosos.
Pouco depois Jane ergue Maura fazendo com que a loira enlaçasse sua cintura com as pernas, e volta para a cozinha com ela, chegando à cozinha senta a loira em cima do balcão, o contato com o mármore provocou a sensação térmica de frio em contraste com a pele quente, fazendo-a tomar total consciência de onde estava e do que estava por vir.
Jane se posicionou melhor entre as pernas de Maura, passando o rosto sobre os seios da loira, marcados pela fina camiseta vestia. Os dentes de Jane se cravaram na carne de Maura, num movimento com a exata pressão entre a dor e o prazer, transformando-se em ondas de desejo.
— Você gosta disso? – questionou Jane
A resposta escapou num gemido rouco, incompreensível.
—E disto?—Jane pousou a mão no seio pressionando-o, procurando o outro para dedicar a mesma atenção que ao primeiro.
Maura estremeceu contra a superfície sólida. A humidade quente e fluida que a lubrificou confirmou o desejo que explodia em seu ventre.
— Humm... – murmurou.
Maura ergueu as mãos e pousou as palmas contra os seios e os mamilos rijos de Jane sobre a camiseta que ela usava. Lentamente, deslizou as mãos para dentro da camiseta de Jane e com as unhas arranhou a pele da morena, sorrindo ao vê-la arrepiar.
O beijo que trocaram expressou a necessidade imediata de proximidade, suas linguas se envolviam na cadencia exata do momento, rapidas e fortes ora lentas e suaves e quando se afastaram Jane mordeu o lábio inferior de Maura e puxou, fazendo-a gemer.
As mãos firmes de Jane desceram para o quadril da loira e lentamente levou as mãos até ao short que esta vestida, os polegares se esgueiraram sob o elástico da calçinha e Jane de uma vez deslizou a calçinha e short de Maura pelas pernas com urgência inadiável e ela colaborou, agitando os pés para jogá-la no chão.
Jane respirou fundo, ajoelhou-se sobre o solo, segurou as pernas de Maura e as colocou sobre os seus ombros e mergulhou o rosto entre as perna de Maura. Beijou a sua panturrilha e foi subindo pela coxa, fazendo o mesmo processo com a outra perna, Maura segurou os cabelos de Jane e contorcia-se a cada toque, então Jane a tocou com a ponta da língua, sugando seu liquido com volúpia.
A respiração quente de Jane cobriu a feminilidade sensível e a língua explorou os pontos mais sensíveis de sua intimidade, a ponta da lingua de Jane tocou o clitoris de Maura, fazendo-a gemer baixinho. Então Jane a começa a chupar bem devagar, fazendo Maura abrir e fechar os olhos, gemendo mais alto a cada toque.
Maura reclinou a cabeça, atordoada pela sensação. Todo o seu corpo doía, ansiando por mais.
— Olhe para mim, Maur... — Jane ordenou num sussurro. — Quero que veja tudo o que estou fazendo...
— Oh, Jane...
— Adoro seu cheiro e seu gosto... Adoro saber que está pronta para mim...
— Jane! — gritou incapaz de expressar de outra forma seu desejo, antecipando a proximidade do clímax.
As carícias se tornaram mais firmes quando ela deu mostras de estar perto do orgasmo. Sem interromper os movimentos, Jane continuou a estimulá-la com a língua até que Maura se contorceu e cruzou as pernas ao redor do pescoço dela, pressionando o seu sexo contra a boca de Jane e começou a movimentar-se em ritmo selvagem enquanto seu ventre pulsava numa explosão fluída e quente.
Jane se livrou do elo que a prendia e subiu o rosto até o ventre, repousando a cabeça sobre os seios sensíveis, subiu mais o rosto e beijou os lábios de Maura, fazendo-a sentir o próprio gosto.
— Você tem um gosto delicioso Maur. — Ela disse passando a pontinha de sua língua pelos lábios da loira fazendo-a suspirar.
Jane levou a mão ao peito de Maura e sorriu ao sentir as batidas desenfreadas do coração de Maura e se afastou para ficar de pé.
Quando emergiu do estado de languidez, ela percebeu que estava suspensa nos braços de Jane.
— Aonde estamos indo? — perguntou, com o corpo protestando pela interrupção.
— Para o andar de cima.
Ao pé da escada, Jane colocou Maura de novo no chão, subiram a escada de mãos dadas e Jane abriu a porta do quarto da loira. Virou-se para ela e se beijaram-se mais uma vez, suas línguas se tocaram, encontrando partes sensíveis e acariciando-se com lambidas suaves.
Pouco depois, Maura deitava Jane na cama com muita suavidade se afastou só um pouco para despir a morena, Maura foi retirando peça por peça da roupa de Jane com calma, saboreando aquele momento cheio de magia. O sutiã da morena voou longe e Maura abaixou a cabeça, a fim de acariciar-lhe os seios firmes e macios.
Maura a tocou com os lábios, com os dentes, língua e dedos, lambendo, roçando, mordendo e massajando, até que ela pensou que fosse explodir de tanto prazer. Segundos depois, Jane sentiu sua calçinha saindo ficando totalmente nua diante da namorada.
Era incrível, mas Maura sabia exatamente o que fazer, onde tocar, para arrancar-lhe gemidos de puro prazer toda vez que faziam amor era sempre diferente. Maura deitou sobre Jane novamente.
Jane começou a mordiscar o queixo perfeito de Maura. Agarrou o seu quadril com força e enlaçou a cintura da loira apertando mais as pernas na cintura. Maura se encaixou entre elas e voltou a beijar o pescoço de Jane enquanto passeava com suas mãos pela parte interna das coxas da morena, Jane foi subindo a camiseta de Maura lentamente a tirando.
Maura mordicou a orelha de Jane fazendo-a jogar a cabeça para trás quando sentiu Maura passar os dedos por sua intimidade, pressionando-os ali. Aproveitando a posição da morena, Maura começou a descer os beijos para o seu colo novamente, Jane passou as unhas pelos ombros e costas da loira, fazendo Maura se arrepiar.
— Ah, então é assim? – Sussurrou no ouvido da morena com a voz doce e mordendo o lóbulo de sua orelha. O corpo inteiro de Jane estremeceu quando Maura pressionou com força um de seus dedos em sua intimidade. Jane subiu rapidamente uma mão até os cabelos da nuca de Maura, puxando-os com força em sinal de aprovação. Maura continuou a massajar sua intimidade
Jane desceu unhas por suas costas, parando suas mãos nas nádegas de Maura, apertando-as com força. Aproveitando a posição de suas mãos foi deslizando para a barriga de Maura e depois subiu até aos seus seios parando ali, com toques suaves e massagens.
Maura posicionou dois dedos em sua entrada e a penetrou lentamente, fazendo movimentos circulares e estocadas fortes, com o dedo polegar foi massajando deliciosamente o seu clitóris. Jane sentiu todos os músculos se contraírem com seu toque, Jane chegou no ápice.
Jane relaxou o corpo, sentiu Maura encostar sua testa na dela e abriu os olhos, a encarando com um sorriso. Jane sorri novamente e num movimento rápido inverte as posições Jane e pressiona seu corpo contra o de Maura , sentindo a humidade da loira Jane percorre seu corpo com as unhas, arrepiando cada pedacinho de Maura.
Segura seu rosto com as duas mãos, olhando fundo em seus olhos antes de juntar os lábios novamente num beijo delicado. Jane desce os beijos para seu pescoço enquanto sua mãos passeiam perdidas pelo corpo de Maura. Até chegar em sua intimidade, passou sua mão entre as pernas da loira e enfiou dois dedos dentro dela, fazendo-a suspirar e gemer ao mesmo tempo.
— Isso amor... bem assim... — Sussurrou perto dos lábios de Jane enquanto impulsionava sua intimidade contra seus dedos longos e habilidosos. Então ela tirou seus dedos dentro de Maura e os chupou, mas perdi o fôlego na mesma hora. Maura protestou e Jane soltou um riso malicioso.
Jane, deitou o corpo sobre Maura, seus seios nus pressionando os seios de Maura e voltou a colocar três dedos dentro da intimidade de Maura preenchendo-a, Maura apertou suas costas e as arranhou, gemendo a cada estocada que Jane dava dentro de sua intimidade, Jane a beijava, passando suas mãos pelo corpo mais pequeno, apertando suas pernas e sua cintura.
Jane movimentava os seus dedos para dentro e para fora, num ritmo frenético que estava levando Maura à loucura. Maura soltava gritos, gemidos, berros, a sensação era tão maravilhosa que mal conseguia se conter quieta.
Maura soltou um gritou intenso, erguendo as costas quando o clímax tomou conta do seu corpo fazendo-a tremer por inteiro. Então ela desabou, com os olhos fechados, respiração ofegante e alta, corpo cansado e suado. Jane beijou as têmporas de Maura, passando seus dedos da mão livre pelo seu rosto, ambas estavam tremendo. Jane tirou os dedos de dentro de Maura devagar, puxando-a nos seus braços e a beijando apaixonadamente.
Maura fechou os olhos, tentando controlar a sua respiração e as sensações desenfreadas que sentia. Por fim abriu os olhos, com a respiração e o coração mais regulados e olhou Jane que estava parada a encara-la.
— O nosso macarrão já esfriou – murmurou Jane
— Eu não estou com fome.
— Não? E o que você quer fazer?
— Quero ficar assim aconchegada em você.
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