Notas iniciais
Rsssssssssss.....mais um capítulo saindo do forno diretamente para vcs meninas(os). Espero que gostem. Seerá que o lindo Promotor e a sexy advogada vão render-se um aos encantos do outro? Vamos ver.... Obrigada a todas que recomendaram a fic. Vcs são super hiper espciais. Estamos no momento com 21 indicações. Em breve coloco o nome de cada uma de vcs aqui agradecendo. Bjs no coração de cada uma.Tiih.

Cap. 06


Edward.

Seguindo o caminho preciso que a advogada me ensinou voltei para a festa ansioso por descobrir como ela conseguiria convencer seu irmão e seu cachorrinho, digo, Jacob Black. Que tipo de estória ela inventaria por ter desaparecido por... Meus olhos foram até o mostrador do meu Tissot e vi que havíamos sumido por quase quarenta minutos, o que não era nada mau para uma Foda rápida num vestiário de um clube antigo. Avistei Emmett sentado numa das mesas e acenei caminhando até lá, mas antes que conseguisse chegar até ele, uma das moças na lateral do salão me abordou e “convidou-me sutilmente” a tirá-la para dançar. Engolindo o meu franco desagrado tive de ser cortês educado e aguentar a sua conversa por duas músicas seguidas. Chamava-se Jéssica Stanley e era uma das repórteres do jornal local. Havia retornado a cidade há alguns dias depois que se formara em jornalismo.

“Era só o que me faltava”, pensei. Um dos abutres da imprensa local tentando se aproximar de mim. Aposto que está tentando encontrar uma oportunidade para tocar no nome de Isabella Swan. Mas não lhe dei essa chance. Assim que a segunda música cessou, pedi licença e saí andando a passos largos na direção do Emmett.

–Onde você estava? Tentei encontrá-lo desde que cheguei à festa, que por sinal está uma beleza. Não economizaram por aqui... Disse referindo-se as fartas bandejas contendo salgadinhos, canapés e camarões empanados.

–Sabe que não sou muito sociável. Frequento esses eventos apenas por obrigação, respondi secamente.

–Bom e o que andou fazendo antes que eu chegasse?

–Sorrindo e conversando com os cidadãos de Forks. Perece que ainda sou o assunto do momento na cidade.

–Pode apostar nisso meu caro!

Falou com seu vozeirão.

–As moças estão quase indo às tapas para ver se conseguem chamar a sua atenção, concluiu chamando uma das garçonetes e pegando oito canapés de uma só vez.

–Vai comer tudo isso?

Perguntei surpreso.

–Isso é só o começo. Tenho um apetite de leão, Edward, mas não se preocupe, vai acabar se acostumando.

–E quanto ao nosso caso?

–Não temos impressões digitais, mas temos a testemunha chave.

–Existe uma namorada.

–Estou sabendo. Está grávida do Volturi. Tudo o que ela terá de fazer agora é cuidar da saúde.

–Falou com o médico?

–Sim e ele me garantiu que ela está bem assim como o bebê.

–Excelente. Tudo o que ela precisa gora é encarar a possibilidade de ter que sustentar o bebê sozinha enquanto o pai dele cumpre pena. Espero que o fato do roubo ter sido cometido a meio quarteirão de onde ele mora seja levado em conta no processo, concluí.

–Ele foi à igreja do bairro falar com o padre, mas tem um intervalo de meia hora para o qual ele não tem álibi. Eu já chequei.

–Ótimo. Quero ver como ela vai explicar isso, disse referindo-me a Bella.

–Ela não vai ceder facilmente, Edward. Falou cauteloso.

–Que seja. Sempre estou pronto para uma boa briga.

Emmett gargalhou.

–Sabia que entre o ódio e o amor existe uma linha muito tênue, meu amigo?!

Fiz uma careta.

–Prefiro você como advogado, Emmett. Como filósofo você é um fiasco total!

–Falando nela... Disse com um gesto de cabeça apontando para o lado oposto ao que estávamos. Bella estava de braços dados com um rapaz alto, de porte atlético e loiro. De longe não dava para distinguir a cor dos olhos.

–Quem é a vítima?

Perguntei casualmente.

–Vítima?! Falando assim até parece que ela é uma bruxa, Edward!

–Ela está mais para a boa samaritana, distribuindo seus serviços de forma gratuita para a sociedade local. Aí deve existir um grande complexo ou uma grande culpa meu caro. Não sei ao certo, mas ainda descobrirei o motivo de tanta caridade, afirmei incomodado com a intimidade que ela e o rapaz desfrutavam. Seria ele o seu irmão? Se fosse, ótimo, porque ao em pensar que ela poderia ser tão ardente com outros da mesma forma como era comigo... Levei minha mão à testa á procura de chifres invisíveis. Eu com certeza estava ficando completamente louco!

–O rapaz que está com ela é seu meio irmão, Jasper Withlock. Ele é um empresário muito bem sucedido e tem fama de playboy, mas com Isabella é vigilante e super protetor. Já fez vários pretendentes saírem correndo da casa em que moravam quando seus pais morreram.

–Interessante.

Respondi sentindo a seda da calcinha rasgada em meu bolso, colocando a mão discretamente e tocando o tecido delicado. Ninguém ali poderia imaginar que a linda e competente advogada, filha de uma das famílias mais tradicionais da cidade estava nua por baixo do vestido. A menção desse simples pensamento fez o meu pau reagir como um raio. Precisei me concentrar no barulho a minha volta enquanto via que o irmão a conduzia para a pista de dança e deslizavam suavemente um nos braços do outro sob o compasso ritmado da orquestra. Jacob Black como um cão de guarda obediente esperava a sua vez de pé ao lado da mesa que o trio havia ocupado.

–Então ele não tem namorada?

Perguntei querendo conhecer Jasper Withlock um pouco mais. Se ele era um empecilho para chegar a Bella eu precisava saber tudo o que pudesse a seu respeito.

–Fixa não, mas sai com algumas moças da cidade. Com a Alice também, explicou comendo mais uns dez salgadinhos que acabaram de ser servidos.

–Se continuar com todo esse apetite meu caro, estará pesando 200 kg muito em breve, falei divertido levantando-me para ir embora.

–Já vai?

–Sim, já circulei, comprei o livro, mas pedi que entregassem no escritório amanhã. Não há mais nada que me prenda aqui, retruquei doido para ir embora. Emmett estendeu sua mão que apertei com prazer e ao me virar meu olhar cruzou com o de Isabella e eu fiz uma nota mental de que aquela mulher era uma caixa de surpresas. Sustentei seu olhar por uma fração de segundos e quando ela o desviou eu me retirei sabendo que chegaria o dia em que ela me provocaria além dos limites, então eu jogaria tudo para o alto e não responderia por mim.

–---

Narrador.

Srta Swan, poderia dar uma declaração?

O pequeno grupo de repórteres a cercou assim que pisou no corredor do tribunal. Estava tudo acabado. Bella havia ganhado a causa de Caius Volturi sem que fosse preciso chegar a um julgamento. O cansaço após setenta e duas horas de trabalho praticamente ininterruptas começava a vencê-la, mas sua satisfação pela vitória era maior. Forçando um sorriso esperou pelo batalhão de perguntas que se seguiriam.

–Onde o casal está? O senhor Volturi a namorada?

–Eles vão dar entrevista?

–O que acontecerá com Caiu agora?

–Meu cliente e sua namorada querem comemorar este momento em particular. Ele é um cidadão americano livre com o qualquer um de vocês. Pode retomar a sua vida aqui na cidade ou mudar-se e escolher o destino que mais lhe for favorável.

–Mais uma vez a senhorita provou que a Promotoria Pública estava errada, disse Jéssica Stanley sua intrometida ex-colega de escola. Ela sabia que a moça desejava que ela detonasse com o promotor e que mais uma troca de ofensas fosse estabelecida entre ela e Edward, mas não daria aquele abutre esse gostinho.

–Todos podemos cometer erros, esclareceu ansiosa para sair dali.

–Como acha que o promotor Cullen vai reagir a isso?!

Insistiu a ruiva.

–Por que não pergunta a ele mesmo Jéssica?

Disse vendo que Edward acabava de descer as escadas e entrava no mesmo corredor em que ela estava rodeada pela imprensa. Bella fitou-o segurando involuntariamente sua respiração. Ele estava com um terno azul escuro listrado, sua pele alva contrastando com a camisa azul clara, o tecido escuro e os cabelos acobreados. Eles não haviam se encontrado desde a noite no clube e foi com uma inesperada surpresa que ela se viu tomada por uma onda forte Ed excitação apenas pelo fato de vê-lo ali tão próximo. Os repórteres saíram correndo na direção dele que tinha visto Bella assim que entrara no ambiente. A figura feminina linda, sexy e segura de si dominada completamente o lugar. Ela parecia uma nobre, alguém da realeza. Seus cabelos hoje estavam presos num coque frouxo, o que lhe despertava uma imensa vontade de aproximar-se e tirar todos os grampos, deixando que as ondas grossas fossem libertas e caíssem soltas pelas costas. Assim ele poderia emaranhar seus dedos nos fios e puxar a boca vermelha e úmida de encontro à sua capturando aqueles lábios cheios e convidativos.

Ela hoje usava um conjunto marrom e rosa muito feminino de saia e blusa que em nada se comparava a severidade dos terninhos usados pelas advogadas que conhecera outrora em Seattle. A caminho do tribunal ficara sabendo de sua vitória e a julgar pelos visíveis sinais de cansaço marcados no rosto delicado em formato de coração, ele achou que seria melhor deixar as diferenças pessoais deles de lado naquele instante e reconhecer o empenho da defesa pelo cliente em questão.

–Sr. Cullen o que tem a dizer sobre o caso Volturi?

Perguntou a repórter, dando um passo para o lado fazendo com que a fenda lateral do seu vestido estampado deixasse boa parte de sua coxa à mostra num gesto ousado e sexy.

–Acho que a justiça foi feita, disse aproximando-se dela que não pôde esconder a surpresa estampada em seu rosto. Edward então estendeu a mão cumprimentando-a enquanto era seguido de perto pelos profissionais da imprensa.

–O senhor está dizendo que acredita na inocência do Volturi?! Mas a promotoria estava certa da culpa dele!

Disse Jéssica com uma voz tão estridente que chegou a incomodar os demais. Edward mal a escutou sentindo os arrepios carregados de eletricidade sexual passando de sua mão para a de Isabella e vice versa, deixando-os extasiados com o contato. Sabendo que estavam correndo um risco grande se continuassem assim tão perto, ele soltou a mão delicada e forçou-se a voltar a cabeça em direção a moça.

–Seria tolice se eu não acreditasse. As provas falaram por si mesmas.

Apesar de apresentar casualidade ele estava disposto a evitar que casos como esse se repetissem. Era seu dever apurar as devidas responsabilidades e punir os culpados. E iria começar pelo delegado exigindo que fosse mais cuidadoso quando apresentasse as provas de um determinado caso ou que apontassem para um determinado suspeito.

–O que achou da defesa da Srtª Swan?

–Nunca fico surpreso co o poder de argumentação da Srtª Swan. Ela sempre provou que é uma boa advogada e hoje fez por merecer.

Jéssica deu uma risadinha inoportuna e lançando os cabelos para trás com uma das mãos investiu pesado desta vez:

–Ora, ora... Perece que eu ouvi um tom conciliador na sua declaração, promotor Cullen... Estaria a guerra entre vocês dois chegando ao final?!

–Acho que você já tem declarações suficientes senhorita Stanley, agora se me derem licença... Falou com firmeza tornando a se aproximar de Bella. –Posso falar com você um minuto?

Insistiu pegando-a pelo cotovelo e conduzindo-a para uma sala privada.

–O que você quer agora?

Disse levemente irritada.

–Por que será que a minha presença a deixa tão desconfortável, Bella?

Ignorando o comentário carregado de ironia, ela rebateu:

–Apenas para constar, se você precisasse um dia dos meus serviços eu não pegaria o seu caso nem que me pagasse uma fortuna!

–Fique sossegada porque eu jamais procuraria você, Bella. Conheço advogadas excelentes em Seattle e em outras partes do país, respondeu dando um amplo sorriso.

–Aposto que sim, resmungou baixinho incomodado com o fato de ele ter dito que nunca a chamaria caso precisasse.

–Parabéns pela vitória, você foi brilhante hoje.

–Oh, obrigada, respondeu corando.

–Como faz para parecer sempre tão bem quando eu posso ver o quanto está cansada?

–Muito treino.

–Pode explicar melhor?

Pediu arqueando as sobrancelhas.

–Treino muito para elogiar e confundir.

–Faz sentido, respondeu vendo-a aproximar-se da janela e fitar a chuva fina que caía lá fora.

–Não sente vontade de sair daqui?

–Não. Forks é o meu lar. Estive fora enquanto estava estudando, mas assim que me formei voltei para cá. Não consigo me acostumar a correria das cidades grandes.

–Eu também não.

–O que está fazendo, Edward?

–Como assim?

–Me trouxe até aqui está tentando estabelecer uma conversa normal... Por acaso está tentando conhecer melhor o inimigo?

–Em primeiro lugar não a considero minha inimiga, Bella e você já reparou que apesar de termos feito amos várias vezes nunca tivemos uma simples conversa “normal” como esta?

Dessa vez o rosto dela assumiu um tom variado de cores e nuances que iam do rosa claro até o roxo, quase púrpura.

–E como você me descreveria então?

–Seja mais específica. Está querendo dizer na cama?

Perguntou sedutoramente.

–Não! Claro que não! Eu falo profissionalmente.

–Você é segura de si, competente, tem uma grande coração e uma personalidade difícil, mas ao mesmo tempo fascinante.

Bella sentiu o seu queixo cair. Nunca esperou que Edward tivesse captado a sua essência. Aquilo que ele acabara de descrever era o que os seus pais sempre lhe disseram.

–E eu a trouxe aqui para lhe dar os parabéns pelo caso.

–Você... Você já tinha feito isso lá fora, conseguiu responder ainda recuperando-se do choque as palavras dele tinham causado.

–Tem razão. Acho que lhe devo também um pedido de desculpas, Bella. Em relação ao Volturi você estava certa e eu errado. Peço desculpas por isso.

De repente sentiu-se constrangido pela intensidade do olhar castanho aveludado e deu a volta na escrivaninha colocando uma distância segura entre eles. O perfume de Bella o atingira em cheio assim que se aproximou o que fez uma forte onda de lembranças tórridas assolarem sua mente.

Ela baixou os olhos para suas próprias mãos buscando as palavras certas. Apesar da animosidade crescente entre eles e dos momentos intensos que tinham vivido não queria estragar esse momento que parecia ser quase mágico.

–Eu... Não sei o que dizer...

–Obrigada seria suficiente.

Respirou fundo antes de erguer os olhos e fitá-lo diretamente.

–Muito Obrigada, Edward, mas... Se continuar sendo tão gentil assim acho que preciso me beliscar...

O olhar que ele lhe devolveu era carregado da mais pura sensualidade.

–Fui gentil com você em diversas ocasiões, Isabella. No seu chalé principalmente, falou sem rodeios.

–Cof, cof, cof, cof, cof!

Ela foi acometida por um súbito acesso de tosse. Ele correu e apressou-se em oferecer um copo d’água. Ela bebeu tudo de uma só vez.

–Está melhor agora?

–Sim, obrigada.

–Não tive a intenção de constrangê-la.

–Sei que não teve, mas como a nossa relação é meio... Conturbada, não me sinto à vontade para falar de certas... Sobre certos assuntos.

–Então agora Nós temos uma relação?

Seu divertimento era óbvio. Bella respirou fundo algumas vezes antes de retrucar.

–Você me entendeu, Edward.

–Sim, entendi, mas saber que posso deixá-la corada é divertido, emendou.

–Bom já que estamos aqui eu gostaria de conversar sobre outro assunto com você...

–Pode falar Bella.

–É sobre essa imagem que a imprensa criou a nosso respeito... De sermos inimigos. Não gosto disso, acho que nós precisamos mudar isso, Edward, concluiu.

–Você já olhou o jornal de hoje, perguntou enigmático.

–Não, eu não tive tempo. Por quê?

Sem responder ele abriu o exemplar da Folha de Forks que estava sobre a escrivaninha e virou em direção a ela, apontando com o dedo indicador a caricatura impressa no final da página. Eram eles dois de frente um para o outro, armados até os dentes e a legenda imediatamente abaixo da figura dizia o seguinte:

“QUEM VENCERÁ A PRÓXIMA BATALHA?”

–Merda! Mas que filhos da mãe!

Exclamou raivosa.

–Não se preocupe Bella. A Promotoria vai entrar com um processo ainda hoje. Conhece o dono do jornal?

–Sim. Tyler Crowley, aquele asqueroso!

–Bom ele vai ter que se retratar.

–Ótimo. Vou entrar com um processo também, quem sabe assim ele aprende.

–Estou totalmente de acordo em acabarmos com esse joguinho da imprensa. Ninguém ganha com isso e vai terminar prejudicando a seriedade do nosso trabalho.

–Você está certo.

–Então temos um trato?

–Sim. O que aconteceu lá no corredor foi um bom começo. Tratamos-nos com cordialidade quando eles esperavam farpas.

–De agora em diante sempre que nos encontrarmos lhe dirigirei algumas palavras.

Ela arqueou as sobrancelhas fitando-o diretamente.

–E já não faz isso, Edward?

–Às vezes, mas você sempre assume uma postura defensiva, como lá no clube, enfatizou.

–Está bem, Edward Thomas Cullen, vou tentar ser mais agradável. Podemos ser amigos.

–O que? Será que eu escutei direito? Quer que sejamos amigos?

Cuspiu surpreso e irritado ao mesmo tempo.

–É tão difícil assim aceitar a ideia de ser meu amigo?!

Rebateu ela sentindo a raiva crescendo dentro de si.

–Claro que é! Jacob Black é seu amigo e vi como ele fica lhe rodeando a espera das migalhas de carinho e afeto que você dará Bella, mas isso não vai acontecer... Não comigo!

–Qual é o seu problema?!

–Você! Quero você na minha cama debaixo do meu corpo, gemendo e gritando de prazer e não estou disposto a ocupar o posto de amigo deixando isso tudo para trás!

–Então está assumindo que me quer, ela disse com ar de triunfo.

–Da mesma forma como você me quer. E não seja hipócrita para negar.

–Você é muito seguro de si, Edward.

–Sou seguro por nós dois Srtª Swan, disse aproximando-se e tomando-a nos braços selando suas bocas num beijo sôfrego e apaixonado.

Bella só se deu conta do ato impensado quando já era tarde demais. Não devia tê-lo provocado. Suas mãos se buscaram. Seus corpos querendo fundir-se no calor um do outro. Os braços de Edward estreitaram-se em torno de sua cintura encaixando seus corpos perfeitamente, o fogo da paixão alastrando-se como um rastro de pólvora.

–Não negue... Você me deseja... Sussurrou por entre o beijo.

–Sim, muito...

Mas antes que pudessem raciocinar sobre o que estavam fazendo o interfone tocou obrigando-os a se separarem. Bella cobriu a boca com uma das mãos e deu-lhe as costas. Edward respirou fundo e retirou o telefone do gancho preparando-se para atender.


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Robert

http://miixeed.blogspot.com.br/2012/08/robert-pattinson-da-sua-primeira.html

–Sim?

–Doutor, os repórteres estão aguardando a Srtª Swan aqui fora, parece que ela vai dar uma entrevista ao vivo, disse a secretária.

–Obrigada Srtª Coop. Eu darei o recado a ela, finalizou desligando o aparelho e virando-se para Bella que já não estava mais ali. Com a distração ela havia ido embora. Seu olhar foi da cadeira vazia para a porta da sala semi aberta. Ela se fora como se nunca estivesse estado lá. Mas sua visível excitação e a mancha borrada do batom em sua boca e queixo não deixavam dúvidas de que tudo fora muito real. Esfregou seu rosto praguejando alto e soltou um gemido carregado de frustração quando sentiu a essência do perfume leve e adocicado que ela deixara para trás espelhado no ar. Aquela mulher era um demônio e ele não via a hora de queimar no fogo do inferno.







Notas finais
Ai, ai.... se estiver se sentindo solitário Edward eu me candidato a ficar com você viu amore????? Rssssssssss....