Notas iniciais
AAAAAAAAAHHHHHHHH!!! Até que enfim consegui ajeitar. Bjs e aproveitem leitoras(es)

Cap. 20
Edward E Bella.
Acelerei o carro ao máximo, muito acima da velocidade limite permitida. O julgamento acabara há mais de duas horas, mas a intensa burocracia e as declarações de praxe da Promotoria não me permitiram sair de lá m ais cedo. Droga! Afrouxei a gravata, exasperado. Procurei Bella com o olhar ansioso em cada canto do tribunal, mas ela simplesmente se fora. Num gesto desesperado pedi ao Emmett que fosse atrás dela enquanto eu lidava com a mídia. Pedi que tentasse alcançá-la e convencê-la a me esperar na minha sala, mas foi em vão. Quando ele chegou ao estacionamento em frente ao edifício antigo o carro dela não estava lá. Enquanto eu falava com a imprensa meus dedos tamborilavam impacientes sobre o tampo da mesa de carvalho maciço. Ele voltou e sacudiu a cabeça em negação. Dizer que fiquei frustrado era pouco. Inferno! Eu sabia que ela devia estar arrasada.
Assim que tive uma chance liguei para o celular e a ligação foi parar diretamente na caixa postal, droga! Ela devia estar sofrendo e eu queria abraçá-la dar conforto, dizer que tudo isso iria passar, que nós estávamos juntos e que ela daria a volta por cima no próximo caso, mas ela como sempre, não estava facilitando as coisas. Cheguei à sua casa dirigindo como um louco, mas seu carro também não se encontrava lá. Senti um baque duro no peito e saltei do veículo decidido a dar a volta na casa indo até o terraço dos fundos. Circulei o terreno ansioso. Nada. Absolutamente nada. Estava tudo fechado. Portas, janelas, grades. Arrisquei-me a ir até a praia e dar uma caminhada breve. Quem sabe ela estivesse dando um tempo por ali... Andei cerca de vinte minutos para a direita, voltei e andando mais uns vinte para a esquerda. O mar estava revolto, o céu sombrio, assim como o meu coração. Uma tempestade viria logo mais. O vento assoviou inquieto e eu voltei para o volvo, entrando e lidando o motor. Talvez ela estivesse na casa do irmão, seu antigo lar e também seu refúgio quando criança. Assim que a ideia veio à minha mente, eu engatei a marcha e saí cantando pneus, louco para vê-la e conversar com ela. Eu iria fazê-la entender que as coisas entre nós estavam bem apesar de tudo. Quase dez minutos depois cheguei à casa de Jasper Whitlock e pude ouvir os gritos da discussão acalorada entre ele e a Alice. Suspirei pesadamente engolindo em seco antes de erguer uma mão e tocar a campanhia. Se Bella não estivesse ali, eu estaria trazendo com certeza mais um problema para eles.
—Dim — Dom...
As vozes subitamente cessaram. Ouvi passos duros caminhando até a porta que foi aberta de uma só vez. Jasper com cara de poucos amigos me encarava visivelmente contrariado.
—O que foi agora Cullen?!
Perguntou com uma familiar rispidez. Sorri com ironia.
—Sua educação jamais vai parar de me surpreender Whitlock, respondi irritado.
—Foda-se! Você chegou numa péssima hora, então trate de dizer a que veio ou então vá dando o fora!
—Jasper! Que modos são esses?! Repreendeu Alice aproximando-se por trás do marido. Meu olhar foi do marido para a esposa. Sua barriga já estava aparecendo e o seu rosto delicado apresentava sinais claros de choro. Ela estava vermelha, com os olhos úmidos e o nariz um pouco inchado. A briga deveria ter sido feia.
—Oi Alice.
—Oi Edward, como está?
—Bem apesar das circunstâncias, respondi. Jasper estreitou os olhos me fitando diretamente.
—Que circunstâncias?!
—Bem, eu...
—Fale de uma vez criatura! O que aconteceu? Algum problema com a minha irmã?! Suspirei longamente após o bombardeio de perguntas.
—Deixe-o falar antes de tirar conclusões precipitadas, pediu Alice colocando a mão sobre o braço dele.
—Obrigado, agradeci a ela. — Bella está aqui com vocês?
—Não, nós não vimos a Bella desde ontem pela manhã, Alice respondeu franzindo o cenho intrigada.
—O que foi desta vez Cullen?! Ela está bem? É melhor que esteja senão... Disse Jasper num tom ameaçador.
—Como foi o julgamento? Alice inquiriu. O meu olhar passou de um para o outro se alternando.
—A cliente dela finalmente confessou ter matado o marido. Sue Clerwater mentiu para todos, inclusive para Bella, esclareci.
Oh Meu Deus! Exclamou Alice levando as mãos sobre a boca.
Droga! Jasper gritou exasperado, correndo os dedos por entre os cabelos loiros cacheados. -Eu sabia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde, eu avisei! Eu disse a ela. Inferno! Onde ela está?! Perguntou com os olhos azuis duros, mas também ansiosos.
—Minha esperança era de que estivesse aqui com vocês, retruquei escondendo a minha preocupação crescente.
—Mas que droga! O que mais será que falta acontecer hoje?! Exclamou erguendo os olhos para o alto.
—Ela não está em casa?
—Não e nem no escritório. Achei sinceramente que Bella viria para cá em busca de apoio.
—Ela faria isso se não fosse tão teimosa. Merda!
—Calma Jasper, disse Alice. Ela vai aparecer mais cedo ou mais tarde.
—Não tenha tanta certeza disso, retrucou sério. — Quando ela está assim se isola do mundo. Uma vez depois que os nossos pais morreram, eu briguei com ela por alguma coisa e ela foi esconder-se na casa da árvore. Só a encontrei ao cair da noite. Eu já estava louco de preocupação quando a achei dormindo sobre o velho tapete de letras.
—Onde ela poderia ter ido?
—Não sei, mas vou descobrir agora mesmo, disse pegando o telefone e ligando para a irmã. Segundos depois Jasper abria a boca e proferia uma dúzia de ferozes palavrões.
—Bella, eu já estou sabendo o que houve e acho melhor você me ligar para dizer onde está mocinha ou eu vou colocar a cidade inteira atrás de você, começando pela polícia e pelo xerife! Eu lhe disse que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. Eu lhe disse isso muitas vezes! Bella você sabe como eu sou e não vou sossegar até que me diga onde você está! Em seguida desligou o telefone.
—Ela vai ligar? Questionei ansioso.
—Se não ligar ela sabe exatamente o que vai acontecer Edward. Vou tomar um banho. Assim que me vestir vou tentar outra vez. Se ela não me responder vamos juntos à polícia. Assenti e entrei na luxuosa casa vendo-o desaparecer subindo as escadas. Alice sentou no sofá para me fazer companhia.
—As coisas não estão bem?
Ela sorriu com tristeza.
—Não. O Jasper casou comigo apenas para dar um nome ao bebê e uma satisfação à sociedade local. Ele não me ama, lamentou.
—Tem certeza? A Bella me disse que ele é louco por você, mas infelizmente tem um gênio de cão e a cabeça dura demais para admitir.
—Ele me disse coisas horríveis Edward, você não faz ideia...
—Posso imaginar. Mas na hora da raiva Alice, nós falamos o que vier a cabeça e geralmente com o intuito de magoar o outro. Lembre-se que entre o amor e o ódio existe apenas uma linha muito tênue.
—Eu sei. A defesa sempre é o melhor ataque, retrucou fazendo um gesto no ar como se estivesse abrindo aspas.
—Gosto de você Alice e sinto muito que esteja passando por tudo isso.
—Também gosto muito de você Edward e espero que você a Bella consigam se entender, falou um pouco mais animada.
—O chalé, Edward.
—O que?
—Jasper disse que ela gosta de se isolar então deve ter ido para o chalé. Ninguém vai perturbá-la enquanto estiver na floresta, e ela adora aquele lugar. Minha esperança reacendeu como um passe de mágica.
—Claro! Porque não pensei nisso antes?! Alice você é brilhante! Obrigado, muito obrigado mesmo e diga ao Jasper que aguarde o meu telefonema antes de ir até a delegacia. Se ela estiver lá eu aviso vocês assim que chegar.
—Tem certeza de que acerta chegar lá?
—Sim.
—Ok, tudo bem então.
—Obrigado mais uma vez Alice, falei dando um beijo rápido em sua bochecha, saindo correndo em direção a porta. Voei na direção do carro tão rapidamente que quase caí. Como eu não tinha pensado naquilo antes?! O chalé, é claro! Era lá que eu a encontraria... Assim como nos encontramos pela primeira vez meses atrás e desde então minha vida havia virado de ponta cabeça.
Acelerei como um maluco infringindo todos os limites de velocidade estabelecidos, mas se algum policial me parasse eu daria um jeito, afinal eu era o único Promotor Público atualmente na região. Lembrei de parar rapidamente na lanchonete e pegar duas saladas de frango prontas para viagem, chá gelado, uma garrafa de vinho para celebrarmos mais tarde e uma caixa de suco de morango. Eu não sabia se Bella mantinha provisões no chalé, mas eu sabia que ela não havia comido nada esta manhã, apenas tomara uma xícara de café, assim como eu. Com a comida devidamente providenciada, dei a partida no motor e saí na direção do chalé. Quarenta minutos depois eu estava chegando lá.
Estacionei há alguns metros da casa e sorri quando vi o fogo saindo pela chaminé. Ela estava lá. Peguei as coisas que havia comprado, andei mais um pouco e avistei o seu carro parado em frente à entrada da casa. Se ela não me recebesse eu seria capaz de derrubar a porta, mas ela não iria conseguir me evitar hoje. De forma nenhuma. Lembrei da promessa que fiz a Alice e rapidamente tirei meu celular do bolso e enviei um torpedo avisando que ela estava comigo.
Dei mais alguns passos e a avistei sentada numa cadeira de balanço, as pernas apoiadas numa mureta baixa, o olhar vago em algum ponto no alto das montanhas, uma xícara nas mãos.
—Procurei você por toda parte, falei subindo os degraus. Ela não se mexeu, mas seu olhar buscou o meu. Bella... Não fique assim... O que isso vai provar?
—O que?
—Perguntei o que isso vai provar? Insisti aproximando-me. O corpo feminino reagiu imediatamente a minha presença e eu pude vê-la arrepiando-se por inteiro. A nossa conexão era uma coisa inexplicável. Meu pulso acelerou com a proximidade de nossos corpos.
—Provavelmente nada, mas vai me fazer esquecer o mundo por algum tempo, respondeu dando de ombros.
Coloquei as coisas que havia trazido sobre uma mesa de vime e vidro, jogando meu paletó sobre uma cadeira.
—Está sentindo pena de si mesma?
—Não sei exatamente o que estou sentindo, mas se veio até aqui para se vangloriar por ter me advertido, saiba que essa não é a melhor hora, respondeu cética.
Eu estava sendo sincera. A mistura de emoções que me dominava era confusa e intensa para que fosse descrita. Eu tinha sido enganada, derrotada, estava grávida, enjoada, triste por um lado, feliz pelo outro, insegura e muito confusa.
—Droga pare com isso! Eu estou aqui!
—Vim para cá porque queria ficar sozinha, Edward. E não convidei você, rebati áspera. Eu sabia que ele não merecia aquilo, mas não pude evitar. Eu estava ferida, me sentindo sozinha, perdida e vulnerável, o que eu odiava. Era a mesma sensação que eu havia sentido quando os meus pais faleceram. Ele me encarou com os olhos verdes estreitados em fenda, os braços cruzados como se estivesse me avaliando e em seguida venceu a distância que nos separava arrancando a xícara de chá de boldo das minhas mãos, colocando-a sobre a mesa do terraço.
—Muito bem hora de desabafar. Chore, grite, xingue, esperneie, faça o que quiser. Eu estou aqui e não pretendo ir a lugar algum. Quer me bater?! Vá em frente, mas depois aguente as consequências!
Apertei os lábios sentindo a raiva começar a brotar em meu sangue. Trinquei meus dentes fitando-o exasperada.
—Por que não vai embora e me deixa lidar com isso sozinha, droga?!
—Por que eu te amo e por que sei que você também me ama. Fugir dos problemas nunca foi a melhor forma de resolver as coisas, devolveu com firmeza. Outch. Um a zero para o Promotor. Baixei minha cabeça desviando o olhar. Ele não se mexeu. Ao invés disso, prosseguiu decidido:
—Descobriu que não é infalível, que estava errada e que não se ganha sempre. Fechei os olhos sentindo o dedo cutucando a ferida.
—Com toda certeza não sou infalível, retruquei amarga. Se ela tivesse confessado antes... Edward eu teria conseguido que ela fosse absolvida! Exclamei frustrada e indignada com a situação.
—Talvez sim talvez não... Nunca iremos saber. O meu telefone começou a tocar, mas eu ignorei.
—Não vai atender?
—Não.
—Jasper e Alice estão preocupados com você, falou brandamente.
—Você esteve com eles?
—Sim.
Sorri com ironia.
—E já lhes avisou de que eu estou aqui.
—Sim. Eles são a sua família.
—Você pega o meu telefone, por favor? Vou desligá-lo.
—Tem certeza disso? Disse depois de ter entrado na casa, pegar o celular e me entregar.
—Sim.
—Você nem viu quem era, rebateu.
—Como você já avisou ao Jasper onde estou, era um repórter com certeza. Aqueles abutres não vão me dar sossego tão cedo.
—Vamos dar um jeito nisso.
—Vamos?
—Sim, juntos. Olhei para ele sentindo um nó formando-se em minha garganta. Edward era um homem maravilhoso, incrível, muito mais que especial e eu estava sendo uma pessoa horrível com ele naquele momento.
—Edward...
—Estou aqui Bella.
—E se... Comecei, mas não consegui concluir.
—Se?
—E se eu estiver enganando a mim mesma? E se todos esses princípios nobres que passei a vida toda enaltecendo não passarem da simples valorização do meu ego? Ele aproximou-se mais se agachando em frente a cadeira de balanço na qual eu me encontrava. Meus pêlos eriçaram minha pulsação acelerou.
—Acha que eu me apaixonaria por uma pessoa egoísta? Olhei para ele sentindo as lágrimas descerem pelo meu rosto. Ele sorriu amplamente e eu percebi o carinho, a diversão e o amor em seus olhos verdes... Vi que estava tentando brincar comigo, amenizar o clima. Ele levantou.
—Venha cá, pediu estendendo a mão e puxando-me para si. No instante seguinte eu já estava aninhada naqueles braços fortes. Eu lamento muito, sussurrou baixinho. Infelizmente um de nós tinha que perder, mas eu sinto muito que tenha se machucado no caminho. E acredite ou não, você vai sobreviver a isso e vai se tornar uma advogada ainda melhor.
—Deus, como eu preciso de você, solucei contra o vão de seu pescoço, inebriada pelo cheiro másculo de seu perfume e pelo magnetismo que dele emanava.
—Graças a Deus que admitiu, porque eu também preciso muito de você, Bella e ambos somos inteligentes o bastante para reconhecermos isso.
—Edward?
—Sim?
—Só isso, falei ficando na ponta dos pés e beijando-o com ardor. Ele tinha lábios quentes, convidativos e deslizou as mãos até os meus quadris que se moviam de modo provocante roçando em sua masculinidade.
—Amor... Vamos com calma... Você está vulnerável e eu também... Fiquei maluco quando descobri que você havia ido embora. Revirei a cidade atrás de você e já estava ficando paranoico. Ignorei-o totalmente insistindo no beijo, erguendo uma perna e enlaçando-o pela cintura. Ele gemeu fazendo esforço para interromper o beijo. Sua respiração estava ofegante assim como a minha. Tudo bem, me convenceu. Mas vamos lá para dentro então, disse puxando-me com uma mão e pegando as sacolas de papel que tinha trazido com a outra.
—---
Aos pés da cama passei as mãos pelo seu peito sentindo as batidas fortes do seu coração ficando mais excitada apenas em vê-lo ofegante. Lentamente desfiz o nó de sua gravata deixando-a pendurada em seu pescoço. Eu estava tendo algumas ideias pervertidas para aquele pedaço de pano de seda. Comecei a desabotoar a camisa azul beijando cada pedaço de pele que ia aparecendo no caminho. Ele deslizou as mãos por minhas coxas sob a barra do vestido que eu estava usando, subindo enfiando as mãos sob o elástico da minha calcinha. Eu precisava contar que estava grávida.
—Eu... Nós falamos ao mesmo tempo. Eu sorri; ele também.
—Você primeiro, pedi.
—Case comigo. Eu te amo Bella. Não consegui conter as lágrimas e enlacei-o pelo pescoço beijando-o com todo amor que eu sentia.
—Isso é um sim?
—Pode apostar nisso... papai, falei emocionada. Ele parou por alguns segundos fitando-me fixamente.
—Papai? Perguntou com os olhos brilhantes.
—Sim, Edward. Eu estou grávida.
—AAAAHHHHH!!! Gritou erguendo-me nos braços e rodopiando no meio do quarto.
—Está feliz?
—Muito! Você aceitou casar-se comigo e eu acabo de descobrir que vou ser pai. Como não posso estar feliz?!
—Bom, eu não estou. Não completamente.
—Como não?! Questionou parando e me descendo do alto, colocando-me à sua frente olhando-me com uma expressão confusa.
—Vou ficar completamente feliz quando você estiver dentro de mim, falei provocando. O mundo poderia ter parado lá fora que nós não perceberíamos. Parecendo estar a beira da loucura Edward colou a boca na minha começando a me torturar com beijos quentes e molhados. Começamos a nos explorar mutuamente; o meu vestido saiu do meu corpo rapidamente enquanto ele não parava de me beijar um instante que fosse. Em seguida livrou-se das próprias roupas, deitando-me na cama e acariciando meu corpo nu e trêmulo. Em cada recanto ele deixou as marcas de seus toques, de seus beijos de sua língua, me fazendo gritar e gemer de paixão. Minhas mãos ansiosas tentavam retribuir os carinhos, mas eu queria, ou melhor, eu necessitava senti-lo dentro de mim, me preenchendo por inteiro.
—Eu te amo, falou alinhando-se sobre minhas coxas, separando-as com um dos joelhos.
—Eu também te amo. Demais. Mais do que eu posso suportar, respondi aos arquejos.
—Case comigo.
—Eu caso.
—Me ame para sempre.
—Eu amo.
—Seja minha para sempre.
—Oh, Edward... E houve algum momento no qual eu não lhe pertenci?! Eu sou sua desde aquele nosso primeiro encontro aqui neste chalé. Assim que acabei de falar ele me penetrou de uma só vez, com tanto vigor que qualquer tentativa de controle seria frustrada. Gememos juntos sentindo a ânsia de nossos corpos, a maravilhosa sensação de nossos sexos unidos. Ele começou as estocadas e apossou-se de minha boca, friccionando meus seios com a mão livre. Não sei quanto tempo passou-se mais foi bem rápido. Logo depois o êxtase nos tomava arrastando-nos juntos para o abismo da pequena morte.
Meu coração ainda não havia se acalmado e eu já sorria amplamente, a felicidade me consumindo por inteiro.
—Senhora Edward Cullen, falei acariciando meu ventre. Sua mão cobriu a minha.
—Vejo que já está se acostumando com a ideia, respondeu apoiando-se num cotovelo e passando a beijar o meu ventre ainda plano.
—Claro que estou. Em poucos meses estarei gorda como uma baleia.
—E terrivelmente sexy. Revirei os olhos com aquela última frase.
—Sexy? Poupe-me Edward. Uma mulher grávida é tudo menos sexy.
—Quer apostar? Vou ficar tão maluco de tesão com você grávida que vou querer te comer todos os dias.
—Sério?
—Sério. Vai aceitar ou não a aposta?
—Isabella Swan nunca recusa um desafio. Nós vamos apostar o que?
—O nome do nosso segundo filho.
—Nós nem tivemos o primeiro e você já está pensando no segundo?!
—Claro que sim! Um homem prático é sempre prático!
—Tudo bem vamos ter que comprar um anel e contar ao meu irmão.
—Ele já sabe.
—O que? Quando?! Questionei aturdida com tantas coisas acontecendo de uma só vez.
—Na noite em que fui até a casa dele antes de ir à sua casa, Bella.
—Você pediu minha mão em casamento?!
—Mais ou menos. Eu disse que havia 99% de chance de você estar grávida e ele me intimou a casar com você. Ou casa ou morre.
—Nossa, parece que vou trocar um mandão por outro, rebati. Ele deitou-se sobre mim empurrando-me gentilmente sobre os travesseiros, me beijando novamente. Senti o calor familiar começar a se espalhar no meio das minhas pernas. Eu jamais me cansaria dele. Jamais.
—Sim, mas acho que você consegue dar conta dos dois mandões, senhora advogada.
—Pode apostar que sim, falei sabendo que a nossa tarde havia apenas começado.
—--
Naquela mesma noite...
Narrador.
Sonolenta Alice observou o marido sair da cama no meio da madrugada.
—O que foi agora?
—Nada. Vou descer e pegar um copo d água. Você quer?
—Não. Eu estou bem.
—Tudo bem eu não demoro. Ela assentiu e tentou voltar a dormir, mas não conseguiu. Como Jasper estava demorando ela pegou o penhoar de seda branco, vestiu sobre a camisola, calçou os chinelos e saiu do quarto em direção as escadas. Ao se aproximar do escritório ouviu a voz dele e subitamente estacou; todos os seus sentidos estavam em alerta.
—Eu não posso mais fazer isso Lauren. Alice fechou os olhos com força engolindo em seco quando ouviu o nome de uma das ex-amantes do marido. Encostou-se mais à parede tentando ouvir a conversa.
—Você já sabe a minha resposta. Alguns segundos de silêncio que mais pareciam horas arrastaram-se em seguida.
—Quando? Amanhã? Tudo bem. No lugar de sempre. Ok. Tchau.
Sentindo um baque no seu coração ela tirou os chinelos e subiu as escadas correndo silenciosamente, voltando para o quarto. Era a gota d água. Não suportaria mais ficar ali. Mary Alice Brandon Whitlock daria ao seu marido uma lição da qual ele jamais esqueceria. Começou a arquitetar seu plano e o colocaria em prática assim que ele saísse de casa na manhã seguinte. Se Jasper realmente amava a ela e ao bebê estava mais do que na hora de demonstrar isso. Escutou os passos dele que recomeçava a subir a escada. Virou-se na direção oposta decidida a não derramar uma lágrima que fosse desta vez. Ouviu quando ele adentrou no quarto, caminhou até a cama, deitou-se parando apenas para depositar um beijo em seus cabelos. Permaneceu imóvel e sem dormir. Quando o dia amanheceu ele levantou e ela também.
—Vai sair tão cedo?
—Sim, tenho muitas coisas para resolver hoje, ele disse saindo do banheiro com os cabelos ainda respingando, o corpo magnífico envolto apenas por uma toalha em torno da cintura.
—Acho que vou sair também. Olhar algumas coisas para o bebê.
—Faça isso. Se falar com a Bella peça para me ligar.
—Tudo bem. Não venho almoçar.
—Eu também não.
—Vai almoçar com um cliente?
—Sim, respondeu terminando de vestir-se, pronto para sair.
—Ok, tenha um bom dia.
—Você também, retrucou aproximando-se a beijando rapidamente nos lábios, baixando-se para beijar o ventre crescido e saindo em seguida. Assim que se viu sozinha, ela pegou as malas começou a juntar suas coisas o mais rápido que pôde. Ligou para Emily dizendo que podia tirar o dia de folga. Emily animou-se porque estava com a chave da casa de Bella e iria aproveitar para fazer uma faxina daquelas. Quando Jasper chegasse em casa mais tarde iria ter uma grande e desagradável surpresa.

Gente agora só falta o epílogo ok? Bjs!

Notas finais
Ok consegui ajeitar ainda bem....Bjs minhas lindas e meus queridos. Agora só falta o epílogo.