Notas iniciais
Bom Dia leitoras e leitores do meu coração. Aí está mais um cap saindo do forno para vocês meus amores. Aviso importante: Cap impróprio para menores..... Very Hot!!! E aproveitando o momento para dizer que aqueles que quiserem reler Coração de Gelo, a fic está sendo postada no meu grupo no face: Fics da Tiih e Kiki Cullen. Já tem 02 caps postados lá. Bjs e um ótimo fim de semana.

Cap.13

Narrador.

-Onde está o seu carro? Questionou lançando seu olhar sobre os outros veículos ali parados. Uma brisa fresca soprava anunciando que a tarde logo chegaria ao fim.

-Na minha antiga casa. Vim com a Allie numa limusine alugada pelo Jasper, ela respondeu.

-No centro? Na casa dos seus pais?

-Sim.

Ela disse fazendo um sinal de confirmação com a cabeça enquanto ele abria a porta do seu carro e ajudava-a a entrar. Descalça, Bella segurou em sua mão grande e quente entrando no veículo, arrepiando-se com o contato. Edward baixou-se e prendeu o cinto de segurança, seus rostos ficando a centímetros um do outro. Seus olhares se cruzaram, as respirações mudaram de ritmo, os corações aceleraram e ela sem resistir o puxou para si, colando suas bocas sedentas.

Edward.

Isabella Marie Swan. O nome dela girava sem parar em minha mente desde aquela primeira noite em seu chalé. Linda, sexy, divertida, sedutora, ardente, inteligente e perspicaz. Tudo o que um homem pode desejar encontrar numa mulher Bella possuía. Quem a visse defendendo um cliente no tribunal jamais imaginaria que debaixo daquelas roupas elegantes e bem cortadas havia uma mulher fogosa e tão sensual que me deixava com as pernas bambas. Aprofundei o beijo acariciando sua língua com a minha. Por fora eu estava aparentemente calmo, mas por dentro os pensamentos se agitavam num turbilhão. Sua boca incendiava o meu desejo fazendo promessas que muito em breve seriam cumpridas. Meu pau latejava duro como rocha. A sensação era tão intensa que chegava a ser dolorosa. Explorei cada recanto de sua boca querendo aproveitar ao máximo o momento. Eu queria beijá-la dessa forma desde que cheguei ao casamento. Desde que a vi naquele vestido longo e sexy. O seu gosto me inebriava, seu cheiro me enlouquecia, seu corpo havia me deixado viciado, com o um dependente químico. Bella era como uma droga para mim. Ela era perfeita. E era minha namorada. Meu peito inflou de orgulho. Um orgulho tipicamente masculino. Ela assumira os riscos e se entregara a mim de uma forma que pertencia somente e unicamente a ela, apesar de tudo que nos separava. A proteção do irmão, os preconceitos, os julgamentos e a opinião de uma sociedade arcaica, medíocre e abarrotada de hipocrisia. E eu sabia o quanto aquilo devia ter sido difícil para ela. Se eu pudesse evitar, teria feito. Se pudesse escolher nunca teria me envolvido, mas ela era tão doce e era tão difícil resistir...

Eu queria me deixar levar pelo louco desejo que me consumia, queimava e que muitas vezes me deixava acordado a noite rolando na cama, insone. Queria abraçá-la, tocá-la, despertar o seu desejo, enterrar o meu corpo no dela todo dia... Toda noite... Queria sentir o calor que emanava dela, fazê-la sentir o prazer que buscava, ver seu corpo sacudindo tomado pelas ondas do orgasmo, vê-la satisfeita e saber que eu era o responsável por cada minuto daquela excitação. A razão teimava em encher-me de pensamentos conflitantes sobre o futuro, mas eu não queria pensar, não queria raciocinar. Pelo menos não agora. O futuro me enchia de medo. Eu havia amado uma vez e perdido. O câncer havia levado Tânia tirado-a de mim para sempre... Senti um súbito pavor pensando que algo parecido pudesse acontecer a Bella, mas expulsei esses pensamentos quando ela gemeu baixinho suspirando por entre o beijo. Eu ia viver o “agora”. E agora eu só queria sentir, tomar, receber e dar o prazer tão intenso, lascivo e feroz que nós conseguíamos quando estávamos juntos. E sabia que ela também queria e sentia o mesmo.

Bella.

OMG!!! Nada do que eu tinha imaginado em tantas noites insones poderia ter me preparado para esse beijo. Os lábios de Edward incendiavam todo o meu corpo a partir da minha boca. Meus seios duros imploravam atenção, meu sexo palpitava molhado e ansioso por sentir sua boca e seu membro entrando no meu corpo, alargando meu tecidos, me fazendo esquecer que o mundo lá fora existia. Apesar de evitar pensar sobre isso a semana inteira, meu corpo rebelde tinha decidido agir por conta própria. Eu não gostava de pensar tanto nele, afinal de contas nós mal nos conhecíamos e aquilo me deixava profundamente embaraçada, mas o desejo que eu sentia por ele se tornava cada dia mais crescente e insuportável, tornando-se impossível de ignorar. As noites insones eram freqüentes, particularmente quando as imagens dos momentos tórridos e eróticos que passamos juntos povoavam minha mente, deixando o meu corpo em chamas. Nessas horas meu corpo reclamava pulsando, doendo, ardendo por uma satisfação que eu sabia que só ele e mais ninguém poderia me dar. Relações sexuais como aquelas eu só lera em livros de biologia e romances. Jamais pensei que pudesse existir algo tão intenso, poderoso e excruciante na vida real. Mas aquela necessidade era mais que real. E era tão forte que se Edward pudesse ler meus pensamentos talvez ele ficasse chocado, surpreso ou até mesmo lisonjeado com a força dos sentimentos que despertava em mim.

Pensei muitas vezes em nosso último encontro, aquela tarde na sala dele na promotoria. Ele me deu um ultimato e eu sabia que tinha que tentar resolver aquela situação. Apesar de estar completa e irrevogavelmente apaixonada por ele; e disso eu tinha certeza absoluta; eu tinha de ser completamente honesta comigo mesma: eu estava com medo. Com muito medo. O mundo a nossa volta gritava que ele era totalmente errado para mim e meu Deus, Edward tinha mais controle sobre meu corpo do que eu mesma, não importava o quanto eu tentasse me convencer do contrário. Sentindo sua língua aveludada explorar longamente a minha pensei: “ Porra. Estou tão ferrada...”. Lá estava ele, devorando minha boca, parecendo mais sexy do que eu já tinha visto. Como diabos alguém pode ficar melhor ainda mais bonito em apenas uma semana?! O termo "felino" passou pela minha cabeça, enquanto eu gemia por entre o beijo quando senti o deslizar de suas mãos pelas minhas costas prensadas contra o encosto do banco. Seus lábios colavam-se aos meus novamente. Fogo, calor, queimação, arrepios carregados de eletricidade percorriam meu corpo de cima a baixo, sensações lascivas, carregadas de luxúria e de necessidade se mesclavam em mim. A sensação dos seus lábios sobre os meus era de um prazer inigualável e dolorido. Arrepios carregados de sensualidade surgiam no ponto em que ele me tocava, e se alastravam pelo meu corpo, me causando tremores breves e incontroláveis. Ele me beijava ora lentamente ora com selvageria saboreando cada toque, as pontas de seus dedos exploravam minhas costas da base da nuca até a curva dos quadris exposta pelo decote insinuante do vestido fino e delicado. A língua percorria meus lábios entreabrindo-os e tocando minha própria língua, fazendo movimentos de posse, de invasão, o que espalhou um calor já familiar no centro de meu corpo, no estômago, e em minha vagina. Edward era um mestre na arte de sedução e eu me senti desfalecer por alguns segundos, respirando profundamente, buscando o ar que me faltava em meus pulmões, louca para sentir sua pele nua contra a minha numa cama espaçosa onde os nossos corpos pudessem rolar entrelaçados, livre das barreiras frustrantes das roupas. Ele pareceu perceber o que eu pensava e parou por um momento, pousando as palmas da mão em meus ombros possessivamente. Ouvi sua risada rouca e baixa quando gemi involuntariamente ao sentir que ele parava.

-Se não quisermos ser presos ou flagrados acho melhor irmos embora, falou esforçando-se para recuperar o controle.

Assenti concordando com um gesto de cabeça, quando um gemido de frustração escapou de minha garganta. Ele me fitou com os olhos escuros.

-Não me olhe assim ou eu juro que vou virar um contorcionista e acabar te fodendo dentro desse carro esporte apertado. E eu juro que não quero isso, Bella. Eu quero você nua numa cama, onde vamos fazer o diabo enquanto tivermos força e energia para isso, concluiu ofegante.

Não consegui responder, pois meu cérebro estava desconectado do resto do meu corpo que mais parecia uma gelatina. Ele ergueu-se e meu olhar foi imediatamente atraído para o enorme volume em suas calças, o que me deixou muito feliz; e ao mesmo tempo, ansiosa. Ele deu a volta no veículo rapidamente, entrando em seguida acomodando-se ao volante, dando a partida no motor. Minha mão esticou-se lentamente e pousou sobre sua coxa máscula e firme. Ele retirou uma das mãos da direção e levou até a minha entrelaçando nossos dedos. Palavras eram totalmente desnecessárias. Ele dirigiu até a mansão onde eu desci do volvo e caminhei até o meu carro, entrando e ligando o motor. Edward estava na esquina esperando-me e eu passei na sua frente para que ele me seguisse. Em poucos minutos estaríamos juntos novamente e nos uniríamos da forma mais íntima que um homem e uma mulher podem unir-se.

Narrador.

Edward não sabia onde Jasper morava, não sabia nem o endereço e ao descobrir a casa próxima a praia, o lar de Isabella a partir de agora, descobriu que passara por ali inúmeras vezes ao longo dos meses. Aquilo o deixou com uma estranha sensação. Sentindo que precisava dela mais do que nunca aquela sensação se intensificou. Estacionou o carro e desceu esperando que Bella colocasse o seu carro na entrada da garagem da casa salmão com pedras brancas notando que a vegetação ali era abundante. Diversas árvores frutíferas espalhavam-se pela cerca de isolamento onde pinheiros altos se impunham e a neblina cobria a terra abafando todos os sons. A umidade no ar era quase palpável. O tempo havia mudado, a noite seria fria. O sol se punha ao longe deixando o céu com tons que iam do rosa ao alaranjado. A neblina fazia com que as plantas parecessem meio fantasmagóricas e ele por um instante não gostou de saber que Bella estaria vivendo ali naquela casa afastada, sozinha. Ele ouviu o motor do carro ser desligado e esperou observando que a neblina agora envolvia a casa por inteiro. Ouviu quando ela desceu do veículo, a porta sendo fechada; os passos leves e descalços no piso. Levantou a cabeça a tempo de ver a figura magnífica da mulher que desejava com ardor surgir aos poucos. Ela mais parecia uma ninfa, uma fada, um anjo, erguendo a barra do vestido com uma das mãos, trazendo as sandálias de salto alto na outra. Seus cabelos escuros soltando-se do penteado elaborado, caindo sobre o rosto delicado em formato de coração, açoitados pela brisa que soprava. Ele ficou boquiaberto tentando absorver a beleza de tal imagem, desejando guardá-la para sempre em sua memória.

Ela aproximou-se silenciosa. Ele estendeu a mão e ela aceitou trêmula. Edward sentiu seu corpo tremer e soube que apesar do enorme desejo que os ligava, o receio também estava profundamente arraigado em suas entranhas. Com uma mão ele tomou-lhe o rosto e estudou-o alguns segundos. Já não havia mais qualquer vestígio da maquiagem que ela usara no casamento do irmão, que lhe suavizara e realçara a beleza. Seus lábios estavam levemente inchados devido a urgência dos longos beijos que trocaram no volvo. Seu desejo aumentou, enrijecendo-o ainda mais.

-Diga alguma coisa, ela pediu baixinho. Mas ele nada respondeu, cedendo aos seus mais primitivos impulsos, puxando-a para si beijando-a não mais com gentileza mais com a paixão irrefreável que o estava matando aos poucos, dando vazão a todas as emoções que o vinham correndo ao longo daquela semana. Ela o agarrou pelas lapelas acetinadas do paletó, correspondendo imediatamente. Ele segurou em seu rosto com as mãos, aprisionando-a, tornando-a cativa de suas vontades, seu corpo enviando a clara mensagem de que nenhum dos dois poderia recuar. A loucura que ambos estariam prestes a explorar proporcionaria o tão necessário momento de abandono, seus corações batendo num só compasso, anunciando que no fim haveria satisfação total, paixão e alívio. Quando Edward desceu a boca pelo seu pescoço alvo, ela gemeu alto, desesperada, rendendo-se sutilmente, enlaçando-o pelo pescoço com firmeza. Aquele som o excitou mais do que uma carícia.

“Como ela é linda” pensou apalpando com as mãos sedentas todas as curvas e reentrâncias daquele corpo macio e cheiroso, deparando-se com as finas camadas da seda do vestido, através das quais o calor fluía, marcando-o quase com o um ferro em brasa.

-Lá dentro, murmurou rouco sabendo que sua resistência estava por um fio, esvaindo-se rapidamente. Bella seguiu-o como se estivesse numa espécie de transe, encantada, observando-o pegar suas sandálias e sua bolsa com uma só mão. Os objetos pareciam pequenos, frágeis e sedutores na mão masculina. Ele pegou também a chave que ela já trazia na mão quando descera do carro e enfiou-a na fechadura, girando duas vezes, fazendo a porta abrir com um “clic” suave. O silêncio dele fazia o coração dela bater como um tambor africano.

Uma vez no interior da casa ele atirou os objetos na cadeira mais próxima que encontrou, trancando a porta atrás de si. Bella caminhou até o meio de sua nova sala e aguardou por ele de pé, excitada ao extremo do limite que achava ser possível numa mulher.

-Edward...

Ele foi até ela e beijou com paixão incontida novamente revelando tudo o que ela estava fazendo com ele, deixando-a ainda mais louca de desejo, mas sem forças para dar um passo. Ela apoiou-se nele demonstrando sua fraqueza momentânea. Ele a amparou, fazendo com que apoiasse os braços delicados em torno do seu pescoço, levantando-a no colo. Bella suspirou enquanto ele olhava ao redor.

-Qual delas?

Perguntou referindo-se as quatro portas que surgiam no corredor. Incapaz de dizer alguma coisa ela indicou o último quarto à esquerda, acariciando-lhe com os dedos a sombra da barba por fazer que começava a se formar, pensando que se estivessem no passado Edward teria sido um viking esplêndido, arrogante, destemido e determinado. Nada ficaria em seu caminho ou conseguiria o deter. Nem mesmo uma mulher como ela, independente e segura de si. Subiu a mão encontrando agora o lábio inferior e bem desenhado, capturando-o entre os seus dentes logo depois. Bella não notou que ele dirigira-se para o banheiro em vez de levá-la direto para a suíte principal até ouvir a água começar a sair do chuveiro, conforme ele abria a torneira apressado.

-Não, protestou.

-Sim! Rebateu ele colocando-a no chão.

-Vamos estragar nossas roupas, ela falou olhando para o vestido exclusivo que Rósalie fizera em tão pouco tempo.

-Eu compro um vestido novo para você, ele disse decidido. Ela aproximou-se mais.

-Alguém já lhe disse que é um ditador nato?

-Não me provoque Bella, ou... Disse baixinho começando-a a livrá-la da roupa.

-Ou o que? Insistiu sentindo que o vestido esparramava-se aos seus pés, orgulhosa com o olhar faminto de Edward que percorria todas as suas curvas. Em seguida ele segurou forte em sua calcinha, rasgando-a num ruído seco agarrando-a pela cintura e esmagou seus lábios com os dele, preenchendo todos os seus sentidos. E foi nesse estado abrasador que a levou para debaixo do chuveiro e da água morna, consigo. Bella engoliu em seco sentindo seus corpos unidos envolvidos pela ducha quente. Edward prensou-a contra a parede fria de azulejos imaculadamente brancos, baixando-a sobre sua virilidade avidamente. Agarrando-o com força pelo pescoço puxou-o para méis perto querendo fundir seus corpos numa necessidade urgente e incontrolável. Sentira falta daquelas exigências, do seu toque e das carícias enlouquecedoras e primitivas enquanto permaneceram longe um do outro. “Quem dera pudesse ser assim todos os dias” pensou numa fração de segundos.

Edward tinha a camisa colada ao corpo. Ansiosa por tocar seus músculos e explorar cada detalhe daquele corpo perfeito, magro e definido sob o tecido, ela arrancou os botões fazendo as abotoaduras voarem. Ele riu por entre o beijo deliciado com a urgência premente dela. Sua boca devorava a dela como se degustasse uma fruta suculenta. E a exploração causou-lhes um prazer inigualável, mas apressado devido a necessidade implacável que dominava a ambos. Peça por peça foi caindo do corpo dele, formando um amontoado de tecido no chão. Edward chutou as roupas encharcadas para um canto sem nunca soltar a boca de Bella. Quando se virem completamente nus, Edward acomodou Isabella melhor entre seu corpo e a parede, segurando-a com firmeza entre os braços. Sua coxas o rodearam pela cintura, seu pênis grande e grosso roçando seus lábios vaginais e sua entrada úmida e estreita.

-Olhe para mim, pediu. E quando ela o fitou ele invadiu o seu corpo com uma forte estocada. Ambos gemeram de prazer com o toque, sentindo seus corpos unidos. Bella sentia-o alargando suas dobras, elastecendo seu canal, alargando-a. E como aquilo era bom... Edward entrou e saiu, entrando novamente, chegando até o colo do seu útero. Eles se fitaram mais uma vez, seus corpos estremecendo pelo prazer de estarem juntos outra vez. Ambos sabiam que o clímax não ia demorar; podiam senti-lo cada vez mais perto... O desejo fora reprimido a muito custo e agora era a hora deles darem vazão a paixão que os dominava, os consumia e enlouquecia. Edward continuou com os movimentos precisos, enquanto inclinava sua cabeça capturando um mamilo entre seus lábios. Bella gemeu desesperada num murmúrio rouco e lascivo apertando-o ainda mais com as pernas.

-Mais rápido, pediu incitando-o. Edward grunhiu o seu nome, tomando a mulher que o destino havia reservado para si. Errado ou certo, agora nada mais importava. Quatro estocadas violentas depois e o quente, vigoroso e extasiante pulsar do gozo os arrebatou, fazendo-os explodir de tanto prazer. Não existia razão. O fato era que eles eram agora apenas um único ser. Quando o nevoeiro que obscurecia a mente de ambos começou a se dissipar, Edward gentilmente a soltou fazendo com que escorregasse e atingisse o chão com os pés delicados, encorajando-a a continuar apoiada nele passando as mãos fortes em cada uma das curvas delicadamente sedutoras com lenta fascinação. Suas respirações ainda estavam alteradas.

-Acho que vamos acabar provocando uma inundação, ela falou observando que as roupas dele haviam se acumulado exatamente sobre o ralo e que a água estava a mais ou menos meio palmo de altura, ameaçando sair do Box a qualquer instante. Edward rapidamente fechou a torneira livrando o ralo das peças que o obstruíam, fazendo com que a água escoasse. Bella pegou seu sabonete líquido favorito, despejou numa esponja azulada e fez sinal para que ele se aproximasse. Edward obedeceu e ela o ensaboou lentamente fazendo-o xingar em alguns momentos, quando ela deliberadamente demorava mais que o necessários em zonas particularmente erógenas.

-Aproveite, porque em breve será a minha vez, respondeu sentindo seu pau duro e latejando outra vez.

-Nunca te vi de tolha, ela falou desconversando, continuando a torturá-lo comas mãos passeando pelo corpo másculo. — Como você fica?

-Irresistível, respondeu arrancando a esponja de sua mão, invertendo seus papéis e passando agora a ensaboá-la todinha, demorando-se especialmente nos seios rijos fazendo Bella gemer muitas e muitas vezes, pedindo, ansiando e suplicando por mais.

-Edward, por favor...

-O que? Só estou passando sabonete em você bebê, respondeu com a voz rouca sem conseguir disfarçar seu gritante estado de ereção e excitação.

-Não mesmo, falou sentindo o desejo tomá-la por completo.

-Não o que?

Perguntou fingindo.

-Você está me deixando louca, isso sim! Ele abriu o sorriso torto que ela tanto amava e a levou para debaixo do jato d’água. Bella permaneceu quieta, permitindo que ele a conduzisse todo o tempo.

-Pronto. Acabamos.

-Pensei que tínhamos acabado de começar, disse erguendo as sobrancelhas para ele, fitando-o diretamente. Edward estreitou os olhos um segundo antes de responder:

-Você é a criatura mais perigosa que já conheci, falou tentando disfarças seu divertimento. –Perguntou com o eu ficava de toalha, lembra?

-Sim, respondeu com os olhos castanhos brilhando. Ele saiu do boxe puxando uma toalha felpuda cor de vinho que estava pendurada no toalheiro.

-Venha cá que eu lhe mostro, disse. Bella observou que ele mais parecia um Deus parado ali. Quando pôs a toalha sobre os ombros e esticou-a pelas pontas num convite silencioso ela foi de encontro a ele ainda mais ávida que antes, beijando-o no peito. Do fundo do coração desejou que aquele momento durasse para sempre. Edward aconchegou-a, apoiando seu queixo no topo da cabeça de Bella, sentindo a ternura misturara-se ao desejo que renascia em seu corpo e demonstrou isso depositando inúmeros beijos delicados e famintos ao longo do corpo cheiroso e feminino, subindo ao rosto, persuadindo-a a ceder outra vez.

-Quero você outra vez, declarou com a voz rouca e áspera. -Sei que deve estar exausta e precisando descansar, mas eu preciso de você Bella... Foi uma longa semana, concluiu.

-Para mim também, falou com a voz trêmula. –Mas também preciso de você, Edward e quero que me leve para cama agora.

Ele gemeu ferozmente apossando-se de seus lábios e carregou-a para o quarto deitando sobre a cama com urgência.

Edward

A luz fraca da lua que surgira a pouco no céu repleto de nuvens, encontrou uma brecha entrando parcialmente pela janela e banhando o corpo de Bella, deixando-me sem fôlego. Como ela era bonita! Bella não tinha uma beleza clássica ou gritante. Mas as linhas e curvas eram suaves, proporcionais, e convidativas. O rosto era particularmente atraente, e especial. As pernas eram bem-feitas, alongadas, e o quadril sinuoso. Os seios eram redondos, firmes, empinados e fartos. O cabelo tinha um tom de seda marrom, um tom perfeito de mogno e os olhos castanhos assumiam nesse instante um tom peculiar de âmbar. E era minha. Toda minha. Meu pau gritou em protesto e eu me abaixei um pouco e me aproximei do ventre liso. Ela gemeu jogando a cabeça para trás. Meus lábios alcançaram a pele suave perto do umbigo e ela suspirou profundamente. Desci mais um pouco e ela entreabriu as pernas, oferecendo-se. Coloquei minas mãos em suas coxas, segurando-s com firmeza e deslizei minha língua por sua buceta quente e apertada, fazendo-a gritar. Chupei o clitóris inchado e desci enfiando minha língua na grutinha molhada, antecipando o que faria com ela em seguida. Bella gemia cada vez mais alto e estabeleci um ritmo forte, começando a sugar seu púbis esperando que ela gozasse em breve na minha boca. Ela delirava com o toque íntimo ondulando os quadris buscando o alívio do clímax.

-Quer mais? Provoquei adorando vê-la entregue daquela forma.

-Sim... Sua voz era baixa e excitante, não mais que um sussurro rouco e abafado, denunciando todo o prazer que a percorria. Levei minhas mãos aos seus seios, estimulando-os, enquanto ouvia ela gritar suplicando por mais. Queria que ela gozasse para depois possuir seu corpo, mas ele não permitiu, erguendo as pernas, pousando-as em meus ombros, dando-me uma visão espetacular de sua buceta ensopada e do seu ânus, expostos para mim, num convite irrecusável. Me posicionei entre as suas coxas e me enterrei fundo naquela buceta apertada e deliciosa...

-Porra, Bella...

-Sim, sim, sim... Pediu lançando os quadris contra os meus.

-Cada vez que eu te fodo você parece mais apertada, bebê... Sibilei sentindo seu corpo apertando em torno do meu, as ondas do orgasmo começando a se construir mais uma vez.

-Não pare, não pare...

-Não posso parar... Não mais, eu disse mantendo suas pernas em meus ombros, aumentando as estocadas, entrando e saindo de sua bucetinha deliciosa. Ela mordeu os lábios com força, apertando os lençóis da cama com os dedos, na borda. Eu também estava quase lá... Os nossos movimentos aumentaram num frenesi louco que arrancava gemidos e mais gemidos de mim e dela. Se eu pudesse jamais pararia de fazer aquilo... pouco depois espasmos deliciosos me libertaram da doce e deliciosa agonia. Bella estremeceu devastada pelo orgasmo forte e avassalador. Me esvaí numa longa e espessa avalanche de esperma, derramando-me inteiramente dentro daquela cavidade quente e apertada. Se eu morresse agora morreria feliz, foi a última coisa em que pensei antes do meu corpo desabar sobre o dela, suado, relaxado e exausto. Bella mexeu-s e eu inverti as posições trazendo-a pêra cima, adorando aquele contato de nossas peles. Sua respiração foi se acalmando assim com a minha e não sei direito, mas acho que caímos os dois em sono profundo.

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Enquanto isso na festa...

-Parabéns, Jasper, Alice. O casamento de vocês foi uma beleza, disse Emmett cumprimentando os recém casados. Ele estava de mãos dadas com Rósalie a dona da melhor boutique da cidade.

-Parabéns aos dois, desejo que sejam muito felizes. E Alice, você está linda, falou exibindo um sorriso radiante.

-Graças a você, Rose.

-Bom, er... Nós também temos uma novidade, disse Emmett afrouxando o nó da gravata como se estivesse sufocado. Rose deu uma risadinha e olhou para ele que fixou o olhar primeiro na Alice e em seguida no Jasper.

-Sim? E qual é?

-Também estamos grávidos, ele respondeu de uma só vez.

-Mas que notícia maravilhosa, disse Alice abraçando Rose com força.

-Sério? Eu não sabia que vocês estavam saindo... Disse Jasper com uma expressão indecifrável no rosto.

-Poucas pessoas sabiam sobre nós. A Rose é meio avessa a compromissos, explicou.

-Meus parabéns, Emmett.

-Obrigado, Jasper. Nós não planejamos nada, mas aconteceu e... Enfim... Vamos nos casar em breve. Seu sorriso mostrava o quanto ele estava feliz em ser pai. As mãos se entrelaçaram, seus olhares cúmplices e cheios de amor. Jasper sentiu uma leve pontada no peito, mas tratou de expulsar aquele sentimento para longe. Especialmente quando ouviu a Alice falar, entusiasmada:

-Agora só falta a Bella! Disse saltitando contente. Jasper enrijeceu completamente, trincando os dentes fitando-a com raiva.

-O que?! Alice engoliu em seco sabendo que tinha falado demais.

-Eu disse que... Agora só falta a Bella, repetiu baixinho, encolhendo-se, com receio de ter irritado seu esposo. Emmett estreitou os olhos intrigado. Seu olhar foi da Alice para o Jasper e em seguida para os convidados. Mike estava acompanhado pela lagartixa lambisgóia da Jéssika e o Jacob dançava com algumas moças da reserva. Clair e Leah. Não havia sinal de Bella em lugar algum.

-A Bella está namorando alguém?

Perguntou sem conter a curiosidade enquanto os olhos azuis de Jasper soltavam faíscas de ódio.

-Sim! O seu chefe!

Bufou irado. Os olhos de Emmett arregalaram-se e logo depois ele explodiu numa gargalhada estrondosa, fazendo com que o anfitrião o fitasse com cara de poucos amigos. Alice resolveu intervir antes que a situação ficasse ainda pior. Voltando-se para Rósalie, perguntou:

-Com quanto tempo você está Rose?

-Apenas quatro semanas. E você?

-Doze.

-Os bebês vão nascer bem próximos, falou feliz.

-Devia pensar em começar a fazer roupas para crianças, Alice brincou.

-Mesmo? Não tinha pensado nisso...

-Sentem-se e vamos comemorar. Muito em breve teremos mais um casamento aqui em Forks, disse Alice convidando-os para sentarem à mesa com ela e o marido.

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Edward.

Meus olhos vibraram quando um lascivo choque de prazer passou por mim. Porra, eu me sentia tão bem. Eu não queria acordar e enfrentar a realidade de estar sozinho. Alguma coisa quente e molhada envolvia meu pau novamente e eu gemi alto...

O. Melhor. Sonho. Do. Mundo. Eu ouvi um gemido e uma vibração foi direto do meu pau até mim.

-Hummmm... Bella... Ouvi minha própria voz, que soava estranha. Eu sonhei com ela uma centena de vezes, mas isso parecia tão real... O calor desapareceu subitamente e franzi a testa. Onde ela foi? Pensei sonolento.

-Diga isso de novo, pediu com sua voz suave e mansa invadindo minha consciência. Me forcei a abrir os olhos. O quarto estava escuro e eu estava deitado em uma cama confortável e estranha. O calor estava de volta ao meu pau e meus olhos voaram para o meu colo. A cabeça coberta de cabelos escuros estava ajoelhada entre as minhas pernas abertas, meu pau no fundo de sua boca. Em um flash a noite inteira veio até mim. A névoa de sono desaparecendo num estalar de dedos.

-Bella? Não havia nenhuma maneira que eu poderia ter sorte o suficiente para que isso fosse real. O quarto estava tão escuro que eu mal podia enxergá-la. Minhas mãos voaram para encontrá-la, meus dedos rastrearam seus lábios cor de rosa em volta do meu pau duro e pulsante. Ela levantou a cabeça um pouco e eu gemi com a imagem do meu pênis grosso m sua boca. Minha cabeça caiu de volta para o travesseiro quando ela me engoliu ainda mais, a ponta batendo na parte inferior de sua garganta.

-Porra, Bella... Isso é tão bom... Falei suspirando. Ela gemia mais na resposta e meu quadril levantou por instinto. Ela sacudiu a boca para cima e para baixo em mim, rodando a língua, seus dentes arrastavam levemente contra o meu pau com cada movimento. Sua mão escorregou para as minhas bolas e eu gemi alto quando ela as rolou delicadamente na mão. Meus olhos estavam grudados na cena que desenrolava

-Porra... Isso é a coisa mais bonita que já vi... Meu pau deslizando dentro e fora dessa sua boca gostosa, bebê... O sentimento era tão intenso, tão potente que eu não sei quanto tempo poderia mais durar. Ela se mexeu um pouco, esfregando o dedo levemente em um ponto logo abaixo minhas bolas. Um silvo longo escapou de meus dentes cerrados.

-Bella... Falei protestando. Ninguém nunca tinha feito isso comigo. Eu quase quis detê-la, mas a sensação tão incrível que eu era incapaz de mover um músculo que fosse. Levei minhas mãos aos seus cabelos, correndo meus dedos através deles, por toda a sua face e linha da mandíbula. Ela fechou os olhos e aumentou a sucção, trazendo-me cada vez mais perto do êxtase. A combinação surreal de sua boca no meu pau e seu dedo pressionando contra mim foi a sensação mais intensa que eu já tinha experimentado na vida. Ela aumentou a pressão dos dedos e meu orgasmo explodiu.

-AAAHHHH... Porra Bella! Porra, porra, porra...

Meu corpo era violentamente sacudido, meus quadris saíram da cama pressionando contra a sua boca. Gemi profundamente. Ela manteve a boca em mim e continuou a chupar enquanto o mais poderoso orgasmo de minha vida diminuía aos poucos. Só então tirou sua boca do meu membro exibindo um sorriso satisfeito e lindo. Será que algum dia ela deixaria de me surpreender?

-Venha aqui. Ordenei. Sentando-me, puxando-a para o meu colo, envolvendo as pernas em volta do meu quadril. Nossos peitos nus pressionando juntos, peguei seu rosto em minhas mãos, olhando fixamente nos olhos dela.

-Essa foi a melhor forma de acordar que eu já tive, falei com honestidade. Ela riu levemente, levando o seu lábio inferior entre os dentes. Capturei sua boca com a minha, beijando profundamente, sentindo o gosto acre do meu esperma em sua boca. Minhas mãos desceram para os seus braços e encontraram seus seios. Ela gemia e arqueava-se para mim, sua cabeça caindo para trás e para o lado. Beijei e mordisquei de cima para baixo o pescoço alvo, sentindo as muitas fomes que eu tinha por ela. Sentindo-me endurecer novamente. Seus quadris bombeavam contra mim e ela me olhou maliciosamente enquanto se ajeitava melhor, acomodando-se sobre o meu pau. Suspirei afastando seus cabelos para trás de sua orelha olhando para baixo vendo a cabeça do meu pau pastoreando sua entrada molhada.

-Desse jeito não vamos conseguir andar amanhã, comentei preparando-me para foder aquela mulher deliciosa novamente.

-Amanhã é domingo, Edward, não precisaremos nem sair da cama, retrucou baixando-se deliciosamente sobre mim, envolvendo meu pau todo com sua bucetinha ardente. O restante o da noite ia ser muito longo...

CONTINUA.....

Notas finais
P.S. Meninos e meninas a fic está entrando na reta final. Eu avisei no início que ela seria curtinha e acho que talvez em mais uns quatro capítulos, ainda não sei bem, ela chegue ao fim. E novamente lembrando:
aqueles que quiserem reler Coração de Gelo, a fic está sendo postada no meu grupo no face: Fics da Tiih e Kiki Cullen. Já tem 02 caps postados lá. Bjs e um ótimo fim de semana. Tiih.