Transmutador (Hiato)
5 Arrogância é uma má companheira - Parte 1
Notas iniciais
No dia seguinte, as 5:30 da manhã eu e Tabula fomos acordados por Verbena, Erin, Emily e mais uma porção de garotas que compunham o bando. Eu e Tabula havíamos dormido na sala da administração, sobre a mesa.
"Hora de acordar, Margaridas!" Verbena falou bem séria.
Eu e Tabula abrimos nossos olhos, mas a expressão de sono e os bocejos eram inevitáveis.
"Olá, Verbena!" eu a cumprimentei.
"O tempo de vocês acabou. Vocês disseram que iriam embora no dia seguinte, então..." Verbena nos lembrou.
"É mesmo! Só não imaginávamos que teríamos que deixar esse lugar tão cedo..." eu balbuciei.
"Cara, eu preciso de um energético..." Tabula retrucou.
Eu olhei para Tabula e a chamei.
"Vamos, Tabula, a gente acha algo no caminho..." eu retruquei.
"Está bem." Tabula consentiu e esfregou o rosto tentando tirar a cara de sono dela.
Nós saímos da sala e eis que Emily tentou nos parar.
"Esperem!"
Voltamos nossos olhares para Emily e ela foi tentar negociar com Verbena.
"Verbena, será que eles não podem ficar mais um pouco aqui?" Emily quis saber.
"Não.Uma noite, é uma noite" Verbena vociferou.
"Mas, eu ainda gosto do March, apesar dele estar comprometido com a Tabula...eu não queria vê-lo sair assim" Emily retrucou.
"Emily, esquece o March! Foi muito bom ele ter ido embora..." Erin contestou.
"Mas Erin, o March amava você. Você podia ter raciocinado um pouco antes de tê-lo deixado ir..." Emily falou para Erin.
"Emily, nós já conversamos sobre isso. Eu nunca gostei do March" Erin bradou.
"Está tudo bem, Emily...nós ainda iremos nos reencontrar, algum dia..." eu lembrei a Emily.
"Tudo bem, March..." Emily falou cabisbaixa.
"E Erin, eu gostava muito mesmo de você, mas...talvez eu devesse ter ficado com a Emily...só que vocês duas parecem ser farinha do mesmo saco, então eu acho que foi bom ter encontrado a Tabula..." eu concluí.
"O que você quer dizer com isso, March?" Emily indagou.
"Emily, depois que a Erin me deu o pé na bunda, você veio me dizer que você me amava só para eu não ir embora. E se um dia você também me desse esse mesmo pé na bunda?" eu falei retoricamente.
"Mas March, eu o amo de verdade. Eu não iria fazer isso com você." Emily contestou.
"E eu não acho justo que você tenha um relacionamento com essa mulher que tem cara para ser a sua mãe..." Emily continuou.
"Emily..." eu comecei a achar que aquela conversa estava ficando muito chata e longa demais.
"Vão agora!" Verbena falou já sem paciência.
"Tudo bem, nós já estamos indo..." eu retruquei.
Nisso, nós acabamos descobrindo o que acontecia quando se deixava Verbena irritada.
Verbena abriu a boca e soltou um grito supersônico que fez a sala onde nós estávamos estremecer como se estivéssemos em um terremoto. Erin, Emily e as outras garotas começaram a se apavorar.
Logo depois, uma explosão de chamas verdes emanada do corpo de Verbena me acertou e eu fui jogado contra a frente da sala e ela desabou junto comigo. Eu cai e fiquei inconsciente no chão.
"March!" ouvi Tabula berrando o meu nome.
[...]
Enquanto isso, Tabula fecha os olhos e desperta a Ira. Sua roupa fica toda vermelha.
"Vadia, você vai pagar pelo que fez ao March!" Tabula exclamou.
"E o que você vai fazer?" Verbena inquiriu levantando uma sobrancelha.
Enquanto March estava caído no chão, Tabula avançou na direção de Verbena e desferiu um chute no peito dela, depois ela voltou com o pé na base e começou a desferir sequências de socos com os punhos.
Então eu me levantei com dificuldade e vi Tabula atacando Verbena.
"Tabula!" eu a chamei.
Tabula continuou atacando Verbena.
[...]
Depois de um tempo atacando Verbena, Tabula estava arfando e ainda continuava furiosa.
"Tabula!" eu exclamei.
Tabula virou para mim.
"O quê?" ela disse furiosa.
Tabula parecia fora de si.
"Eu estou bem. Vamos embora daqui" eu disse a ela.
Ela então respirou fundo, soltou o ar, e depois fechou os olhos por um tempo. Quando ela os abriu, sua roupa havia voltado a suas cores normais. Porém, uma coisa estranha aconteceu com o cabelo dela. Talvez pelo tempo que Tabula havia ficado sobre o pecado da Ira, uma mecha do cabelo dela fora tingida de vermelho. As roupas haviam voltado a suas cores normais, mas a mecha vermelha era permanente.
"Tabula, o seu cabelo!" eu a avisei.
"O que tem o meu cabelo?" Tabula quis saber.
Foi então que Verbena resolveu ajudá-la. Ela desenhou no ar com o dedo indicador, o símbolo para feminino (♀) que se converteu em um espelho, o espelho da deusa Afrodite, e o ofereceu a Tabula.
Tabula pegou o espelho da mão de Verbena e ela olhou para si refletida no espelho. Ao ver a mecha vermelha em seu cabelo, ela surtou.
"Quê? O que aconteceu com o meu cabelo?" Tabula exclamou.
"Não, pera! Como isso aconteceu? Eu posso apagar os meus pecados, mas não posso apagar isso?" Tabula inquiriu.
"Que raiva! Meu cabelo está um horror com essa mecha vermelha, acho que eu vou cortá-la fora" Tabula se vangloriou.
Logo, a roupa de Tabula foi tingida de violeta indicando o pecado do Orgulho. E então, outra mecha surgiu, dessa vez, violeta.
"Ah não! Outra mecha? Fala sério, cara!" Tabula exclamou.
"Eu acho melhor sairmos logo do pecado da Inveja, se não você vai ficar com mais cinco pecados tingidos no seu cabelo, Tabula" eu a aconselhei.
"Tudo bem, vamos March! Eu não quero ficar mais aqui olhando para esse espelho" Tabula retrucou.
O espelho na mão de Tabula desapareceu completamente.
"Isso é o que se ganha por pecar com a Inveja" Verbena se vangloriou "Mas é claro, isso só acontece porque você é uma Transmutadora".
"Vamos, Tabula! Vamos sair daqui!" eu exclamei.
Então nós nos retiramos imediatamente dali.
Assim que saímos do museu, nós fomos nos sentar em uma escadaria que havia no lado de fora.
Tabula passou a mão no cabelo e ficou olhando para as mechas coloridas que ela ganhara.
"Cara, fala sério! Eu não achei que isso fosse acontecer com o meu cabelo." Tabula se queixou.
"Mas, vem cá? Eu também sou um Transmutador. Será que isso vai acontecer comigo?" eu quis saber.
"Eu não sei, March. Mas, eu não quero que isso aconteça com você" Tabula retrucou.
"Por que não? Eu achei legal o seu novo visual. Você fica tão sexy assim" eu falei para ela.
"Sério? Você acha? Eu pareço bonita desse jeito?" Tabula quis saber.
"Sim. Eu gosto de garotas com cabelos coloridos. Isso me excita" eu comentei.
Foi então que a minha roupa ficou toda azul indicando a Luxúria. Mas, meu cabelo não ficou como o da Tabula.
Acho que Tabula deve ter ficado com o cabelo daquele jeito por ser uma Transmutadora que apaga os pecados, um estranho tipo de efeito colateral, e também porque ela foi exposta a aquele espelho da Inveja.
Será que se ela continuar pecando, mais mechas surgirão?
"Então, acho que agora nós precisamos pecar um pouco na Gula. Gula faz bem" eu disse.
"Sim, eu to com fome, acho que eu to com vontade de comer comida japonesa" Tabula me disse.
"Deixa eu te perguntar uma coisa, porque você fecha os olhos quando vai usar seus poderes?" eu inquiri.
"Isso ajuda a concentrar a minha energia para canalizar em um pecado que eu quero cometer" Tabula explanou.
"Entendi. Será que eu consigo fazer o mesmo?" eu fiquei curioso para testar aquilo.
"Você não é um Transmutador do tipo que apaga os seus pecados, o seu pai já falou algo sobre isso, lembra?" Tabula me lembrou.
"Sim, eu sei. Eu só queria saber qual ou quais são meus poderes..." eu balbuciei.
"Bem, acho que leva um tempo para você descobrir isso. Eu sou diferente, eu nasci com esses poderes, assim como o seu pai." Tabula retrucou.
"Hmm...eu quero tentar!" eu exclamei.
"E se você não conseguir?" Tabula falou retoricamente.
"Então eu continuarei pecando..." eu falei decidido.
"Tudo bem. Dê o seu melhor, garoto"
[...]
Eu fechei meus olhos, e senti o vento circular ao redor de mim. Então, eu ouvi um "Vuuuush!" e depois disso fui puxado para um vácuo. Era como ser puxado por um buraco negro.
March desaparece deixando Tabula sozinha no museu.
"March! Onde você foi?" Tabula inquiriu.
"March!" Tabula exclamou.
Tabula realmente ficou preocupada com o desaparecimento de March.
Enquanto isso, March surge de repente em um supermercado japonês na quinta avenida chamado Uwajimaya.
"Caramba! Como eu fiz isso?" eu exclamei.
"Eu posso saltar para qualquer lugar, como naquele filme, Jumper?" eu questionei."Incrível!"
"Eu tenho que mostrar isso para a Tabula" eu pensei.
Eu fechei meus olhos e deixei o vácuo me puxar.
[...]
De volta ao museu eu encontrei a Tabula. Ela estava me procurando.
"Ei, Tabula!" eu exclamei.
Tabula virou para mim.
"Onde você estava?" ela quis saber.
"Ahn...você vai achar que eu estou louco, mas...eu fui parar num supermercado japonês na quinta avenida.." eu comentei.
"Como é que é?" Tabula ficou pasma.
"Parece que eu posso saltar para qualquer lugar que eu quiser. É como naquele filme, Jumper!" eu falei para ela.
"Então você ganhou esse poder? Legal! Podemos usar isso quando formos assaltar o banco da Avareza." Tabula sugeriu.
"Cara, esse poder é incrível. É só eu pensar e o vácuo me leva"
"Poxa! Eu queria ter esse poder também!" Tabula retrucou.
A roupa de Tabula mudou para verde de Inveja e ela ganhou outra mecha colorida, uma verde agora.
"Ahn...Tabula, parece que você pecou de novo e uma mecha verde apareceu agora" eu comentei.
"O quê? Outra mecha?" Tabula surtou de vez.
"Sim. Verde de Inveja" eu explanei.
"Droga! Vermelho, Violeta e agora Verde?" Tabula falou retoricamente.
"Será que eu consigo apagar essas mechas do meu cabelo também?" ela continuou.
"Não sei, Tabula. Parece que essas mechas são permanentes. Mas, de repente, como o seu nome diz: "Folha em branco", talvez o seu cabelo volte ao normal depois de algum tempo." eu falei para ela.
"Mas, eu não quero que o meu cabelo fique desse jeito" Tabula contestou.
"É melhor assim do que com o cabelo branco, eu acho..." eu rebati.
"March..." Tabula começou a refletir sobre o que eu disse.
"Olha, nós ainda temos tempo. Vamos aproveitar para comer algo e mais tarde executaremos o nosso plano, está bem?"
"Sim, March"
"Certo, vem aqui." eu chamei a Tabula.
Tabula se aproximou de mim e eu puxei a mão dela.
"Segura na minha mão e fecha os olhos" eu pedi a ela.
"Tudo bem."
Tabula atendeu o meu pedido e eu fiz o mesmo. Fechei os meus olhos e mantive a minha mão apertada a dela. Nós fomos puxados pelo vácuo e desaparecemos dali.
[...]
De repente, nós chegamos na frente de um restaurante de Lamen (Macarrão Japonês) chamado Samurai Lamen.
Nós então saltamos para dentro do restaurante e surgimos sentados em uma mesa do lugar.
Uma garçonete chinesa veio nos atender.
"Com licença. Vocês são Transmutadores?" ela inquiriu.
"Somos sim." eu repliquei.
A garçonete devia ser da Gula, e foi super simpática com a gente.
"Você é da Gula?" Tabula inquiriu.
"Sou sim" a garçonete respondeu.
"Que bom. Eu estou com muito fome!" Tabula exclamou.
E então...adivinhem o que aconteceu! Isso mesmo, Tabula ganhou outra mecha colorida, dessa vez, laranja, no lado direito do cabelo dela.
Eu olhei para Tabula e me segurei para não falar com ela. Eu não queria que ela ficasse assustada.
"O que foi, March?" Tabula inquiriu.
"Eu vou trazer o cardápio para vocês" a garçonete nos cortou.
"Obrigado" eu agradeci.
"Obrigada" Tabula agradeceu.
"De nada" a garçonete replicou.
A garçonete saiu e eu fiquei à sós com Tabula por um momento.
"O que foi, March? Me diz!" Tabula insistiu.
"O seu cabelo..." eu interrompi.
"O meu cabelo o quê? Espera! Não me diga que..." Tabula começou a processar.
"Que cor está agora?" ela quis saber.
"Laranja de Gula" eu respondi.
"Vermelho, Violeta, Verde e Laranja?" Tabula exclamou.
Tabula cruzou os braços e os pôs em cima da mesa e abaixou a cabeça. Ela ficou assim por um tempo, depois levantou a cabeça.
"Maldita Inveja!" Tabula bradou.
Agora não tinha mais como ganhar mechas. Já foram quatro pecados tingidos no cabelo dela. Faltavam três ainda, mas acho que ainda ia demorar para consegui-los. Ou não...
Então a garçonete trouxe o cardápio para nós e nos perguntou o que iríamos beber. E eu pedi água. Tabula também.
"Então, duas águas?" ela foi confirmar.
"Sim, isso" eu respondi.
"Eu já volto".
Nós começamos a olhar o cardápio.
[...]
Depois de um tempo, a garçonete trouxe as nossas águas, e nós fizemos o pedido. Tabula pediu uma tigela de arroz frito e eu um macarrão qualquer do cardápio.
A garçonete recolheu o cardápio e se retirou com o pedido.
Eu e Tabula bebemos um pouco da nossa água gelada e ficamos conversando.
"O que você quer fazer depois de roubar o banco da Avareza?" eu inquiri.
"Gastar um pouco." Tabula replicou e sorriu para mim.
"Gastar em quê?" eu quis saber.
"Sei lá, em alguma coisa..." Tabula retrucou.
Nós ficamos olhando um para o outro perdidos no horizonte de nossos olhos.
[...]
Então a comida chegou e nós fomos servidos. A garçonete se despediu com um "bom apetite" e nós começamos a comer.
"A comida está ótima!" Tabula comentou.
"Sim, está mesmo" eu comentei.
Então eu fiquei a pensar. Tabula parou de comer e olhou para mim.
"No que você está pensando, Marchie?" Tabula quis saber.
"Marchie? Quem é "Marchie"?" eu indaguei.
"É você. A irmã da vadia do Green Peace te chama de "Mars"..." Tabula explanou.
"A Emily? "Mars" é uma junção do meu nome. "March Six". Emily me deu esse apelido porque me achava fofo e que cominava comigo. Eu nunca me importei com isso." eu falei para ela.
"Eu não gosto de "Mars". Soa como Lars, e você não tem cara de "Lars". Prefiro Marchie" Tabula balbuciou.
"Tudo bem. Você pode me chamar como você preferir..." eu retruquei.
"Certo. Vou te chamar de Marchie. Esse sim soa fofo" Tabula disse abrindo um sorriso.
"Ei, Marchie!" Tabula me chamou.
"O quê?" eu fiquei confuso.
"Nada. Só queria ver se "Marchie" colava" Tabula então começou a gargalhar daquilo.
"Que engraçado! Só que não" eu contestei.
"Você está bravinho, Marchie? Que fofo!" Tabula brincou comigo.
"Não, Tabula..." eu suspirei.
"Tá bom. No que você estava pensando?" Tabula disse já colocando os pés sobre a mesa e cruzando as pernas para ouvir o que eu ia dizer.
"Bem, o meu pai disse que é necessário muito controle sobre si para apagar os pecados, então...eu estava pensando se...essas tuas mechas coloridas tenham surgido porque você normalmente consegue apagar os seus pecados, mas como você tem pecado muito ultimamente, você parece estar perdendo o controle de si." eu argumentei.
"Você acha que é isso, Marchie? Se for isso, eu fico mais aliviada." Tabula devolveu.
"Talvez Tabula, você precise consultar um Transmutador. E eu gostaria muito de poder te ajudar. Mas, eu não sei apagar os pecados, eu não sou como o meu pai, ou você..." eu comentei com ela.
"Mas, eu gosto de você do jeito que você é, Marchie." Tabula declarou.
"E eu gosto de você, Tabula" eu declarei.
Então, nós nos levantamos um pouco da mesa, nos aproximamos um do outro e trocamos beijos.
Fiquei surpreso ao ver que enquanto nós nos beijávamos intensamente, o que fez com que as nossas roupas mudassem para azul, as mechas coloridas no cabelo de Tabula foram desaparecendo como chamas ao se extingirem. O cabelo dela havia voltado ao normal temporariamente.
Nós nos separamos e voltamos para nossos lugares na mesa.
"O seu cabelo, Tabula. Parece que ele voltou ao normal" eu retruquei.
"Sério?" Tabula se espantou.
Tabula puxou uma mecha do cabelo e viu que ela estava em sua cor natural.
"Que alívio!" Tabula suspirou.
"Eu ainda gostava mais de quando você estava com as mechas coloridas..." eu falei para ela.
"Marchie..." Tabula disse fazendo biquinho.
Depois de alguns segundos, as mechas de Tabula voltaram e então uma nova mexa surgiu. Ela era azul Luxúria.
"Olha, suas mechas voltaram!" eu exclamei.
"Alguma mecha nova?" Tabula quis saber.
"Azul Luxúria" eu respondi.
"Vermelho, Violeta, Verde, Laranja e agora Azul.." Tabula suspirou."Agora só faltam 2 pecados."
Tabula começou a passar a mão no cabelo algumas vezes.
"Eu acho que nós devíamos procurar um Transmutador antes de assaltarmos o banco da Avareza..." eu aconselhei.
"Sim, e com o seu novo poder será moleza, cara." Tabula comentou.
Então, nós saímos da mesa sem terminarmos a refeição, e ficamos um de frente para o outro.
"Vamos tentar algo novo! Me abraça e segura na minha cintura, depois fecha os olhos"
"Tudo bem, Marchie" Tabula consentiu.
Nós nos abraçamos e fechamos nossos olhos. O vácuo fez o resto.
"Quando o poder conduz os homens para a arrogância, a poesia lembra-o de suas limitações. Quando o poder estreita as áreas de interesse do homem, a poesia lembra-o da riqueza e da diversidade de sua existência. Quando o poder corrompe, a poesia limpa."
John F. Kennedy
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