Transformers: The Lost Five Parts
4 Chapter 4
Eu estava sentada sem conseguir dormir. Decidimos parar em algum lugar camuflado da estrada, e dormir nos carros mesmo. Eu dormia em Bee, Ashton em Optimus e Calum em Ratchet.
– Olha onde eu acabei, tendo que ajudar robôs alienígenas à salvar a Terra de robôs alienígenas. — falei — Sem ofensas Bee! Acho que vou tentar dormir, amanhã o dia será beeem longo. — suspirei e me deitei novamente.* – Eu preciso fazer xixi. — disse Calum.– Ah meu Deus. Vai ali atrás da moita. — falei.– Eu não vou fazer xixi atrás de uma moita... ah eu vou e daí? Não tem outro lugar mesmo. — disse ele indo para atrás de alguma moita.– Bom, estamos apenas a três horas de Las Vegas e não podemos perder muito tempo, se não esse tal de Megatron pode nos achar! — disse Ashton.– Verdade! VAMOS CALUM! — gritei.– Ai pera aí. — disse ele fechando o zíper e saindo de trás das moitas — Agora vamos! — ele falou e assim entramos no carro e saímos pela estrada.*– Ok, estamos exatamente a vinte minutos de de Las Vegas. — falei olhando no relógio e logo depois escorando a minha cabeça no banco. Ashton estava dirigindo Bumblebee, pois eu estava cansada demais e Calum disse que não iria dirigir de jeito nenhum, apesar de Bumblebee conseguir 'se dirigir' sozinho.– Eu juro que eu nunca me imaginei dentro de um carro que vira um robô alienígena, em busca de uma coisa que pode salvar a Terra junto à Madison Woodley e Ashton Irwin! — disse Calum.– Nem eu me imaginaria aqui! — falou Ashton rindo fraco.– Muito menos eu! — falei — A minha mãe vai tipo me matar se souber no que eu estou me metendo. – Se você estiver viva até lá. — disse Calum rindo.– Verdade. — falei rindo também. *– Wow, Las Vegas é tipo... — Ashton abriu um sorriso enorme deixando perfeitamente à mostra suas covinhas.– Já entendi que você gostou daqui, mas agora precisamos achar um local para esconder os Autobots enquanto procuramos a peça. — falei e ele assentiu ainda sorrindo. Rodamos a cidade toda procurando um local, até que achamos um local deserto onde havia uma uma ponte construída pela metade, e alguns destroços. Descemos dos carros que se transformaram em robôs e tentamos desvendar os símbolos para saber exatamente o local da peça.– Cassino Lótus. — disse Ashton olhando o mapa projetado por Optimus, e todos olhamos para ele, pois aquele mapa não tinha o nome do local, apenas as ruas — O que? Eu sei de muitas coisas sobre Las Vegas, meu sonho é vir para cá! — disse ele.– Ok, vocês ficam aqui. — falei para os Autobots — E nós e Bumblebee vamos ao cassino achar a peça.– Não tô querendo falar mal não, essas roupas ficam estranhas para um cassino. — disse Calum olhando para nossas roupas.– Vamos comprar novas. — falei.*– Ok, agora estamos prontos! — disse Calum. Ele estava com um bleazer preto e camisa branca, jeans skinny e óculos escuros. Ashton estava com uma blusa de uma banda de rock, jaqueta de couro preta, também com jeans skinny, bandana preta e óculos escuros. E eu estava de calça jeans, bota, blusa branca e jaqueta de couro preta também.– E o meu cartão de crédito agradece. — disse Ashton analisando suas roupas.– A gente vai te pagar. — falei revirando os olhos.– Levem isso! — disse Ironhide entregando um tipo de arma para cada um de nós três — É uma arma de emergência com tecnologia Autobot, caso precisem.– Obrigada! — falei.– Ok, agora entrem nesse carro e vamos de uma vez. — disse Calum entrando em Bumblebee no banco traseiro.– Tudo bem. — falei entrando no carro no banco ao lado do motorista.– Vegas! — disse Ashton sonhando alto sentando no banco do motorista — Eu estou dirigindo um Camaro Concept 2014, em Vegas. — ele sorriu que nem um bobo e eu ri da cara dele.– Pisa fundo! — falei e Bumblebee ligou sozinho, e Ashton pisou no acelerador.*– Caralho, esse lugar é gigante! — disse Ashton analisando o cassino. – Vamos, estaciona o carro ali. — disse apontando para vaga onde um carro havia acabado de sair, e então Ashton estacionou o carro.– Já voltamos Bee, antes disso não se transforme! — falei para o carro e desci do mesmo.– Vamos! — disse Calum e nós saímos para a entrada selecionada do cassino. Tinha uma fila enorme, pois não precisava pagar. Eles selecionavam as pessoas que pareciam legais e as deixavam entrar. Nós conseguimos furar a fila e ficar bem na frente, pois algumas pessoas foram tão trouxas e não perceberam. Chegou na nossa vez e o segurança fazia um monte de perguntas e nos deixou passar. Ele não perguntou idade pois aquele era um cassino para jovens de no mínimo dezesseis anos.– Agora vamos procurar! — falei. — Onde estaria uma peça lendária dentro de um cassino? — perguntei à eles.– Não sei, mas precisamos nos misturar. — disse Calum — Vocês estão com seus celulares? – Aqui. — eu e Ashton dissemos ao mesmo tempo mostrando os nossos celulares.– Então o seguinte, vamos nos misturar e ficar de olho no celular qualquer coisa é só ligar um para o outro. — disse Calum e nós assentimos.
– Pera, eu não tenho o número de vocês. — disse Ashton e eu revirei os olhos. Depois trocamos os números e saímos no meio da multidão da pista de dança. Eu saí meio dançando no meio das pessoas até que eu bato em alguém.– Me descul... — não terminei de falar e a pessoa me puxou pela cintura e ficou dançando comigo. Garoto, só podia — Ei, me solta. — falei indignada.– Calma gata, vamos curtir! — disse o garoto e me virou e continuou dançando.– Não, eu não posso curtir. — falei me soltando dele e indo em direção à saída da pista de dança. Enxerguei um corredor com uma placa escrita "Restrito". Caminhei até o corredor, e olhei para os lados para ver se vinha alguém.– O que você pretende fazer aqui em? — o garoto da pista e dança havia me seguido. Ele tinha um sorriso e olhar malicioso. Ele era loiro, alto, magro e tinha um piercing no lábio.– Ai garoto, sai daqui. — falei.– O que você procura?– Te interessa? — perguntei extremamente grossa.– Eu posso te ajudar.– A menos que você conheça esse local com a palma de sua mão, você não pode me ajudar. — falei.– Sorte a sua, pois meu tio é o dono daqui, então sim, eu conheço esse local como a palma a minha mão! — ele disse se gabando enquanto meu queixo caía.– Isso é sério?– Mas é claro. — ele disse.– Você por acaso sabe de uma peça estranha, tipo um pedaço de um quebra-cabeça? Uma peça de metal, mais ou menos assim. — gesticulei mais ou menos o tamanho da peça.– Para quê você quer? Meu tio achou essa peça enquanto reformava o local e a colocou junto com a sucata. — disse ele desconfiado.– Longa história. Mas eu preciso tipo muito dessa peça, me ajuda, por favor? — implorei. Ele arqueou uma sobrancelha, cruzou os braços e ficou me olhando.– Eu quero uma coisa em troca. — ele disse.– Tudo bem, o que você quiser. — falei e ele sorriu malicioso — Mas não abusa! — falei e seu sorriso malicioso se desfez.– Ok, já pensei em outra coisa. Vem! — ele disse me puxando para aquele corredor.
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