Transformers: The Lost Five Parts
13 Chapter 13
— Á DIREITA DO ALVO! — escutei Capitão Lennox gritando enquanto eu corria com o Teferax em mãos.
Cheguei perto de um Decepticon que lutava com Bumblebee.— AÍ, SEU IDIOTA! — gritei para ele que virou-se para mim, entao logo eu mirei o Teferax em seu peito e a energia azul saiu do mesmo matando o Decepticon. Logo ele caiu no chão em pedaços e Bumblebee acenou com a cabeça.— Aí garota, tira esse Decepticon da minha cola, falô? — Skids gritou para mim enquanto lutava com um. Então eu cheguei perto e mirei o Teferax em seu peito fazendo o mesmo que fiz com o outro Decepticon.— Starscream, não faça isso, por favor. — Jazz gritava para um Decepticon que iria matá-lo.— EI! — gritei e Starscream olhou na minha direção e quando eu mirei o Teferax em seu peito, ele me jogou longe com a sua mão. O que deu chance para Jazz lhe acertar um soco e depois ele cambaleou para trás. Jazz ia matá-lo, mas ele tomou a forma de um Caça F-22 Raptor e saiu voando.— ELE FUGIU! — gritou Jazz.— Não temos tempo, cuidamos dele depois. — avisou Optimus. Me levantei correndo e fiquei com o Teferax em mãos.— Precisamos mirar nos olhos deles. — ouvi um homem dizer atrás da lata de lixo.— Então precisamos de uma linha de tiro clara. — ouvi Capitão Lennox falando — Nós vamos para aquele prédio conseguir a linha de tiro e vocês vão conter aqui em baixo.— Não iremos conseguir conter por muito tempo com metade dos homens Capitão. — um respondeu.— Eu posso ajudar alguém. — falei entrando atrás da lixeira.— Excelente! — Lennox exclamou — Você ajuda eles aqui em baixo, ok? — eu assenti — VAMOS PESSOAL, OS MINUTOS ESTÃO CONTADOS! — ele falou saindo enquanto metade da equipe ia com ele.— VAMOS! — gritei colocando o Teferax à frente e em seguida correndo. Olhei para um Decepticon e mirei em seu peito, logo o vi no chão em pedaços. Cheguei perto de outro que lutava com Optimus e atirei em seu peito mas ele desviou. Jazz arrancou o braço dele e matou o mesmo com o próprio braço enfiado no peito dele.— ISSO AÍ JAZZ! — gritei para ele e fiz sinal de positivo com o polegar. Jazz fez uma dancinha e depois correu em direção à outro Decepticon e se jogou em cima dele. Agora parecia que a batalha agora estava toda em câmera lenta. Depois de matar mais uns três Decepticons, eu fiquei parada encarando tudo que acontecia. Nada parecia real. Parecia que eu estava em um sonho, ou em um pesadelo, como preferir. Aquilo era tão surreal, mas real ao mesmo tempo. Olhei para o lado e vi homens da equipe do Capitão Lennox gritando, atirando e uns até morrendo. Olhei para o outro lado e vi meus amigos fazendo as mesmas coisas. Olhei para cima e vi a outra metade da equipe do Capitão Lennox atirando com a mira nos olhos dos Decepticons. Olhei para frente e vi Autobots ainda lutando com Decepticons. Porque eles estavam fazendo isso? Porque estava protegendo a Terra sendo que nós não fizemos nada que fizesse eles nos salvarem? Tudo dependia de minutos para que o secretário de defesa não mandasse um míssil para destruir Chicago inteira. E eu estava aqui parada refletindo sobre a realidade. Um Decepticon me viu e saiu correndo em minha direção. Eu fiquei parada sem reação, seria a minha morte? Bumblebee veio pela minha lateral e se jogou com tudo no Decepticon o fazendo ir para o outro lado. Então os dois começaram a lutar, e Bee estava apanhando. Saí do meu estado de choque e peguei novamente o Teferax.— BEE, AGUENTA FIRME! — procurei um linha de tiro clara e me posicionei. Assim que o Decepticon olhou para mim, o Teferax liberou a sua energia o atirando longe. E então Bumblebee se levantou e tirou a fonte de energia do Decepticon.— Senhorita Woodley, precisa pedir mais tempo ao secretário. — Capitão Lennox surgiu ao meu lado.— Temos quanto tempo? — perguntei e ele olhou no relógio.— Um minuto. — ele respondeu e eu arregalei meus olhos.— ME PASSEM O TELEFONE, AGORA! — gritei e um dos homens me alcançou um telefone. — Por favor, o secretário de defesa. — falei tentando parecer calma.— O que gostaria? — uma mulher com voz enjoada respondeu.— Falar com ele talvez. — ironizei.— Sinto muito, o secretário não pode...— Minha senhora, é caso de vida ou morte. — falei — Eu estou aqui em Chicago lutando pela sobrevivência da espécie humana enquanto você está com a sua bunda grudada na cadeira me dizendo que eu não posso falar com o secretário de defesa do nosso país. Agora quer por favor passar a droga do telefone! — a mulher ficou quieta e eu escutei um barulho.— Alô? — era o secretário de defesa.— Precisamos de mais tempo. — falei.— Não há como senhorita Woodley, você disse que dez...— Tá, tá, tá! — o interrompi — Eu sei o que eu disse. Mas nós precisamos de mais tempo, estamos quase vencendo. — ouvi o secretário suspirar e falar alguma coisa para outra pessoa.— Ok, lhe darei mais tempo. — ele falou e eu vibrei — Você tem três minutos.
— Três minutos? Não, não! — falei — Sete, sete minutos!— Cinco, e não se fala mais nisso! — ele desligou o telefone.— Quanto tempo ainda temos? — Capitão Lennox perguntou atirando.— Cinco, cinco minutos. — falei entregando o telefone.
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