Transformação - Mansão SKZ

22 CAP. 20 O sempre nunca será o bastante. Parte II


Notas iniciais
AVISOS: Este capítulo contém HOT e o mesmo será sinalizado em seu início e em seu término por ❤️‍...❤️‍ Então se não se sentem confortáveis pulem ele está bem? Lê-lo será por sua conta e risco. Lembrando que aqui é uma FIC e em nada se compara a realidade do idol em questão. Desejo a todos uma boa leitura.

~Na biblioteca~

— Agora que estamos todos aqui, e o Lino levou a Naty para longe precisamos falar seriamente.

O vampiro mais velho realmente tinha o dom de manter seu semblante inabalável, mas todos ali temiam pela gravidade do assunto que irão abordar.

— Como veem finalmente eu desbloqueei a memória de vocês em relação ao meu verdadeiro nome, e com isso vocês também puderam se lembrar de partes do treinamento individual que fizemos certo? — A fala do Zephyr fez com que todos os sete vampiros o encarassem extremamente concentrados. — Eu só fiz o que fiz porque a Valentinne descobriu que eu os ajudava e ela sendo como é tentava arrancar de vocês o que estávamos fazendo sempre que os capturava, então o que eu fiz foi esconder dela tudo que pude, o que inevitavelmente acabou tendo que ser escondido de vocês também eu sinto muito, mas tudo foi apenas para protegê-los.

Como alunos em aula de um excelente professor eles o encaravam atentos e não o interrompiam por nada.

— Eu também fui pego por ela, e isso vocês não sabem ainda, mas agora eu vou lhes contar...

~Narração do Zephyr~

...Logo após que o Channie resgatou o anjinho eu fui raptado pelo clã da Valentinne e fiquei aprisionado em sua masmorra por mais tempo do que pude contar.

De início ela me queria para fazer um feitiço e assim que vi aquela página que havia nitidamente sido arrancada nas mãos daquela vampira eu soube que havia sido tirada do grimório que o Channie pegou do vaticano e me recusei a ajudá-la e foi aí que começou minha tortura, mas eu não poderia ceder, eu não sabia exatamente o que ela queria com aquilo, não conhecia seus reais motivos e interesses mas de qualquer forma o laço contido naquele feitiço seria o fim da paz de alguma alma inocente e ao ligar os pontos de quem o havia conseguido para ela lamentei pela vida da Alice pois de certo ela seria o alvo e como todos sabemos eu não estava enganado.

Eu sabia que não conseguiria sair dali com vida se não fizesse aquele feitiço para ela e que se eu continuasse a me recusar ela arrumaria outro como eu para executar a odiosa tarefa, mas eu vi ali uma oportunidade de abrir nem que fosse pelo menos uma fenda no plano perfeito dela e bom, silenciosamente foi o que eu fiz e por isso consegui criar um “proteção” a qual a Naty hoje carrega em seu pescoço.

O laço que o feitiço proporcionaria tinha que ser amarrado a um objeto de sentimento de seu portador e regado pelo sangue de sua vítima para ser acionado efetivamente e ela me deu um colar que usava em seu pescoço para que eu concentrasse o feitiço ali e assim eu o fiz “Sanguis Deducere Animam Connect” que quer dizer: “Sangue derrubar para a alma ligar”

E como sua fraqueza tem como sua quebra de contrato: “E essa ligação só se desfará...”

— “Quando o verdadeiro laço se quebrar?” — Todos agora encaram o Han que o interrompe de forma inconsciente devido sua lembrança que veio à tona; o olhando como se tivessem perdendo alguma coisa. — É isso mesmo Zephyr?

— Sim meu querido, como sabe disso?

— Eu derrubei um colar daquela maluca em um embate e ela ficou louca repetindo essas palavras enquanto o procurava pelo chão.

— Então era isso que estava faltando no grimório. — O Bang Chan coloca o grimório sobre a mesa que eles estão; aberto na página faltante citada sonde só havia o nome do feitio e a primeira parte do desencanto.

— Então o verdadeiro laço é esse colar, onde o feitiço foi lançado? — O Seungmin está focado como quem precisa resolver o enigma de sua vida, mas não está completamente convencido.

— Isso parece simples demais...

— E o Binnie como sempre desconfiado...

— Não enche Lix, vai dizer que você não está com o mesmo pensamento?

— É, é estou grandão e tudo graças a você! Eu ando muito em sua companhia né meu amor, então não tem como eu não aprender com o melhor.

Todos sorriem um pouco.

— Eu acho que tem mais coisa aí — O I.N fala simplista chamando a atenção dos demais.

— Sim Innie você tem razão, tem mais alguma coisa aí que precisaremos descobrir e foi para isso que eu vim.

— Mas como vamos descobrir algo sobre isso, temos apenas peças soltas deste quebra-cabeças. — O Hyunjin fala se aproximando do Channie e recebe um meio abraço do mesmo.

— É aí que você entra anjinho.

Todos ali se voltam para os dois, mas quem continua a falar é o Zephyr.

— Jinnie anjinho, vamos precisar do poder total do seu dom, vamos precisar treinar um pouco e deixar você bem forte para aguentar a visita além do passado que você fará.

— Visita além do passado? Como assim?

— Você entrará nas lembranças da Naty, buscando ali por algo antes da Alice.

Todos estão boquiabertos e sem saber como reagir.

— Antes da Alice? — O Changbin leva uma das mãos até a nuca. — Ela teve mais uma vida então?

— Eu não posso afirmar com certeza, mas acho que todos vocês tiveram, e acredito que esse último episódio que a Naty teve foi exatamente sobre esta tal vida pois a forma que isso a deixou significa que ela foi muito mais além do que havia ido antes exigindo muito de seu corpo e sua mente. — Ele os encara com o semblante completamente neutro não deixando eles entenderem a fundo seus reais pensamentos. — E se realmente tiver sido é ali que encontraremos as respostas que procuramos.

— E para isso eu terei que ir muito além do que já fui até agora em uma mente... — A cara do Hyunjin era de preocupação. — A Naty não vai aguentar, e-e-eu não posso fazer isso.

— Você não fará isso sozinho anjinho — O Bang Chan tenta acalmá-lo segurando sua mão enquanto fala — Usaremos no processo os dons do Lix, do Minnie, do Binnie e do Innie para garantir ao máximo que a Naty sofra o mínimo possível e provavelmente não faremos tudo de uma vez, mas sim em seções para dar tempo tanto a ela quanto a você para se recuperarem.

— Mas e se eu não conseguir? Eu nunca fui tão longe assim na mente de alguém e se isso der errado vocês sabem bem o que pode acontecer...

Eles estavam tensos como a muito não ficavam, pois sabiam que um erro no processo e a Naty poderia ficar presa em sua mente para sempre e eles entendiam isso muito bem pois foi algo que já aconteceu uma vez quando o Jinnie estava aprendendo e desenvolvendo seus dons.

— E é por isso que vocês treinarão em mim antes. — O Zephyr parecia ter pleno controle da situação o que não acalmou os demais, mas os deixou um pouco mais confiantes. — Vocês precisam aproveitar estes dias que a Naty está com o Lino para se fortalecer, eu sei que caçaram não faz muito tempo, mas sugiro que todos vocês saiam em caçada juntos, voltem quando estiverem bem fortalecidos e enquanto isso vou preparar uns elixires lá no búnquer de vocês.

—Cara isso não está com cara que terá um final feliz. — O Han fala abaixando a cabeça e logo é abraçado pelo Changbin. — Estou com medo Binnie.

— Nós precisamos nos preparar, temos esta vantagem agora sabemos o que está por vir, não vamos ser pegos de surpresa novamente.

— O Lix tem razão! Vocês vão se preparar, eu vou me preparar, e juntos vamos cuidar daquela bela moça que vocês tanto amam. Faremos de tudo para não perdê-la novamente certo?

— Certo...!!!! — Todos respondem juntos, porém sem muito ânimo.

— Rapazes, ela é forte! E ela vai lutar; então por favor se animem sim?

— Certo Zephyr vou te acompanhar até o búnquer; vou lá destrancá-lo então espere um instante até eu voltar, — O BangChan se volta aos demais encarando a cada um deles. — Encontro vocês na entrada em instantes, vão se arrumar e me esperem lá desta vez vamos caçar a moda antiga.

Eles se olham entendendo bem o que aquilo queria dizer e começam a sair junto ao vampiro mais velho para se prepararem ficando por último apenas o I.N na biblioteca.

— Innie querido, você está oscilando em suas visões não está?

— Como sabe?

— Nós temos um plano, a Valentinne tem o dela e a diferença é que ela sabe de mais coisas do que nós sabemos, mas isso irá mudar em breve confie em mim.

— Estou com medo de perder a Naty novamente.

— Você a viu morrer?

— Sim, vi ela morrer... Mas não só ela— O semblante do mais novo estava indecifrável porém transmitia um sentimento ao Zephyr: ele estava perdido, O I.N estava bem ali sem saber ao certo o que aconteceria.

— Hum.. quem mais?

— O Hyunjin, o Seungmin, o LeeKnow e... — Ele hesita por um instante... — E eu.

— Certo, filho as visões que teve oscilam entre os mortos também?

— Não, em todas que vi a Naty morrer, nós quatro deixaremos a existência junto a ela.

— Certo. — O Zephyr vai até ele e o abraça. — Farei de tudo para que isso não aconteça acredite em mim, e vou tentar ajudar você a ter visões mais precisas.

— Não tenho dúvidas quanto a isso.

— Você contou isso a algum deles?

— Não e nem irei, você sabe que isso pode ser o bater do martelo em nossa sentença ou até mesmo uma piora da mesma.

— Exatamente, você fez bem! Agora vá, não vamos levantar suspeitas nos demais sobre estarmos falando algo importante aqui.

— Até a volta Zephyr, boa sorte com seu trabalho.

O mais velho faz um aceno em direção ao I.N que se vira para sair dali.

— E Innie, — Ele se vira para o Zephyr ao ouvi-lo chamar seu nome. — Eu estou muito orgulhoso do grande vampiro que se tornou.

O vampiro mais novo apenas sorri fraco e se retira dali.

O Bang Chan retorna à biblioteca.

— O búnquer já está ativo e a sua espera.

— Então vamos de uma vez!

—--

~A noite na cabana~

— Minha gatinha está com frio? — Eles entraram na cabana e ele pode vê-la esfregar uma mão na outra. — Também usando este shortinho que deixa suas lindas pernas de fora não tem como não sentir todo o frio da montanha...

— Lino! — Não consigo conter o sorriso que ele provocou em mim.

— Quer tomar um banho quente? Tem roupas pra você no quarto. — Ele pareceu que falaria algo mais, mas se interrompe. — Tome um banho vou preparar um jantar para você e depois te levo na adega para escolhermos um bom vinho para você.

Neste momento tem um milhão de pensamentos turbilhoando minha mente, mas acabo decidindo que não vou pensar em mais nada, vou apenas me deixar levar afinal estou com Lee Minho e isso precisa seguir o fluxo do que tem que ser, do que tanto esperamos para acontecer.

— Na verdade Minho, você está me devendo um banho. — Ele muda completamente sua postura, me encarando com os olhos semicerrados e no rosto um sorriso perturbador de tão sexy. — E acho que não quero esperar mais para que me pague isso.

Ele morde seus lábios de forma automática mas se mantém imóvel com seus braços cruzados apenas analisando o que acabou de ouvir, então vou lentamente até ele e a cada passo que dou sinto que sou atingida por ondas de calor e eletricidade que vão passando pelo meu corpo dos pés à cabeça de forma intensa.

Paro de frente a ele, estamos muito próximos, mas eu deixei meu corpo com alguns milímetros de distância propositalmente, e se ele não quiser nada daquilo? Posso estar forçando a barra, e este pensamento me envergonhou momentaneamente.

Ele encosta a testa dele na minha reduzindo a zero o espaço entre nós mas ainda sem um toque efetivo de nossos corpos e olhando em meus olhos ele apenas sussurra.

— Tenho medo de quando começarmos eu nunca mais queira parar. — Seu hálito frio vem de encontro a mim o que desencadeia mais uma onda de calores e leves choques em minha pele. — Naty, ter você em meus braços é tudo que eu mais quero desde a primeira vez que coloquei meus olhos em você se eu te tocar intimamente agora não irei mais me conter.

Acontece que nós dois criamos uma atmosfera de desejo e paixão intensa e insustentável, eu o quero como nunca, mas assim como ele acabou de dizer também acho que quando isso começar jamais conseguiremos parar, definharemos ali sem nunca nos cansar...

— Por favor LeeKnow... — Aquela era a senha, quero que ele saiba que tem total acesso a mim e a meu corpo, basta apenas ele querer...

❤️‍~Hot~❤️‍

https://www.youtube.com/watch?v=jRL9J-S78yE

O tempo todo que trocamos esta cominação íntima nossos corpos apesar de muito próximos não se encostaram muito além de nossas testas, mas assim que fecho meus lábios após chama-lo pelo nome suas mãos vêm de encontro ao meu corpo e ele me segura com toda sua força.

— Que se dane o seu jantar...

Ele me pega pela cintura e ergue meu corpo que automaticamente prende o dele entre minhas pernas e ele me encosta na parede daquela sala, eu envolvo seu pescoço com meus braços, o corpo dele aperta o meu contra aquela parede e finalmente sua boca vem de encontro a minha de uma forma nada tranquila, havia ali toda a vontade e desejo que havíamos segurado muito além destas últimas horas que passamos juntos bom, para mim é algo que venho desejando intimamente desde que o conheci melhor, desde a vez que dançamos juntos, mas para ele? Estava claro que todo aquele turbilhão vem de muito antes.

Nossas línguas se provocam, eu dou leves chupões na língua dele e ele me responde com leves gemidos, as mãos dele me seguram pelas minhas nádegas e ele aproveita para apertá-las, massageá-las, e senti-las o máximo que ele consegue e em resposta a tudo isso meu íntimo responde com fortes pulsares o que me faz arfar e institivamente eu mordo os lábios dele com força.

— Sss Aaah que delícia. — Ele fala com sua voz baixa e rouca e eu perco meus sentidos ali sem ao menos ele usar seus dons em mim. — Eu quero morder seu corpo inteiro minha gatinha.

Suas mãos saem de onde estavam e vem subindo pelas minhas costas por dentro da minha blusa e em um ágil movimento ele tira meu sutiã que ao folgar na minha pele aumenta ainda mais o prazer que estou sentindo e em resposta a isso eu arranho suas costas e solto mais gemidos com minha boca ainda na dele.

— Você gosta de me provocar né gatinha?

Eu quase não o respondo, mas ele vem lambendo meu pescoço e por ter seu ouvido próximo a minha boca eu decido que isso vale o esforço então sussurro para ele.

— Adoro...

E em um movimento firme ele morde meu queixo e em seguida joga sua cabeça para trás revelando aquele lindo pescoço onde agora eu vou me perder e enquanto dou chupões consideráveis por ali ele nos leva até o sofá, sentando ali comigo por cima dele.

— Eu também posso te provocar sabia? — Ele coloca suas mãos em meu rosto puxando-o para mais perto do dele e mordendo meu lábio de forma demorada chupando-o com força em seguida e eu solto gemidos descontrolados pois agora sentada nele eu consigo sentir sua ereção pulsando em minha abertura tanto quanto meu íntimo pulsa em cima de seu membro em resposta.

— E você é muito bom nisso eu tenho que admitir...

Eu estou ofegante, estou ansiosa para continuarmos seja ao que for que isso irá nos levar e ele apesar de não ofegar como a mim por ser um vampiro solta os gemidos mais gostosos me fazendo alucinar.

Dou início a umas reboladas em seu membro rijo ainda por dentro de sua calça e aproveito para jogar minha cabeça para trás o que me deixa exposta na altura de sua boca e ele sem pestanejar se aproveita disso depositando beijos, lambidas e chupões pelo meu pescoço e descendo pelo meu peitoral e chegando com leves mordidas em meus seios cobertos pela minha blusa o que em nada me impede de sentir o frio de seus lábios por ali o que me dá uma sensação maravilhosa de prazer.

Sentir seus lábios na minha pele me alucina de uma forma que não saberei relatar, mas meu corpo sabe muito bem transmitir isso a ele se apertando contra o corpo dele de uma forma que não dá mais para nenhum de nós aguentar.

— Vamos para o banho, eu tenho uma dívida a pagar.

Ele sussurra com sua boca já de volta na minha, se levantando e me levando até a suíte da cabana sem por um momento sequer separar nossas bocas que estão em um beijo repleto de paixão.

Quando chegamos a suíte noto como é grande ali e por um momento ele para nitidamente pensando se me levar para o banho primeiro seria a melhor escolha e eu o puxo pelos cabelos fazendo aquele olhar safado dele vir de encontro ao meu.

— Nem pense em me colocar na cama agora, teremos tempo para ela depois.

— Seu fogo não mudou nada e eu adoro a minha gatinha fogosa.

— Se for para queimar... — Paro e mordo seu maxilar extremamente marcado que me deixa louca apesar de eu nunca ter dito isso a ele — Que seja com você bem dento de mim naquele banheiro ali.

— Arrgh... sua gostosa!

E quando menos espero estamos dentro do banheiro, seus braços envolvendo meu corpo de forma firme que ao contrário do que penso não me colocam no chão, e ao invés disso ele entra no grande box de vidro ali e liga a ducha nos colocando de roupa e tudo em baixo dela e o primeiro contato da água sobre minha pele me causa um intenso arrepio que não é despercebido por ele.

Ele lentamente me põe no chão e eu tiro sua blusa que já está completamente colada em seu corpo por estar molhada, mas não importa eu preciso ver o corpo dele exposto para mim, e o que vejo ali vale a pena cada instante que minha vida levou até chegar naquele momento.

— LeeKnow Você é perfeito. — Desço minha mão de seu peitoral ao seu abdome definido e extremamente gostoso sem parar por ali descendo ainda mais até seu membro onde propositalmente passo meus dedos inicialmente fechados nas pontas e em seguida se abrindo pela cabeça de seu pau que ainda está embaixo de sua calça e descendo pela sua extensão fazendo um gostoso carinho ali que ele claramente aprovou devido a expressão deliciosa que ele carrega em seu rosto agora, mas antes que eu faça mesão de tirar sua calça de vez ele vem como um louco para cima de mim segurando meus pulsos e os levantando acima de minha cabeça.

— Ahn-ahn agora é minha vez...

Ele tira a minha blusa revelando a ele meus seios já desnudos por estar sem o sutiã que ele mesmo tirou a pouco.

Ele coloca as suas mãos uma em cada um dos meus seios e eu deliro pelo contato de sua pele com a minha, é o contraste do “quente-frio” mas gostoso que já senti, ainda mais com toda aquela água caindo em cima de nós dois.

— Me morde! — Eu preciso que ele me morda então peço sem vergonha alguma. — Me morda com vontade Minho!

— Aaaahhnnn Não faz assim gatinha...

— Você quer tanto quanto eu, por favor gato me morda assim como tem desejado desde o início, não se segure eu te imploro.

E o que ele faz em seguida faz meu corpo inteiro pulsar junto a minha intimidade que grita por ele.

Ele sorri para mim com seu olhar bem dentro dos meus me encostando novamente na parede e em um movimento rápido e fluido se livra de uma só vez de meu shorts e minha calcinha me deixando completamente nua para ele e em seguida levantando uma de minhas pernas colocando-a sobre seu ombro e agora que ele está abaixado e entre minhas coxas e antes de prosseguir ele olha intensamente em meus olhos.

— Não vou me segurar...

Ele desfere uma primeira mordida na parte de dentro da minha coxa e eu instintivamente dou um pulinho com a sensação que ele me causou, ele sorri com os lábios ainda em minha pele, vira para o outro lado e deposita mais uma mordida em minha outra coxa, essa um pouco mais forte que a primeira, mas vão por mim isso não doeu, pelo contraio isso me inebriou e em resposta dou outro pulinho contido o que o faz adorar poder me ver assim tão rendida a ele.

— Você quer pular gatinha? — Estou olhando para ele com o rosto tão quente que sei que vou entrar em combustão a qualquer instante. — Então vai pular na minha boca.

E sem aviso algum ele vai com sua boca hábil de encontro ao meu íntimo o que me faz gemer alto.

Ele nem sequer me olha, apenas com sua boca em mim começa a me chupar com vontade dando estocadas com sua língua dentro da minha intimidade seguindo para uma estimulação intensa do meu clítoris mas sem deixar de me penetrar com seus dedos longos e firmes o que me faz assim como ele me sugeriu “pular” em sua boca e eu decido firmar tudo aquilo segurando em seus cabelos e colocando ele exatamente onde eu precisava que ele estivesse escutando apenas o som dos estalos da boca dele em meus lábios inferiores e em resposta dou gemidos ainda mais altos que antes.

Estou completamente lubrificada quando o tiro dali de baixo trazendo-o para minha boca onde começamos mais um beijo intenso.

Eu já estou tão enlouquecida que não o vejo tirar a própria calça e cueca.

Ainda no beijo ele me vira de costas para ele, coloca meus cabelos molhados para o lado apenas para facilitar o acesso dele a minha pele exposta que ele morde em seguida com tanta vontade que sinto sua presa afiada adentrar a pele na altura do meu ombro, e em um movimento preciso ele afasta minhas pernas me deixando empinada e pronta para recebê-lo, mas não fazendo nada de imediato o que me causa uma leve e gostosa ansiedade...

— O que você mais deseja de mim agora meu amor?

Não consigo respirar por um instante e em seguida me solto em suas mãos que me seguram com firmeza.

— Quero que me foda Lee Minho!

Nada mais foi preciso ser dito para que eu sentisse toda sua rigidez entrando em mim completando meu vazio e matando de uma vez minha necessidade latente e com uma habilidade indescritível ele demanda estocadas intensas me fodendo da forma que lhe pedi.

— Aaah que delícia que é ter você engolindo meu pau, aaaahhn, aahhn gostoso demais.

Eu gemia alto junto a ele, e a cada “Dirty-talk” que ele soltava em meu ouvido eu me derretia mais em suas mãos e uma coisa era certa: ele sabia exatamente como eu gosto das coisas que vem dele, sejam ditas ou feitas eu as recebia em puro êxtase.

Depois de muitas estocadas ali ele me vira de frente me colocando em seu colo novamente como quando começamos e o seu membro não precisa de ajuda alguma para encontrar o caminho de volta para dentro de mim, e agora olhando para mim com sua expressão repleta de prazer ele me encara sem se mexer e eu o olho apavorada por mais o que o faz sorrir.

— Tão necessitada minha gatinha, se quiser mais dos meus movimentos dentro de você é só me pedir...

Aquilo não era uma brincadeira, era apenas o jeito que as coisas funcionavam com ele, e eu sei que ele enlouqueceria se eu apenas suplicasse por ele e assim eu o fiz.

— Eu quero, quero você ainda mais fundo em mim então eu te imploro amor....

— Faltou o principal gata — Ele fazia de forma proposital o membro dele latejar dentro de mim e não precisou de nenhuma força extra para me segurar quando meu corpo involuntariamente começou a se roçar nele em resposta a sua provocação o que claramente me frustrou, mas ainda mais claro que isso o divertiu, ele estava amando ter tanto controle sobre mim.

— Por favor Minho eu preciso de você! — Aquilo era judiação comigo, mas confesso que ver a cara de satisfação que ele fez ao me ouvir gemer tão necessitadamente o nome dele em meio a minha súplica valeu cada segundo da minha espera, o que me fez ter uma ideia; com nossos corpos colados me chego em seu ouvido e depois de lamber com vontade por ali e dar um sopro leve eu falo o mais obscenamente que consigo a ele. — Eu te imploro para que me foda com força Lee Min Ho.

— Aaahh Isso foi golpe baixo amor...

E ele automaticamente volta com as estocadas frenéticas que faz os sons mais altos saírem daquele box, sejam de gemidos mútuos ou do bater dos corpos, e enquanto ele capricha na força e na intensidade do vai e vem dentro de mim eu vou pressionando e roçando minha intimidade no comprimento do seu membro o máximo que consigo, pois, este atrito todo me estimula ainda mais deixando tudo mais gostoso para nós dois.

— Eu te amo gatinha, aahn eu não vou mais aguentar eu vou gozar dentro de você...

Eu também já estou trêmula e com todas as partes do meu corpo em delírio e ouvi-lo declarar que se desfará dentre de mim só me deixa a opção de me juntar a ele.

— Vamos gozar juntos então amor.

Por um milésimo de segundo antes do nosso ápice eu vejo uma penumbra me revelar que o colar que o Zephyr me deu estava trabalhando todo este tempo pois havia ali uma Valentinne com a expressão mais assassina que já havia contemplado, mas eu nem se quer dei bola para ela fazendo-a sumir da minha mente tão rápido quanto ela apareceu e dando espaço ao que realmente valia a pena prestar atenção.

Gememos juntos, alto e intensamente e nos desfizemos um no outro.

Ele ainda se manteve dentro de mim por um tempo enquanto depositava selares lentos em meus lábios e algumas mordidas mais em meus ombros.

— Você é uma delícia minha gatinha, eu te amo.

— Sou toda sua e eu também te amo LeeKnow.

❤️‍~Fim do Hot~❤️‍

Mais um segundo após nossas declarações e um perfume que estava na bancada da pia do banheiro explodiu se espatifando em mil pedaços bem ali na nossa frente e se não fosse pela proteção do box nós teríamos cacos de vidro em nossa pele bem agora.

— Que merda foi essa? — Ele indaga, mas sem me tirar de seu abraço.

— Valentinne?

— Você a viu amor? Como assim? Ela tentou te machucar?

— Hey, calma Lino — Seguro seu rosto em minhas mãos e o beijo de leve mordendo-o mais uma vez, (eu viciei nisso me julguem) — Eu estou bem me amor, eu a vi por um segundo apenas, mas isso aqui realmente me protegeu.

Mostro o colar para ele que se lembra do que o Zephyr havia dito sobre a proteção.

— Aquele velho sabichão... — Nós sorrimos juntinhos — Vem vou terminar de te dar banho.

Ele ensaboa minhas costas, passa shampoo e condicionador em meus cabelos, eu me lavo adequadamente onde preciso e o ensaboo também depois passamos óleo de banho um no outro e eu morro de rir com a expressão incrédula dele ao me ver passar o óleo nele também.

— Não preciso disso amor.

— Mas eu quero! — Ele me encara todo fofo — E apesar de você achar que manda LeeKnow quem manda aqui sou eu.

— Você tem um ponto gata.

Finalizamos o banho, ele me seca, e saindo com cuidado do box para não pisar em nenhum caco de vidro eu vou até o closet para escolher uma roupa para me vestir.

Tem uma separação de roupas minhas e roupas dele ali, mas eu ignoro totalmente a parte destinada a mim depois de pegar uma calcinha e vestir, indo até a dele e pegando uma camisa sua para eu usar e ele que já está trocado com roupas leves também fica só me encarando ao notar que não pego mais nada além da camisa.

— Você ainda não curte roupas?

— Ah por deus que não! Lino quem gosta realmente de ficar cheio de roupas?

Ele sorri espontaneamente e eu só consigo pensar que aquela risada maluca dele é meu total deleite.

— Verdade ninguém deveria gostar de usar roupas amor. Vamos, vou fazer o seu jantar.

— E me levar na adega, agora eu quero ainda mais uma boa taça de vinho.

— Exatamente, te levar na adega, vamos lá primeiro!

Ele segura minha mão e saímos do quarto.

...

— Voilà — fala todo charmoso ao abrir a porta da adega particular que fica em um andar de baixo da cabana, sim, tem um andar abaixo e eu nem suspeitava. — Não precisa ter pressa, escolha o que quiser, são todos seus.

— Tem muitos aqui Lino, e apesar de eu gostar muito, digamos que eu não sou uma eximia conhecedora de vinhos.

— Sem problemas meu amor eu te ajudo então. — Ele me abraça pelas costas e deixa um selar no meu pescoço, o que me arranca um sorriso tímido que não passa desapercebido por ele — Com vergonha gatinha? Nem parece aquela tigresa indomável que estava em meus braços agora apouco.

— Hey! — Dou um tapinha de leve em seu ombro — Não faz assim amor, vou desmaiar.

— Se desmaiar vai perder o resto da noite. — E com um selar agora depositado em meus lábios ele me aponta um vinho em especifico e eu leio seu rótulo.

“Domaine Georges & Christophe Roumier Musigny — Grand Cru”

Safra 1790.

— Nossa amor, é um vinho francês? Isso aqui é uma raridade.

Ele estava me olhando todo bobo.

— Sim, foi um pedido que você me fez quando estava entre nós como Rebeca, mas que não tive o prazer de lhe entregar na época. — O olhar dele parecia distante, mas nem por um instante deixou de ser firme.

— Então vou beber este aqui.

— Você vai gostar, na verdade esse vinho combina com sua personalidade, a você de agora por quem eu me apaixonei ainda mais.

— Fofo!

— Eu sou.

Nós subimos, ele preparou um fondue de queijo masdam (sim, extremamente chiquérrimo) e eu mais uma vez me vi me segurando para não pular nele enquanto ele cozinhava, mas decidi por apenas apreciar a vista, registrando tudo em minha mente com o máximo de precisão possível.

Ele é tão lindo.

...

— Minho isto está divino!

— Que bom que gostou, e o vinho?

— Sublime!

— Viu, como você!

...

Após o jantar onde ele apenas me observava me deliciar com sua comida, ficamos deitados juntinhos no sofá curtindo a lareira e a troca de carinhos como dois bobos apaixonados.

...

~Dia dois~

“Aproveite seu momento de uma linda história de amor sua vadia pois ele logo se transformará na maior desgraça de sua vida, e dessa vez não vou apenas matá-la, não antes de fazê-la engolir toda essa sua petulância, vou torturá-la e a farei pagar. E essa é minha última promessa a você ......”

Sinto uma tristeza profunda e uma dor aumentar em meu peito.

— Ei amor, tudo bem? — Acordo de súbito e me vejo novamente na suíte da cabana encarando o LeeKnow um tanto confusa. — Você pegou no sono e eu achei que seria mais confortável para você dormir na nossa cama, então eu a trouxe para cá e você dormiu a noite toda feito um anjinho bom, pelo menos até quase agora... — Ele me encara preocupado — Você teve um pesadelo? Está tudo bem gatinha?

— Acho que sim Lino, não tenho certeza — Me sento na cama e sinto meu corpo um pouco dolorido, mas sei exatamente o porquê e garanto que desta vez não teve nada a ver com a louca da Valentinne, mas sim com nossa pegação intensa da noite anterior. — Na verdade eu a ouvi em minha mente, ela prometeu vingança antes de me matar de fato desta vez; — Eu paro um instante apenas para mexer em meus próprios cabelos — Acho que ela realmente nos observou ontem por mais tempo do que meu breve vislumbre o que a enlouqueceu ainda mais, ela disse que antes de me matar irá me torturar e eu realmente não gostei do que senti.

— E o que você sentiu?

— Ela virá atrás de vocês também desta vez.

Ele se aproxima bem de mim e me abraça forte e beijando minha testa me faz sentir segura enquanto estou em seus braços.

— Eu amo o jeito que você me aperta firme no abraço.

— Você ama minha pegada que eu sei.

— Seu bobo. — Sorrio largamente para ele que sorri de volta para mim.

— Estou mentindo amor?

— Não, não está! — Ele ri ainda mais alto e eu me junto a ele. – Convencido!

— Fique aqui vou pegar seu café e já volto, vamos aproveitar bem nosso dia juntos okay?

— Certo amor!

...

Já devidamente alimentada resolvemos ficar um pouco mais de bobeira no quarto e eu aproveitei para fazer mais uma de minhas perguntas clichês.

— Amor, como nós éramos antes de você virar um vampiro?

— Como um casal?

— Yep!

— Aaargh não faz isso Naty é fofo de mais. — Ele dá uma mordida em minha bochecha.

— Aí!

— Doeu muito? Desculpe.

Mordo ele de volta.

— Relaxa eu aguento! Já você nem deve sentir minhas mordidas né?

— Claro que sinto, sua presa é afiada gata você será uma vampira e tanto. — Me sinto enrubescer com a olhada que ele me dá. — Naty eu e você éramos assim, exatamente assim um casal beeem casal mesmo, intensos, apaixonados, livres, curiosos com as coisas a descobrir, curiosos em aprender os prazeres um do outro, queríamos tentar de tudo, testar tudo, tínhamos listas de coisas para descobrir e nelas escrevíamos notas sobre o que cada experiência nos trouxe e por muitas vezes nossas opiniões eram idênticas.

Eu o escuto admirada e ele continua.

— Adotamos gatos, cuidamos um do outro, compartilhamos de uma cumplicidade onde não importa quem errou os dois levarão a culpa se preciso for, andamos de mãos dadas, somos fofos, mas também ferozes e ávidos de desejos; causamos muito nos pegando em lugares não casuais por pura adrenalina e no fim do dia dormimos de conchinha e acredite nem sempre será você a conchinha de dentro; éramos assim antes mesmo de termos nossa relação mais íntima, e com ela apenas intensificamos isso.

— Então ainda somos assim?

— O que você acha?

— Que seremos assim pela eternidade se possível for.

Ele agora me encara como quem entende exatamente o que estou pensando.

— Hey gatinha, você está com medo de alguma coisa?

— LeeKnow — começo a falar e ele continua a me olhar firme — Ela pode muito bem me matar mais esta vez, e se ela conseguir eu não voltarei mais para vocês, será o fim.

Ele faz um longo carinho em meus cabelos colocando sua mão em meu rosto e se demorando por ali o que me faz deixar as lágrimas rolarem de meus olhos.

— É muito difícil te ver enfrentando isso amor, mas Naty você não está sozinha okay, se preciso for eu...

Não o deixo terminar de falar sabendo o que viria então selo nossos lábios e seguro seu rosto junto ao meu.

— Eu te proíbo de deixar de existir por minha causa está me ouvindo? — Afasto nossos rostos para olhá-lo melhor — Se eu morrer LeeKnow você ajudará o Channie a segurar a barra e seguir em frente está bem?

— Eu não posso...

— Minho?

Ele não quer me fazer esta promessa.

— Eu não vou conseguir amor, nenhum de nós vai e eu sei disso.

— Se eu morrer, não irei sem leva-la comigo eu prometo a você e vocês estarão livres dela para sempre, então amor eu te imploro; ajude o Channie, cuide dos rapazes e apenas sigam em frente está bem?

— Não estou pronto para essa conversa Naty.

— Prometa então que vai se acostumar com essa ideia, ou pelo menos que vai tentar...

Ele hesita, mas sabendo que não vou desistir ele acaba cedendo.

— Certo.

— Certo?

— Eu prometo que vou tentar.

— Okay, vem cá. — Ele se aproxima atendendo meu pedido me segurando com as mãos firmes e após mais lágrimas rolarem pelo meu rosto eu o beijo carinhosamente e ficamos neste beijo por alguns instantes até que o ar faltante seja incomodo, mas apenas para mim claro.

— Vamos melhorar nosso dia sim? — Ele enxuga minhas lágrimas.

— Certo, qual o plano?

— Vamos nadar!

...

Próximo a cabana tem um grande e lindíssimo lago e é nele que estamos agora.

— Nossa que lindo aqui amor.

— Gostou mesmo?

— Sim, muito. — Estou sorrindo toda boba e ele apenas me olhando fixamente como quem quisesse guardar cada segundo daquela cena na memória.

— Então vamos pular!

Ele me pega pela mão.

— Ai meu deus Lino não!

— Vamos!

De mãos dadas corremos na rampa do lago lado a lado e um pouco antes de chegarmos lá ele faz uma contagem regressiva em voz alta

— Treês,

— Aaai deus!

— Dois,

— Lino, não!!!

— Um!

— Aaaaaaah

Pulamos juntos, a água está uma delícia e quando emergimos estamos abraçados e já nos envolvendo em um longo, calmo e prazeroso beijo.

— Eu te amo Minho!

— Eu amo o jeito que você usa as formas de tratamento referentes a mim para demonstrar o tom e o real sentimento sobre o que tem a me dizer.

— Como assim? — Sorrio para ele que me devolve o sorriso e une as pontinhas dos nossos narizes em um beijinho de esquimó.

— Você usa o Lino quando o assunto é mais leve e descontraído, o LeeKnow quando é algo mais intenso, o Minho quando é algo sério ou verdadeiro e Lee Minho quando simplesmente quer acabar comigo.

— Meu Deus — Nossas risadas são sincronizadas e gostosas de ouvir. — Eu faço isso mesmo?

— Sim, inconscientemente. — Ganho mais um selar descontraído. — Mas não é via de regra as vezes só fala o que lhe vem primeiro a cabeça, o que não deixa de ser fofo e engraçado.

— Vou te chamar de gatinho a partir de agora.

— Melhor não, pois assim eu não me seguro.

— A não? — Sorrio ladino.

— Não me olha assim amor.

— Então não me olhe assim você também, Lee Minho você é um pecado, e eu uma simples pecadora que não liga nem um pouco em ir para o inferno por você.

— Viu só “Lee Minho” quer me quebrar e como sempre conseguiu.

Nos emaranhamos ali no lago mesmo e depois de uns bons amassos resolvemos voltar para a cabana pois logo nosso segundo dia chegaria ao fim e teríamos que voltar para a mansão.

...

— Vou sentir saudades daqui.

— Vamos voltar em breve amor, acredite em mim sim?

— Vou te cobrar isso pois minha vontade é viver aqui para sempre.

— É o que faremos minha gatinha. — Eu o abraço e ele me aperta forte assim como sabe que eu amo. — E olha quem veio se despedir de você.

As três gatinhas estavam ali na sala olhando para nós dois e eu só consigo ir até elas para enchê-las de carinho.

— Até mais Soonie, comporte-se bem Doongie e Dori meu amor, quebra tudo!

— Hey! — Ele estava rindo dos meus concelhos para as gatinhas — Que tipo de mãe é você Nathalia?

— Aaaah está brigando comigo amor?

Ele me pega no colo sem qualquer aviso prévio e entendo que agora vamos mesmo voltar.

— Jamais amor, seu nome é sexy igual você então eu gosto de te provocar usando-o as vezes e também por que você fica linda sendo minha gata manhosa enquanto choraminga por não gostar quando uso do seu nome.

Enquanto ele segue pelo caminho comigo em seus braços eu vou encarando a imagem da cabana que vai se distanciando aos poucos pensando nas boas memórias que criamos ali e quando ela já está quase sumindo no meu campo de visão eu apenas deito minha cabeça em seu ombro e sigo aproveitando o colo másculo do vampiro que me carrega tão facilmente enquanto deixo leves carinhos em sua nuca.

— Naty.

— Hum?

— Eu sei que estaremos juntos pela eternidade; acredite em mim o sempre nunca será o bastante para nós meu amor; eu te amo além do sempre.

— Eu também meu amor, eu te amo sempre e além do sempre Lee Minho.

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Notas finais
https://www.youtube.com/watch?v=jRL9J-S78yE Lee Know "DAWN(새벽)" | [Stray Kids : SKZ-PLAYER] "Dirty-talk" = É uma das formas de você se expressar entre quatro paredes. Consiste em falar frases picantes e sexuais ao seu parceiro ou à sua parceira antes, durante ou depois do ato em si. O objetivo é claro: elevar a excitação à potência máxima. Preciso confessar que fico muito insegura com hots, sei fazer isso não... rs. Espero que tenham curtido o capítulo. O que acharam das visões do I.N? - eu só queria abraçar ele e dizer que vai ficar tudo bem, mesmo sem saber ao certo se ficará mesmo. Voltando ao LeeKnow, eu simplesmente AMO quando ele dança seja o que for mas o LeeKnow dançando DAWN é uma perdição total, ele é uma perdição, real que ele me causa muito. A vibe LeeKnow é tudo que mais amo e o jeito que ele e a Naty se entrosam é especial para mim. Bom só isso né? Até mais amores, desejo uma ótima semana, e tudo que forem fazer bebam água no processo okay? Beijokas!!