Notas iniciais
Olá! Aqui eu estou novamente! Estamos chegando a meta de 200 Visualizações... Logo, então, leitores-fantasma, tenha uma boa diversão.

Já tínhamos passado umas três horas dentro daquela boate, não coloquei nem uma gota de álcool na boca, porque eu realmente não gosto de bebidas, mas só o ar estava me deixando embriagado...

Vi o Luke pedindo uma Vodka e acho que a Chris Já tinha bebido dois Martinis mas eu realmente não estava nem ai... No máximo eu tinha bebido um Coca, porque eu queria sair daqui o mais lucido possível... Espero que pelo menos outra pessoa tenha ficado sem beber, porque se não, acho que vamos ter que chamar alguns Taxis, porque nunca que eu vou deixar meus amigos correrem o menor risco que fosse...

Claro que isso não me impedia de se aproveitar um pouco mais do meu Luke, já tínhamos dado uns amassos aqui e ali, mas pelo menos não tínhamos feito uma orgia com roupas... Mas não posso dizer a mesma coisa dos gêmeos.... Acho que quando os três estiverem a sós num quarto eles vão transar feito coelhos, mas graças a deus eles não estão fazendo isso aqui e agora, Porque eu realmente não quero que eles sejam presos por Desacato ao pudor... mas acho mito difícil isso sequer acontecer, porque o que eu já vi dentro de uma boate... não é normal.

[...]

Finalmente nós decidimos que era hora de sair... Os Gêmeos e Sam já estavam quase tirando a roupa... Chis Rapha estavam num romance só, Ellena estava entediada... Kate já tinha cansado de brincar com os corpos dos meninos... E Paul já tinha pegado telefones o suficiente para fazer uma lista telefônica... E eu e o Luke... Bem... Eu só acho que está na hora de ir... Já eram quase doze horas – Puxei meu celular do bolso – Onze e Cinquenta e Oito pra ser mais exato.

Estava na porta da Boate... Alguns carros passavam de vez em quando, Algumas pessoas também saiam da boate, quando de repente acontece, tão rápido que quase não deu para notar.

O centro do pingente emite um pulso de luz fraco e rápido. Eu tropeço e caio no chão. Começo a cair pro lado. Escuto um tiro Depois Uma dor começa a surgir da minha barriga. Caio no chão. Vejo uma sombra do outro lado da rua. Essa sombra cai na estrada. Um carro passa por ela e ela se foi.

Depois disso eu tomo coragem e olho pra minha barriga, Minha camisa está rasgada, e vejo meu sangue escorrendo. Não consigo evitar um gemido de dor.

Quando Luke percebe que eu não estou levantando do chão ele olha pra mim. A preocupação em seu rosto é substituída por desespero. Ele se ajoelha ao meu lado e retira cuidadosamente as minhas mãos que cobriam institivamente o ferimento de onde saia uma dor excruciante.

No meio da densa nevoa de dor que afligia meu cérebro pensei em porque ninguém estava correndo ou desesperado, ou sequer tinha gritado depois do barulho do tiro... Até que a realização atingiu minha mente: Ninguém ouviu o tiro.

–O que foi que aconteceu? – Luke perguntou desesperadamente.

Organizei meus pensamentos, e com muita dificuldade consegui pronunciar uma palavra “Tiro”

–Christina, chame a ambulância! – Luke praticamente rosnou pra ela.

– O que fo... Ela ia perguntar até que ela me viu no chão. No tecido carmesim da minha camisa o sangue parecia apenas uma mancha de um líquido qualquer, mas a minha cara de dor estampada no rosto, nossa posição no chão e o tom de voz de Luke fizeram com que o cérebro dela entrasse em estado de alerta máximo. Ela gritou. E chamou a atenção do resto do grupo.

–AGORA! –Luke Rosnou, ela rapidamente pegou o celular e discou o número da emergência. O resto da situação foi como um efeito dominó, Como abutres as pessoas que saiam da boate presenciavam a cena e paravam e se aglomeravam. Logo uma multidão nos cercava. Meus amigos faziam o possível para afastar as pessoas mas acho que nada podia ser feito. Vieram fotos, Vieram Murmúrios. Vieram Teorias. E eu era obrigado a escutar cada uma delas. Depois de alguns minutos a ambulância. Eu ordenei que Seth dirigisse, porque ele não tinha bebido nada, e não deixei espaço para discursões. Na hora que a maca entrou dentro do veículo só duas pessoas podiam me acompanhar. Chris e Luke entraram sem reclamações. Quando o médico injetou algo na minha veia eu já sabia que eu ia apagar em alguns segundos, então disse o que pareceu mais sensato para dizer:

–Chris, Ligue para os meus pais, diga para eles nos encontrar lá... – A última parte não passou de um sussurro, logo em seguida toda a dor, junto com minha consciência, se foram.

[...]

Despertei. E a primeira dois que eu encaro e o teto branco e frio. Sem vida. Estéril. Eu realmente tenho que parar de aparecer em hospitais. Aqui é o último lugar onde quero virar visitante recorrente!

Sinto uma leve pressão no meu braço, viro minha cabeça lentamente para encontra nada menos que Luke dormindo na cadeira ao lado. Fiquei me perguntando a quanto tempo ele estava lá. Meu abdome ainda doía muito, mas eu acho que deve estar melhor do que normalmente estaria. Fiquei pensando nos fatos anteriores, lembrei do pingente que supostamente deveria me proteger falhou um pouco no seu dever... e quando penso mais um pouco, na sombra maligna que atirou em mim... no meu tombo desastroso milésimos de segundo antes... do brilho sobrenatural... realidade bate na minha porta, mas é o choque que entra:

Aquela bala era para me matar, e tenho a impressão que seja quem for que queria me ver morro quase consegui... a realidade era que, se eu não estivesse usando esse colar mágico eu estaria morto. Acho que estou devendo minha vida a Chris e suas decisões.

Me remexi na cama de hospital e acidentalmente acordei Luke. Ele levantou a cabeça preguiçosamente para encarar meus olhos abertos cheios de curiosidade. Euforia moldou suas feições.

–Você nos deu um baita susto – ele sussurrou.

–Eu não tenho culpa que me usaram como alvo humano.

–Realmente acha que foi um tiro?

–Tenho certeza disso. Ninguém ouviu o barulho? – Eu realmente acho que meus sentidos não estivessem mais aguçados, nem eu teria escusado, mas só queria ter certeza.

–Não... acho que a música deveria estar muito alta...

–A ferida foi muito feia?

–Os médicos disseram que foi mais superficial... Mas passou bem perto de atingir algum órgão interno – Claro, sorte.

Bem... passei muito perto da morte.

–Seus pais pediram para avisar a eles quando você acordasse. Além disso, alguns dos seus amigos estavam esperando você acordar...

–Pelo amor de Deus, diga que eu não passei uma eternidade dormindo feito a última vez!

–Na verdade, foram apenas algumas horas

–O que aconteceu nesse meio tempo?

–Você foi submetido a uma cirurgia... acho que foi para costurar o ferimento... e depois te colocaram aqui... Seus pais chegaram feito dois leões aqui, eu realmente achei que eles iriam avançar em cima de mim. Depois de um longo e tortuoso interrogatório, eles se acalmaram... mas todos pensam que você simplesmente caiu em cima de um caco de vidro... até os médicos. Não sei porque você acha que foi um tiro

–Bem talvez tenha sido só isso... é provável que eu me confundi – Concordei a contragosto. Coisas sobrenaturais, não envolva humanos. Aquela sombra nunca sairá da minha cabeça. Eu sei o que vi.

[...]

Uma enfermeira veio finalizar os procedimentos para a alta. Já tinha vestido minha roupa normal, e tinha recuperado o conjunto que salvou minha vida, quando meus pais entraram pela porta, estavam com o semblante cansado, mas com um ar de preocupação. De repente eles olham pra mim e seus olhos se arregalaram. Quando eu percebi para o que eles estavam olhando já era tarde demais. O colar que eu estava recolocando no pescoço.

–Onde você conseguiu isso!? – Proferiu minha mãe com um tom que beirava a descrença.

Notas finais
Ah, eu sei que vocês me amam.. Não fiquem tão irritados por eu ter dado um tiro no nosso protagonista, faz parte! Tenho que fazer algo de vez em quando pra movimentar as coisas... Então... Ate a próxima! Não se esqueçam de comentar! Song; We Are Young - Fun.