Traga-me Para A Vida

6 Capítulo 5 - De volta a realidade.


Notas iniciais
Meninas, desculpem a demora. Eu tenho que admitir que esse foi o capitulo mais dificil que eu já escrevi, porém o mais lindo. A historia ficou o maximo. E finalmente como o esperado Malu ♥ e Jacob.
Bora ler meu povo!!!
Boa Leitura!!!
Nos vemos lá embaixo.

Respira, inspira, respira, inspira, respira, inspira... ­–Tentava me acalmar em vão, enquanto tudo o que havia ocorrido passava girando em minha cabeça, me forçando a lembrar de cada palavra que Bella havia dito durante a conversa. Aquelas palavras ficavam gritando em minha cabeça, e a cada segundo que passava as ouvia mais alto, tirando toda a sanidade que havia restado dentro de mim. Fazendo meu coração transbordar cada vez mais e, aumentando aquela ferida em meu peito, provocando um gosto salgado e amargo em meus lábios. Eram coisas demais para serem absorvidas em tão pouco tempo. Como poderia existir no mundo, uma pessoa igual ao meu Mike? Aquele sorriso, aqueles lábios, aqueles olhos eram dele, e somente dele. Não poderia existir uma pessoa como ele, ele era único, e era meu. ­­–Pensar em tudo aquilo era doloroso demais para suportar. Soltei um grito de dor, um grito que vinha da alma, tomando os meus pulmões e saindo aos quatro ventos. Tudo aquilo, as mentiras, a minha dor, e a realidade estavam me matando, me esvaindo.

Andei com o carro durante horas, rodando, dando voltas em lugares que eu nunca havia visto antes. Enquanto tentava esquecer cada segundo do meu passado, e do meu doloroso presente. Encostei o carro perto de uma trilha de terra que havia no meio da floresta. Aquela trilha era familiar para mim, muitas das vezes que eu vinha para Forks, meus pais e meus tios, tia Renée e tio Charlie traziam Bella e eu para fazermos piquenique quando éramos pequenas. Aquela trilha levava a uma enorme chácara, aonde antigamente as pessoas vinham passear e fazer piqueniques. Eram tantas lembranças boas que eu tinha daquele lugar, com sua enorme vegetação e sua paisagem maravilhosa. Subi a trilha, e chegando a chácara pude visualizar o passado, quando eu e Bella éramos apenas duas crianças correndo naquele lugar, nos admirando com tudo ao nosso redor, com os insetos, os animais, as paisagens e as flores que haviam espalhadas pelo chão. Meus olhos se encheram de lágrimas quando percebi que nada ali havia mudado, e lembrei o porquê de amar tanto aquele lugar na minha infância. Nada ali havia mudado, como se ao longo desses anos ninguém tivesse pisado ali. Ali realmente era o paraíso. Tudo ali era tão lindo que eu já tinha até me esquecido que ainda chovia me desligando completamente do mundo a minha volta, me esquecendo de todos os problemas, de todas as feridas, de todas as cicatrizes. Fiquei um bom tempo naquele lugar entre lágrimas e lembranças, e voltei para o carro, com a promessa de que ali seria o meu portfólio, me esconderijo particular e minha pasárgada.

Entrei no carro, e fiquei mais um tempo ali parada de olhos fechados, lembrando ainda das coisas de minha infância, meu passado... Lembrar de meu passado, me fez voltar à realidade, e lembrar a pior noite da minha vida. Eu sempre tentei esquecer aquela noite, porém ela vinha todos os dias em minha memória para me cumprimentar. Lembrar daquela noite só me dava mais motivos para morrer, para acabar com a minha culpa e cessar de vez com toda a minha dor. Abri meus olhos e os fechei novamente, agora lembrando daqueles lindos olhos de perolas negras. Aqueles olhos tomaram conta de meu ser, me teletransportando diretamente para eles... Jacob, o amigo galinha de minha prima, que parecia com meu namorado morto, e que fazia meu corpo estremecer, o garoto lindo moreno avermelhado de cabelos negros como a noite, e de um corpo escultural... –Abri meus olhos, caindo na real sobre o que estava pensando. My god! Eu realmente estava pensando nele daquele jeito? –Ficar pensando nele, me deu uma enorme vontade de vê-lo, de encarar o meu terrível pesadelo. ‘‘E era isso mesmo que eu iria fazer. ’’ — Falei tomando coragem e dando partida no carro rumo a La Push. Eu precisava vê-lo, precisava confirmar com meus próprios olhos que tudo aquilo era real. Peguei a estrada para rumo ao meu destino desconhecido, enquanto meu coração batia forte, de ansiedade e medo. Eu sabia que no fundo não poderia ficar evitando aquela situação, uma hora ou outra o meu destino e o do Jacob iriam se cruzar mais cedo ou mais tarde, e o quanto antes isso acontecesse seria melhor. Hoje eu quebraria a promessa ridícula que tinha feito a meus pais, pela última vez eu precisava ir a La Push, para ficar de frente com a realidade. Chega de fugir, chegou a hora de encarar todos os meus medos. Eu repetia para mim mesma em voz alta.

Já estava chegando a La Push e já era possível ouvir meus batimentos cardíacos aumentando. Tinha se tornado quase impossível segurar o volante sem tremer. A chuva agora aumentara e junto com ela minha insegurança, fazendo minha garganta se fechar e formando um enorme nó em meu estomago. Meus olhos a essa altura já estavam encharcados, e a cada quilometro que eu me aproximava minha visão ficava pior. Comecei a dirigir sem enxergar nada a minha frente, enquanto o crepúsculo se esvaia. Agora eu não dirigia mais com rapidez, dirigia devagar para poder digerir cada centímetro que eu me aproximava.

Já estava perdida em meus pensamentos, quando escutei uma buzina ao longe, e pude ver um enorme farol vindo em minha direção. Dei uma freada de emergência ouvindo o barulho do carro se chocar em algo. Sai do carro correndo para ver se alguém tinha se machucado e vi um homem se levantando do chão de costas para mim, com uma jaqueta de couro preta, uma calça jeans escura e um tênis preto, enquanto reclamava comigo.

–Você não olha para onde anda não seu maluco? Poderia ter me matado... Você não percebeu que estava na contra mão? –Dizia irritado agora levantando a moto do chão toda quebrada.

– Desculpe-me, eu... Eu não percebi que estava na contra mão por causa da chuva. –Menti. –Você está bem? –Perguntei, enquanto o homem ao escutar a minha voz, largou a moto quebrada no chão, ficando imóvel, parado ainda de costas para mim.

Eu ainda não entendia ao certo o que estava acontecendo. Eu havia atropelado um homem e ele parecia estar sentindo algo, para largar a moto daquele jeito no chão. Mas quem seria esse homem, que se recusava tirar o capacete e olhar para mim?

–Você está se sentindo bem? –Perguntei novamente o puxando agora para a minha frente e segurando o seu capacete.

Ao ficar de frente para ele, pude ver seus olhos negros como a noite que se estendia em nossas cabeças. ‘‘Aqueles olhos não!’’ ­–Gritava por dentro. –Eu não poderia estar de frente para ele. Dei três passos para trás, espantada, enquanto meu coração batia descompassadamente e ele tirava o seu capacete. Mostrando-me finalmente o seu rosto por completo. Seus lábios, seus olhos, seu nariz, seu cabelo... Como ele conseguia ser tão idêntico ao Mike e ao mesmo tempo tão diferente? Como ele conseguia ser tão mais perfeito? Seus traços mostravam um homem e não mais um menino, com seu olhar sombrio e arrebatador, e seu corpo perfeitamente escultural, que ficavam a mostra por debaixo daquela camisa branca molhada que ele estava vestindo por debaixo da jaqueta. Tudo nele tinha um charme, uma sensualidade natural que fazia a minha cabeça girar. Finalmente agora eu estava de frente com o meu pesadelo. Eu ainda não conseguia raciocinar, meus pensamentos giravam a mil, meus batimentos cardíacos agora quase estouravam o meu coração de tão rápidos que batiam. Enquanto aqueles olhos negros me encaravam ferozmente.

–Você está bem? –Ele me perguntava, me deixando mais louca ainda por escutar sua voz linda, falando coisas que agora eu não conseguia passar para o português. Eu ainda estava ali atônita, congelada no mesmo lugar o examinando, e as únicas coisas que conseguiam sair de minha boca eram...

–É você!...Você! –Falava perplexa, enquanto continuávamos ali parados na estrada no meio da chuva nos encarando. –É realmente você! –Dizia parada, sentindo as lagrimas quentes escorrendo sobre o meu rosto, enquanto todo o mundo a minha volta se apagava.

Eu não poderia acreditar no que estava vendo, era ele o amor da minha vida, que havia voltado dos mortos somente para me buscar, para me levar com ele, pois só assim poderíamos viver eternamente juntos. Eu sabia que ele voltaria para me buscar, ele nunca me deixaria aqui sozinha, e isso eu tinha certeza. – Abri mais meus olhos para poder ver seu lindo rosto, e puder ver seus lindos olhos negros. Só que não eram os meus lindos olhos negros. Seu olhar era diferente, seus olhos eram diferentes, mais profundos, e me mostravam o imenso vazio que havia neles. Quem era esse garoto que havia tomado o corpo do meu amado para ele? Quem ele pensava que era para fazer isso? Eu deveria estar sonhando, ou delirando, só poderia ser, pois aqueles olhos, aqueles lábios... e aquele corpo era meu. Senti lágrimas rolarem em meu rosto, minha garganta se fechando, enquanto eu com muito esforço chamava seu nome. ‘‘Michael?’’

–Não... O meu nome é Jacob. –Disse ele. –Jacob Black. –E isso foi a ultima coisa que eu pude ouvir, e apaguei ali mesmo, deitada em seus braços.

Acordei deitada em uma cama de solteiro, em um quarto pequeno, onde só havia uma cama, um guarda-roupa pequeno e uma cômoda. Não sabia ao certo onde estava até ver aquela foto na cabeceira da cama. Eu me assustei, sentindo meu coração disparar, quase saindo pela garganta. My god! Eu estava na casa de Jacob Black, deitada em sua cama. Dei um pulo da cama, assustada, foi quando eu percebi que não estava com a minha roupa, somente com uma camisa cinza, que parecia mais uma camisola em mim de tão grande. Eu sustei, andando de um lado para o outro, pensando em quem poderia ter tirado a minha roupa. OMG!!! Será que ele havia feito alguma coisa comigo? Olhei espantada para mim mesma, conferindo se estava tudo em seu devido lugar. E respirei um pouco aliviada quando percebi que estava pelo menos de calçinha e sutiã. Escutei umas batidas na porta e sai correndo para a cama me deitando assustada, e me cobrindo até o pescoço. Vi a porta se abrindo, e uma senhora morena, de cabelos lisos escuros entrou no quarto com uma bandeja nas mãos e um sorriso largo nos lábios, enquanto eu me encolhia cada vez mais na cama.

–Vejo que você acordou criança. –Falou a mulher com uma voz serena e simpática. –Trouxe um pouco de sopa e torradas para você, que acabei de preparar. Tome. Cuidado que está quente. –Falou simpática.

–Onde estão minhas roupas? –Perguntei envergonhada.

–Pode ficar tranqüila querida, eu só as tirei porque estavam ensopadas e você poderia pegar uma pneumonia, e as coloquei para lavar.

–Quem é a senhora? –Perguntei, enquanto pegava a bandeja de suas mãos.

–Desculpe por não me apresentar. –Pediu sorridente. –Eu sou Sue Clearwater. Eu moro aqui perto, e de vez em quando venho aqui para ajudar o Billy e o Jacob. Pode ficar tranqüila querida, aqui nessa casa você está segura. E saiu do quarto, me deixando ali sozinha.

Tomei a sopa, que por sinal estava deliciosa e escutei outra batida na porta. Pensei que fosse a Sue que havia vindo para pegar a bandeja e abri a porta. Quando abri a porta vi aquele garoto enorme a minha frente, e meu coração disparou me deixando imóvel parada a sua frente enquanto ele entrava no quarto.

–Não desmaia novamente... –Disse ele me fazendo acordar. –Não agüento mais você desmaiando toda vez que me vê. –Disse ele abrindo um sorriso torto, enquanto eu sentia meu rosto corar de vergonha.

Eu ainda o encarava fixamente, examinando cada curva de seu corpo. Como se aquilo fosse um terrível lindo sonho. Eu já não sentia tanto medo agora dele, eu já conseguia encará-lo, mesmo isso abrindo ainda mais a ferida em meu peito. Nós dois ainda estávamos nos encarando, de pé, um de frente para o outro. Eu sentia meu estomago revirar enquanto ia caminhando lentamente em sua direção, e ele ainda continuava imóvel, me observando se aproximar. Cheguei bem perto dele, sentindo sua respiração quente em meu rosto, eu não sabia ao certo o que estava fazendo, mas sentia uma necessidade enorme de tocá-lo. Toquei seu rosto, esperando uma reação contraditória dele, porém nada, ele ainda continuava calado me observando. Eu passava minhas mãos tremulas sobre o seu rosto, sentindo o calor de sua pele, em seus cabelos, em seus olhos, em seus lábios... Lágrimas já caiam de meus olhos quando eu senti suas mãos quentes envolverem minha cintura. Minhas emoções agora estavam à flor da pele, eu não poderia acreditar que aquilo era real, que ele era real.

Senti nossos corpos se aproximarem, enquanto sentia uma enorme onda elétrica percorrer meu corpo. Já era possível sentir seu hálito quente e doce em meus lábios, quando escutei a porta do quarto sendo aberta, me fazendo cair na real e ver o quão perto dele eu havia chegado. Dei um pulo para trás me endireitando, enquanto Sue entrava no quarto.

–Ah, me desculpe, eu não sabia que você também estava aqui Jacob. –Disse percebendo o clima que havia ficado entre a gente, enquanto pegava a bandeja que estava em cima da cômoda. –Já estou indo para casa, qualquer coisa você me chama... Agora vou deixar vocês a sós. –Disse soltando um sorriso e saindo do quarto.

–Acho melhor ligar para os seus pais, eles devem estar preocupados com o seu desaparecimento. –Disse dando um passo em direção a porta.

–Não! Por favor, não. ­–Gritei o abraçando nervosa. Eu não queria que meus pais soubessem que eu estava em La Push, não queria que eles soubessem que eu havia quebrado a minha promessa ridícula. E sem falar que eu ainda estava com raiva mesmo deles por esconderem a verdade de mim. Percebi que ainda o abraçava, e o soltei morrendo de vergonha.

–Tudo bem. –Disse ele pegando um cobertor no armário. –Eu vou me deitar, qualquer coisa é só me chamar, estarei na sala. –Disse quase saindo do quarto. –Boa noite Malu. –Disse abrindo um sorriso torto nos lábios e fechando a porta.

–Boa noite Jacob. –Só consegui falar somente depois que ele já havia saído do quarto.

Fiquei deitada na cama, pensando na loucura que eu quase havia cometido há pouco tempo atrás, e pensando em como minha vida havia se tornado completamente louca. Com tantas pessoas espalhadas pelo mundo, eu fui logo conhecer o sósia do Mike. Era informação demais para a minha cabecinha, e hoje o dia não havia perdoado nenhum segundo se quer. Fiquei pensando em tudo o que havia acontecido comigo desde que havia chegado a essa cidade, e me espantei ao lembrar que só havia quatro dias que eu estava ali. Em somente quatro dias a minha vida tinha se tornado um enorme furação. Comecei a pensar no que quase havia ocorrido hoje, podendo sentir ainda, seu hálito adocicado em meus lábios, suas mãos quentes envolvendo a minha cintura, e o calor de sua pele. Como ele era irresistivelmente gostoso. Fiquei o imaginando ali ainda comigo durante horas até conseguir pegar no sono.

Acordei no meio da noite gritando, toda suada, sentindo as lágrimas quentes rolarem sobre o meu rosto, me sufocando. Eu havia tido um sonho horrível, com o Jacob, uma mistura de hoje quando eu o atropelei, com a morte de Michael. Eu podia vê-lo todo ensangüentado caído no chão. Balançava minha cabeça, me encolhendo na cama, tampando meu rosto com as mãos, enquanto tentava tirar aquela imagem horrível de minha cabeça. Estava entre soluços, quando escutei o barulho da porta se abrindo. Era ele, assustado, me olhando e correndo em minha direção ao pé da cama e se sentando ao meu lado.

–O que houve Malu? Está tudo bem com você? –Perguntou apavorado colocando as mãos em meu rosto.

–Não... não está. –Dizia entre soluços, enquanto me jogava em seus braços, o abraçando. –Me desculpa. –Agora ele também me abraçava, enquanto eu sentia o calor de seu corpo.

–O que aconteceu? Por que está me pedindo desculpa? –Perguntava baixinho em meu ouvido, acariciando os meus cabelos. Senti meu corpo se arrepiar ao ouvir a sua voz em meu ouvido, me fazendo o abraçar ainda mais forte.

–Eu não agüento mais, é muita pressão sobre mim. –Dizia sentindo um enorme vazio em meu peito. –Eu quero morrer...

–Não diga isso. Tudo ficará bem você vai ver. –Disse me afastando um pouco dele e colocando as suas mãos em meu rosto, me forçando a encará-lo.

Ficamos ali sentados na cama de frente um para o outro por um longo tempo, trocando olhares. Senti seu dedão passar sobre os meus lábios, enquanto eu sentia novamente aquela onda elétrica atravessar meu corpo, me fazendo esquecer completamente de quem eu era, e do mundo a minha volta. ‘‘A vida era em preto e branco lá fora, mas dentro daquele quarto existiam mil cores, cores até mesmo desconhecidas. Parecíamos viver em outra dimensão. Não havia dores, não havia tempo, só havia nós dois, e uma porção de sentimentos. ’’ O senti aproximar-se de mim, enquanto não tirava os olhos de meus lábios, já era possível sentir seu hálito doce e quente em meu rosto, pedindo passagem somente com o olhar. Senti o toque de seus lábios quentes junto aos meus, me fazendo arrepiar. Sua língua pedindo passagem, invadindo minha boca e tomando para si o meu gosto, seu beijo era quente e irresistivelmente apaixonante, ele me beijava com tanta vontade, que era impossível resistir a quilo tudo. Seu beijo era delicado e feroz ao mesmo tempo, me fazendo suspirar a cada estante. Agora ele me beijava com mais urgência, como se precisasse ainda mais daquilo, enquanto sua língua invadia cada vez mais a minha boca. Senti suas mãos percorrerem o meu corpo e repousarem em minha cintura, me puxando para ainda mais perto dele. Minhas mãos agora estavam em seus cabelos, enquanto a cada segundo que passava eu me deliciava mais com seus beijos. Nossos corações palpitavam cada vez mais forte, nos levando a extrema loucura. Tive que empurrá-lo, para poder respirar, separando nossos corpos, enquanto arfávamos, olhando um para o outro.

–Jacob, não podemos fazer isso. –Dizia, enquanto buscava o ar em meus pulmões.

–Tudo bem. –Disse ele, olhando para mim. –Só me deixe ficar aqui com você. –Disse ele enquanto deitava na cama ao meu lado.

Deitamos-nos na cama juntos, como se já nos conhecêssemos há anos, como se tivéssemos uma enorme intimidade, como se fossemos um lindo casal de namorados apaixonados.

Notas finais
E ai!!! O que acharam?
Realmente eu me ispirei nesse capitulo neah?!
Podem falar, eu sei que ele ficou o maximo.
E a Malu, safadinha já indo dormir juntinho com o cara.
O que será que acontecerá no proximo capitulo?
Hum... para dizer a verdade, nem eu sei.
OBS:Meninas agora eu irei postar os capitulos, todas as segundas, quartas e sextas feiras.
NÃO ESQUEÇAM DAS MINHAS REVIWES, A ESCRITORA AQUI MERECE.
beijinhos...