Traga-me Para A Vida

24 Capítulo 23 - Revelações.


Notas iniciais
Olá meninas !!!
Mais um capitulo que segue...
Meninas eu queria agradecer a todas vocês pelo carinho que vocês me dão, tanto pelo facebook, quanto aqui pelo Nyah.
Muito obrigada mesmo!!!
Agora vocês devem estar curiosas neah?
Bora ler?
Boa leitura!!!
Nos vemos lá embaixo...

Pov. – Jacob.

Três dias já haviam se passado sem noticias de Malu, e eu temia o pior. Meu coração estava despedaçado, e eu me sentia um completo inútil, de mãos atadas eu não fazia outra coisa a não ser chorar quando estava sozinho. Sentia medo quando imaginava o que Maria Luiza poderia estar passando nas mãos daquela mulher cujo mesmo sangue corria por minhas veias. Sarah Black, a mulher que havia me dado à vida, agora também me arrancava ela. Por todos os anos de minha existência eu sempre quis que minha mãe estivesse viva ao meu lado, porém agora que havia descoberto que o meu sonho havia se tornado real me arrependia por todas as noites quando criança ter feito aquele pedido, que antes era sonho, mas agora não passava de um terrível pesadelo. Aquela mulher que havia me privado de conhecê-la estava tomando tudo àquilo de mais precioso que a vida havia me dado. Meu amor.

Maria Luiza havia me mostrado o significado daquela palavra que antes eu só conhecia pelo meu pai; amor. E havia tomado para ela toda a minha dor, lutando por uma causa que não se dirigia somente a ela. Aquela menina indefesa, tristonha e frágil que eu havia conhecido na praia de La Push agora se mostrava uma verdadeira mulher, uma guerreira; que lutava pela nossa causa, enfrentando os seus medos mais íntimos para nos defender de um passado que só nos causava dor. Ela estava lutando também por mim, sofrendo por mim, e isso me deixava ainda pior. Só por saber que Malu estava enfrentando sozinha aquilo que deveríamos estar enfrentando juntos, me causava uma dor insuportável de carregar. Eu havia a abandonado sem mesmo perceber.

Sequei as lágrimas de meus olhos inchados quando o telefone do hotel tocou me despertando de meus terríveis devaneios. Sentindo minha alma e meu coração feridos, levantei as presas para atender. Eu, Robert, Samantha e Rachel há dois dias fomos até a delegacia para dar queixa de sequestro, já que nem Sarah e nem Malu apareceram no decorrer desses dias, e agora eu ansiava por qualquer noticia que pudesse me levar até a elas. Atendi ao telefone e reconheci a voz fraca de Rachel. Durante os últimos dias Rachel e eu conversamos bastante a fim de nos conhecermos melhor e dividir nossas amarguras.

Rachel falava rápido demais pelo telefone, nervosa, ela trocava o inglês e o português, misturando as duas línguas em uma mesma frase, me impossibilitando de entender o que ela falava. Pedi para ela se acalmar e me falar com calma, e assim ela fez. Escutei pelo telefone ela respirando fundo, e segundos depois voltou a falar mais calmamente, porém ainda nervosa. Meus olhos se encheram de lagrimas novamente quando eu entendi por fim o que ela falava. Meu coração acelerou e um misto de desespero e alegria dominou meu ser. Desliguei o telefone sentindo meu corpo todo tremer, peguei uma blusa qualquer, coloquei meu tênis e sai desesperado ao encontro de Rachel. Rachel havia me ligado dizendo que talvez soubesse onde nossa mãe estava com Malu, e antes mesmo que eu pudesse pensar, sai em disparada ao seu encontro.

Pov. – Malu.

Encontrava-me encolhida na cama com o corpo dolorido, machucado, só não mais do que minha alma e meu coração. Meus olhos inchados se mantinham fechados, porque eu não queria abrir meus olhos e encarar a realidade que estava bem a minha frente. Porém eu tinha que ser forte, tinha que lutar, eu estava passando por mais uma batalha em minha vida, só que diferente da outra, por essa eu iria lutar. Eu tinha que lutar, e me manter de pé, mesmo que as minhas pernas não me obedecessem mais. Eu tentava sempre pensar em coisas boas, e quando meus pensamentos me levavam para ele, para Jacob, todo o meu mundo se tranquilizava. Abri meus olhos, sentindo o clarão que vinha de uma fresta que havia na parede me cegar, anunciando que mais um dia havia clareado, passei as mãos sobre minha barriga e pude o senti-lo comigo. Minha barriga ainda era pequena, quase não aparecia ainda. Mas o amor que eu sentia pela aquela pessoinha pequena que crescia dia a dia dentro de mim era enorme, e me dava forças para enfrentar tudo aqui. Senti novamente as lagrimas se formando dentro de mim, me tirando um pouco a razão. Eu não via a hora de tudo aquilo terminar, para sentir os braços de Jacob sobre os meus novamente, o seu corpo quente me aquecendo e me tirando da escuridão.

Escutei um barulho vindo do lado de fora do quarto, e a porta de madeira velha se abrindo. Enxuguei as lagrimas de meu rosto, e sentei-me na cama antes que ela pudesse acabar de entrar. Sarah entrou no quarto com uma bandeja em suas mãos e sua expressão estava diferente desde ontem à tarde quando ela pediu para acariciar minha barriga.

– Eu trouxe uma sopa para você comer, já que não comeu quase nada ontem à noite. – Falou a mulher com o semblante simples e eu estranhei.

Eu iria negar a comida, não confiava na Sarah calma que estava a minha frente, mas estava com fome e não havia comigo quase nada no dia anterior.

–Por que você está me tratando diferente agora? –Perguntei sem entender as atitudes da mulher.

–Tratando diferente? –Perguntou se recompondo e falando seca... – Por quê? Está achando que eu estou sendo boazinha demais? – Questionou seca.

– Desde ontem quando você colocou a mão em minha barriga você está diferente. – Falei.

– Acabe de comer essa sopa e cale a boca! – Falou grossa, tentando esconder algo que eu sabia o que era.

Sarah há dois dias era uma mulher sem escrúpulos, fria, grossa e seca, porém agora, eu sentia uma mudança enorme em seu comportamento, e sabia que a minha gravidez de certa forma havia a tocado, talvez até amolecido o seu coração de pedra. Ela me travava diferente, no fundo ela sabia que queria aquele neto...

Pov. – Jacob.

Caminhei o mais rápido que pude ao encontro de Rachel, e assim que cheguei ao parque onde nós nos encontramos pela primeira vez, ela me abraçou forte, como fazia todas as vezes que me via, e eu amava o carinho que ela me dava. Olhei para seus olhos negros cintilantes e neles podia-se ver desespero, o que fez meu coração sangrar.

–Jacob... – Me chamou acordando de meus devaneios frequentes.

–Onde é esse lugar que Malu está? –Perguntei rápido, nervoso.

–Não é tão perto. –Falou decepcionada. –É perto de uma comunidade na Gávea. E Jacob, eu não tenho certeza se a Malu e minha mãe possam estar lá. –Falou com lagrimas nos olhos.

–Teremos que ir até lá para descobrir. –Falei decidido em ir atrás de meu amor.

–Não acha melhor ligar para os pais de Malu ou para a... policia. –Tremeu quando pronunciou a ultima palavra.

–Ligaremos para eles no caminho... Vamos logo. –Falei a seguindo, sentindo meu coração disparar em meu peito.

Saímos em disparada ao encontro de minha querida Malu, e enquanto meu coração disparava, eu e Rachel seguíamos ao nosso mais novo destino. Durante todo o caminho eu rezava silenciosamente para que ela estivesse onde Rachel imaginava, pois eu já não conseguia viver sem ela ao meu lado. Malu era a minha amiga, minha namorada, minha amante... E acima de tudo minha vida. E ficar longe dela só me afundava mais no vazio sem fundo em que me encontrava.

–Por que você não falou sobre essa casa antes? – Perguntei para Rachel, que mantinha os olhos dispersos na janela do taxi.

–Porque eu não lembrava. –Falou ainda com os olhos perdidos. – Minha mãe sempre falava nessa casa quando eu e meu irmão éramos pequenos. Era lá que ela morava com meu irmão antes de conhecer o meu pai. Eu sempre pensei que ela havia vendido a casa quando se casou com meu pai. Mais assim que Mike faleceu uns dois meses depois, ela me levou até a casa simples, onde tinha varias coisas sobre ela e Mike. – Colocou a cabeça em meu ombro, se encolhendo no banco.

–Que tipos de coisas havia na casa? –Perguntei a fazendo estremecer.

–Fotografias... Fotos dela gravida de você e de meu irmão, fotos dela segurando um bebê, que no caso deveria ser você ou o Mike. –Fez uma pausa. –Roupas de bebê, coisas sobre o passado dela... Minha mãe após a morte do Mike morreu junto. Ela não é mais como antes... Para dizer a verdade, ela já não deve ser mais como antes, há muito tempo... –Concluiu com o olhar triste.

Abracei Rachel percebendo que aquela menininha forte que se encontrava ao meu lado, estava sofrendo bem mais do que eu poderia imaginar. Era tudo novo para ela, novo até demais para mim...

Liguei para os pais de Malu, Robert e Samantha, quando minha irmã falou que já estávamos perto da casa, o que fez meu corpo todo se alterar, e meu coração acelerar dentro de meu peito. Quando Robert atendeu ao telefone, pirou, nunca havia visto ele tão desesperado daquele jeito, mas entendia os seus motivos.

–Vocês estão malucos? Por que não avisaram nada antes? –Robert gritava igual a um louco no telefone. –Fiquem a onde estão, eu e Samantha já estamos indo para ir. A polícia irá depois, para não armar confusão.

– Me desculpe Robert mais eu não irei esperar mais. A Malu esta correndo perigo e eu não ficarei mais nenhum segundo longe dela. – Falei desligando o telefone, e caminhando em direção a uma pequena casa de tijolos com Rachel.

–Rachel, fique aqui. – Ordenei. – E espere os outros chegarem.

–Mas Jacob, e se minha mãe fizer algo com você? – Perguntou com os olhos transbordando de lágrimas. Ela estava preocupada.

–Ela não fará nada pequena. Confie em mim. – Falei a abraçando e beijando sua testa.

Pov. – Malu.

–Você quer sentir minha barriga? – Perguntei para a mulher que me olhava agora assustada enquanto eu caminhava em passos curtos em sua direção.

–E por qual motivo eu iria querer sentir a sua barriga? – Perguntou sarcástica e grossa.

–Sarah por que você não aceita que a minha gravidez lhe tocou? – Perguntei.

–Não! – Quase gritou.

– Por mais que você diga que não, no fundo eu sei que você quer esse bebê assim como eu e o Jake queremos.

–Cala a boca! –Falou dando um tapa em meu rosto. –Eu nunca iria querer um neto bastardo.

–Ele não é bastardo! – Gritei. –Infelizmente o sangue que corre nas veias dele é o mesmo que o seu. –Falei com lagrimas nos olhos. –Ele é seu neto e sempre será! Se conforme com isso! –Gritei novamente sentindo meu coração sangrar.

–Já mandei você parar de falar, sua infeliz! –gritou, puxando meu cabelo e me jogando na cama.

Afundei minha cabeça no travesseiro para conter as lágrimas que saiam descontroladas de meus olhos, sufocando a minha garganta. A única coisa que eu queria era sair dali, e esquecer tudo o que estava acontecendo, e foi quando Jacob surgiu em meus pensamentos, sua voz longe chamava pelo meu nome, enquanto eu me afundava ainda mais na cama, até que ouvi um grande barulho vindo da porta, abrindo-a com total força, e assim que eu olhei, o vi parado com os olhos cheios de lágrimas.

–Jacob... –Falei o olhando, e a visão de seu rosto, foi a ultima que tive.

Pov. – Jacob.

Entrei na casa humilde de tijolos, e assim que escutei a voz de Malu gritando dei uma pesada na porta a fazendo ir ao chão. E assim que adentrei, primeiramente vi Malu deitada em uma cama de madeira desacordada e depois ela, a mulher que havia me negado como filho, me olhando horrorizada. Eu nunca pensei que ao ver minha mãe sentiria ódio, porém agora vendo-a bem a minha frente, era isso que eu sentia. Ódio. Da própria mulher que havia me dado à vida. Ela ainda me olhava espantada, imóvel no mesmo lugar com lagrimas nos olhos. Enquanto eu também encarava aquela mulher com a pele avermelhada, e de olhos e cabelos negros com os meus.

–Mike... Meu filho é você meu amor... – Ela falava desequilibrada, e as suas palavras me doeram ainda mais.

Agora eu sabia, eu nunca tive mãe, não uma que me amasse e me aceitasse como filho. Agora eu entendia o porquê de meu pai nunca mencionar o seu nome em casa, entendia o porquê de ele ter me escondido por tanto tempo a verdade que se escondia em meu passado. Ele só não queria me magoar.

–Oh meu filho. – Falava a mulher caminhando em minha direção para me abraçar. Para me dar o abraço que eu havia esperado durante muito tempo para receber. Só que infelizmente não era para mim...

Sarah me abraçou chorando, dando-me um abraço quente e acolhedor que eu queria quando criança nas noites de pesadelo. E quando eu ia ir abraça-la, embala-la em meus braços, ela parou. Colocou as mãos em meu rosto, o segurando e me encarou, até que se afastou de mim, com os olhos esbugalhados, balançando a cabeça negativamente.

–Você não é ele, não... Bastardo! – Gritava, sacando uma arma da cintura e apontando em minha direção, quando eu escutei a voz de Malu gritando.

–Sarah não faça isso! Ele é seu filho. –Pedia Malu chorando, tentando se levantar fraca da cama. – Por favor, Sarah não leve outro filho seu embora.

Olhei para Maria Luiza espantado, afinal o que ela estava falando?

–Levar outro filho embora? – Repetiu. – Cala a boca sua pirralha! – Gritou Sarah.

Eu não entendia o que elas diziam, eu ficara perdido entre elas.

–Não faça nada com ela. – Gritei, escutando ela dar gargalhadas da minha cara.

–Sabe Jacob. – Cuspiu as palavras olhando para mim. – Eu tenho pena de você... Você acredita mesmo que ela te ama? –Perguntou. – Porque para mim ela só está com você pelo fato de você lembrar o meu filho Mike.

–Não acredite nela Jake, eu te amo. – Malu falou.

– Ela já te contou sobre o que ela fez com meu filho? –Falava a mulher segurando a arma na direção de Malu.

–Não acredite nela meu amor... –Malu pedia.

–Ela falou para você que matou o meu Mike, que matou o seu irmão! – Gritou a mulher, enquanto via Malu cair de joelhos no chão.

–Não... Não... Não... –Malu chorava aos prantos. –Eu não o matei... Eu não quer..

–Matou! Matou o meu filho! –Gritou. – Pergunte você mesmo para ela.

–Malu...? – Perguntei, sem conseguir completar a frase.

Eu me encontrava transtornado, no meio de duas mulheres que me mostravam não ser quem eu pensava que eram, e para a minha infelicidade, elas eram pior.

–Não, eu não o matei, eu nunca seria capaz disso. Eu amava o Mike, e o amei até o dia em que te encontrei. –Dizia, agora de pé, olhando em meus olhos. –Eu passei meses acreditando que tinha o matado, eu passei meses sofrendo, até que descobri a verdade. E em vez de eu ficar melhor, só piorei, pois eu não conseguia acreditar no que meus ouvidos ouviam. – Falava com ódio.

–O que? –Perguntei curioso, enquanto Malu começava a falar.

Flash Back on.

Pov. – Malu.

Quando eu vi Mike aos beijos com Paola, um ódio descomunal cresceu dentro de mim, e eu corri sem hesitar ao encontro dos dois. Meu coração estava sangrando, ver os dois aos beijos foi como se tivessem enfiado uma estaca em meu coração. Assim que eu cheguei até eles, e confirmei com os meus próprios olhos que era Mike eu o bati, bati, e bati. Eu o batia colocando toda a minha força em meus punhos.

– Malu para com isso. – Falou ele segurando os meus braços enquanto eu tentava me livrar de suas mãos.

–Me solta seu filho da puta! Eu não quero saber de você nunca mais.

–Esquece ela Mike, eu posso te dar muitas coisas que eu sei que ela não dar. – Disse Paola, com um sorriso de vencedora nos lábios.

–Cala a boca Paola! – Gritou. – Por que você me beijou? Você ficou maluca? Eu sempre falei para você que amava a minha namorada. – Mike gritou com raiva, daquela menina branca de cabelos negros.

Consegui sair de seus braços, e agora eu só queria fugir, sair dali e ir para casa, mais quando estava correndo, senti as mãos dele me segurarem, me puxando para perto.

–Amor me desculpa...

–Você a beijou! –Gritei. – Você me traiu Mike.

–Eu não a beijei, eu jamais trairia você Malu.

–Então o que você estava fazendo aqui com ela? Por que você não me esperou?

–Ela... Ela falou que queria conversar e me...

– Então quer dizer que veio para cá sozinho com ela, para conversar?

–Amor, eu... – Falou me segurando pela cintura e me beijando.

Mike sabia como me calar, sabia que eu não conseguia viver sem seus beijos. Todas as vezes que brigávamos, ele nos dava trégua com um beijo selado, o nosso beijo. Eu sempre acabava me rendendo a ele, só que naquele dia foi diferente, o ódio que emanava do meu corpo me cegou. A chuva caia forte, nos diluindo e como o anoitecer já se estendia sobre nossas cabeças, nada se via. Na intenção de me soltar de seus braços eu o empurrei para o meio da rua que no mesmo instante passava um carro que vinha a mais de 100 quilômetros por hora.

Flash Back off.

~#~#~#~

Não consegui mais falar, agora as lágrimas me sufocavam. Eu mantinha os olhos no chão, nunca havia contado para ninguém sobre aquilo e desabafar era como um peso saindo de cima de mim.

–Eu não falei Jacob? –Afirmou Sarah. – Ela matou o seu irmão, ela matou o meu filho!

–Malu... – Via os olhos de Jacob me olharem com completo horror, me afundando em um abismo sem fim.

–Jacob, me desculpe...

–Eu falei para você, ela não presta! – Sarah colocou pilha. – Ela matou meu filho...

–Eu ainda não terminei. – Falei seca, secando as lagrimas de meus olhos. – Eu sei que eu não sou nenhuma inocente nessa história, mas o Mike estaria aqui entre nós, se você não tivesse nos colocado naquele lugar, naquela hora. Eu sei muito bem que era para eu ter morrido no lugar de Mike. Pelo menos, era isso que você queria não é mesmo Sarah? Você pagou a Paola para levar o Mike até aquela rua abandonada, porque você sabia que eu iria atrás dele, e que não ficaria ali para o ver se explicar, e me atropelaria na primeira oportunidade. – Falei com lágrimas, enquanto Jake olhava para mim espantado. – Você Sarah Black, você é a única culpada por tudo ter acontecido...

–Mentira! Mentira! – Gritava.

– Você, não eu... Você matou seu filho! – Gritei!

– Você pagará caro, por estar me acusando deste jeito. – Apontou a arma para mim. – Você iria o leva-lo para La Push, você estava fazendo a cabeça para ele ir conhecer a sua família, e por isso você tinha que morrer, e por isso você tem que morrer!

–Então me mata! –Gritei.

–Mãe não!

Escutei a voz de Rachel ao fundo gritando, enquanto ouvia a voz de meu amado chamando pelo meu nome, quando escutei o barulho da arma, e cai ao chão.

Notas finais
OMG *-*
Meninas o que acharam?
Estou passada com a Sarah, ela matou o próprio filho O.o
Imaginem como o Jake ficou ao saber como sua mãe é.
E Malu? Aconteceu algo com ela no final do capitulo, será que foi grave?
COMENTÁRIOS?
RECOMENDAÇÕES?
Adoraria que me mandassem, afinal eu mereço :D
Semana que vem chegaremos ao Penúltimo capitulo de nossa fanfic :(
Já estou sentindo saudades...
Até o próximo capitulo amores...
Beijinhos...
By: Milleyd ♥