Traídos Pelo Desejo.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Esta ai a nova Historia da Tiih meninas e o 1° cap. já esta pegando fogo rsrsrsrsr.
boa leitura.
Traídos pelo desejo
Cap. 1
O barulho seco e ruidoso no motor do carro foi quase imperceptível, mas os ouvidos experientes do Promotor Público Edward Thomas Cullen captaram-no quase que imediatamente. Ele suspirou consternado. O seu lindo bebê, um Volvo prateado ano 2004 era muitas vezes um sério problema. Para mantê-lo rodando diariamente era preciso a atenção freqüente de um bom mecânico, com experiência e que naturalmente cobrava também uma boa soma. Mas aquele era o preço a pagar por uma de suas paixões. Talvez a maior de sua vida: Carros. Podiam ser novos ou antigos. Pensou que os danos e gastos eram um fator mínimo, irrelevante, pois na vida existem certos tipos de prazeres que não tem preço.
Desde o primeiro momento em que vira o carro esporte prateado, de modelo antigo, sete meses atrás, soubera que teria que possuí-lo... E quando Edward Cullen queria uma coisa... Ele conseguia. Sempre fora assim. Cansado da agitação e do trânsito infernal das cidades grandes, resolvera num impulso aceitar uma proposta de mudança de emprego, deixando as luzes de Seattle para trás e mudando-se para a pacata Forks, a cidade mais chuvosa dos EUA, nos arredores de Washington. Alguns dos seus amigos acharam aquilo tudo uma loucura, mas ele havia tomado a decisão na semana anterior; além do mais não havia nada que o prendesse naquela cidade grande, chata e acelerada onde a corrupção encontrava-se cada vez mais presentes nas teias do poder judiciário. Suspirou longamente permitindo que a sua mente voltasse ao passado. A única mulher que lhe fez considerar a possibilidade de se casar um dia, estava morta. Tânia. Estudante de direto, assim como ele. Ela havia travado uma dolorosa batalha contra um câncer de mama e no final a doença vencera. Mas tudo aquilo agora fazia parte do passado e ele era um homem determinado a não se deixar derrotar pelos obstáculos, infortúnios e revezes da vida.
Num instante dirigia pelas estradas sinuosas e úmidas. No momento seguinte, um som múltiplo de ruídos engasgados surgiu debaixo do capô, despertando-o dos seus devaneios.
–Mas o que?!
Rosnou entre dentes tentando acelerar, mas o carro temperamental continuou perdendo.
–Droga! Resmungou em alto e bom som, batendo com o punho cerrado no volante revestido de couro. Que falta de sorte pensou aborrecido. Estava no meio do nada na estrada asfaltada. Sabia que havia passado por uma cidade pequena, Port Angeles, há uns quarenta quilômetros e que ainda faltava percorrer quase cem quilômetros para chegar a Forks. Lembrou que cruzara com pouquíssimos carros pelo caminho. Era uma tarde de sábado e essa estrada achava-se simplesmente deserta.
Olhou para os lados da pista. A estrada era ladeada por uma floresta impenetrável de pinheiros altos. Nenhuma casa a vista.
–Merda! Por que isso tinha que acontecer justo agora?! Cuspiu entre dentes. — Maldição! O que vou fazer agora?!
Esperançoso tirou o celular do bolso constatando que ali não havia sinal. Praguejou alto outra vez, conseguindo manobrar o veículo até o acostamento, retirando sua valise de mão com algumas roupas e disposto a caminhar o quanto fosse necessário para obter ajuda. Olhou com desconforto para os seus tênis de marca, sabendo que por mais confortáveis que fossem para o dia a dia não eram apropriados para uma longa caminhada. Resignado, trancou o carro e saiu andando a margem da estrada esperando avistar uma casa, uma cabana ou qualquer outro tipo de habitação onde pudesse encontrar alguém que o ajudasse.
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Suspirando no pensamento, Isabella Marie Swan atravessou a sala de jantar e foi para a sala de estar do seu pequeno e aconchegante chalé, aproximando-se da lareira estendo as mãos na direção do fogo, aquecendo-se. Seu olhar vagou até as janelas na direção oposta. Uma tempestade estava a caminho, mas ela tinha tudo que precisaria para um fim de semana relaxante antes de retornar as suas atividades de advogada na segunda feira. Pão fresco, três tipos de queijo, presunto de Parma, patê de tomate seco com ervas, uma lasanha pronta comprada no supermercado e duas garrafas de vinho tinto. O chalé hoje estava estranho, muito silencioso. Ela virou-se no meio da sala mal iluminada e olhou ao seu redor. Não tinha estado tão em paz consigo mesma desde que saíra de Phoenix. As lembranças amargas ameaçaram tomá-la, mas ela não permitiu. Não desta vez. Balançou a cabaça dispersando os pensamentos conflitantes e moveu-se para o sofá puxando a bainha da sua camisa a partir da calça jeans que usava, chutando suas botas, enchendo uma taça de vinho com o seu vinho tinto preferido, sentando no imenso sofá de couro marrom e pesado que dominava o ambiente. Pegou uma almofada grande e apoiou os pés nela antes de fechar os olhos a afundar no móvel antigo e confortável. Instante depois escutou o ribombar distante dos trovões e viu a grossa cortina de chuva começar a cair. Suspirou sorrindo disposta a esquecer todas as preocupações, dissabores e coisas ruins do seu dia a dia.
Estava saboreando outro gole da bebida, enchendo os seus sentidos quando uma batida pesada pousou na porta do lado de fora. Sentou-se subitamente olhando para o fino e delicado relógio de ouro em seu pulso. Quem poderia ser?! Quem estaria ali uma hora daquelas, sob uma chuva torrencial? Excluindo a sua assistente e o seu meio irmão ninguém mais sabia que ela estaria ali. Sem falar que o chalé ficava praticamente incrustado no meio da floresta. Suspirou resignada certa de que ao abrir a porta daria de cara com o irmão. Seria capaz de apostar que Jasper tinha ido ver com os próprios olhos se ela estava realmente bem, pois quando o avisara no dia anterior que passaria o final de semana na floresta ele havia praticamente surtado. E tudo por que ela iria sozinha. Caminhou devagar em direção à porta e assumiu uma postura altiva alcançando a maçaneta no mesmo instante em que outra batida forte foi ouvida.
Colocou um sorriso irônico nos lábios e abriu a porta sentindo que congelava. Porque não era Jasper ou um dos seus velhos conhecidos. Tampouco era sua assistente e amiga Alice Brandon. Era um homem. Um desconhecido. E que homem! Diante de seus surpresos olhos estava o homem mais bonito que já vira em sua vida. Alto, atlético, um rosto perfeito com lindos e penetrantes olhos verdes, sua expressão amável, mas indecifrável. Sobrancelhas espessas sobre os lindos olhos verdes, nariz reto, um ar meio britânico e cabelos acobreados um pouco mais longos do que os que ela estava geralmente acostumada a ver nos homens da cidade.
PDV Bella.
Oh Meu Deus!Quem é esse homem maravilhoso, este deus grego que apareceu do nada aqui na minha porta?!
–Oi.
Cumprimentou-me sorrindo torto. Meus olhos piscaram deslumbrados, meu coração disparou dentro do peito. Pega de surpresa, eu nada respondi, mas o bom senso impeliu-me a me afastar da porta permitindo que ele entrasse no chalé. Uma ponta de razão ainda gritou que um psicopata ou um serial killer também poderia ser bonito, mas algo nele inspirava confiança, então mandei a razão às favas e sorri amplamente encantada com o presente inesperado que o destino havia me dado.
–Puxa, obrigado, respondeu colocando a valise sobre o chão, aproximando-se do fogo, encharcado até a alma.
A camisa esporta colava-se a cada músculo do corpo magro e definido e eu engoli em seco ao ver suas costas totalmente delineadas Cintra o tecido.
–Meu Deus, você está ensopado!
Falei pela primeira vez atraindo sua atenção. Sob a luz das chamas ele parecia ainda mais sexy e eu estremeci involuntariamente sentindo-me de certa forma desconfortável com as sensações que o estranho me despertava. De repente o ar dentro do chalé tornou-se sufocante e eu me afastei na direção de um pequeno armário no lado oposto da sala, abrindo-o e retirando duas toalhas secas e limpas. Voltei para perto dele e entreguei. Ele segurou as toalhas e abriu um largo sorriso, agradecendo novamente a acolhida. E eu quase torci para que os nossos dedos esbarrassem acidentalmente.
–Obrigado mais uma vez. Sou Edward. Edward Thomas.
Apresentou-se estendendo a mão que eu me apressei em segurar, mas antes não o tivesse feito. Uma corrente de arrepios elétricos percorreu minha pele e assustada, soltei a mão grande e quente.
–Isabella Marie, respondi. Ele recolheu a mão e explicou:
–Obrigado por me receber, Isabella. Andei quarenta minutos para poder encontrar esta casa, falou simpático. -Meu carro quebrou na estrada e eu não tive escolha a não ser deixá-lo no acostamento e sair em busca de ajuda.
–Bella.
–Perdão?
–Pode me chamar de Bella, eu disse desejando não parecer tão idiota quanto havia soado. O que estava acontecendo comigo afinal?! -Não viu que vinha uma tempestade a caminho?
Perguntei sorrindo afastando os cabelos para trás da orelha. Ele observou atento cada detalhe enquanto procurava se secar.
–Bella combina com você, disse me olhando de cima a baixo. Corei como uma adolescente em seu primeiro encontro.
–Sobre o que estávamos falando?
Indagou confuso.
–Perguntei se não ouviu no rádio que havia uma tempestade se aproximando, completei curiosa.
–Tempestade? Não. Eu não sou daqui estou de passagem. E também não costumo ouvir o rádio quando estou no carro. A não ser que seja para escutar minhas músicas favoritas, respondeu avaliando-me de cima a baixo.
–Que tipo de música?
Ele sorriu outra vez fazendo com que ela prendesse a respiração de forma inconsciente.
–Bandas dos anos oitenta... A HA, Roxete, Bom Jovi, respondeu dando de ombros.
–Adoro o A HA. Hunting high and low e Crying in the rain, são as que gosto mais. Minha mãe costumava ouvir sempre, respondi presa ao magnetismo dos lin dos olhos verdes.
Céus! Eu estava mais nervosa do que nunca! Sem pensar falei a primeira coisa que me veio à cabeça:
–Você precisa tirar essas roupas molhadas ou vai acabar pegando uma pneumonia, falei analisando-o. Tentava imaginava se alguma das antigas roupas de Jasper caberia nele e achei que sim. Meu irmão e aquele homem possuíam praticamente a mesma altura e porte atlético, então eu pegaria algumas num dos armários do quarto e as traria para ele.
–Não sei como, pois as roupas na minha valise também devem estar molhadas.
–Espere um segundo, pedi deixando-o sozinho. Menos de cinco minutos depois eu estava de volta à sala com uma calça de moletom e uma camisa xadrez de flanela. As roupas não eram novas, mas funcionariam perfeitamente. Trouxe-as enroladas nas mãos e entreguei a ele que olhou para as peças e depois para mim com uma ponta de tristeza no olhar.
–Obrigado. O seu... Seu namorado não vai se incomodar se eu as usar?
Perguntou sem emoção na voz. Franzi o cenho, confusa. Por que ele teria mudado tão de repente?!
–São do meu irmão, respondi automaticamente. Minutos depois a ficha caiu. Ele deveria achar que tinha um homem ali comigo. Ri interiormente me recriminando em seguida por não estar usando nem ao menos um gloss labial.
–E o seu irmão não vai fazer questão de ter um estranho usando as roupas dele?
Perguntou piscando um olho. Prendi a respiração olhando-o fixamente. Aquele homem estava me deixando completamente deslumbrada.
–Bella?
–Sim?
Respondi me sentindo uma idiota.
–Onde posso me trocar?
–Naquela porta a esquerda. É onde fica o banheiro, respondi. Ele me deu um sorriso maravilhoso, lindo e tão perfeito que eu fiquei parada no lugar como uma pateta.
–Droga!
Resmunguei baixinho assim que a porta do banheiro fechou.
PDV Edward
Respirei fundo encostando-me a porta do banheiro. Que porra estava acontecendo comigo afinal?! Fique perdido no meio do nada e de repente acabo dando de cara com uma mulher linda e sexy?! Seu rosto era em formato de coração, a pele alva. Os cabelos cor de mogno caíam soltos em suas costas, os olhos castanhos escuros misteriosos, mas o que mais o impressionou foi o cheiro que emanava dela. Uma mistura de shampoo, condicionador, hidrante corporal e um perfume exótico e inebriante. Um cheiro forte poderoso e feminino. Um cheiro único e cativante de mulher. Suspirei novamente tentando ordenar meus pensamentos. E além de tudo era fã do AHA?!
Doce Jesus... O que o destino estava me aprontando... Ela estava com roupas de inverno, sem maquiagem e os cabelos soltos em suas costas formando uma grossa cascata escura, cor de mogno, a pele alva, macia e por Deus... A coisa mais cheirosa em que eu já tinha posto os meus olhos. E nunca uma mulher tinha mexido tanto assim comigo antes. Seu rosto era sereno como de um anjo, os olhos escuros enevoados cheios de promessas e mistérios que eu seria capaz de um braço para desvendar. Seus cabelos... Convidativos como os de uma atriz pornô. Eles pediam para que eu enfiasse os dedos neles, emaranhando-os e os puxasse, trazendo-a para mim. Olhei para baixo e meu pau estava duro como rocha apesar do frio que eu estava sentindo. Imagens eróticas, quentes e sexy de nós dois rolando nus com os corpos entrelaçados no sofá diante da lareira povoaram a minha mente, fazendo-me gemer baixinho. Eu tinha de me acalmar e rápido.
Tirei a roupa molhada rapidamente abrindo a torneira da pia jogando água no rosto, concentrando-me no meu último caso como Promotor em Seattle, forçando minha mente a relembrar as imagens dos adolescentes mortos a facadas para que o meu pau voltasse ao estado normal, dissipando minha ereção de forma brusca, mas necessária. Vesti as roupas do irmão dela que couberam perfeitamente em mim, espremi a roupas molhadas no Box e as deixei penduradas num suporta para roupas que se encontrava ali sem deixar de perceber que junto às minhas havia um conjunto de calcinha e sutiã cor de rosa, pequeno, mas comportado. Nada de sedas, rendas ou transparência. Peguei as peças delicadas entre as mãos e cheirei, arrependendo-me instantaneamente, pois lá se foi o meu autocontrole. Devolvi a lingerie ao mesmo lugar praguejando baixinho.
–Merda!
Se eu não saísse dali rápido ela com toda certeza viria atrás de mim e ao ver o estado em que eu me encontrava me expulsaria porta a fora deduzindo que eu era um pervertido ou um tarado. Suspirei profundamente focado nas imagens terríveis. O sangue espalhado pelo chão, os olhares em seus rostos... Senti meu pau relaxando e suspirei novamente.
PDV Bella
Olhei rapidamente para os lados e corri na direção da cozinha silenciosamente abrindo a geladeira e retirando uma tábua de frios que tinha preparado assim que cheguei, alcançando uma cesta cheia de fatias de pão. Peguei azeite e um pouco da pasta de alho e passei em cada uma das fatias, esperando que ele estivesse com fome. Dez minutos depois Edward saiu do banheiro. Uau! Ele caminhou pela sala penteando os cabelos acobreados com os dedos, descalço e mais sexy do que se estivesse usando roupas justas. Era o tipo de homem que exalava sensualidade por todos os poros do seu corpo e eu precisei engoli em seco outra vez. Seus olhos percorreram a sala a minha procura. Foi quando o chamei.
–Estou aqui, disse acenando. Ele sorriu e veio até a cozinha quando um trovão ruidoso estourou lá fora, fazendo-me pular da cadeira.
–Hei, calma. É apenas um trovão falou carinhoso. Ele ficou tão perto de mim que se eu levantasse a cabeça estaria a um passo de beijar seus lábios. Congelei no lugar sentindo sua respiração tornar-se pesada ao bater nos meus cabelos. Queria fitá-lo, mas não tive coragem. O silêncio tomou conta do ambiente. A única coisa que eu conseguia ouvir era o som de nossas respirações e o barulho da água caindo lá fora.
–Bella...
Chamou suavemente segurando minha mão com a sua. Novamente os arrepios de eletricidade me atingiram. Ergui minha cabeça encarando-o surpresa e vi que ele também sentia a mesma coisa. Era como se nossas peles estivessem conectadas ou algo parecido. Meus seios ficaram duros. Minha vagina molhada. O coração batia tão forte que achei que ele pudesse escutar o som das batidas. Meus joelhos fraquejaram e minha boca ficou subitamente seca. Eu não conseguia pensar, racionar ou racionalizar nada. Absolutamente nada. Sei que é loucura, mas era como se eu só tivesse meus sentidos e nenhuma razão.
–Não sei o que está acontecendo comigo, falou com a voz rouca, baixa e sexy deixando os cabelos da minha nuca arrepiados. Tentei articular uma frase, ao menos dizer alguma coisa, mas foi em vão.
–Eu nunca... Nunca reagi assim com uma mulher antes...
Se ele queria inflar o meu ego estava fazendo um excelente trabalho.
–Ed... Edward.
Foi a última coisa que eu disse antes de sentir seus lábios esmagando os meus, segurando-me entre os seus braços, levando-me para a sala. A língua dele deslizou pelos meus dentes explorando cada canto da minha boca, exigindo que eu fizesse o mesmo em retorno. Descobrindo o cheiro de sabonete de lavanda em seu rosto, minha boca seguiu a trilha deliciosa de seu queixo e pescoço.
–Eu não tenho me segurado tanto desde o primeiro ano da faculdade. Se eu não conseguir ter você logo, acho que vou explodir, sussurrou selvagem.
–Não... Pare, consegui balbuciar. Com certeza eu havia enlouquecido completamente. Fazer amor com um completo estranho... Mas eu o queria como nunca quis ninguém e nada mais importava a não ser os ardentes e incansáveis apelos do meu corpo em brasa. Ele arrastou beijos ao longo do meu pescoço enquanto agarrava com a mão cheia um dos meus seios. Gemi com o toque quente.
–Bella, você está me deixando louco... Eu quero muito estar bem fundo dentro de você. Há muito tempo que eu não fico assim tão duro... E dizendo isso moveu seu pênis livre dentro da calça de moletom do meu irmão, contra o meu ventre, suas mãos alcançando o fecho do sutiã negro. Ele fez um trabalho rápido e eficiente, tirando a camisa dele e a minha e eu engasguei diante da visão daquele tórax perfeito e musculoso. Sua pele cintilava com a forma masculina perfeita como um deus grego, como a obra de arte de um escultor famoso. Seus ombros se flexionavam com poder. E eu esperava que se tudo isso fosse um sonho, nunca mais acordar.
-Eu quero você, murmuro reivindicando meus lábios outra vez. E quero agora, murmurou exigente.
–Também quero você, me ouvi falando de repente. E em dois segundos ele estava agarrando meus seios, liberando os mamilos do bojo do sutiã e levando-os à boca, chupando firme contra a carne, ele devorou minha pele trêmula.
PDV Edward.
Ela correu as mãos ansiosas sobre meus braços e ombros. Mas eu queria mais, eu queria tudo. Eu queria submissão total. Parecendo ler meus pensamentos ela rosnou um abafado sim. Eu queria levá-la para o sofá, mas sabia que ainda estávamos muito longe. A mesa de jantar estava mais próxima, então seria o primeiro lugar onde eu comeria aquela atraente e sexy e linda desconhecida. Sem deixar de beijá-la, levei minhas mãos às laterais da calça de flanela azul, puxando-a para baixo, revelando uma minúscula calcinha preta de cetim negro assim como o sutiã. A calça deslizou para o chão e eu ajoelhei diante dela. Minhas mãos deslizaram pelos quadris até os lados finos de sua calcinha, enquanto ela acariciava o meu cabelo. Deslizei a calcinha para baixo nas pernas esguias e bem feitas, sorrindo para o pequeno monte de pêlos aparados, e não pude evitar prová-la, levando minha boca para saborear Isabella Marie e toda a sua doçura.
Ela gemeu alto de prazer quando minha língua deslizou entre os lábios de sua abertura lisa. Minha boca fechou-se ao redor do pequeno ponto sensível para chupar com avidez sua vagina ensopada e sensível. Seus quadris sacudiram contra minha boca, erguendo-se enquanto ela gemia tremendo. Eu queria terminar com ela, mas o meu pau doía ferozmente, reclamando atenção e alívio.
–Prometo que terminarei isso mais tarde, cuspi entre dentes ouvindo seu gemido de protesto enquanto eu ficava de pé novamente. Mas logo sua decepção momentânea foi esquecida quando viu a determinação em meus olhos. Segurei pelos ombros virando-as de costas, inclinando-a sobre a mesa. Ela entendeu o que queria e curvou-se totalmente separando as lindas pernas.
–Eu preciso de você, agora, disse ardentemente, dando uma palmada ligeira em seu traseiro arrebitado antes de correr as mãos pela pele macia e cheirosa.
PDV Bella.
Respirei fundo inclinando-me mais para frente, minhas mãos jogadas sobre a superfície lisa da mesa de madeira, meus dedos cravados no móvel. Meu sexo pulsava com a necessidade de sentir aquele completo desconhecido dentro de mim, cada célula do meu corpo estava em chamas por isso. Não precisei esperar muito tempo... Edward agarrou o meu quadril enquanto guiava seu membro prontamente para minha fenda estreita, deslizando facilmente em meus fluidos escorregadios. Arquejei ofegante em antecipação. Ele gritou alto enquanto empurrava seus quadris com força nos meus, seu membro me preenchendo totalmente. Tremi ao sentir o pênis entrando audacioso até o colo do meu útero, meus músculos balançaram, meu corpo agarrou ao redor dele em uma carícia lenta e deliciosa.
–Comigo, Bella, não contra mim, sussurrou alcançando o lóbulo de minha orelha deixando-me inteiramente arrepiada. Ele controlou cada movimento compelindo-me a acompanhar cada investida e capricho seu enquanto entrava e saía cada vez mais profundamente do meu corpo. Era tão prazeroso que quase desfaleci.
–Mais rápido gostosa... Grunhiu enquanto seus quadris achavam um ritmo rápido e firme de empurrões. Sim, é isso que eu quero Bella... Assim... Você é uma mulher incrivelmente sensual, rosnou contra o meu pescoço, deixando-me entorpecida.
Minha respiração terminou numa série de gemidos e sussurros arquejados. Edward moveu seus quadris de forma furiosa e descuidada de tudo, exceto a necessidade de terminar o tormento que me invadiu no instante em que ele cruzou a porta do chalé. Aquele corpo viril, sensual, sua pele, seu cheiro másculo combinado ao meu longo jejum e o tempo chuvoso lá fora, eram mais do que eu poderia controlar. Eu precisava me libertar, me sentir viva nos braços de um homem. Oh, sim, e como eu precisava...
-Oh, Edward... Edward...
– Sim, sim, vamos chegar lá... Estou quase... Disse entre gemidos enquanto entrava mais uma vez na minha vagina encharcada. Senti a paixão de avolumar no meu interior e gritei. Meu núcleo se explodiu com uma força violenta de satisfação. Edward friccionou os dentes enquanto me segurava contra seu membro. O meu centro tremeu violentamente ao redor dele, atacando-o e fazendo-o passar do ponto da sanidade. O orgasmo virou uma lança poderosa e fervilhante. Tudo que eu podia sentir era a força que emanava daquele homem, o poder de sedução que vinham dele, sua presença forte e marcante atrás de mim. Com um rosnado alto e reivindicante ele se lançou fortemente dentro de mim, sendo arrastado por um clímax selvagem.
Quando o êxtase primitivo baixou e as nossas respirações acalmaram, ele inclinou a cabeça contra as minhas costas suspirando com satisfação. Seu membro ainda estava alojado dentro de mim, as chamas do fogo crepitando na lareira, nossas sombras projetadas atreves da luz tênue e bruxuleante. Mais dois trovões ruidosos espocaram na floresta e inconscientemente eu me encolhi. Os braços dele me rodearam protetores.
–S... Calma. Eu vou cuidar de você, hoje à noite. É uma promessa.
Senti o membro saindo vagarosamente de dentro do meu corpo e aquela sensação já atiçou meus sentidos novamente, ativando minha libido, provocando, ativando o meu sangue. Eu o queria de novo. E durante aquela noite, eu deixaria a advogada renomada e prudente trancafiada numa gaveta e seria apenas Isabella, uma mulher livre e independente nos braços daquele desconhecido. Virei pára encará-lo e Edward, se é que este era mesmo o seu nome, sorria maldosamente com uma mão pousada em seu membro estimulando-o, olhando para minha bunda. Meu olhar satisfeito encontrou o dele, o corpo nu e atlético chamando por mim mais uma vez. Suspirei estendo a mão em sua direção. Ele aceitou o convite mudo entrelaçando seus dedos nos meus.
–Você não tem que ir a nenhum lugar hoje à noite, tem? Perguntei num tom de voz baixo, levando-o até o sofá.
–Não. Como eu disse antes, estou de passagem e devo me apresentar no meu novo emprego na segunda feira, respondeu deixando um sorriso felino surgir em sua face.
–Que bom, por que eu também não pretendo ir a lugar nenhum até a segunda pela manhã.
Ele me deu um sorriso devasso e carregado de promessas. Minha vagina latejou em antecipação.
–Que tal uma taça de vinho? Propus sabendo que aquele fim de semana seria inesquecível
–Mais tarde, disse deitando-se de costas no sofá e trazendo-me para cima dele. Abri as pernas posicionando-me na lateral do seu corpo enquanto ele me puxava para um beijo, selando nossos lábios com sofreguidão, fundindo nossos corpos sedentos novamente.
Notas finais
Não se esqueçam de deixar seus comentários em.
beijos
Kiki e Tiih
Ps. Postarei esta historia de sexta-feira
kiki
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