Notas iniciais
Pessoas queridas!!!!!!!!!!!!!!! Voltei!
Também amo vocês! Aqui está mais um capitulo fresquinho!!!!! Se deliciem, experimentem o prazer de uma boa e profunda... Leitura!
Bem até as notas finais!

- Deu medo — Léo falou voltando a atenção ao computador — pareceu você, quando está abalado, só que mais realista.

- Ele só fez encenação — Matheus volta ao computador — provavelmente, nem deve ser isso tudo!

- Com certeza — Léo olhou para Matheus — mas estava igual a você...

- Hey — Matheus joga uma bolinha de papel em Léo — para de se lembrar disso!

- Mas é! — Léo joga de volta a bolinha.

Depois do momento amizade, o dia percorreu o mais normal possível. Léo quis socializar, mas Matheus logo disse não, Léo se irritou e puxou Matheus porta a fora. Eles viram salas, pessoas e professores. E descobriram que a escola era muito maior do que aparentava.

- Ok — Matheus sentou no chão, eles estavam no meio do pátio — essa escola é monstruosamente enorme!

- Nem diga — Léo se jogou no chão — deu até fome essa caminhada.

- Bem — Matheus olhou em volta — deve ter uma cantina, lanchonete ou, quem sabe, um quiosque do McDonald.

Léo riu, e olhou ao redor, e comentou.

- Belo local, árvores, bancos e até um chafariz.

- Verdade, é um local agradável, agradável até de mais.

- É, tipo, isso aqui é uma escola, estranha, e tem um local assim?

O pátio parecia um parque em miniatura, grama verde, árvores formosas, um belo chafariz no meio e vários bancos bem distribuídos na área imensa que compreendia o local.

- Dá vontade de ficar aqui por horas!

- É... Se não fosse o sol.

- Matheus para de ser vampiro!

- Eu não brilho no sol!

- Não; isso é fada!

- Vamos você já está irritado de fome.

- Finalmente!

Eles levantaram e procuraram uma porta qualquer até que acharam um belo portal com as portas fechadas.

- Abre ou não? — Matheus perguntou.

- Tenho fome, sendo assim, a resposta é sim! — Matheus põe a mão na maçaneta e abre-a. Uma luz começou a cintilar de uma maneira quase absurda.

- Droga — Léo reclamou – eu odeio esses efeitos especiais.

A luz diminuiu aos poucos e após ela ter se extinguido revelou um belo e enorme cômodo, cheio de livros, muitos livros, tantos que não cabia nas estantes e, por isso, estavam jogados no chão. E as paredes já marcadas pelo tempo, tanto quanto as estantes, e os livros empoeirados.

- Porta errada — Léo põe a cabeça dentro do cômodo e grita — oi?

- Você realmente acha que alguém está ai dentro? — Matheus puxou Léo para fora — às vezes me pergunto por que sou seu amigo...

- Ficou irritadinho? — Léo empurrou Matheus para dentro do cômodo — para de palhaçada e entra!

- Seu maluco! — Matheus quase caiu e percebeu que o local estava relativamente limpo — nossa, sem poeira! Menos os livros, eles estão péssimos!

- Alguém deve ter limpado — Léo falou entrando.

- Jura? Nunca imaginaria isso — Matheus se recompôs — e outra, por quê?

- Poeira é ruim? — Léo falou com deboche.

- Mato agora ou depois? — Mateus perguntou Léo.

- Quem? — Léo olhou para Matheus sem parar de andar.

- Você! — Matheus bateu no Léo.

- Depois, bem depois — Léo falou apavorado com o olhar assassino de Matheus — tipo: nunca!

- Hm — Matheus olhou para frente irritado.

- Bem o local pode ser importante para alguém? – Léo tenta explicar a pergunta de Matheus.

- Se fosse importante, estaria mais organizado, não? – Matheus toma à dianteira.

O local era enorme, superando a expectativa que a pequena porta poderia dar, local era bem iluminado e arrumado, mesmo com os livros espalhados no chão, e havia um perfume no ar que encantava e trazia a memória lembranças.

- Gostei desse cheiro — Léo comentou e pegou um livro — "Como se defender em situações extremas"; que título!

- Né? — Matheus pegou um livro também — "Alvo e branco, a arte de ficar albino"; isso foi muito estranho!

Matheus e Léo continuaram a andar, o local revelou uma abóboda e com cinco saídas, cada uma repleta de livros e uma chamava a atenção. Parecia emanar uma sensação ou frenesi, e nessa parte poucos livros estavam jogados no chão.

- Você viu? — Matheus cutucou Léo.

- O que? — Léo olhou para o cômodo — não há nada.

- Há — Matheus quase sussurrou — e algo ruim!

- Há algo, melhor, alguém; agora se sou bom ou não... – a voz que soou foi estranha, parecia de uma mulher e após uma risada — e algo melhor, quem será o primeiro a vir aqui e descobrir do que sou capaz? Vamos, estou com fome, e sangue novo é ótimo!

- Como? – Matheus gelou e sentiu seu sangue sair do corpo, completamente, seus pesadelos viraram, novamente, belos sonhos de criança, e ele viu a morte tão perto quanto alguém vivo poderia ver.

- Isso! Ora vamos – a voz soou mais humana, e um vulto surgiu, parecia uma mulher, mas... – vocês querem, podem sentir o gosto da vida na boca não? Ou vê-la? Ou cheira-la?

- Quem espécie de monstro é você? – Léo sentiu o cheiro quase indecifrável, como se o mundo viesse para dentro de suas narinas, ele perdeu até o chão – quem é você?

- Sou o que quero ser, nada como você quer, simples assim, do jeito que convém a cada manhã – ela recitou as palavras docemente, como se fosse o mais belo dos poemas, mas, a condição o deixava mais macabro.

- O que você quer? – Matheus perguntou vendo o ser se aproximar cada vez mais, mostrando seu corpo e suas partes, a cada passo, suas curvas se revelavam e cada vez mais Matheus via, uma mulher em sua armadura aproximar-se para mata-lo – Ande, fale!

- Quero ver do que vocês são capazes... – agora o cheiro nas narinas de Léo se tornara uma mistura intragável, como se uma carnificina tivesse acontecido e há tempos a sala estivesse fechada, agora ele chegava a sentir o gosto da morte – do que são capazes de ver, de sentir, de provar, de falar, de agir...

- Você é uma juíza? Uma julgadora? – Léo perguntou sem fôlego – No que vai adiantar fazer esse teste?

- Já foi feito – finalmente ela revelou seu corpo, como se fosse um tesouro valioso, ela estava mais protegida pela própria armadura do que qualquer um poderia deixa-la, eram visíveis suas mãos, iguais a patas de gato, só que mais humanas, e seu rosto estava coberto por uma mascara, e sua cabeça por um capacete que lhe cobria tudo, nada estava amostra, tudo completamente coberto pela a armadura dourada.

- Como? – Matheus perdeu o fôlego – no que você nos submeteu?

- Não se preocupe, sou mais sutil do que vocês podem imaginar, e outra, sou amiga de vocês, vão poder contar comigo para sempre – ela levantou um pouco a mascara e deu para ver um sorriso, um sincero – vocês são o que essa escola precisava, façam o que forem preciso... E não se espantem, aqui é bem maior do que vocês podem imaginar, aqui é um verdadeiro mundo, um mundo diferente do que vocês já viram...

Um mundo, no qual, vocês fazem parte da esperança maior, um mundo que vocês têm que salvar, aqui é a única parte na qual seus sentidos serão completos!

Notas finais
Nossa, eu que escrevi essa ultima frase? Foi! Então meu querido povo sombrio! Mais uma aventura nessa escola monstruosa! Próximo capítulo saí na sexta, ou quem sabe antes!
E ainda estou sem betta! E isso é mau e mal! Espero que gostem do meu trabalho, ele é de coração!
Tchau pessoas amadas!