Três Mestres para uma escrava
5 Minhas primeiras marcas
Notas iniciais
Capítulo 5 – Minhas primeiras marcas
Meu nome é Hermione Jane Granger. Tenho 21 anos e estou prestes a assumir o cargo de professora de Poções na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Nesse momento, entretanto, estou amarrada, meus braços suspensos sobre a minha cabeça, meus pulsos presos em tiras de couro acolchoado. Essas mesmas tiras me mantém presa e a mercê dos três homens a minha frente. Eu estou nua diante deles, sendo que todos os três me conheceram quando eu era uma estudante em Hogwarts. Dois deles foram meus professores, o outro é o padrinho do meu melhor amigo. Minha amiga Tonks está lá também, mas tal como nas horas anteriores de eu ter sido aceita como uma submissa em treinamento, ela se mantém distante e fria em relação a mim. Nossa amizade ficou toda ela fora da comunidade BDSM em que estou agora. Aqui ela é uma Mestra, uma dominatrix, enquanto eu sou uma submissa em treinamento. Chamar Tonks de amiga, me dirigir a ela da mesma maneira como faço fora desse lugar, tudo isso seria altamente inapropriado da minha parte agora.
Apesar de meus olhos estarem abaixados, como convém a alguém na minha atual posição, eu posso visualizar todos os instrumentos que deverão ser utilizados em mim neste lugar. Diversos tipos de chicotes estão posicionados numa mesa próxima, também vejo uma palmatória, um cinto de couro, prendedores de mamilos, plugs anais e vibradores. Este último me chamou especial atenção, pois não entendo como poderão utilizar um instrumento eletrônico num ambiente mágico. Os três Mestres que decidiram testar meus limites para dor conversavam entre si; Tonks está com eles. Todos se comportam agora como se eu não estivesse lá, embora fosse sobre mim que estavam falando.
— Vamos mesmo utilizar todos os instrumentos nela? – perguntou Sirius.
— Alguma objeção sobre isso, Black?
— Nenhuma em particular, Severus – respondeu Sirius – Podemos começar pela palmatória então. O que acham de cinco golpes?
— Porque não dez? – perguntou Snape.
— É a primeira vez dela, Severus – disse Remus – Creio que podemos começar pegando leve.
— “Cinco golpes de palmatória é o que eles chamam de ‘leve’”? – eu pensei. Merlin, como eu estava assustada. O problema é que minha nudez me impedia de esconder que também estava muito excitada com a possibilidade. Eles devem ter percebido isso também.
— Já que é para pegar leve, então faça as honras Remus – Snape entregou a ele a palmatória e Remus se colocou atrás de mim. Eu não resisti a ansiedade e tentei virar o rosto.
— O que pensa que está fazendo sua garotinha tola? – A voz de Snape soa como um chicote em meus ouvidos.
— Eu... eu só... – eu tentei responder.
— Pretendia falar com Remus? Talvez implorar com os olhos que ele fosse suave com você? Acha mesmo que tem esse direito?
— Não Senhor eu... me desculpe Senhor – mais uma vez ele fazia com que eu me sentisse uma garotinha ansiosa para agradar o professor. Merlin, como eu odiava isso nele.
— Mantenha os olhos baixos e não se atreva a tentar encarar o Remus – ele me disse e eu obedeci.
Os segundos de espera pareceram uma eternidade até eu sentir a palmatória na parte de trás do meu pescoço. Ele a empurrou, forçando a minha cabeça para frente. A palmatória foi descendo pelas minhas costas, seguindo o caminho da minha coluna, até chegar na abertura entre minhas nádegas. Ele a retirou dali, e mais segundos, de uma espera que me pareceu tão longa, se passaram. Foi então que o golpe caiu sobre a minha nádega direita, como um trovão de dor e susto sobre mim.
Eu consegui reprimir um grito. O susto pelo impacto foi maior do que a dor, embora esta tenha sido considerável. A lembrança do tapa que Vitor me deu no traseiro veio a minha mente de imediato. A mesma sensação de descoberta. A mesma surpresa com algo que nunca tinha percebido antes. Eu não era propriamente estranha a dor. Minha lembrança mais traumática sobre isso tinha a ver com a “estadia” na mansão de família de um certo sonserino. No entanto, somente quando Vitor me deu um tapa no traseiro é que eu senti, pela primeira vez na vida, excitação com a dor. Mais do que tudo, eu descobri a excitação de estar sob o domínio de alguém. Lembro de Vitor me jogando na cama, dele me possuindo com força, e de como fiquei excitada com isso. Só com o tempo eu pude perceber que aquilo não era o que eu pensava. Eu fiquei excitada, mas também havia o medo, e o mesmo acontecia aqui.
Um novo golpe foi na minha nádega esquerda; o senti bem mais forte do que o primeiro. Eu respirei fundo e cerrei os dentes; me mantive sem gritar, mas foi bem mais difícil dessa vez. É sério mesmo que eles chamam isso de pegar leve? Os segundos se passaram lentamente de novo e então eu vi Remus passando em frente a mim. O medo que eu sentia virou pavor. O olhar dele não era mais aquele que me transmitia segurança. Lembrei-me logo daquela noite, quando eu tinha 13 anos, o pavor que senti ao vê-lo se transformar em lobisomem. Ele voltou a ficar atrás de mim e eu já sabia o que viria, fiz menção de falar algo, mas não tive tempo para isso.
— Aaaaaaaiiiiiiiiiiiii!
Não houve como reprimir o grito dessa vez. Foram três golpes seguidos, cada um mais forte que o outro, sempre revezando de uma nádega para outra. As primeiras lágrimas caíram de meus olhos e eu estava realmente assustada agora. Um medo que era ainda maior por eu constatar o quanto estava excitada também. Remus voltou a ficar de frente para mim. Eu estava choramingando forte agora, as lágrimas caindo cada vez mais abundantes pelo meu rosto.
— Shiii! Está tudo bem, Hermione, está tudo bem – uma de suas mãos estava segurando a palmatória junto ao meu rosto enquanto a outra acariciava o meu cabelo. Nossos olhares estavam cravados um no outro. O olhar amigável, que me passava toda a segurança do mundo, estava de volta – Você foi ótima Hermione, você foi ótima. Doeu não foi?
— Sim Senhor – eu disse – doeu muito.
— Mas você gostou não foi? Deixou você excitada sentir essa dor.
— Sim Senhor – não havia sentido em negar, estando eu totalmente exposta a eles. A minha excitação muito visível, no bico dos meus seios, no meio das minhas pernas.
Remus saiu da minha frente e colocou-se ao lado de Snape, permitindo que eu visse Sirius de frente para mim. Ele estava sem camisa, um corpo bem trabalhado. Será que ele malhava? Eu me senti uma adolescente trouxa diante de um ídolo de cinema quando o vi. Ele tinha na mão direita um chicote, daqueles que jóqueis utilizavam em montarias. O vi se aproximando de mim, seus olhos fixos em meus seios.
— Você tem seios lindos Hermione – ele me disse sedutoramente – nem muito grandes, nem pequenos demais. Do tamanho perfeito para esse seu corpinho maravilhoso – Ele sorria para mim enquanto falava. Eu sabia muito bem o que se podia esperar daquele sorriso safado; homem assim é um perigo para qualquer mulher, o tipo de perigo a que muitas acabam sucumbindo – Você tem mesmo um corpinho lindo – ele continuou dizendo.
Sirius afastou-se até ficar a alguns passos de mim. O chicote de equitação passeava pelo meu corpo até o meio das minhas pernas. Eu não conseguia tirar os olhos daquele sorriso. Sirius, aparentemente, não estava se importando com o fato de eu estar olhando direto para ele. Esse foi o meu erro, ele fez isso de propósito, me mantendo distraída até o primeiro golpe, bem no meu seio direito.
— Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiii!
Eu gritei quando senti a picada, quase junto ao bico do peito. Deu para ver a marca vermelha onde o chicote me atingiu. Mais três golpes vieram em seguida, se alternando do um seio para o outro. Ambos estavam com muitas marcas vermelhas agora.
— Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii! Pára! Por favor, pára, pára – eu gritei. Olhei direto nos olhos dele, estava assustada ao ver que a sensação de perigo que ele transmitia se tornou mais opressiva para mim agora. Em vez de parar eu me bateu mais quatro vezes seguidas, empregando mais força agora, sempre alternando os seios.
— Aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! OH Merlin! Por favor, por favor, pára – minha voz estava embargada pelo choro, meus olhos embaçados pelas lágrimas, meu rosto úmido delas tanto escorrerem. Eu o vi se aproximando de mim. Merlin, como ele é lindo.
— Você quer mesmo que eu pare Hermione? Tudo o que você precisa fazer é dizer a palavra de segurança. Você lembra qual é a palavra de segurança, não lembra? – ele me perguntou.
— Sim senhor, eu lembro – eu respondi, a voz ainda embargada de choro e dor.
— Diga qual é a palavra de segurança Hermione – o tom de voz era imperioso e eu me vi obedecendo.
— É Fênix, Senhor – eu respondi.
— Basta você dizer a palavra para que tudo acabe – Sirius insistiu – mas você não quer dizer essa palavra, não é Hermione?
Ele estava certo, eu não queria. Eu queria que tudo aquilo terminasse, mas que fosse com eles chegando a conclusão de que eu já estava pronta, que tinha passado no teste. Oh Merlin! É como se eu ainda estivesse em Hogwarts, como se ainda fosse aquela garotinha estudiosa, sempre ávida para aprender, ansiosa em agradar os professores. Eu não podia dizer a palavra de segurança. Eu tinha de passar nesse teste. Sirius recuou mais alguns passos e me deu mais dois golpes com o chicote, agora em meu colo.
— Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii!
Eu ouço um barulho de objetos se movendo e vejo, em meio às lágrimas, dois grandes espelhos. Um me mostrava de frente, enquanto o outro estava posicionado de modo que eu podia ver a parte de trás do meu corpo. Estou toda refletida em ambos os espelhos. Eu vejo as marcas em meus seios e nas minhas nádegas. Agora é Snape que se posiciona atrás de mim. Ele tem na mão direita dele um chicote trançado, fino e bem longo, todo feito em couro de boi.
— Você confia em nós Hermione? — É Sirius quem pergunta, aquele seu sorriso me deixando desarmada – Não estamos aqui para abusar de você, mas para ensiná-la, para treiná-la, para guiá-la por um caminho onde você finalmente se sentirá verdadeiramente livre.
— Você está aqui para conhecer seus limites Hermione – agora é Remus quem fala comigo – Mas não tenha qualquer dúvida, você está segura aqui.
É verdade, eu sabia que podia confiar neles, além de Tonks. Eu sabia que estava segura, mas isso não impedia que eu sentisse medo. Ambos voltaram a se afastar de mim e eu senti que algo iria acontecer.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Foram dois golpes que atingiram minhas costas como ferro em brasa. Através de um dos espelhos eu pude ver o resultado. As marcas das chicotadas iam dos meus ombros até o outro lado das costas; juntas formavam um X. Eu senti minhas pernas bambearem.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Mais três golpes seguidos atingiram minhas costas. Todos foram dados de tal forma que criaram três marcas verticais. Elas iam do alto até o meio das minhas costas. Eu tentava respirar fundo, queria aplacar a dor, mas não havia jeito. A lembrança de Belatrix Lestrange lançando uma maldição Cruciatus contra mim, quando Harry, Ron e eu fomos capturados pelos Comensais da Morte e levados para a Mansão Malfoy, foi imediata. É verdade que a dor de uma Cruciatus era muito maior, mas esta que estou sentindo agora não parece ser tão diferente no momento.
Mas é claro que havia uma grande diferença: quando Belatrix me atingiu, nem por um momento eu me senti excitada com a dor. Tudo o que eu senti naquele momento foi o pavor típico de quem acreditava que iria ter uma morte horrivelmente lenta. Aqui era diferente. Apesar de toda a dor excruciante, os bicos dos meus seios pareciam capazes de cortar diamante de tão duros. A umidade, bem no meio das minhas pernas, parecia capaz de encher um barril. Ainda assim a dor era demais. Eu definitivamente estava atingido o meu limite.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Pára, pára, por favor, Fênix! Fênix! Fênix! – Eu comecei a gritar ao sentir mais dois golpes, dessa vez em cada uma de minhas nádegas. Eu tinha caindo num choro convulsivo agora. Estava com muita dor é claro, mas no meu íntimo eu me sentia fracassando. Eu odiava sentir que estava fracassando.
As lágrimas deslizavam abundantes pelo meu rosto. Meus olhos embaçados me permitiam perceber três figuras indefinidas em volta de mim. Meus pulsos foram soltos e eu só não desabei no chão porque as três figuras me ampararam com seus corpos. Eu deslizei por um deles até ficar de joelhos. Chorando compulsivamente, eu me peguei enrolando o meu corpo como um caracol. A sensação de fracasso oprimia o meu peito. Eles iriam me mandar embora, eu não servia para ser uma escrava, era muito fraca.
— Me desculpem! Me desculpem! Me desculpem! Me desculpem! – Eu repetia sem parar. Senti uma mão sobre a minha cabeça, acariciando o meu cabelo, outra mão deslizando pelas minhas costas. Ouvi um “está tudo bem”, mas não consegui reconhecer a voz. A segurança e o conforto que senti me fez concluir que só podia se Remus e lentamente me coloquei de joelhos para encará-lo – Professor Lupin eu... – qual não foi a minha surpresa ao ver que era o Snape.
— Está tudo bem Senhorita Granger – ele disse – Você foi muito corajosa, uma verdadeira Grifinória.
— Eu disse a palavra de segurança, eu... eu fracassei, eu...
— Quem disse para você que utilizar a palavra de segurança é sinal de fracasso? – perguntou Snape.
— A palavra de segurança é um direito do qual nenhuma escrava deve abrir mão Hermione – agora era Remus falando – você fez muito bem em tê-la dito ao se dar conta que tinha atingido o seu limite.
— Você não deve sentir-se envergonhada por tê-la dito, lindinha – Sirius acariciava o meu rosto enquanto falava. Oh Merlin! Esse sorriso dele – a palavra de segurança também é um teste para um verdadeiro Mestre. Este não pode hesitar um segundo ao ouvi-la porque um verdadeiro Mestre deve proteger sua escrava, cuidar dela. Um verdadeiro Mestre não pode permitir, nem por um segundo, que sua escrava não se sinta completamente segura em suas mãos.
— Vocês não vão me mandar embora? Por favor, não me mandem embora – eu implorei e vi olhar de Snape sobre mim.
— Você acha mesmo que a mandaríamos embora por ter dito a palavra de segurança? Garotinha tola – ele disse.
Era exatamente assim que eu estava me sentindo. Eu estava ali, nua e ajoelhada diante daqueles três homens. Fui brutalmente surrada por eles e agora implorava para não me rejeitarem. Eu me sentia mesmo uma garotinha tola, mas ao contrário das outras vezes em que Snape me fez sentir assim, eu não estava odiando isso. Eu estava feliz e reconfortada por saber que eles continuariam a cuidar de mim, me ensinar, me guiar. Eu sabia que estava segura com eles. Eu sabia que com eles eu deixaria de ser uma garotinha tola. Eles fariam de mim uma escrava que meu futuro Mestre, fosse ele quem fosse, ficaria orgulhoso de possuir.
— Agora que ela está mais calma, o que acham de testar o aparelho? — Remus se dirigiu aos outros dois, era como se eu não importasse agora.
— É uma ótima ideia – Snape respondeu e foi até a mesa onde estavam os materiais para pegar o vibrador em forma de pênis.
— Deite-se Hermione – Sirius nem esperou eu tomar qualquer iniciativa. Delicadamente ele me colocou deitada no chão frio, afastando meus braços e pernas, me deixando bem exposta.
— A quanto tempo sua vagina não recebe algo parecido com isto Senhorita Granger? – eu vejo o vibrador na mão dele e não consigo evitar a risada. Será que tanta porrada que levei me deixou de miolo mole? — posso saber o que você achou de engraçado na minha pergunta Senhorita Granger – a voz de Snape tinha um tom bem perigoso agora.
— Me desculpe Senhor, não quis desrespeitá-lo – eu disse.
— Então responda logo a pergunta dele – agora era a vez de Sirius falar, e dessa vez não havia nada de sedutor em sua voz.
— Eu terminei com Vitor a mais de um mês. Não estive com ninguém depois disso.
— Creio que não precisaremos ter maiores cuidados então – disse Snape, eu pude ver que os outros dois concordavam com ele. Algo me dizia que eu estava encrencada agora.
Snape enfiou o vibrador em minha boceta, até com mais cuidado do que eu esperava. A intrusão dele não foi fácil, pois era bem grande, maior do que os pênis de Ron e Vitor. O vibrador estava todo enfiado em mim agora. Não que eu estivesse reclamando, mas o que vão fazer depois disso? Desde Hogwarts eu sabia que instrumentos eletrônicos não funcionam direito num local cheio de magia. Eu logo tive a minha resposta. Os três se ergueram, todos em volta de mim. Vê-los de minha perspectiva os tornava ainda mais imponentes. De repente eu os vi com suas varinhas e Remus foi o primeiro a recitar um encantamento silencioso. Foi quando o vibrador começou a se mexer dentro mim, muito mais veloz do que seria se funcionasse do jeito normal.
—Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh! Ooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Eu comecei a gemer alto, meu corpo estremecendo violentamente. Nunca que Ron, ou mesmo Vitor, me deixaram desse jeito. Com Ron eu só tive prazer nas vezes que ele fazia sexo oral comigo. Em relação a Vitor, lembrando a minha relação com ele agora, me dou conta que só tive prazer nos momentos em que ele foi rude, quase violento, comigo. Eu vi Remus girar a sua varinha e o vibrador parou. Foi uma mistura de alívio e desapontamento para mim. Agora era a vez de Sirius. Ele fez o seu encantamento. Eu vi o vibrador sair de mim e de repente Sirius o fez se mover até o meu clitóris, brincando com ele, girando-o lentamente enquanto passava sobre meus lábios vaginais. Eu gemia furiosamente agora, meu corpo se contorcendo. Eu via Sirius girando a sua varinha, controlando o movimento do vibrador em meu corpo, até que ele fez um novo movimento e o penetrou em minha vagina outra vez. Agora ele o fazia entrar e sair de mim, duro e forte, dor e prazer agitando o meu corpo ao mesmo tempo, até que parou.
— Por favor, por favor, por favor, não pára, por favor – eu implorava sem qualquer pudor.
— Quem disse que nós iremos parar, garotinha tola – porque diabos o Snape gostava tanto de me chamar assim? Porque diabos eu já não me sentia mal quando ele fazia isso? Eu o vi fazendo um movimento com sua varinha e o vibrador, que estava todo enfiado dentro da minha vagina, provocou um choque elétrico em mim.
—Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh! Oooooooooooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhh! — Snape fez outro movimento com a varinha e um novo choque elétrico percorreu o meu corpo.
—Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Oooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhh! Merlin! Ooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhh! Merlin! Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh! Merlin, Oh, Merlin.
E assim eles se revezaram. Uma hora era Remus fazendo o vibrador girar dentro de mim, depois Sirius fazendo-o passear pelo meu corpo, atormentando o bico dos meus seios, passando pelo meu rosto, me fazendo sentir o gosto da minha excitação, ao forçá-lo dentro da minha boca. Mas nada se comparava aos choques elétricos que Snape me fazia sentir. Eu não sabia mais o que era dor ou o que era prazer, o que era gemido ou o que era grito. Tive mais orgasmos naquele chão frio do que provavelmente poderia ter tido se tivesse passado a minha vida inteira ao lado de Ron ou Vitor. Eu tinha perdido toda a noção de tempo agora. Eu não sei se foram minutos ou horas que eu fiquei naquele chão, diante daqueles três Mestres, cada um deles me levando a um estado de delírio e loucura com um vibrador enfeitiçado. O que eu sei é que chegou um momento em que meu corpo não foi mais capaz de assimilar tudo o que estava acontecendo. De repente tudo ficou escuro para mim, e eu desmaiei.
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