Três Mestres para uma escrava

15 A segunda sessão na Sala Precisa – Parte III


Notas iniciais
Antes de mais nada, desculpe o pequeno atraso na postagem do capítulo. Estou sem internet em casa e está sendo um sufoco encontrar um lugar onde fazer essa postagem, pois o arquivo do pen-drive está dando problema em todo o lugar. Estou agora na casa do meu irmão para ver se consigo postar esse capítulo finalmente.

Hermione pegou o membro dele em suas mãos, ainda com restos do esperma em volta. Sua língua passou por todo o comprimento, até se concentrar na cabeça, chupando-a durante um bom tempo. Ela não perdeu o contato com os olhos dele enquanto fazia tudo isso, queria ver a sua reação, ver os efeitos que sua boca causava nele. Ela tinha algo em mente, respirou fundo, engolindo totalmente o pênis dele. Um sentimento de grande orgulho aflorando quando ela sentiu o corpo dele tremer, vendo-o ceder ao prazer que recebia; fechando os olhos e gemendo. O orgulho tolo que ele tentara retirar dela à chicotadas ainda estava lá. Não era o orgulho de quem bem servia àquele a quem entregara sua submissão, mas a sensação de poder sobre o corpo de outrem, saber que era capaz de vencer sua capacidade de controlar seus sentimentos e emoções. O toque das mãos dele em seu cabelo ganhou mais firmeza. Hermione sentiu a dor deles sendo puxados com força, mas isso só reforçou nela a sensação de poder sobre ele, o efeito do prazer que ela lhe dava com a boca.

Ela sentia o pênis dele tocando em sua garganta, querendo-o assim pelo máximo de tempo possível. Movimentou sua boca para retirar o pênis de dentro dela, com toda a lentidão que podia, dando-lhe suaves mordidas enquanto o fazia. Seus olhos observando-o todo o tempo, permitindo-lhe ver o corpo dele arqueando, seus olhos fechados, ele reprimindo o gemido até não poder mais. Ao ouvir quando ele soltou um som bem alto; sorriu vitoriosa, assim que tirou o pênis dele de sua boca. Não ficou muito tempo sem o contato. A língua passando a contornar a cabeça do membro, se deliciando ao provar do gosto salgado, misturado à umidade deixada por sua boca. Hermione queria chupá-lo por toda a noite, sentir o gosto do esperma dele outra vez, mas Snape a fez se deitar no chão, claramente reivindicando o controle momentaneamente perdido. Ela sentiu os olhos negros sobre si, mas a frieza habitual não estava mais lá; era puro desejo sobre ela.

– Não se mexa enquanto eu estiver te fudendo – ele disse – se me desobedecer você será duramente castigada, Senhorita Granger.

Snape retirou o vibrador de sua boceta, mas fazendo questão de deixar o plug em seu ânus. Ela abriu as pernas para ele, num convite mais do que óbvio, sentindo quando ele penetrou fundo dentro dela. O corpo dele sobre ela, os olhos voltados um para o outro. Hermione sentiu-se tomada, cheia. Ela tinha ordens de aceitá-lo dentro dela sem nenhuma reação, mas queria muito abraçá-lo, queria envolver suas pernas na cintura dele, seus braços em suas costas. Uma estranha sensação tomou conta dela, uma sensação de posse sobre o homem que a espancara, a estava fodendo, que a fizera atingir a total liberdade na submissão. Ela o queria mais que tudo no mundo; o queria para ela, sobre ela, dentro dela. Queria quebrar-lhe todas as suas resistências; como ele fez com as dela, queria que ele experimentasse a sensação da liberdade absoluta, uma liberdade que só se consegue na entrega absoluta.

***************************************

Ele sentia que estava onde sempre quis estar, dentro dela, estirando-a, sentindo-a em volta dele, quente, úmida e apertada. Mesmo suspenso numa nuvem de prazer, ele viu algo no seu olhar. A expressão no rosto dela mudara completamente, a doce submissão não estando mais lá. Primeiro ele sentiu as pernas dela em sua cintura, apertando, empurrando, como se o quisesse ainda mais fundo. Os braços se fecharam em suas costas, as mãos cravando nelas suas unhas. Ele gritou de dor, sentindo os arranhões nas costas, seguido da boca dela mordendo seu ombro direito com muita força, os dentes cravando em sua carne com verdadeira selvageria. A brutalidade dela o surpreendeu, parecia que ela queria tirar o seu sangue.

Snape ficou ainda mais surpreso quando ela, usando sabe-se lá que forças; forçou-o a ficar embaixo dela. Ele estava fascinado por vê-la acima dele, cavalgando-o com violência. Vendo seus seios balançando no ritmo do corpo dela, que subia e descia. Ele mal sentia os efeitos das unhas dela em seu peitoral, cravadas, arrastando, arranhando. Sentiu um pedaço de pele sendo rasgada; o sangue escorrendo. Ela se abaixou e deu-lhe uma mordida no mamilo direito, forte, dolorosa, deliciosa. Seus olhos se cruzaram, despertando nele um leve temor. Os olhos dela tinham um ar quase demoníaco, como se ela estivesse possuída. Ele sabia que havia momentos em que algumas submissas, excepcionalmente, tentavam submeter seus Mestres. Ele nunca vivera uma situação de inversão de papeis como essa, muito menos numa sessão de adestramento.

Snape estava tendo um vislumbre mínimo de todas aquelas sensações que Hermione tinha vivido na sessão com ele. A mesma sensação que ela teve com Remus, ou na noite da sua iniciação, com os três Mestres. Ele podia entender o apelo que tudo isso tinha para uma escrava. Mesmo o vislumbre dessa liberdade era fascinante. Mas essa não era a sua natureza. Ele era um dominante, um Mestre. O prazer que estava sentindo com a visão de Hermione cavalgando-o era enorme, mas ele sabia que isso não o convinha. Ele não era um escravo de suas vontades. Severus Snape não ia sucumbir a essa situação. Agarrou os braços dela com força e forçou-a de volta ao chão. Ela gritou, uma selvageria de quem experimentou um poder do qual não queria abrir mão. A mão esquerda dele agarrou seu cabelo e a manteve no chão, enquanto a virava de bruços.

Ela continuava resistindo, mas a força dele estava prevalecendo, fazendo com que aos poucos ela se acalmasse. Os gritos dela diminuíram, seu corpo parou de resistir. Ele a mantinha bem presa no chão. A mão esquerda mantendo sua cabeça presa através do cabelo. A mão direita segurando firme um dos braços dela, dobrado nas costas. Ele sabia que precisa puni-la pelo que aconteceu, mas queria se acalmar primeiro, recuperar o controle sobre suas emoções. Snape sabia que vivera um momento de quase descontrole, por um breve instante deixou-se dominar por uma submissa em treinamento, na verdade, deixou-se dominar por suas vontades. Ele sabia que Hermione tinha grande parcela de culpa nisso, sua necessidade de auto-afirmação ainda estava ali, escondida, esperando uma pequena brecha para aflorar. Ele pensou que tinha quebrado o orgulho tolo dela com as chicotadas, mas estava errado. Sabia que precisava quebrar isso nela de uma vez por todas, precisava discipliná-la, ensiná-la, domesticá-la. Ela precisava ser severamente punida, mas ele precisava retomar o controle de suas emoções primeiro.

Um Mestre de verdade jamais utiliza a punição de uma escrava para satisfazer um sadismo qualquer, muito menos como um ato mesquinho de vingança. A punição era a forma de disciplinar a escrava, ensiná-la, corrigi-la, garantir que seja devidamente domesticada. Ela precisava aprender o valor da obediência, entender o sentido libertador da disciplina. Hermione precisava entender, de uma vez por todas, que suas vontades tinham que estar a serviço do seu Mestre; nunca a serviço dela. Snape sabia que precisava puni-la, mas não podia fazer isso sem antes expulsar de sua mente todas as sensações vividas em seu breve momento de descontrole com Hermione. Ele precisava recuperar totalmente o controle de suas vontades, antes de ensinar a jovem diante de si, a necessidade de manter o controle sobre as suas.

****************************************

Mais tarde, quando já estava sozinha em seus aposentos, Hermione tentava lembrar daquele breve momento em que tentou submeter Severus Snape ao seu domínio, mas tudo tinha se tornado um borrão na mente dela. A primeira lembrança efetiva foi no momento em que ele já tinha recuperado o controle da situação. Ela estava presa ao chão, uma das mãos dele segurando fortemente o seu cabelo, a outra dobrando um de seus braços nas costas, causando-lhe uma forte sensação de dor, quase uma torção. Hermione tentou forçar seu corpo para cima através do braço que estava livre, mas como na situação com Remus, não teve como fazer frente à maior força de Snape contra ela. Isso não a impediu de vislumbrar, através do reflexo nos espelhos, o resultado de suas ações no corpo do homem que a mantinha presa. Uma visão que a deixou mais abalada do que poderia imaginar.

As costas e o peitoral dele tinham marcas fortes de arranhões. Era possível ver a marca dos seus dentes, no ombro e num dos mamilos. Um fio de sangue escorria pelo seu corpo. Ela se assustou com o que viu, com o que fez, corou, ficou preocupada com ele. Por mais forte que fossem os golpes que Sirius, Remus e Snape lhe deram na sua iniciação, e depois, nas duas sessões, eles jamais tiraram uma gota de sangue dela. Sabia que seria punida. Tinha sido uma grave infração. A visão do corpo machucado dele, principalmente o sangue, ainda que fosse apenas um fio, fez seus olhos lacrimejarem. Qualquer que fosse a punição a ser sofrida, ela a desejou mais do que qualquer outra coisa no mundo.

Ele a manteve contida no chão por bem mais de um minuto. Hermione estava esperando pela punição, mas esta não vinha. Através do espelho ela vislumbrava a expressão dele. Seus olhos estavam fechados, ele parecia estar tentando relaxar seu corpo. Quando Snape abriu os olhos, ela teve um vislumbre exato da crueldade que ele já deve ter exibido em seu tempo de Comensal da Morte. Hermione tremeu de medo, mas nem teve tempo de sussurrar um pedido de perdão, pois o primeiro tapa veio com força, o segundo também. O terceiro e o quarto os seguiram, igualmente fortes e dolorosos. Ela gritava alto, sem medidas, sem pudor de demonstrar a dor que estava sentindo. Estava feliz por sentir aquela dor, por poder demonstrá-la sem reservas. Queria que ele soubesse o quanto ela estava sofrendo, queria que ele percebesse o quanto a punição dela estava sendo bem aplicada. A mão dele era pesada, não parecia haver qualquer preocupação em moderar a batida. O reflexo no espelho mostrava a Hermione a frieza dele enquanto a espancava. Ele batia nela com a mão direita, a esquerda ainda segurando o seu cabelo.

O quinto, o sexto e o sétimo tapa continuaram caindo sobre o traseiro dela, ele sempre revezando a nádega em que batia. Hermione gritava e chorava sem reservas. A dor era imensa, mas ela notou também o quanto a palma de sua mão direita estava avermelhada, quando ele fez um rápido movimento de troca. Agora era com a mão esquerda que ele batia nela, enquanto a direita segurava-lhe o cabelo. O oitavo, o nono e o décimo tapa foram mais fortes do que os anteriores. A palavra de segurança veio a sua mente pela primeira vez. “Fênix, eu preciso dizer ‘Fênix’. Está doendo tanto. Eu preciso dizer a palavra de segurança”, ela pensou, e sentiu-se indigna dele. Sua boca abriu-se apenas para novos gritos de dor quando ele deu o décimo primeiro, o décimo segundo, e décimo terceiro tapa nela. A silhueta das mãos dele, misturada agora com as marcas do chicote em seu traseiro. A palavra de segurança não saiu de sua boca, e ela sentiu-se tão feliz, tão digna e orgulhosa de si por isso. O décimo quarto e o décimo quinto tapa encerraram o castigo. Ele se levantou. Hermione permaneceu de bruços, os braços cobrindo o rosto voltado para o chão, chorando alto. Um lamento praticamente inaudível saindo de sua boca enquanto ele a observava de pé.

Mais de um minuto havia se passado desde o final do castigo. Ela continuava deitada de bruços e chorando, agora um pouco mais baixo. A dor parecia tomar todo o seu corpo, mas nem de longe superava o embaraço que sentia. Hermione reuniu suas forças e tentou se levantar, colocando-se de quatro primeiro. Ela ainda chorava quando se pôs de joelhos na frente dele. Mantinha sua cabeça abaixada, pois não se sentia digna de olhar para ele. Permaneceu assim por um bom tempo até sentir a mão de Snape em sua cabeça. O mesmo toque suave; a mão deslizando pelo rosto, até chegar ao queixo. A cabeça ainda abaixada, mesmo assim pôde visualizar a palma das mãos dele, ambas estavam vermelhas, por conta dos tapas que havia dado nela. Constatar isso só enfatizou o seu embaraço. Ela sabia que depois de algum tempo a mão também começava a doer de tanto bater nela. Saber que tinha feito ele sentir dor ao puni-la aumentou o seu embaraço. Ela tinha de fazer algo para deixar claro a ele o quanto estava grata pela punição que recebeu. Não bastava dizer isso com palavras. Um gesto diria muito mais do que isso, e como prova de humildade, devoção e submissão, ela tratou de beijar as palmas das mãos dele, as mesmas que tinham acabado de espancá-la.

– Me perdoe, Senhor, por favor me perdoe – ela chorava enquanto continuava beijando as palmas avermelhadas das mãos dele, uma de cada vez, sucessivamente – me perdoe, por favor.

A mão direita dele segurou o seu queixo, levantando sua cabeça, a mão esquerda acariciando o seu rosto e cabelo. Hermione nunca se cansaria de ficar surpresa em como ele podia ser suave e carinhoso, logo após se mostrar tão brutal com ela. O toque suave dele continuou assim durante um bom tempo. Ambos parecendo perdidos, um no olhar do outro. Ela sorriu para ele, devota, enlevada e feliz, mas tudo o que recebeu de volta foi uma expressão mais amena daquele rosto tão marcado pela vida, um olhar mais sereno da parte dele. Foi o suficiente para ela sentir-se extremamente feliz.

– Minha garotinha tola – ele disse, ainda segurando delicadamente o queixo dela – você é minha garotinha tola, não é Senhorita Granger?

– Sim Senhor – ela respondeu sorrindo, enlevada, um olhar de total devoção dirigido a ele – eu sou sua garotinha tola... meu Senhor.

– Mas de agora em diante, você será a minha garotinha tola, mas obediente, não será Senhorita Granger?

– Sim meu Senhor, eu serei a sua garotinha tola, mas totalmente obediente – ela respondeu. Snape a colocou de volta ao chão, afastando seus braços e pernas, deixando-a totalmente exposta a ele.

– Dessa vez, trate de não se mexer, garotinha tola – ele disse, penetrando nela outra vez.

Hermione o aceitou dentro dela sem reservas agora. Não havia mais qualquer necessidade de se apossar do homem diante dela. Ela era dele, estava sendo tomada por ele, e isso era o bastante para ela. Podia senti-lo dentro de si, cada vez mais fundo, o peso dele sobre ela, dentro dela, era tudo o que queria agora. Estava entregue e feliz, nenhuma necessidade de afirmar um orgulho tolo. Tudo que ela queria era ser dele. Os olhos de ambos fixados um no outro. Ela viu tudo o que queria, tudo o que ele nunca diria em palavras, mas estava tudo lá para ela. Os rostos tão próximos um do outro, os lábios quase se tocando. O orgasmo veio para os dois ao mesmo tempo, o corpo dele desabando sobre ela, o peso esmagando-a contra o chão, mas ela o aceitaria assim por toda a noite se fosse o caso. Quase um minuto se passou depois do orgasmo e os dois se encaravam agora, o queixo de ambos se tocando, o lábio inferior de suas bocas também. A iniciativa do beijo veio dele, como convinha naquele momento. Foi um beijo longo, intenso e faminto. Hermione jamais havia experimentado algo assim em sua vida.

**********************************

Snape amou a submissão absoluta de Hermione enquanto a fodia. Ela não fazia qualquer movimento, aceitando-o dentro dela sem qualquer reserva ou pudor. Ele procurou ir o mais fundo que podia até que não foi mais capaz de resistir ao desejo por liberação. Foi uma felicidade perceber que o orgasmo dela veio junto com o dele. Durante quase um minuto permaneceu desabado sobre o pequeno corpo, sabendo que seu peso a incomodava, mas adiando ao máximo a dolorosa separação. Queria ficar assim para sempre, mas sabia que não podia. Precisava assumir o controle de suas vontades, por mais difícil que isso fosse para ele.

A dificuldade de se separar dela tornou-se ainda maior quando levantou seu rosto e se deparou com o olhar de devoção dela para ele. Os lábios prontos para receber o seu beijo. Certamente não era apropriado, mas ele não foi capaz de resistir ao desejo que também sentia e a beijou. Ele não saberia dizer quanto tempo durou o beijo, só que nunca experimentou nada como isso em sua vida. Sabia que estava num terreno perigoso, sabia que deveria quebrar o contato o quanto antes. “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”. Foi com esse pensamento que ele reuniu suas forças, quebrando o contato com Hermione. Ouvi-la suspirar de frustração tornou tudo mais difícil, mas ele foi forte. Severus Snape era um Mestre, não um escravo de suas vontades. Esse pensamento lhe deu força para fazer o que devia ser feito. Ele a virou de bruços com uma certa brutalidade, mas ela não opôs qualquer resistência. Retirou o plug do ânus dela sem maiores cuidados, ouvindo-a gemer de frustração, tratando de se levantar, sem demonstrar o quanto isso o afetava por dentro.

– Meu Senhor, meu Senhor! – ela repetia sem parar, como um mantra, enquanto olhava para ele, do chão. Uma grande sensação de orgulho tomando conta de si ao ouvi-la, vislumbrar seus olhos suplicantes – por favor, meu Senhor, por favor – ela queria mais, desejava mais. No entanto, ele sabia que não poderia ceder aos desejos dela. A sessão precisava ser encerrada, pois ele tinha plena consciência de que precisava tomar o controle de suas vontades.

– Esta sessão está encerrada Senhorita Granger – ele disse – não esqueça de passar a poção que lhe foi indicada em seus pulsos.

Após dizer isso, ele se virou para ir embora, mas Hermione parecia não ter ouvido nada do que havia sido dito. Ela continuou repetindo o seu mantra. Ouvi-la chamando-o de “Meu Senhor” várias vezes, só tornou o ato de caminhar para a saída, sem olhar para trás, muito mais difícil, mas Snape fez o que tinha de fazer. Ele era um Mestre, não um escravo de suas vontades. Por maior que fosse o sacrifício, ele não voltaria até ela. Por maior que fosse o seu desejo, não a tomaria de novo. Por mais que quisesse aquele corpo, não desfrutaria dele outra vez. Quando alcançou a saída da Sala Precisa, tudo o que fez foi dar uma última, e breve, olhada para trás, antes de ir embora.

Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo. A partir do próximo domingo teremos uma série de três capítulos seguidos onde teremos um desenvolvimento maior dos personagens, com um aumento na participação de um dos novos personagens, criados especialmente para essa fanfic. De certa forma estarei seguindo a sugestão de um dos que fizeram comentários.