Três Mestres para uma escrava
14 A segunda sessão na Sala Precisa – Parte II
Notas iniciais
Ela sentiu a décima oitava chicotada quase como uma carícia em seu traseiro. O golpe dado de um ângulo que acabava atingindo ambas as nádegas, criando um risco vermelho de uma a outra, dividido apenas pela fenda entre elas. A dor ainda era lancinante, mas seu corpo foi tomado por uma onda de extremo prazer. Ela gritava alto, sua voz estava embargada pelo choro, mas a expressão em seu rosto, mesmo com as lágrimas descendo abundantes, era de pura felicidade. Hermione já não parecia ser capaz de perceber a realidade à sua volta. Ela estava de novo naquele estado da completa liberdade na submissão, pois já não sabia mais onde começava a dor e o prazer. Era tudo uma coisa só agora. Da boca dela não saiam apenas gritos de dor, mas também um fio de voz, em meio ao choro, implorando para apanhar mais.
Havia um tom de loucura na voz de Hermione. O pedido por mais dor, por novas chicotadas, atingindo Snape em seu âmago, ele próprio sentindo-se contaminado por essa loucura. Ela ainda ouvia seus pedidos por mais chicotadas quando ficou de frente para ela, atingindo-a, com a décima nona chicotada. A perna esquerda foi atingida, a ponta do chicote golpeando sua virilha. Hermione sentiu a proximidade do golpe em sua boceta, mas o que deveria ser medo tornou-se loucura e excitação. Ela abriu ainda mais as pernas, inclinando a parte de baixo do seu corpo para frente, praticamente oferecendo sua boceta para ser chicoteada por ele. A vigésima chicotada atingiu sua perna direita, a ponta do chicote, outra vez, atingindo a virilha. Snape sentiu o corpo dela tremendo, ouviu um novo grito de dor, mas também vislumbrou o seu sorriso de satisfação. Em toda a sua vida ele nunca vira nada tão lindo quanto o que estava diante de si.
As lágrimas ainda caiam abundantes, mas o rosto dela era só alegria, prazer e êxtase. Os bicos dos seios estavam duríssimos, a boceta encharcada de excitação. Hermione continuou implorando para apanhar mais. Ela não percebeu que Snape já havia baixado o chicote, limitando-se apenas a ouvi-la implorar por mais golpes, a admirar o corpo cheio de marcas de chicotadas. Aproximou-se dela com extremo cuidado. Queria tocá-la, mas se conteve. Por nada no mundo faria algo que a trouxesse de volta de onde estava agora. Os olhos de Hermione estavam abertos, mas ela não via o homem que estava a um palmo de distância dela. Ela apenas continuava implorando por novas chicotadas, até o momento em que desmaiou.
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Snape teve um breve momento de preocupação ao vê-la inconsciente, só ficando aliviado ao constatar que ela estava bem. Ele a desamarrou, depositando-a suavemente no chão. Vê-la inconsciente, nua e indefesa fez com que lembrasse da noite de sua iniciação na Comunidade BDSM. Desta vez, no entanto, estava sozinho, apreciando a nudez dela. Admirou-a por alguns minutos, dando-se ao luxo de deixar de lado a postura que vinha mantendo até então. “Ela é tão linda”, ele pensou, percorrendo o seu rosto com os dedos, sorrindo ao notar-lhe a serenidade da face, sentindo a pele ainda úmida das lágrimas, se deleitando com o leve suspirar da inconsciência. Os dedos dele deslizando pelo vale entre os seios, tocando os mamilos duríssimos, descendo pelo ventre liso, até chegar na abertura entre as pernas. Os olhos dele maravilhados, os dedos tocando a carne escondida, sentindo a umidade. Os poucos minutos de contemplação se passaram e ele retomou a sua postura de Mestre diante de uma submissa em treinamento. Snape viu os espelhos aparecerem diante de si, junto com o cavalete onde planejara colocá-la. Era impossível não deixar de se impressionar com a Sala Precisa, com sua capacidade de sempre se antecipar aos desejos de seus usuários.
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Mais de dez minutos já deviam ter passado desde que Snape estava sentado, apenas apreciando a visão diante dele. Hermione estava com metade do corpo, da cintura para cima, deitado sobre o cavalete. Suas pernas estavam amaradas nas estruturas de sustentação do aparelho, espaçadas de tal modo que garantiam o total acesso e visão de sua boceta. As mãos também estavam amarradas e a cabeça colocada numa estrutura que lhe garantia total conforto, o mesmo acontecendo com os seios. Ela estava totalmente presa no cavalete, somente a cabeça podendo se mover. Snape observava a pele branca como leite, contrastando com as muitas marcas avermelhadas do chicote, em suas costas, traseiro, quadril e pernas.
Ele aproveitou o tempo que ela esteve inconsciente para pensar sobre a experiência que estava vivendo naquela sala, muito mais intensa do que ele esperava ter. Snape já adestrou outras submissas antes dela, o exemplo de Luna Lovegood neste mesmo local, vindo a sua cabeça agora. No entanto, ele nunca teve uma identificação tão forte com uma submissa, como a que sentiu nesta sessão, com a jovem inconsciente diante de si. Uma parte dele irritado por ter de dar razão a Tonks, em ressaltar o quanto Hermione seria uma extraordinária aquisição para a Comunidade da qual faziam parte. Ele teria de tomar cuidado com suas emoções durante o adestramento. Era fundamental mostrar absoluto controle diante da escrava; e sobre ela. Snape era muito bom nisso, não por acaso era um excelente adestrador. Ele ouviu Hermione gemer, indicando que estava recuperando a consciência. Hora de retomar a sessão.
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Hermione acordou sentindo-se muito dolorida, mas com seu corpo num grande estado de relaxamento. Demorou alguns segundos para se dar conta da situação em que se encontrava. Seu corpo estava dobrado sobre um cavalete. Ela viu muitos espelhos à sua volta, permitindo-lhe uma visão si mesma em todos os ângulos. Sorriu ao ver Snape sentado, próximo a ela. Uma sensação de absoluta segurança tomando conta de si. O viu levantar-se e se aproximar. Uma mão tomando conta de seu rosto, acariciando, enquanto a outra fazia o mesmo com seu cabelo. Hermione notou que sua cabeça era a única parte do corpo que podia se mover. Através dos espelhos, viu as amarras em suas pernas, braços e costas. Ela não se importava, menos ainda tinha medo, pois ele estava lá com ela. Snape seguiu para trás dela, a mão que acariciava o cabelo deslizando pelas suas costas, tocando nos riscos avermelhados das chicotadas. Hermione sentiu uma leve sensação de dor, provocada por esse toque. A mão dele passando pela fenda entre suas nádegas, chegando até a abertura úmida e inchada.
– Você está tão úmida Senhorita Granger! Porque você está tão úmida? – ele perguntou.
– Eu... eu estou muito excitada Senhor – ela respondeu.
– Você apanhou tanto que acabou desmaiando de tanta dor – ele disse – é por isso que está excitada? Você gosta de apanhar Senhorita Granger?
– Sim Senhor, eu gosto, eu gosto muito de apanhar...Ooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhh! – ela sentiu um dedo dele entrando em sua boceta, um segundo dedo logo o seguiu.
Através dos espelhos Hermione podia ver tudo o que ele estava fazendo, os dedos dele entrando e saindo de sua boceta, sua umidade os cobrindo agora. Ela viu quando ele se agachou, sabia o que ia acontecer e ficou ainda mais excitada com isso. Soltou um gemido alto quando a língua dele tocou sua boceta, deslizando por sua abertura, de baixo para cima; lentamente. Os dedos dele tratando de abri-la totalmente para a passagem da língua, até esta chegar no seu clitóris enquanto os dedos penetravam-na novamente. Hermione gemia alto, o orgasmo vindo em ondas, mas ela queira mais, queria o pênis dele dentro dela, queria ser fodida até não aguentar mais. A frustração dela sendo intensa quando ele quebrou o contato de repente.
– Não! Não, por favor, por favor – ela implorou.
– Por favor, o que, Senhorita Granger – ele inquiriu, agarrando o cabelo dela com força – diga o que você quer, minha garotinha tola.
– Por favor, Senhor, por favor, me fode, me fode, fode a sua garotinha tola, por favor – ela quase gritava agora.
Snape não esperou ela implorar mais. Mesmo com todo o seu autocontrole, ele sabia que precisava de uma liberação, pois estava incrivelmente excitado naquele momento. Expôs seu membro para fora da calça e conduziu-o direto para a abertura dela. Tão úmida estava que a penetração foi rápida e fácil para ele; certamente não para ela, a julgar pelo grito que deu. Uma mão dele segurava a cintura de Hermione, a outra continuava agarrando os cabelos dela com firmeza. As estocadas iam o mais fundo possível dentro dela. Ele a sentia quente, úmida e apertada. Queria poder ficar assim para sempre. Durou um bom tempo até ele gozar dentro dela. Seu corpo caiu sobre Hermione e ficaram assim, colados um ao outro, ele sentindo a maciez do cabelo dela em seu rosto. Foi com muito esforço que Snape encontrou forças para quebrar o contato entre os dois, mas conseguiu afinal. Ele se dirigiu a uma mesa no canto da sala. Havia ali tudo o que era necessário para uma boa higiene pós-sexo. Ele se limpou e depois fez o mesmo com Hermione. Ela agradeceu-o por isso. Snape foi até a cadeira e a colocou de frente para ela, sentando-se logo a seguir. Ambos estavam frente a frente, seus rostos bem próximos um do outro.
– Eu vou lhe fazer uma pergunta, e quero a sua total sinceridade sobre isso, Senhorita Granger – ele disse.
– Sim Senhor, estou pronta para responder o que o senhor quiser – ela afirmou.
– O sexo anal é um limite intransponível para você, Senhorita Granger? – ele notou-a corar diante da pergunta.
– Eu... eu... eu não creio que seja intransponível, Senhor – mesmo amarrada do jeito que estava ela faz uso do fato de estar com a cabeça livre para desviar o seu olhar do dele ao falar.
– Não desvie o olhar de mim, garotinha tola – a mão dele forçando o seu rosto a ficar de frente para ele.
– Me desculpe Senhor.
– Não tentarei fazer sexo anal com você, ao menos não nessa sessão, Senhorita Granger – ele diz isso, enquanto se levanta da cadeira, indo para trás de Hermione – mas creio que seja importante eu forçar seus limites a respeito disso.
Hermione virou sua cabeça de um lado a outro, procurando acompanhá-lo. O reflexo dos espelhos mostrando-o se dirigindo até a mesa de onde ele pegou o chicote. Ele voltou com um vibrador e um plug anal. Ambos finos e curtos. Ela viu quando dois dedos da mão direita dele penetraram sua boceta, gemendo com a intrusão, sorrindo ao senti-lo dentro de si. O vibrador entrou logo depois. O leve desconforto sendo substituído, muito rapidamente, por uma forte sensação de prazer à medida que seus músculos vaginais iam se acomodando ao instrumento. Um arrepio percorreu o seu corpo quando ela sentiu o dedo indicador da mão direita dele tocando o buraco do seu ânus. Era um toque de leve, não fez qualquer tentativa de enfiá-lo nela, mesmo assim o corpo de Hermione retesou. Snape a ouviu reproduzir o típico som de quem estava desconfortável com a situação.
– Acalme-se Senhorita Granger, tente relaxar – ele disse, sua mão esquerda acariciando-lhe o rosto e os cabelos – você confia em mim, Senhorita Granger?
– Eu confio Senhor, mas... mas eu estou com um pouco de medo – ela respondeu. Os olhos se fechando, enquanto ela tentava seguir o conselho dele.
– Confie em mim, Senhorita Granger – ele disse, sua mão acariciando-a daquele jeito suave que sempre a surpreendia quando pensava no quão brutal ele já mostrou que podia ser.
– Eu lhe confiaria minha vida, Senhor. Prometo que vou tentar fazer o que me disse – ela respondeu, ainda de olhos fechados, o rosto sorridente ao se dar conta do quanto acreditava no que estava dizendo.
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Snape sentiu o baque de ouvir as palavras dela, a confiança absoluta que estava sendo depositada em suas mãos. Ele passou a poção lubrificante nas mãos; fora preparada por ele mesmo, pois não gostava dos produtos trouxas. Um dedo entrou até a metade no ânus dela, espalhando a loção. Queria deixar a passagem bem lubrificada; tornando mais fácil enfiar o plug anal. Ele ouvia a respiração pesada dela, sentia o tremor do seu corpo. Sabia que ela estava tentando vencer um medo importante e sentiu-se orgulhoso por fazer parte dessa conquista. Depois de espalhar bastante lubrificante, ele pegou o plug anal. Era do menor tipo entre os que estavam disponíveis. Seria a primeira vez dela nesta situação e não havia necessidade de utilizar um plug maior.
Ele começou a enfiá-lo com calma no buraco do ânus. Hermione fez um som estrangulado, a boca fechada, os dentes certamente cerrados, o corpo tremendo como mais força. Ele conseguiu enfiar a metade do plug no ânus dela, sentindo a resistência dos músculos anais ao objeto estranho. Snape sabia que devia tomar cuidado em forçar o plug dentro dela, pois não queria que o desconforto a levasse a dizer a palavra de segurança. Tratou de lhe dar algum alívio, retirando o plug após algum tempo. Voltou a estimular sua boceta, através do vibrador, a sensação de prazer sendo misturada ao desconforto quando ele enfiou o plug novamente, com um pouco mais de força agora.
– Uuuuuuuuuuuuuuhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Oh Merlin, Merlin, Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii! – ela soltou um grito mais forte ao sentir seus músculos impondo maior resistência ao plug, mas não disse a palavra de segurança. Snape sentiu-se mais seguro para continuar enfiando o objeto até ele estar quase todo dentro do ânus dela. Ele começou a fazê-lo entrar e sair, lentamente, observando cuidadosamente todas as reações dela – oooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Ele sentiu o corpo dela relaxando, o tremor já não era mais de desconforto, o grito era de prazer. Continuou enfiando o plug e depois retirando, enfiando e retirando. Ele continuou nesse processo por mais de um minuto até deixar o plug todo enfiado no ânus dela. Snape se afastou um pouco para visualizar melhor o quadro diante dele. Hermione estava com os dois buracos ocupados agora, soltando novos gemidos. Os olhos dele apreciando o belíssimo quadro diante de si. Snape pegou sua varinha e fez o feitiço para que o vibrador funcionasse, sorrindo ao ouvi-la gemer alto.
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Ela ainda estava sorrindo quando Snape começou a enfiar o dedo no seu ânus, sentindo o lubrificante dentro dela. O plug veio logo depois. O desconforto que sentiu com a entrada do objeto durou algum tempo. Ainda assim, ela percebia o cuidado que ele estava tendo com ela, e sentiu-se grata. Após algum tempo, ela começou a sentir o prazer da peça deslizando dentro e fora dela, seus músculos internos adaptando-se, envolvendo-o. Hermione gemeu quando ele deixou o plug enfiado de vez, sentindo-se incrivelmente cheia com o vibrador na boceta e o plug no ânus.
Através do espelho ela o viu apreciando a sua visão por trás, uma enorme felicidade tomando conta dela ao perceber o efeito que estava causando nele. O viu pegar a varinha, e logo após, soltou um gemido que quase virou um grito intenso, quando um feitiço dele fez o vibrador girar dentro de sua boceta. Ele brincava com ela agora. O vibrador ora funcionando, ora sendo desligado, sempre pelo feitiço dele. Hermione entregou-se àquela sensação de perda da realidade, sentindo-se livre para viver esse momento, pois estava a salvo, estava segura e protegida pelo homem que a conduzia nessa onda de prazer.
O tempo parecia ter perdido o sentido para ela, mal percebia o que estava ocorrendo à sua volta, perdida que estava em suas sensações, parecendo incapaz de entender que, após algum tempo, Snape a estava desamarrando. Ela permaneceu onde estava, mesmo sem as amarras segurando-a. Uma parte dela perdida em suas sensações, a outra esperando a iniciativa dele. Snape agarrou seus cabelos e puxou seu corpo sem maiores cuidados, jogando-a no chão. O gesto violento meio que a fazendo despertar do seu torpor. Ela viu os sapatos dele diante de si e ergueu a cabeça. A visão daqueles olhos negros e frios sobre si, emanando autoridade sobre ela. Hermione se pôs de joelhos, uma ação dificultada por conta dos instrumentos enfiados em seus buracos.
– Abra a boca, e coloque as mãos para trás – ele disse. Ela obedeceu prontamente.
A mão direita dele segurou seus cabelos com firmeza, enquanto a mão esquerda conduziu o pênis até a boca aberta dela. Hermione sabia que ele estava fodendo a sua boca. Ele o fez sem qualquer preocupação aparente com ela, com a sua necessidade de respirar. Só retirava o membro da boca dela quando Hermione já estava sufocando além da sua capacidade de agüentar. Ela estava toda preenchida agora. A boca, a boceta e o ânus. Ele continuou fodendo sua boca, o fez várias vezes, até gozar em seu rosto. Ela aceitou o esperma contra a sua face, até bebeu uma parte dele. Ainda de joelhos, surrada, dolorida e submissa, sorriu para aquele que quebrou o resto de seu orgulho tolo.
– Sua vez agora, Senhorita Granger. Faça o seu melhor – ele ficou parado diante dela, esperando. Ela sabia o que ele queria e ficou feliz por fazer o que lhe fora mandado.
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