A preocupação de todos realmente se mostrou consistente, doutora Carmen, através do Ultrassom, pode constatar que os bebês eram mesmo grandes para o pouco espaço dentro do útero de Nessie. Os dois se emocionaram por verem seus filhos, a imagem era perfeita, dava pra ver cada detalhezinho, eles já estavam totalmente formados, os pezinhos, as mãos, os dedinhos, a boca, tudo.

–Eles são perfeitos Renesmee, mas, realmente são grandes para o seu corpo e irão crescer mais até os nove meses.

–E terá problemas doutora? – Perguntou Jake.

–Ela terá que ter um cuidado maior, mais repouso, pode sim, realizar alguns exercícios físicos como a hidroginástica por exemplo, eu poderia te indicar um Fisioterapeuta pra te acompanhar, ela poderia ir até a mansão, tem piscina lá, não?

–Sim, nós temos, temos também, sala de ginástica completa. – Nessie respondeu.

–Então, eu vou ver com ela e depois entro em contato com você. Eu também vou aumentar a dose do suplemento de ferro, notei que você está um pouco pálida, não queremos que isso seja indício de uma anemia não? Até porque, em gestações de gêmeos é bem comum, já que o fluxo sanguíneo é maior, outra coisa, durante a alimentação, você deverá comer pequenas porções, em intervalos menores, por causa do crescimento dos bebês, eles pressionarão seu estômago, por isso, se exagerar na quantidade de alimento no prato, com certeza se sentirá desconfortável.

–Doutora, eu ouvi dizer que a ioga também ajuda, é verdade? – Nessie perguntou.

–Sim, a ioga também é muito bom, eu recomendaria, ao menos se você não sentir fortes dores nas costas.

–Sabe que até que não, senti apenas algumas vezes, mas o Jake fez uma massagem deliciosa.

–E os pés? Tem ficado inchados?

–Apenas quando eu ando bastante ou fico muito tempo em um posição apenas.

–Procure dormir pelo menos uma hora durante a tarde, logo após o almoço.

–Mas, doutora e se eles crescerem muito e começarem a prejudica-la? É essa minha preocupação. – Inquiriu Jake.

–Olha Jacob, geralmente, gestações de gêmeos, não chegam a 40º semana, se for muito necessário, poderemos, claro, desde que seja totalmente seguro para Nessie e para os bebês, retirá-los antes, apenas se for o caso. Até por causa do problema que ela já apresenta, realmente teremos que ver o melhor para ela.

–Ótimo doutora, o que for melhor para ela e seguro para os bebês.

–Sim Jacob, não se preocupe, a gravidez de Nessie está dentro do que esperávamos, você tem uma constituição física não muito pequena digamos assim, seus irmãos, primos, pai, avô, são bem altos, do lado da Nessie, o pai dela e o tio também são bem altos, então, era esperado que seus filhos sejam grandes, um deles é um pouco menor.

–Será que é uma menininha? – Perguntou Nessie fazendo Jake e a doutora sorrirem.

–Não quer mesmo saber o sexo deles? Já deu para ver.

–Não, nós preferimos a surpresa, não é meu amor?

–Sim pequena, ao menos eu prefiro, acho que será mais emocionante na hora do parto.

–É, realmente isso é verdade. – Incentivou a doutora.

Depois de terminada a consulta, os dois, que estavam acompanhados de dois seguranças em um carro logo atrás do de Jake, voltaram para casa.

***

Aos poucos as coisas foram entrando no ritmo normal, o medo ainda estava presente, Jake se preocupava com Nessie, por isso resolveu que ficariam na mansão, lá seria mais difícil Nahuel entrar, teriam mais pessoas por perto, ela jamais ficaria sozinha, sem contar nos seguranças que Billy ordenara que ficassem de olhos abertos a menor movimentação suspeita.

Jake voltou a ir todos os dias para o escritório, como ele havia prometido a ela, pediu para que o gerente do banco viesse até a mansão para que ela assinasse os papéis da inclusão do nome dela em todas suas contas, poupanças e investimentos, o gerente de pronto aceitou, levou todos os papéis e Nessie os assinou, recebeu na hora seu talão de cheques e mais tarde seus cartões de crédito, ela não ligava pra nada disso, a quantia que Jake disponibilizava pra ela toda semana era mais que suficiente, mas ele fazia questão, afinal, agora ela era sua esposa.

Uma tarde porém, Nessie subira pra descansar logo após o almoço, como todos os dias ela fazia, dormia uma hora depois que almoçava, naquela tarde não foi diferente, o dia estava frio, ventando muito, as previsões diziam que viria uma grande tempestade até o final da tarde. O dia simplesmente se tornou noite, o vento assolava tudo, trovões e raios caíam sem dó.

Ela acordou com os estrondos assustadores, o medo se apossou de sua mente, ela queria descer pra permanecer com os demais lá embaixo, já que não suportava tempestades, mas travou, o medo tomou conta dela, não teve forças, deitou-se enrolada no edredom, puxou o travesseiro de Jake para cobrir sua cabeça, tentando tapar os ouvidos pra não ouvir os estrondos, por Deus que nunca vivenciara tal tempestade.

No escritório, Jake olhou pela janela e se assustou, as luzes piscaram e ele percebeu que estava bastante escuro, olhou no relógio e constatou que não eram nem quatro horas da tarde ainda. Lá fora o vento arrancava tudo, outdoors voavam, sombrinhas, pessoas correndo, os fios de energia balançavam perigosamente, as árvores praticamente se arcavam até o chão, ele nunca vira aquilo. Imediatamente seus pensamentos foram para sua esposa, ele sabia que Nessie morria de medo de tempestades, rápido, pegou o telefone interno para pedir que Rose ligasse na mansão, mas percebeu que não tinha linha, pegando o celular constatou que estava sem torre.

Ele saiu da sala e encontrou Rose, Emmet, Edward, Jasper e seu pai olhando pela janela.

–Jake, você viu que tempestade? Parece até um furacão. – Perguntou Emmet.

–Sim, Emm, eu já vi. Papai, eu estou tentando falar com a Nessie ou com alguém lá em casa mas os telefones não funcionam.

–Estamos sem luz também filho, apenas os geradores estão funcionando.

–Eu preciso saber como ela está, Nessie morre de medo de temporal.

–Ela não está sozinha Jake, a mamãe, as meninas, nossas tias e a abuela estão com ela. – argumentou Edward

–Eu sei disso, mas é que ela costuma subir pra dormir depois do almoço e se ela ainda estivesse dormindo quando começou esse temporal? Ela não vai ter coragem de descer pra junto do pessoal eu sei disso, vocês não entendem, o medo dela é irracional e acho que ninguém lá em casa sabe disso eu esqueci de falar com a mamãe ou com a abuela sobre isso.

–Será que as meninas não sabem? – Indagou Jasper.

–Acho que não. Eu vou pra casa.

–Mas, vai sair com esse tempo? Espera acalmar um pouco. – Pediu Billy.

–Não papai, eu consigo chegar até em casa, eu não vou ficar tranquilo sem saber como ela está.

–Está certo, eu vou com você, deixe o seu carro aqui e vamos com o meu.

–Ok, o seu é melhor pra enfrentar esse temporal.

–Vocês só saiam daqui depois que essa tempestade tiver passado, ok?

–Sim papai, pode ficar tranquilo, a gente espera. – Garantiu Emmet.

–Eu também estou preocupado com a Bella, mas ainda não deu a hora dela sair do estágio, então ela estará segura lá no hospital. – Afirmou Edward.

–Bom, vamos logo papa.

Billy pegou em sua sala seu celular, carteira, as chaves do carro e desceram pelas escadas vinte e cinco andares até o subsolo onde ficava a garagem.

–Mas eu vou dirigir papai, passe as chaves aí.

–Jake, você vai querer correr e não vai dar com esse tempo, deixa que eu levo.

–Não pai, eu não vou correr, como o senhor mesmo disse, não vai dar com esse tempo.

–Tá bom teimoso, toma aí. Sua mãe vai me matar se souber que eu deixei você dirigir com esse tempo, sabe disso não é?

–A gente não diz a ela, tudo bem?

–Ela descobre, pode acreditar, elas sempre encontram meios de arrancar tudo da gente.

–Estou aprendendo isso, a Nessie faz exatamente a mesma coisa comigo.

–É filho, mulher é fogo.

Jake arrancou o carro cantando pneus, Billy apenas suspirou. As ruas estavam um verdadeiro caos, pedaços de galhos das árvores, banners de lojas, tudo entulhado, as pessoas apressadas, carros atrapalhando o trânsito. Jake pegou uma via alternativa, mas não estava nada diferente, com muita dificuldade eles conseguiram se aproximar de casa, porém, tiveram que deixar o carro, pois havia um poste de luz caído bloqueando a rua.

–Deixe o carro aí mesmo, depois eu mando alguém vir buscar. – Recomendou Billy elevando a voz pra sobressair em meio ao barulho ensurdecedor do vento.

Pai e filho saíram debaixo da chuva torrencial, estavam perto de casa, mas o percurso nunca parecera tão longo, mais à frente árvores enormes tiveram o mesmo destino que o poste, os estrondos dos trovões e raios era realmente assustador, até mesmo Jake estremecera com o barulho.

–Até eu estou começando a sentir medo. – Revelou Billy. – Nunca em toda minha vida presenciei um temporal desses.

–Muito menos eu, Nessie deve estar apavorada.

Finalmente os dois visualizaram os enormes portões da mansão, o segurança os reconheceu imediatamente e abriu o portão.

–Senhores, o que aconteceu?

–A rua está intransitável, Carlo, intransitável, deixamos meu carro na outra esquina, depois que passar a tempestade e estiver tudo normalizado poderia pedir pra que alguém fosse buscar pra mim?

–Sim, senhor, claro.

–Jake, deixe as chaves aqui com Carlo.

–Aqui está, agora deixa eu correr.

Jake atravessou o caminho até a frente da casa correndo, entrou em casa assustando as mulheres que estavam na sala.

–Jake, o que aconteceu? Porque não esperou no escritório que passasse esse temporal? — Perguntou Rachel.

–Tia Rachel, cadê a Nessie?

–Ela está no quarto, Sarah subiu agora mesmo, pra ver como ela está, ficamos preocupadas porque ela se deitou logo após o almoço e até agora não havia descido.

–Eu vou vê-la.

Sem esperar mais, Jake subiu correndo as escadas, estava com a roupa grudada no corpo totalmente molhado, sua mãe estava em frente a porta de seu quarto.

–Mamãe, como a Nessie está?

–Não sei Jake, a porta está trancada e ela deve estar dormindo a sono solto porque eu bati e chamei, mas ela não deve ter me ouvido.

–Ou ela deve estar apavorada, a Nessie morre de medo de temporal mamãe, é um medo irracional que ela sente.

–Meu Deus Jake, eu não sabia disso, porque não me contou? Eu nunca teria permitido que ela ficasse sozinha se eu soubesse.

–Eu me esqueci de comentar com vocês, cadê a outra chave pra eu abrir a porta?

–Vou pegar com a Francesca.

–Nessie, Nessie, sou eu Jake, abre a porta pra mim pequena, por favor.

–O que aconteceu Jake?

–A porta está trancada papai, ela deve estar muito apavorada pra não ter aberto.

–Sua mãe foi pegar a outra chave?

–Sim, do contrário eu já teria arrombado a porta.

Sarah veio correndo com um molho de chaves nas mãos. Jake tentou até encontrar a chave certa. Ao abrir a porta seu coração se condoeu com a cena. Nessie estava deitada, coberta até o pescoço em posição quase fetal o máximo que sua barriga permitiu, o braço direito pressionando o travesseiro de Jake sobre o ouvido e a cabeça, os olhos apertados, a cada trovoada ela estremecia, o dedo esquerdo sendo praticamente esmagado pelos dentes.

Ele se aproximou com cuidado.

–Jake, tire essa roupa molhada, eu cuido dela.

–Tudo bem mamãe, eu estou mesmo pingando.

Mais do que depressa ele pegou uma calça de moletom e se fechou no banheiro, enxugou o corpo e os cabelos que caíam água e vestiu a calça.

–Nessie, minha filha, sou eu Sarah, olha pra mim querida, está tudo bem, você não está sozinha.

Mesmo assim, ela não abriu os olhos, Sarah tocou em seu rosto e verificou que ela estava muito quente e seu corpo estava lavado de suor.

–Jake, anda rápido, venha aqui.

Jake veio depressa, jogando a toalha em qualquer lugar.

–O que houve mamãe?

–Nessie não está bem, acho que ela está em choque, não sei, está muito quente e transpirando muito, parece não me ouvir.

–Nessie, amor, sou eu Jake, abra os olhos pra mim vai.

–Eu vou pegar o termômetro, pra verificar se ela está com febre.

–Obrigado mamãe.

–Veja se consegue fazer ela reagir.

Ele se sentou na cama e com cuidado a pegou no colo.

–Ness, abra os olhos, sou eu, seu Jake, eu estou com você, não precisa ter medo, não a deixarei sozinha.

Mais trovões e mais estremecimento do corpo dela que se encolheu junto ao corpo dele.

–Jake, eu estou com medo. — Ela disse.

Ao menos, ela não estava em choque.

–Eu sei disso pequena. Imaginei que estaria apavorada, tentei telefonar aqui pra casa, mas os telefones não estavam funcionando, por isso vim, pra ficar com você.

–Obrigada Jake, mas eu não vou abrir os olhos.

Ela disse apertando-os e tapando os ouvidos com as mãos, a roupa dela grudava no corpo devido a transpiração. Ele apenas sorriu e suspirou abraçando-a melhor.

–Tudo bem, só ouça minha respiração, encoste seu ouvido no meu peito e ouça meu coração batendo, tenta esquecer o que está acontecendo lá fora. Eu estou aqui contigo.

Ela fez o que ele pediu e foi se acalmando aos poucos.

–Como ela está filho? – Perguntou Billy entrando no quarto junto com Sarah, Esperanza e Ephraim.

–Ela vai ficar bem, mas está realmente muito quente e suando muito. O pior é que nem podemos entrar em contato com a doutora Carmen ou o doutor Soares.

–Assim que os telefones voltarem a funcionar, eu ligarei para qualquer um deles se ela não melhorar.

–Obrigado papai.

–Realmente fazia muitos anos que eu não presenciava uma tempestade dessas. Não é à toa que ela ficou apavorada desse jeito. – Argumentou Esperanza.

–Tem razão mi cariño. A pobrezinha ficou mesmo aterrorizada, mas ninguém de nós sabíamos desse medo de Nessie, deveria ter nos comunicado meu neto.

–Eu sei abuelo, mas eu me esqueci, realmente só me lembrei quando vi pela janela do escritório a tempestade lá fora.

–Tudo bem, o que importa é que agora todos sabemos e se acontecer novamente ela não estará sozinha. Agora você já está aqui e conseguiu acalmá-la um pouco. – Constatou Sarah.

Realmente foi constatado que sua temperatura estava um pouco alta, o termômetro marcou 38,6ºC, Sarah novamente desceu e trouxe um medicamento pra que ela tomasse, era um antitérmico que não faria mal devido a gravidez.

Logo a tempestade começou a diminuir, Nessie foi ficando menos tensa, os demais deixaram-nos a sós. Quando Jake percebeu que ela já estava bem calma, convidou:

–Amor, vamos tomar um banho? Você suou muito e um banho na água morna vai ajudar a baixar sua temperatura.

–Você me ajuda?

–Claro que sim, eu também preciso de um, já que me molhei bastante na chuva.

–Me desculpa amor, você teve que sair do escritório às pressas só por minha causa, eu tenho que dar um jeito nesse meu medo absurdo, tenho que superar isso, mas, é mais forte que eu, quando eu percebo já estou travada, sem conseguir sair do lugar, eu ouvi sua mãe e você me chamarem, baterem na porta, mas quem disse que eu consegui me mexer? É complicado, eu sei que é besteira da minha cabeça, mas não consigo, simplesmente não consigo.

–Eu entendo meu amor, não se preocupe, foi por isso que eu vim mais que depressa, pra ficar ao seu lado.

–Quando eu era criança e estava no orfanato, irmã Amparo e as vezes a Madre ficavam comigo, algumas vezes o próprio Alec me fazia companhia, ele se deitava comigo e me abraçava, fazia como você fez, me pedia pra ouvir o coração dele batendo e prestar atenção em sua respiração, isso me ajudava, mas, hoje eu tentei fazer isso comigo mesma, prestar atenção nas batidas do meu coração, contar minha respiração, mas não deu resultado, só consegui me acalmar mais, quando você me pegou no colo.

–O pessoal aqui em casa não sabia desse seu medo, eu deveria ter falado com minha mãe ou com a abuela, mas, acabei esquecendo.

–Bom, mas agora eu estou melhor, estou realmente louca por um banho. Obrigada por estar sempre pronto a me salvar! Eu te amo!

Ele tomou seu rosto entre suas mãos e a beijou de leve.

–Não esqueça de que você também já me salvou. Você sabe que também te amo, muito.

Jake a ajudou no banho, sua barriga estava bem saliente, ela já sentia pequenos e sutis movimentos dentro de si, como se fossem leves bater de asas de borboletas. Porém, quando Jake começou a ensaboá-la, ela sentiu pela primeira vez uma movimentação maior, a impressão que teve foi de que a pele de sua barriga levantara-se levemente.

–Jake, amor, passe a mão novamente na minha barriga.

–Porque amor? Está com alguma dor?

–Não, não é isso, aqui, desse lado.

Ela pegou a mão dele e colocou por baixo da sua, massageando de leve, novamente o pequeno e sutil movimento.

–Foi isso mesmo que eu senti amor? Os bebês estão se mexendo?

Ele perguntou emocionado continuando a massagem e se abaixando em frente a barriga dela. Era bem sutil o movimento, mas dava pra ver a pele levemente levantar quando acontecia.

–É incrível amor, é... é maravilhoso, não tenho palavras pra descrever esse momento, são nossos bebês, agora... é estranho, porque, mesmo sabendo que você está grávida, era... parecia algo ainda irreal, mas agora... agora se torna real.

Nessie ria e chorava ao mesmo tempo, as lágrimas também desciam pelo rosto de Jake, os bebês continuaram a se mexer, como que pra lembra-los da presença deles, enquanto ele enchia a barriga dela de beijos.

–Olá meus bebês, o papai ama vocês!

Ele levantou-se e a abraçou, sentia ainda em sua barriga seus filhos se manifestando.

–Eles não param, é uma sensação única Jake, não tenho palavras pra descrever, há dias eu os sentia como se fossem asinhas de borboletas dentro de mim, mas agora é forte, dá a impressão de que eles passam o pezinho com vontade por toda a extensão da minha barriga.

–Eu sei, eu consegui ver sua pele meio que levantada. É muito emocionante, é incrível. Acho que é isso que chamam de milagre da vida.

Terminaram o banho e Jake a ajudou a passar óleo e o creme hidratante na barriga, cada vez que ele colocava sua mão na barriga dela, os bebês se agitavam, fazendo-os rir.