Kirk é o sol.

De cabelos louros e íris carameladas. Da derme reluzente.

Para qualquer um que o observe, é uma exata encarnação da áurea; a vivacidade, a alegria, o otimismo.

A emoção.

Que, de tantas formas, confronta a moralidade lecionada pelos Vulcanos.

Entretanto, para o cevar das coisas ilógicas,

Spock é a sua lua.

Orbita ao seu redor, devoto à lealdade. Submete-se ao seu brilho e calor.

Prosseguindo seu destino e originando a eternidade dos dias e das noites, jamais rompendo o decurso diário.

Desde que a existência se fez existência.

E até que a morte os separe.

Notas finais
Sim, em vulcano não tem lua. Mas valeu a tentativa (clichê) de poetizar.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!