Total Eclipse of the Heart.
4 Louis ataca de Zumbi.
Notas iniciais
Obrigado, gente liamda cupcakes!
xoxo.
Harry's POV.
— Pronto...- eu falo, largando os instrumentos num cantinho da sala.
— Obrigado.- Louis fala, com um sorriso encantador no rosto. Ele havia tirado a camisa.
— Não por isso...
— Você... Quer beber alguma coisa?
— Ta...
— O que você achou da história dos duetos?- tento puxar assunto, enquanto dou pequenos goles em minha coca.
— Eu não sei, é uma boa idéia, eu acho...
Ficamos alguns segundos em um silêncio constrangedor enquanto terminamos nossas bebidas. Chega uma hora que não consigo evitar, e acabo fitando Louis. Sua respiração estava descompassada, ele parecia nervoso, parecia que ia avançar em mim a qualquer momento. Tenho a sensação de estar igual a ele. Não sei o que, mas algo nele está me atraindo. Não sei se são seus olhos azuis, seu perfume estonteante, seus lábios carnudos ou seu corpo bronzeado e definido. Não me seguro, e vôo em cima dele, plantando um intenso beijo em seus lábios macios. Ele se assusta, mas logo envolve meu corpo com seus braços e me pressiona contra seu corpo descamisado. O beijo está intenso e estamos quase sem ar quando nos separamos.
— Louis... Desculpa, eu...- ele me interrompe, me puxando e selando nossos lábios com mais um molhado e intenso beijo.
— Você não acha melhor dormir aqui? Está meio tarde...- ele fala, ainda com as duas mãos na minha cintura, me impedindo de sair de perto dele.
— Eu... Acho que sim...
Louis impulsiona minhas pernas para cima e eu as prendo em volta de sua cintura enquanto ele me carrega para o quarto.
— Louis, será que isso é uma boa idéia?- pergunto entre seus fervorosos beijos.
— É uma idéia perfeita!- ele fala, me jogando na cama e se jogando em cima de mim.
Eu definitivamente não conseguiria resistir aos seus encantos. Já estava me entregando.
Ele arranca sua camiseta enquanto minhas mãos passeiam pelas suas nádegas, apalpando-as. Ele sorri com meus gestos e me dá um beijo. Eu arranco minha camiseta e começo a beijar seu peitoral definido. Vou subindo e beijo seu pescoço. Ele solta um gemido, e em um rápido movimento arranca minha calça. Assusto-me por um momento, mas logo volto a beijá-lo.
Ele coloca a mão dentro da minha cueca e começa a massagear, quando seu celular toca.
— Ah, ta de sacanagem!- Eu grito, indignado. Ele obviamente também está puto. Com a mão que não está em minha cueca, ele pega o celular e o atende.
— Eleanor? Oi!- ele fala, chocado.
— Ta de sacanagem? – eu sussurro, irritado.
— Não, amor...- ele aperta meu saco, me fazendo calar a boca.
Nós dois rimos.
— Ta bom, amor, ta certo. Ta, ta certo. Eu sei...- ele obviamente está de saco cheio daquela garota.
Ele desliga o celular e o joga no chão. Ao entrar em contato com o piso frio, o aparelho se despedaça todo, mas Louis não se importa e volta a me beijar.
— O que ela queria?- eu o afasto com a mão.
— Ela quer... Que eu a encontre amanhã... De tarde. – Ele fala, intercalando as palavras com beijos em meu pescoço e na boca.
— Por que? De novo? Que chata!- eu falo indignado, me sentando na cama.
— Esquece ela, volta pra cá!- ele agarra minha cueca e eu caio em cima dele.
Ele coloca a mão dentro de minha cueca, mas agora em minhas nádegas, apertando-as o mais forte possível. Chega a doer! O beijo começa a ficar mais intenso, e o ar começa a faltar. Nos afastamos. Ele segura meu braço e me gira, ficando em cima de mim. Ele começa a dar beijos em meu pescoço, alisando todo meu corpo com as mãos. Ele morde meu pescoço extremamente forte.
— Caralho!- eu grito, o assustando sem querer. Ele dá um pulo.
— O que houve?- ele se afasta, traumatizado.
— Você me mordeu fortão!- aperto meu pescoço.
— Meu Deus! Desculpa! Deixe-me ver.- ele tira minha mão e alisa o machucado com seus dedos longos e suaves.
— Ta marcado?- eu pergunto, preocupado.
— Err... Pra cacete!
— Deixe-me ver!- eu o empurro e saio correndo da cama, em direção ao espelho. – PUTA QUE PARIU! Louis! Como eu vou sair assim?
— Err, eu...
— Louis, está sangrando!
— COMEQ?
— Olha!- eu aponto pro chupão.
— Ai meu Deus... Harry desculpa, eu...
— Sai da frente!
Eu corro pro banheiro e lavo o machucado. Será que estourou algum tipo de veia OMG? EU VOU MORRER?
— Vamos ao hospital!- ele grita, pegando as chaves do carro.
— Ta maluco? Vou chegar no hospital e falar o que? Que eu tava dando uns pega no meu melhor amigo, ai ele me deu um chupão e estourou a veia do meu pescoço?- eu gesticulo, debochando.
— Isso é mais importante, você não acha?
— Eu acho... Eu vou ficar bem...
— Posso ao menos fazer um curativo?- ele pergunta. Todo seu peso está apoiado na perna direita, e ele parece exausto e decepcionado.
— Por favor...-sento-me sento na cama.
Não falo nada enquanto ele limpa o sangue abundante que escorre de meu pescoço. Suas mãos delicadas e quentes me acalmavam e faziam a dor diminuir.
— Harry...- ele começa a falar.
— Louis, eu...- fico aliviado por falar alguma coisa.
— Desculpa, de verdade, eu fui...
— Um grosso...
— Completamente...
— Ridículo...
Nós dois rimos porque nossas frases se encaixavam sem querer.
— Eu não queria te machucar, de verdade. Você não faz idéia do aperto que estou sentindo no meu coração agora...- ele acaricia meu rosto, e uma lágrima escorre de seus olhos.
— Louis... Ta tudo bem! Eu que fiz um drama! Eu não queria ter feito aquele drama todo! Só pensei que ia morrer!- Seco a lágrima solitária que escorre pelo rosto perfeito de Louis.
Ele ri de meu pensamento tolo.
— Pior eu que dei uma de zumbi e arranquei um pedaço do teu pescoço!
— Posso te falar? Eu até gostei...- puxo seu pescoço e sussurro em seu ouvido.
— Vai a merda, Harry Styles!- Ele me empurra na cama e leva os curativos pro banheiro.
— Eu estou exausto...- eu falo, deitando-me na cama.
— Eu também... O que você acha de... só abraçar?
Olho para ele indignado. Louis costuma ter uma libido enorme! Estou aliviado.
— Eu acho melhor, por hoje.
Ele deita na cama e me abraça. Deito o lado do pescoço que não está machucado em seu braço, e ele me envolve com seu outro braço.
— Conchinha? Really Harry Styles, really?
— O que quer que eu faça?- eu falo rindo.
— Nada...- ele me abraça e apóia sua cabeça em cima da minha, delicadamente. Estávamos realmente de conchinha, bem gays. Mas tudo bem, porque somos melhores amigos.
Notas finais
Espero que gostem. comentem, é sério!
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