Torpedos Para Você

8 Capítulo 8 Aprendendo a voar


_Oi Ane! – Kaka estava me abraçando, Chaz como sempre, estava com ela. Para onde os 2 iam?

_Oi Kaká, Chaz como vai? – Ele deu um sorriso amarelo e se virou para um grupo, ou melhor a sala quase toda estava ali.

_Vai ter uma excursão e eu não fiquei sabendo? – Chaz tinha saído e Kaka havia ficado.

_Não, vamos ao show do Justin. Ele fará uma apresentação em uma casa de festa, e fomos todos convidados. – Sua empolgação era tanta, que nem percebeu como eu estava abatida.

_Que bom, então aproveita. — Estava com um enorme sorriso no rosto. Ela não podia ver meu sofrimento e dor.

_Você não vem?- Ela sorriu se a menor sombra de duvida que eu iria.

_Não fui convidada, e tenho que ir para a casa da mamãe. — Eu sentei na cadeira e a deixei livre para se juntar ao grupo.

_Estranho, muito estranho. – Ela se sentou ao meu lado e ficou me encarando.

_O que? Dá pra para. – Ela se aproximou de mim, e em meu ouvido falou.

_O Justin só convidou a galera, por causa de você, estranho agora ele não ter lhe convidado. – Eu fiquei sem entender, como assim por minha causa?

_Mais por que ele faria isso? – Aquela cara sarcástica só queria dizer uma coisa. –Não, o justin afim de mim? – Ela me olhou de novo, mais agora seu olhar dixia. Você é retardada.

_Todo mundo já sabe que o Justin tem uma queda por você. – Ela dava um riso diabólico.

_Que nada, você vai ver. Lá ele vai pegar todas, é a cara dele fazer isso. – Ela me olhou torto.

_Pode parando, esse negocio de fingir que não se importa, não cola nadinha. Todo mundo sabe que você tá caidinha por ele. – Outro riso diabólico, isso estava ficando bizarro.

_Vem cá, todo mundo sabe da minha vida? Que saco, melhor você ir ou vai perde o vôo. – Estava a empurrando, enquanto ela só ria.

_Então fica ai sozinha. Mais depois não vem se lamentar. – Kaka saiu para junto do grupo. Eles riam e brincavam. Então avistei uma muvuca de gente, Elas gritavam, se empurravam. Tudo isso só por causa dele. Como alguém podia provocar tanta histeria, nunca tinha ouvido tantos berros.

_Gente, por favor! – Um homem alto falava, tinha outros ao redor dele segurando as tietes. Ele havia visto grupinho e ia ate eles, mais parou quando ao rodar a cabeça me viu.

Ele só mexeu com a boca, em um OI. Sorri sem graça e retribui bom pelos menos por educação. Ele mudou de direção e vinha na minha agora, eu olhei sem graça para a nossa turma.

O mesmo homem que pedia calma as meninas cochichou em seu ouvido, ele sorriu e voltou ha direção para a turma. Eu fingi esta olhando para o celular desligado, senti quando alguém me tocou.

_Senhorita! Seu nome é Anevilla? – Ele parecia tão confuso.

_Sim. – Eu não sabia o que ele queria então foi só o que eu respondi. Ele estendeu a mão em minha direção e me entregou um envelope.

_É para a senhorita! Justin Bieber mandou. – Claro tinha que ser, como não pensei antes. Ele se afastou e eu li o recado.

“Nem consegui te convida, teve tanta coisa acontecendo entre agente. Quer ir para Los Angeles com a gente? Assisti a um pequeno show que vou fazer. Sua presença será minha dose companhia, não estou muito afim, mais como tenho que realizar esta obrigação. Seria bom com você”

Dobrei o envelope e coloquei no bolso, percebi que Justin me olhava. Sorriu sem graça, encarar ou ser encarada não era muito meu forte. Levantei- me da cadeira e peguei minha mala, caminhava em direção do grupo. Era mais na direção de Justin em si.

_Tem vaga para mais 1 pessoa? –Todos riram, Justin se levantou e pegou uma cadeira para mim. Lógico que colocou a mesma do seu lado. Sentei- me mais logo tivemos que ir para a área de embarque, Conversava animadamente com meus novos colegas. Lembrei de ligar o celular, com certeza ele tinha desistido.

_Ane vai ser super legal. – Kaka estava tão animada, talvez seja por que sua mãe era super protetora.

_Vai ver que sim, mais só estou aproveitando a carona. Ir com vocês deve ser mais legal. – Sorri e ela retribuiu, tinha alguém de ouvidos em pé em nossa conversa.

Embarca- mos e Justin fez questão de ficar do meu lado, Eu olhava pela janela. Quanto senti um peso em meu ombro, o garoto folgado.

_Sabia que a escola toda diz que a gente está namorando, e você ainda fica dando uma de folgado. – Ele riu e levantou a cabeça de supetão.

_Por que não faze- mos as palavras deles, serem verdade. – Ele cochichava em meu ouvido.

_Por que não daria certo, e eu não tenho vocação para sofrer. – Tirei a cabeça dele de meu ombro e recostei minha própria cabeça na janela. Ele me entregou um papel e saiu em seguida, fiquei um tempo com meus pensamentos, mais logo abri o papel.

O meu amor eu guardo para os mais especiais. Não sigo todas as regras da sociedade e às vezes ajo por impulso. Erro e admito. Aprendo e ensino.

Ele estava mais a frente, com um grupinho só de meninos. Bom quase todos lá eram, tirando eu Caitlin e Kaka. O resto com certeza, eu acredito que sim. Caitlin veio sentar perto de mim, aquilo não daria certo.

_Você gosta do Justin? – Mexeu com quem estava quieta.

_Por que? Você não namora o Ryan, por que se mete. – Fui ignorante e no final ate agressiva. Ela ficou calada, me senti estranha depois.

_Sabe! Já namorei o Justin, mais isso foi passado. E agora gosto muito dele e não quero velo sofrer, desculpa se falei algo errado. – Ela ia sair, mais segurei em seu braço.

_Você não precisa pedir desculpa, eu que fui uma grosa. Eu não sou apaixonada pelo Bieber, estou tentando me entender com outra pessoa. Bom está super difícil, ele é meio galinha, mais é dele que eu acho que gosto. – Estava falando coisa com coisa, misturando o cru e o cozido.

_Eu entendo, sei muito bem como é. – Caitlin olhava para Ryan, será que ele era o galinha.

_Bom! Eu gostaria que vocês parassem de dizer que Justin e eu namoramos. – Ela riu baixo, ate parecia que eu contava alguma piada.

_Isso chega a se engraçado, muitas meninas dariam tudo para esta no seu lugar. E você nem liga, isso não pode ser normal. – Ela me encarava, cara será que todos eles são assim?

_Só não sou tiete, muito menos maluca por ele. Amizade a distancia também é legal sabia? – Rimos e ela contava algumas histórias do tempo em que era menor, das armações de Justin. Senti que ela sabia mais da vida de Justin, que da diva do namorado.

_A conversa parece está muito boa, vão falar do que se trata? – Aff sai para lá curioso de plantão justin se sentava a nossa frente.

_Coisas de mulheres. – Caitlin piscou para mim e se levantou. Caramba ela vai sair. Faz alguma coisa!

_Vou ao banheiro. – Ele ficou me olhando.

_Inventa outra coisa, essa não colou nadinha. Ou esta com medo de ficar perto de mim? – Dei uma risada e coloquei meu rosto muito próximo do dele. Ficamos tão próximo, que nossa respiração se cruzava, nossos narizes se tocavam.

_Medo eu! De quem? Você, faça- me rir. – Quando ia saindo uma pequena turbulência me fez cair em seu colo.

_Nossa, sua pele é tão gostosa. – Cara ele estava me seduzindo, e bem que eu estava gostando. Fala mais.Aproximava- me lentamente de sua boca, algo me puxava. Que nada era mão dele em minha cintura.

_Seu hálito! É tão...! – Os garotos riam de uma piada tosca, e tiraram minha concentração.

_Você ia falar alguma coisa? – Ele falava manhoso em meu ouvido, e como ele segurava minha cintura.

_Escova mais os dentes. – Sai de cima dele e fui ao toalete, as duas estavam um pouco atrás de nós e estavam rindo quando passei.

_O que eu pensei, talvez podia falar para ele colocar umas balas de hortelã na boca, mais não a estúpida tinha que dizer que o garoto tinha bafo. – Recriminava- me dentro do banheiro.

A porta soou um toque estranho, e eu me assustei, mais por sorte era ao lado, alguém remexia e reclamava. Lavei o rosto e sai. Justin não estava sentado, então eu pensei. Também, daquele jeito nem eu ai esta. Sentei na cadeira, e vi Justin passando com uma escova no bolso da calça. Fingi esta dormindo quando ele me olhou.

_Estamos chegando, coloquem por favor o cinto. – Como eu estava fingindo dormi, não podia colocar, Kaka viu e veio me ajudar. Cara, isso sim que é amiga.

Quando pousa- mos Caitlin foi a minha cadeira me chamar, fingia me espreguiçar. Deise- mos e um silencio fora do comum nós cercou, não havia fotógrafos nem fãs desvairadas.

Despedi de todos os presentes, Justin pareceu ter sido engolido pela terra. Havia sumido, Kaka me chamou no canto.

_Vem com a gente, sempre tem lugar para mais uma. – Olhei torto para ela.

_Você não acha que quem devia esta pedindo era o Justin? Mais eu não posso, está bem tarde e chegar acompanhada de muita gente não vai ser bom. – Dei um beijo em seu rosto e a abracei, peguei um táxi que estava junto a uma grande fileira, dei ao motorista o endereço. Meu celular vibrou com uma mensagem do “Misterioso”.

“Aceita namorar comigo? Podemos ficar assim por um tempo, se der certo para os dois nós conhece- mos pessoalmente. Espero sua resposta, ansioso.”

Aquilo era um tanto que improvável de acontecer, como alguém que você nem conhece te pedi em namoro? Respondi a mensagem meio confusa.

“E a menina que você beijou, já esqueceu ela? Você disse que a amava, ou isso era mentira?”

Demorou um pouco mais ele retornou.

“Ela é muito ranzinza, já você é doce. Desculpa pelo que disse, sou só um adolescente. Sou confuso nessa parte do amor.”

Pensei em lhe responder, mais havia- mos chegado ao condomínio de mamãe. Guardei o celular e sai do carro, lembrei que Arlete não havia me dado o dinheiro. Aquele homem não parecia ser educado, eu esta encrencada.

_Moço! O senhor me deixaria ir lá dentro pegar o dinheiro? É que eu estou desprevenida agora. – Ele me olhou serio, olhou para os lados e como não havia ninguém ele se aproximou.

_Você pode pagar de outra maneira, podemos ate parcelar. – Fiquei espantada com o comportamento daquele verme.

_Quanto é a corrida? – Justin falava saindo de um táxi, Ate parecia um super- homem. Ele estava me seguindo?

_São 2oo Dólares. – Ele estendeu a mão. Justin puxou da carteira 300 Dólares, Deu ao homem é falou ranzinza.

_Nunca mais se atreva a tratar uma dama assim. – O homem me pediu desculpa e entrou no carro. A rua ficou deserta, pois o táxi que ele tinha vindo havia ido embora.

_Muito bonito este condomínio, agora tem uma coisa que eu não entendi. Por vocês moram em um apartamento, enquanto a mãe de vocês mora em um condomínio? – ele falava naturalmente, como se a situação fosse normal.

_Obrigado! Bom é que Arlete achou melhor ficar- mos em algo que parece- se com a gente. – Ele andou descompassada mente, Só que não pela saída. Ele olhou para mim. _Não vem? – Era como se ele fosse o morador e eu a visita.

_Ok! Você não tem hora? – Ele olhou no relógio, e levantou a sobrancelha.

_Você não teria um lugar para eu dormi? – Sorri incrédula, mais como ele tinha salvo minha vida, faria esse favor a ele.

_Claro! Mais você tem que ir ao primeiro raia de sol, não quero que mamãe te veja aqui. – Ele concordou e me seguiu ate a casa dela. Abri a porta com a chave reserva que tinha.

_Eu tenho uma coisa para te falar, te segui ate aqui só para isso. – Ele me segurou pelo braço, já que não me virei para olha- lo. _Falei com você, dá para apresta atenção. Poxa salvei sua vida e é assim que agradeci? – Ele olhou em meus olhos e senti que ia beija- lo. Ótima forma de agradecer

_Tem alguém ai? – Minha mãe estava na sala e vinha falando, no susto empurrei Justin para as pequenas moitas do jardim. Ele caiu de mau jeito e foi para o chão, ia ver como estava, mais mamãe já estava muito perto. Fiquei me perguntando. O que diabos ela fazia acordada uma hora dessas?

_Mãe sou eu! – Entrei e me deparei com um homem, ele estava de calção deitado em frente à lareira, em cima de um lençol vermelho com babados.

_Filha! Eu não sabia que você vinha para cá hoje. – Ela se me abraçou, estava vestindo um micro short e um sutiã tomara que caia. Que para mim era, tomara que não caia. _Deixa- me eu apresentar. – Ela não tinha bom senso talvez, ou será que para ela era natural conhecer alguém de calção?

_Mãe, melhor deixar as apresentações para outra hora. – Dei o sorriso mais amarelo que pude. _Tem uma pessoa lá fora, e eu tenho que ajudar. Tem um quarto extra? – Fomos então ate a frente da casa.

Justin estava batendo nas calças, ele tirava dos cabelos algumas folhas secas. Quanto levantou a cabeça e viu minha mãe. Ele ficou como um zumbi, faltava baba.

_Justin! Justin, ou acorda! – tive que dar um tapa na cara dele, aquele tapa doeu mais em mim que nele.

_Filha! Não precisava fazer isso com seu amigo. – Ela estava seria para mim, olhou Para Justin e abriu um largo sorriso. Fala serio, cadê o cordão umbilical.

_Ele não é meu amigo... – Fui interrompida por minha querida mãe.

_A então é você o namorado dela, finalmente eu conheci. Prazer, meu nome é Artryde. Será que ela ainda não tinha se tocado que estava sem roupa? Quer dizer quase.

_Prazer senhora, é uma honra conhecer uma mulher tão bonita. – Se ele estava cantando minha mãe, acredito que conseguiu. _Namorar sua filha é um prazer. – Olhei perplexa para ele, quer dizer, nada fazia sentido.

_Obrigado, mais filha você disse que precisava ajudar alguém, era ele? – Eu estava meio atordoada com o que ele havia falado. Bom era um tanto constrangedor, balancei a cabeça afirmando.

_Como Eu vim com ela, não tenho onde ficar. Gostaria de saber se não teria um teto para por sobre minha cabeça? – Mamãe começou a rir.

_Filha! Você teve muita sorte, ele é tão bem humorado. – Eu sorri sarcasticamente. Mais concordei, afinal o menino era engraçado. _Temos a casa da piscina, filha mostra onde fica. Fiquem a vontade os 2, não vou invadir a privacidade de vocês.

_Mãe! Chega, vai lá dentro. Seu garoto deve esta lhe esperando, se não tiver lhe roubando. – Ela fez cara negativa e entrou, demos a volta na casa e logo avistamos a piscina. _Agora me explica que história é essa de dizer que é meu namorado?

_Achei que ficaria melhor para sua imagem, que eu fingisse ser seu namorado. Pelo menos a sua mãe gostou, agora vem cá e me da um beijo. – Ele falava debochado.

_Nem por um decreto garoto, você se acha. Vem, você vai ficar aqui. – A casa da piscina era bem aconchegante.

_Eu vou ficar aqui sozinho? – Ele parecia nervoso.

_Espera! – Eu tentava esconder o riso. _Você ainda precisa de baba? – Ele deu uma risada irônica.

_Muito engraçado, Mais para retribuir o que eu fiz por você, devia dormi aqui comigo. – Ele estava brincando, só podia ser. _Com certeza sua mãe espera isso.

_Aqui só tem uma cama de solteiro, nem dá para nós 2. – Ele riu maliciosamente.

_Dormimos de conchinha. Cuida logo, prometo ser a sua melhor companhia, eu nem me mexo a noite. Vem dormi comigo, sou bem quentinho e a noite pareci que vai ser fria. – Ele se aproximou e pegou em minha cintura. Aproximou sua boca da minha, brincou com meus lábios. Mais não os beijou.

Não faz assim que eu gosto. Sua boca estava quente, e como eu queria, não senti muito resultado em me fazer de forte.

_Promete me deixar em paz depois? – Ela me deu um selinho é balançou a cabeça.

_Depois não sei se você vai me deixar. – O segurei pela nuca e o beijei, nossas línguas se enroscavam e eu já não sabia onde colocar a mão.

_Vamos deitar antes de comer? – Para de pensar em comida, isso não é hora Respire fundo e sai da casa.

_Mãe! O que tem para comer? – Ela nada respondeu, fui para a geladeira e tirei algumas maças de dentro, coloquei em uma pequena bandeja, umas uvas, sanduiches de mussarela.

Quando voltei para a casa, Justin estava só de Supra roxa. Como ele tem um nó grande. Não acreditei em esta pensando aquilo, deixei a cesta em cima da mesa e sai. Fui sentar na beira da piscina, ele era muito atraente. Seria fácil perde o controle estando tão perto dele.

_Oi! – Levei um susto, pois ele falou muito próximo ao meu ouvido. Cai na piscina, ele riu e como estava só de supra, mergulhou.

_Viu o que você fez, agora estou toda molhada. – Ele me deu um olhar 43 e se aproximou.

_Molhada que é bom. – Tenho certeza que fiquei vermelha. Suas não envolveram meu corpo, me segurei em seus ombros. Sentia uma coisa estranha no meio das pernas.

_Desculpa por isso, nós homens somos assim. – Ele mordeu lentamente meus lábios e passou a língua lentamente nos mesmo, desceu para meu pescoço. A única coisa que ocorreu em minha cabeça foi.

_Você trouxe camisinha? – Ele parou as mordidinhas, e me olhou.

_Você quer transar? – Ele agora estava tão confuso quanto eu.

_Como assim? Quer dizer, do jeito que você estava me beijando, não era um sinal? – Ele mordeu o lábio inferior.

_Não queria lhe causar essa reação, sou novo nisso. — Respirei fundo e me afastei dele.

_Ótimo, agora você vai achar que sou uma pervertida. – Estava saindo da piscina, me sentindo uma idiota. Ele me segurou pela cintura e me puxou para colar nele.

_Não é que não queira, como posso lhe explicar! – Ele procurava uma palavra fácil de entender. _Sou virgem. – Ele ficou vermelho, como era lindo.

_Eu também, Desculpa. Acho que não daria certo 2 inexperientes. – Ele me empurrou contra a piscina.

_Vamos testa? – O Que eu iria dizer. Fica calma besta, ele só quer te senti

_Justin! Eu prefiro ir dormi. — O que idiota, acorda para a vida. Um garoto lindo quer transa com você, se eu não fosse sua consciência, eu pegava.

_Claro! Melhor, amanha cedo tenho que sair. – Sai- mos da piscina e ele estava com a mão em frente ao membro. Fingi que nada vi e fui direto para o banheiro, banhar direito e trocar de roupa. Vesti um vestido vermelho para dormi, como de costume.

Ele ficou no quarto, entreguei a ele uma toalha felpuda, não sabia como lhe arranjar uma cueca ou algo do tipo.

_Justin! Vou ver se te arranjo uma cueca lá em casa. – Ele segurou minha mão.

_Nâo precisa, eu fico nu. Você não se importa, ou tem problema? — Sua boca se mexia junto a minha.

_Você que sabe, mais assim eu não posso dormi, é bom nem na cama eu deitar. – Suas mãos desceram de minha cintura para minhas pernas.

_Para de se controlar tanto, não tem ninguém aqui só nós. – Peguei suas mãos a tirei de minhas pernas e sai em direção da casa grande.

Suas mãos, sua boca percorrendo meu pescoço. Isso estava indo longe demais, não podia lhe dar mais esse tipo de liberdade. Era uma coisa decidida, estava olhando em uma das gavetas de mamãe. Quando achei uma 50 cuecas novas, vai saber por que elas estavam ali.

Voltei a casa e justin estava esparramado a cama, enrolado com a toalha. Joguei- lhe a cueca de uma distância segura.

_É nova, minha mãe tem uma pequena tara por cuecas. – Ele riu e foi para o banheiro, sentei no sofá e fiquei pensando em Arthu e Arlete.

_Acorda! Como fiquei? – Será que se eu dissesse que ele ficou incrivelmente gostoso, ele acreditaria.

_Acho que bem, você que tem que saber. – Ele percebeu que eu estava estranha.

_Quer falar alguma coisa?

_Não. – Apoiei- me no sofá, e desceu uma lágrima.

_Mais se quiser falar estou aqui, não vou te força a nada. — Ele se sentou ao meu lado, fica- mos em silêncio. E era como se um nó se desfizesse em minha garganta.

_Não querendo atrapalhar. – Mamãe entrava, ela tinha um dom de incomoda. Ninguém atrapalhava mais que ela. _Querem comer alguma coisa. – Agora que ela pergunta.

_Não senhora obrigado. Já comemos. – Alguém como mamãe interpretaria de outra maneira.

_Mais usaram camisinha. – Pronto era o fim.

_Mãe chega! Sai logo, que absurdo. – estava vermelha, o que ele estava pensando? Como eu iria olhar para ele agora?

_Quase sua mãe acerta, se não fosse nosso medo. – Talvez ele quisesse ser engraçado, para descontrair a tensão que rolou.

_Vamos dormi? – Ele me olhou e concordou.

Seus braços envolveram minha cintura, sua boca ficou próxima de meu cangote. Eu posso jurar que desmaiei de prazer. Acordei em uma manha de sol, as portas de vidro me deixaram ver uma mesa perto da piscina, posta. Com muitos tipos de comida. Justin não estava mais na cama, e nem suas roupas no chão como ele havia deixado.

_Bom dia, abelha rainha, — [Orange] Que brega. [/Orange] Ele entrava no quarto, deitei a cabeça nas almofadas.

_Que horas são? – Ele engatinhava por cima da cama, em minha direção. Suas mãos me acariciavam por cima dos lençóis.

_Hora de você se levantar, sua mãe já veio saber de você. – Quando ele falou em mamãe, senti uma pequena dor. Ela tinha um jeito estranho de se preocupar comigo, mais eu respeitava.

_O que você ainda faz aqui? Não devia esta no hotel! – Ele beijou meu pescoço, como aquilo era bom. Mesmo sendo difícil eu teria de resisti.

_Tem certeza que quer que eu vá? – Demorei um pouco para lhe responder, procurava as palavras.

_Eu não posso? – Ele se afastou de mim e ficou me olhando. Sai correndo para o banheiro e fui fazer minha higiene, troquei de roupa ai sim sai.