Torpedos Para Você

4 Capítulo 4 Maldito, Maldito laboratório


Notas iniciais
laboratório, restaurante. Aff quanta coisa

_Senhorita Goldshimidt! Esta melhor? – A professora perguntou ao ver- me em pé na porta.

_Sim professora, posso entrar? – Falei forçando um sorriso.

_Claro, mais se você quiser ir embora è só falar. – Ela voltou sua atenção para o quadro. Que por falar nisso, já estava bem bonitinho.

Sentei em minha cadeira, justin estava concentrado escrevendo em um papel. Ate achei que fosse o assunto do quadro. Ele jogou o papelzinho para mim.

Como você está?

Lhe respondi no mesmo papel, Não iria tirar uma folha de meu fichário para responder a ele.

Sim estou, já agradeci. Agora não tem mais com o que se preocupar.

Eu podia esta sendo grossa, mais não ia permitir que ele se mete- se em minha vida. Já agradeci, então aquela falsa preocupação podia acabar por aqui. Ele não respondeu, tirei uma folha do meu fichário e comecei a escrever o assunto pendente no quadro. A aula estava para se encerra, e com certeza no laboratório eu ia ficar.

O sinal tocou e minhas coisas eu recolhi, estava caminhando ate o laboratório. Precisava pensar e ver o que estava fazendo de minha vida. Havia gente dentro da sala.

_Oi tem alguém? – Eu sabia que tinha, mais não sabia quem.

_Ola, seja bem vinda. – Uma moça muito simpática falou sorrindo, aquilo estava parecendo aqueles filmes macabros. Onde a mocinha morre em um lugar escuro e deserto. Apesar de ali não ser escuro, Ela se aproximou de mim e colocou a mão na cintura._ Você poderia me fazer um grande favor? – Respirei um pouco aliviada. Afinal o que era só um favor.

_Claro, não vou ter aula agora. — Uma pequena mentira, mais estava cheia de ter que olhar para aquele rosto. E ver a poupança dos professores.

_Tenho que ir a secretaria, e não tem quem fique aqui. Será que você podia dar uma olhada para mim? – Então era só isso? Ótimo, ela era paga e eu que ia trabalhar no lugar dela. Ane para com isso! É só um favor. Eu falava a mim mesma.

_Tudo bem, só que não demora. — Ela saiu e eu deixe minhas coisas em cima de sua mesa. Estava escrevendo em meu caderno, sem ser coisa da escola. Quando meu lápis caiu no chão, me abaixei para pegar.

_Então, ela vai ter que superar. Vivemos o que tinha mos de viver, mais agora acabou. E quer sabe do mais? Foi bem mais fácil do que eu esperava. Agora tenho que desligar, vou ao laboratório ver uns elementos químicos e depois te ligo. – Ele desligou e entrou. Escutei quando a porta bateu, mas não dei muita importância ao ocorrido. _Tem alguém ai? – Ele olhava para os lados e para trás das prateleiras.

_Eu! – Exclamei com o lápis na mão. _Estou olhando o laboratório. Mais já que você chegou vou passar este cargo para você. – Estava quando o caderno, e pegando depois minhas bolsas. Ele estava vendo alguns elementos químicos. Tentei abri a porta mais foi em vão. Olhei desesperada para ele, que ainda olhava fascinado os elementos químicos. _Bieber! A porta ela trancou. – Ele me olhou e sorriu, ate parecia que eu tinha contado alguma piada.

_Só precisa ter jeito. – ele falou e veio ate onde eu estava. Deu algumas torcidas na fechadura, mais nada. Será que agora podia se desesperar?

_Bieber esta mos presos? — Eu olhei para ele com os olhos esbugalhados, o empurrei e comecei a puxar a fechadura.

_Se você não para, vai acabar que... — Eu estava no chão, com a fechadura na mão. Minha costa doía, minha cabeça também.

_Você esta bem? – Ele vinha me ajudar, mais dei um chega pra lá nele.

_Eu acabei de me cair no chão, e você pergunta se estou bem? – Estava sentada no chão.

_Você deve esta amando ficar presa comigo. – Eu nem pisquei, a fechadura ainda estava na minha mão. Mais não por muito tempo, esse garoto estava pedindo.

_Olha. – Eu fiquei em pé, com muito sacrifício e dor. _Eu não sou nenhuma das suas admiradoras, e eu estou vou a fechadura na mão. Vai que ela escapole. – Ele deu de ombros, o que me deixou mais irritada.

_Você tem uma queda por mim, eu seu disso. Seu olhar, ele não nega. _Eu não disse nada, só apertei com mais foca a fechadura na mão. Será que se eu jogasse muito forte abriria um buraco na cabeça dele? Só havia um jeito de eu saber.

_Bieber se doer você me fala? – Eu joguei a fechadura, mais errei o alvo. Vai ver que com os olhos fechados não dava para ver.

_Doer o que? – Ele esta parado, era para ele esta se retorcendo. A fechadura esta perto da parede no chão. O tênis foi uma ótima escolha para mim.

_Ai garoto como você é chato. – Ele ficou sem entender, também se eu tivesse acertado agora ele estava chorando.

_Como vamos fazer para sair daqui? – Ele sacolejo a porta, mais de nada adiantou.

_Ha monitora logo vai vir aqui, ela foi só na secretaria. Mais esta demorando, como ela pode demorar tanto. – Eu me desesperei e fui ate a porta, empurrei o Bieber e comecei a bater na porta.

_Calma, ela vai vir tirar a gente daqui. Por que eu não pensei nisso antes! – Ele estava tirando o celular do bolso.

_Claro, como você é esperto. — Falei sarcasticamente. _O novato, aqui dentro não tem sinal. O diretor comprou um micro aparelho, que retira o sinal do ambiente. – Ele colocou o celular no bolso novamente.

_Tem mais alguma coisa para me contar? – Talvez ele esperasse uma confissão de última hora. Mais nem morta, a última coisa que faria era me abrir com o cantorzinho. A energia do local de foi, agora sim parecia aqueles lugares macabros.

_Olha, eu não tenho raiva de você. Ate gosto de suas músicas, principalmente Next to you. O Chris Brown é um ótimo cantor. – Ele riu de canto, e sentou em uma cadeira.

_Também acho, mais me fala um pouco de você. Estou um pouco entediado de saber de mim. – Ele apoio o queixo nas mãos.

_Não vou te falar a respeito da minha vida, nós estamos presos aqui por capricho do destino. Isso não vai significar que vamos ser amigos. – Falei sentando em uma cadeira.

_Você não precisa falar assim comigo, eu não tenho culpa de o destino querer nós juntos. – Ele falou a última palavra com um sorriso bobo no rosto.

_Desculpa, mais estou muito aflita. Minha irmã não sabe onde estou. E já esta no fim das aulas, se a monitora não voltar, vamos ficar aqui ate amanha. – Falei me levantando.

_Calma, se você quiser arrombo essa porta. – Olhei para ele com cara de “Como é senhor rambo”.

_Não obrigado, deve ser muito ruim ficar como enfermeira a noite toda. – Sentei de novo na cadeira.

_Você esta muito nervosa, já sentou e levantou muitas vezes. E acho que nem percebeu. – Ele falou enquanto eu rodava na cadeira.

_Estou com fome, e isso me chateia muito. – Fiquei uma última vez em pé, ele estava impaciente. Já não agüentava ver- me sentar e levantar.

_Abre espaço. — Ele pegava distancia. Sai da frente e o deixei se quebrar sozinho. A porta se abriu e o Bieber se estatalou no chão, na frente da monitora. Ela que havia aberto a porta por fora.

_O que esta acontecendo aqui? – Ela perguntou ajudando o garoto a se levantar.

_Ai, acho que perfurei o pulmão. – Como homem era frágil, tudo era o fim do mundo.

_Que bom que você chegou, estávamos presos aqui, sabia que esta porta intera? – Ela balançou a cabeça.

_Sim querida, mais não pensei que você fosse fechar. – Ela falou olhando para Bieber.

_Pode ir parando de pensar o que não aconteceu, ele fechou sem querer. – Ela estava com aquele olhar sinistro. “ Atá que eu acredito”

_Então, agora vocês estão livre. Podem ir, há Justin, antes de você ir. Você poderia me dá um autografo, é para minha irmã. Peguei minhas coisas e sai de lá, eita tietagem. Justin estava correndo atrás de mim, procurei alguém nas salas mais não tinha ninguém. A escoa estava quase deserta, isso me deixava mais tensa e preocupada. A fome preenchia todo o vazio que existia no meu ser, como ela era poderosa.

_Anevilla! – Justin me chamava, fingia que nem era comigo. _Ei eu estou te chamando, não ouviu? – Ele falou ao me alcançar, respirava com dificuldade. Segurava com a mão a barriga.

_Estou com fome e com pressa, tenho mais o que fazer do que espera por você. –Respondi sem para de andar.

_Então, que tal irmos comer? – Ele falou sorrindo gentilmente.

_Serio! Comida com batata frita? E refrigerante coca cola, e de sobremesa torta de banana. – Eu falava lambendo os beiços.

_Se lá tiver, acho que sim. — Ele falou rindo de minhas ações. Peguei em seu braço e fomos para o seu carro.

_você tem alguma preferência, ou pode ser qual quer restaurante. – Ele perguntou enquanto colocávamos o cinto.

_Se você puder ir em um discreto, Sabe como é. Tenho uma reputação a zelar. — Falei sarcástica, ele riu e ligou o carro. _Deve ser bem difícil ser famoso, principalmente não ter paz. Como faz para estudar em uma escolar particular como está? Por que apesar de ser particular, deve ter um monte de menina te perseguindo. – Quando terminei de falar pensei comigo mesma. “Como falo”

_Fiz um acordo com o diretor da escola, Foi bem difícil no começo. Mais nada que alguns seguranças não resolvem- se, queria ter uma vida um pouco normal. Ter aula em casa é muito chato. Pronto chegamos. – Eu estava tão entretida ouvindo o que ele falava que nem me liguei no caminho. Ele veio abri a porta para mim, eu realmente estava com muita fome.

_Mais você não gostava de ter privacidade? Quer dizer, de ficar sozinho. – Eu falei sem pensar.

_Não, já fiquei muito tempo de minha vida sozinho, mais agora vou me dedicar a 2 coisas. A escola e ao meu novo CD que estou fazendo. – Ele falou puxando a cadeira para mim.

_Deve ser bem difícil para você ser normal, tendo tantas fãs atrás o tempo todo. – Ele sentou e chamou o garçom.

_Na verdade não, quando estou na escola me sinto bem, bom hoje foi a primeira vez que me pediram autografo. – O garçom chegou ha nossa mesa.

_Poderia me ver um almoço completo? – Eu falei sem mais delongas, estava morrendo de fome.

_Claro! E o senhor o que deseja? – Ele se direcionou a Justin.

_O mesmo que ela, e para acompanhamento coca- cola. – Ele deixou o cardápio na mesa. O garçom saiu para a cozinha, Justin ficou calado e umas 3 fás dele vieram a nossa mesa.

_Será que você podia me dar um autografo? – Uma loira perguntou, as outras 2 ficaram rindo baixo.

_Claro, mais vocês poderiam esperar eu almoçar com minha amiga? – Elas disseram que sim é foram para uma mesa atrás de nós.

Minha barriga roncou, Justin começou a rir. Eu tentei disfarça mais comecei a rir também. O garçom chegava com nossos pedidos, ele me sérvio primeiro. Depois foi a vez de Justin, comemos em silencio. Eu não olhava para nenhum lugar, foi quando se quere nós 2 pegamos a coca.

_Desculpa! – Justin falou. _Eu ia abri para agente. – Ele recolheu a mão.

_Então abri! To com uma sede enorme. – Ele pegou a garrafa abriu e colocou nos copos para a gente.

Meu celular tocou e eu me assustei, era a minha Irma. Não havia ligado para ela, dizendo que iria sair com Justin. Recusei- me a atender, deu uma cessada mais voltou a tocar.

_Bieber você me da licença? – Ele se levantou e sai da mesa. _Oi querida irmã. – Falei cismada.

_Você já esta em casa? – Ela falou naturalmente, talvez estivesse me testando.

_Claro! O que você acha? – Eu estava insegura, e suando muito.

_Ok! Vou chegar em 0:30 hora. – Ela falou e desligamos, corri para a mesa e me sentei em minha cadeira.

_Justin! Podemos ir. Minha irmã vai chegar em meia hora, e eu tenho que está em casa. – Ele chamou o garçom e pediu a conta.

_Imagina! Não é nada. – O gerente estava vindo a nossa mesa.

_Não precisa pagar nada, é uma honra termos um astro aqui. – Ele guardou a carteira e foi ate as meninas que nos esperava.

_Então menina, estão prontas para a foto? – Justin fez charme e começou a sessão. Não queria que elas achassem que eu estava com ciúmes, então sai de lá e fui andando. Ouvi quando o carro de Justin veio rodando atrás de mim.

_Ei entra ai! – Eu estava chateada, pois tinha presa e ele fazendo posse.

_Volta pra lá e vai fazer mais posses. – Ele parou o carro e saiu do mesmo.

_Vai querer que eu te coloque nos ombros de novo e te coloque aqui dentro. – Ele ficou me olhando, e eu conclui que, de carro eu chegaria bem mais rápido.

_Está bem, mais só por que estou com presa. – entrei no carro e coloquei o cinto, ele entrou e fomos para a estrada principal.

_Você está com raiva? – Ele perguntou sem olhar para mim.

_Não. – Eu respondi fria e seca.

_Então por que saiu daquele jeito?

_Bieber eu estava com presa, agora eu estou aflita. Então seria bom você não puxar conversa. — Ele nada falou, e acelerou o carro.

_Gostei quando você me chamou de Justin, Soou tão sexy na sua boca. – se ele queria me irrita, parabéns pois havia conseguido.

_Bieber, não enche. Cuida logo, minha irmã deve esta chegando. – Eu estava querendo da uns patas nele, mais corria o risco de a gente capota. Pois ele corria como um louco fugindo da policia.

_Aonde você mora? – Ele perguntou enquanto parava enfrente ao meu prédio.

_Engraçadinho. – Falei abrindo a porta.

_Ei onde você vai? – Ele saiu do carro e veio ate mim.

_Eu moro aqui. – Ele olhou para o prédio depois para mim.

_Como assim? Eu que moro aqui. – Eu arregalei meus olhos e balancei a cabeça, incrédula. _É o destino mesmo. – Ele falou rindo de canto.

Minha irmã estava chegando de carro, eu havia me esquecido de subir e trocar de roupa.

_Ane o que você faz com essa roupa ainda? – Fiquei perdida, mais Justin começou a falar.

_Estava mos estudando lá em casa, ai ela recebeu sua ligação e veio aqui fora. Eu como bom cavalheiro, vim acompanha- lá. – Ótima justificativa. Minhas bolsas ainda estavam em seu carro, Arlete não havia notado nada.

_E quem é você? – Ela perguntou saindo do carro.

_Desculpa, nem me apresentei. Meu nome é Justin Bieber. Estava na pizzaria domingo. – Ele estendeu a mão e minha irmã beijou seu rosto.

_Prazer, você tem o rosto macio. – Arlete falou ao beija o rosto de Justin.

_Arlete vamos subir? – Pedi antes de ela me fazer passar mais vergonha ainda.

_Vou colocar o carro para dentro, Justin você é o namorado da Anevilla? – Pronto cadê o buraco.

_Não, mais seria bom. – Espera o que foi que ele falou? Cadê o cordão umbilical?

_Arlete entra logo nesse carro. – Ela então entrou, respirei mais aliviada. Aproximei- me de Justin e em seu ouvido disse. _Depois pego minhas coisas. – Ele deu um sorriso malicioso e balançou a cabeça.

Entrei no prédio e ele em seu carro, queria subir antes de Arlete. Nem fiz questão de espera o elevador. Ele pareceu que ia demorar, e eu não tinha esse tempo. Mesmo com a desculpa de Justin ainda tinha uma sala para arrumar.

Notas finais
O que foi aquilo, como assim seria bom? Ai ai ai...
Espero reiwes