Topo do mundo
37 Contra o tempo --- Parte 3
Notas iniciais
POV Narradora
Estamos em um clima acereado, último capítulo. Todas as pontas soltas vão se amarar, e colocaremos os pingos nos is. Eu estou desempregada oficialmente. E depois de tanto tempos juntos, eu tenho que dizer adeus. Foi uma honra narrar essa história, vou cumprir minha função e por um ponto final nisso, e ver que pra chegar no topo, começamos por baixo.
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Todos fecharam os olhos esperando o pior, que…não aconteceu! Todos estavam lentamente abrindo os olhos por causa do silêncio. A garota estava sentada em uma mão gigante! De microbôs! Callaghan tinha salvo ela! A mão colocou a jovem delicadamente no chão.
— Você salvou minha vida?— Rô indagou incrédula já em terra firme.
— Acho que meus dias de psicopata chagaram ao fim, Rose.— Afirmou com um rosto de um jeito muito tempo não visto, calmo.
— Rose!— Todos exclamaram em uníssono ajudando-a a se levantar com dificuldade.
— Como se sente?— Baymax perguntou a mesma que estava arfando.
— Com dor e bem ardida, mas viva.— Afirmou com o cubo cheio em uma das mãos. E seu radiante sorriso no rosto.
— O portal ainda tem energia. Que só vai acabar se for usado. Não dá pra eu pegar tudo sem morrer.— Rô afirmou recebendo uma bolsa de gelo de Baymax para diminuir a ardência, onde ele arranjou, ninguém sabe, afinal ele é um médico robô. Todos já estavam calmos e Callaghan estava na companhia da filha junto dos heróis, esperando polícia para resolverem tudo em paz e sem problemas, o céu da cidade estava limpo de novo, o povo estava em paz e seguro, e Rose recebendo os cuidados médicos de Baymax, sentada em um escombro.
— Você fez tudo isso, arriscou sua vida, merece escolher a data de uso. Talvez ver seus pais novamente, você merce isso Rô.— Hiro afirmou colocando a bolsa de gelo na cabeça da garota, que estava sem o capacete.
— Eu tenho uma ideia melhor.— Disse com um sorriso traveso. Olhando pro mesmo.
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Todos os sete estavam em frente a máquina do tempo, tinha alguns controles para determinar o tempo. A fonte que tinha sobrado dava para levar os sete no tempo que escolherem, Rose fez questão de levar os amigos.
— Bom, a máquina vai levar até onde vocês querem ir, o tempo que lá ficarem não vai interferir aqui. Quando voltarem no tempo atual vai ser como tivessem acabado de saírem. — Callghan explicou.
— Certo, ou seja, não vai alterar nossa realidade.— Hiro acompanhou o raciocínio.
— Prontos, já ajustei a data. Vamos indo. A energia vai aguenta só meia hora de viagem. Seremos rápidos.— Rose afirmou. Entraram no portal. O transporte foi calmo, tipo pular de paraquedas, só que sem o paraquedas. Chegaram até o outro lado de pé.
— Excelente, temos vinte e nova minutos no passado. Vamos ser rápidos.— Wasabi estava cronometrando o tempo, nada melhor que a pessoa que é perfectionista para não perder a hora.
— Rose, onde, ou melhor, quando estamos exatamente?— Hiro perguntou a morena. Todos estavam com a mesma dúvida. Permaneciam na cidade e parecia pouco tempo atrás que haviam ter sido teletransportados no tempo.
— Rose, aqui é a rua do Hiro e ali a casa dele. O que você está pensando?— Honey indagou, todos estavam com a mesma dúvida. Ela só abriu um sorriso travesso. Os outros ficaram um pouco assustados, porém todas as dúvidas cessaram em seguida.
— Hiro?— Uma voz cortou o ar. Todos ficaram sem reação. A pessoa que falou estava atrás deles. Porém, Hiro sabia quem era, por isso ficou em choque. Somente Rose que estava dando risadinhas de felicidade. Se viraram lentamente para pessoa.
— T-Tadashi?— Hiro sussurrou. Ele estava confuso e ao mesmo tempo alegre. Como seu irmão tinha chegado ali?
— O que você está fazendo aqui fora, a apresentação e amanhã, e… por que você e a galera está usando cosplay? A gente combinou que não usaria na apresentação.— Tadashi falou em seu tom meio autoritário de irmão mais velho. Hiro chegou mais perto do irmão com um olhar de incredulidade. Em seguida deu um abraço bem forte, como se fosse o último, ele nem acreditava que seu irmão estava ali de novo, que poderia abraçá-lo novamente, os outros foram juntos e virou um abraço coletivo, todos choravam menos Tadashi que estava confuso, Rose, que já sabia, e Baymax, já que era um robô.
— Eu deveria saber de alguma coisa? Por que o Baymax também está de cosplay? E quem é essa?— Tadashi indagou olhando para Rô que estava calada. Todos o largaram menos Hiro. Ele talvez não teria está oportunidade novamente, não iria soltá-lo,
— Tadashi o que eu vou falar pode ser estranho, mas você me perdoa pelas besteiras que eu já fiz? Eu sou um …cabeção.— O jovem perguntou.
— Hiro, você está me assustando. É claro, não importa a burrada que você fisese, eu sou seu irmão.— Ele respondeu. Era tudo que Hiro queria ouvir, sentia tanta falta desse jeito fraternal dele.
— Tadashi, e-eu só digo obrigada pelo seu perdão. E obrigado por sempre confiar em mim. E que você é muito certinho.— Ele respondeu. Não estava mais chorando como antes, mas ainda estava emocionado. Tadashi estava confuso.
— Eu sempre vou acreditar em você, cabeção. E como eu digo — Tadashi pegou Hiro pelas pernas o deixando de cabeça pra baixo— Olhe por um novo ângulo.— Os irmãos disseram em uníssono. Ambos sorriram um pro outro. Tadashi soltou Hiro que convenceu o mesmo de ficar lá fora, Hiro, Tadashi e os outros conversaram por 20 minutos bem longos. Só Rô e Baymax ficaram de fora da conversa no final das contas.
— Mano, amanhã você têm apresentação vamos dormir.— Tadashi o chamou para dentro.
— Tadashi, afinal, o que você estava fazendo aqui fora?— Hiro perguntou.
— Eu vim tomar um ar e sei lá pensar… o que seria de mim sem você.— Essas palavras chocaram Hiro, se o mesmo soubesse o que aconteceria. Era ele que ficaria sem o irmão.
— E ela, afinal, quem é?— O mais velho apontou a morena.
— Eu sou uma amiga.— Respondeu. Tadashi não engoliu aquilo.
— Hiro, vem cá.— Ela chamou enquanto isso, os outros conversavam, tentando inventar uma desculpa e aproveitar o tempo com o antigo amigo. Os dois foram para um lugar um meio isolado.
— Hiro deixa pra agradecer depois. Eu sei que está gostando, mas temos que levar seu irmão pra cama e fazê-lo pensar que foi um sonho, temos de fazer o Tadashi pensar que ele sonhou tudo isso e eu sinto muito, temos também de voltar pro nosso tempo. Não podemos pisar em nenhuma borboleta, se souber que foi real você aqui e tudo mais pode e vai alterar nossa realidade.— Ela explicou. Hiro ficou pesaroso, mas teve entender, não podia alterar o futuro, seria perigoso.
— Como coloco ele pra dormir.— Perguntou quase chorando.
— Eu faço isso, seria muito doloroso pra você.— Rose afirmou pondo a mão de modo reconfortante no ombro do garoto.
— Tadashi…—Ela chamou, assim que o mesmo olhou e todos se afastaram, ela soprou um pó em sua direção que o fez dormir instantaneamente, Baymax pegou o jovem. Hiro explicou tudo antes que entrassem em pânico e pensado que ela tinha matado o cara.
— Era só pó de papoula concentrado, é sonífero, ele vai ficar bem. Vais pensar que isso foi só um sonho.— Terminou de explicar. Eles levantaram voo no Baymax até a janela no quarto deles, e entraram no quarto. Hiro e Baymax deixaram o jovem adulto devagar na cama. Hiro conseguiu vem ele mesmo dormindo no passado, isso pra ele era tão estranho, mas ele viu a pessoa que se tornou, os amigos que consegui, as coisas que conquistou e a pessoa que o conquistou. Saíram pela janela e voltaram ao ponto onde chegaram.
— Falta 1 minuto para o portal reabrir.— Wasabi afirmou. Depois de 60 segundos, o portal reabriu e todos passaram de volta pro tempo presente. Como dito, parecia que tinham acabado de viajar e não que saíram por 30 minutos. Voltaram ao presente estranhamente…aliviados. Tudo tinha acabado e não precisavam mais se preocuparem.
— Por isso o Tadashi disse que de manhã tinha perguntado se usei cosplay de noite.— Hiro afirmou rindo. Rindo como estivesse meio maluco mas, também aliviado. Se virou pra Rô e deu um abraço na garota bem forte.
— Muito obrigada! Você deu o melhor presente que alguém poderia me dar.—Ele falou. Rose só retribui o abraço.
— Eu sei cabeção.— Afirmou brincando com o quase namorado. A polícia havia chegado ao local. Pegaram Callghan e algemaram suas mãos atrás das costas. Tanto ele, como Abigail não reagiram, mas dava para ver a tristeza de serem separados de novo. Pela primeira vez, Hiro sentiu pena de um dos criminosos que ajudara a pegar. Não podia deixar de levá-lo, ele tinha que pagar pelos crimes, mas tudo foi pela, filha. Os fins não justificam os meios, mas ele merecia se acerta de outra forma.
— Abagail, você trouxe se celular?— O garoto perguntou. A mesma assentiu com a cabeça.
— Senhores podemos conversar.— Ele pediu deixando todos plantados e confuso. O que não é nenhuma novidade.
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Todos estavam de olho no Yokai, ops, melhor, Callanghan. Mesmo sabendo que parece que se curou de vez, nunca se sabe. Hiro voltou com Abigail. Eles pareciam felizes.
— Robert, eu e a Abigail falamos com a polícia de São Fransokyo. E você terá que pagar pelos seus crimes. O que normalmente, te levaria a cadeia.— O menino começou.
— Como assim “levaria” Hiro, o que você fez criatura?— Rose perguntou com as mãos na cintura.
— Eu, Abigail e Krei, que já deve está vindo pra cá, conseguimos converter sua pena. Ainda vai ficar preso, mas será em domicílio. Vai poder finalmente se reconciliar direito com a Abigail, e pagar seus crimes, já que vai ficar só em casa por um bom tempo e se sair só a, no máximo, 30 metros da sua casa.— Hiro explicou em um tom brincalhão. Todos ficaram boquiabertos e Callanghan mais feliz da vida, impossível. Ele chegou a dar um abraço em Hiro que ficou todo errado.
— Sinto muito Hiro, é que você me deu o melhor coisa do mundo e porquê? Depois de tudo que eu te fiz garoto.— Callghan assumiu envergonhado.
— Você pisou na bola legal comigo e com a cidade, e se eu fosse vingativo, teria prazer de te ver mofar em uma cadeia minúscula vivendo a pão e água.— Isso assustou todos — Mas, eu não sou vingativo, não mais, sem falar que você salvou a Rose. E estou em débito com você, porque eu não gosto muito de você, mas gosto pra caramba dela.— Hiro afirmou com o capacete debaixo do braço. A morena soltou um sorriso com seus entes perolados a amostra.
— Você estava certo pai, eles formam um belo casal.— Abigail soltou dando risadinhas.
— Pois bem. Eu e Abigail vamos agora para uma casa meio afastada do agito da cidade. Eu vou me dedicar a arte para passar o tempo. Me fará muito bem lá. — Callghan afirmou.
— Muito bem senhorita, vamos escoltar você e seu pai a sua casa e acompanhar toda mudança. Depois de uns anos seu pai será um homem livre e será reintroduzido a sociedade. E até lá, Sr. Callghan, só sairá só se ela ou você estiver morrendo e se não tiver ninguém para ajudar.— O chefe dos policiais afirmou. Pai e filha se dirigiram a viatura, Callghan a essa altura estava com os braços soltos, antes de irem ambos falaram com Hiro mais uma vez.
— Muito obrigado garoto, São Fransokyo está em boas mãos. Obrigado por tudo, você, com certeza, tem um futuro brilhante a frente e, obrigado novamente, por resgatar o meu.— Callghan afirmou olhado nos olhos do garoto. Hiro sentia dentro dele que tinha feito a coisa certa e que olhar nos os olhos do seu ex-arque inimigo era definitivamente estranho.
— As palavras do meu pai também são as minhas Hiro, obrigada.— Abigail agradeceu. E seguiram para o carro. Os amigos se aproximam
— Você fez a coisa certa cara.— Wasabi afirmou ao garoto.
— Pelo menos, não tentou matar ninguém.— Gogo ironizou bagunçando o cabelo negro do mesmo.
— Nós somos oficialmente heróis renomados, uhu!— Fred comemorou loucamente.
— Enfim, nasceu juízo nessa cabeça em?— Honey afirmou.
— Seu irmão teria muito orgulho.—Baymax disse com sua voz fofa.
— Também acho.— Rose se pronunciou com as mãos pra trás. Hiro chegou mais perto.
— Então você pode controlar a luz do infindo? Irado.— O jovem afirmou.
— Eu sabia que você tinha um coração aqui.— A jovem afirmou apontando a mão para o peito do garoto subindo para a cabeça dando um empurrão de leve.
— Ah que hilário. Você é uma gracinha.— Hiro ironizou — Agora, vem aqui. O garoto capturou a cintura da morena dando uma beijo nos lábios rosados da garota, que nem fez questão de reagir. A mesma entrelaçou os braços no pescoço do garoto, nem parecia que tinha conhecidos ali, davam um beijo com tanto gosto como se fosse o último, afinal depois de tudo, bem-merecido né? Podia se ouvidos uns “uuu” dos amigos. Mas, eles não estavam nem aí. Era como o primeiro beijo, porém mais à vontade. Eles se gostam mesmo em? Continuariam assim por horas se Krei não tivesse chegado bem na hora. O mesmo pigarreou, o que fez os jovens se separarem e estavam vermelhos como tomates.
—Eu espero não atrapalhar.— Afirmou em tom malicioso— Mas, queria dar os parabéns a todos vocês. Fizeram um ótimo trabalho. Tudo será reconstruído, as poucas coisas que foram destruídas. E estou orgulho de todos vocês, e você também Rose.— A mesma sorriu delicadamente.
— Vou indo, não atrapalharei mais.— Disse indo no mesmo passo.
— Que bom.— Rô afirmou puxando Hiro para outro beijo. Realmente eles formam um belo casal.
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— Hiro vamos, vai nos atrasar.— Cass chamou pelo sobrinho que estava no quarto se arrumando.
— Tô indo Tia Cass.— O menino respondeu descendo as escadas pelo corrimão. Ele estava todo a caráter arigó. Estava em um terno preto com uma gravata vermelha e sapatos sociais feito sob medida que Rose pediu especialmente a ele. Vão entender, depois de tudo que rolou, para comemorar a paz definitiva (pelo menos, por enquanto) da cidade, Krei realizaria uma festa de gala para comemorar. E é claro, que a Rose perturbou ele para deixar os amigos irem e as governantas, em vez de servir se divertir. Ele ainda não quis mas, ela foi bem digamos… persuasiva. Depois que Callghan e Abigail se mudaram para uma casa meio afastada, Rose e o Big Hero 6, entregou o cubo com a luz do infindo as autoridades competentes, porque conhecendo o Alister… o governo federal cuidaria melhor, todos tinham certeza. Hiro cumpriu a promessa, contou tudo a Cass que no início queria lhe deu uma bela bronca até ficar vermelha, no entanto, falou que estava orgulhosa e já que tinha amigos pra ficarem de olho, deixaria além de acrescentar que seu segredo estava seguro com ela. Hiro ficou super feliz. Aí vieram os convites e todo mundo foi convidado, a festa seria essa noite, e todo estavam prontos e com roupas que os 8 juntos foram escolher, sim Baymax foi e ele ia também.
— Você está super elegante, mas esse cabelo…— Cass afirmou querendo ajeitar os fios negros rebeldes do sobrinho.
— Sem essa Tia Cass. A nossa anfitriã sempre gostou do meu cabelo assim.— Ele afirmou com um sorriso bobo no rosto.
— Sei, e ela também gosta quando robôs fofinhos entrega rosas no portão da frente da casa dela?— Indagou fazendo o menino corar. Sim ele fazia isso.
— Detalhes Tia Cass. Detalhes.— Afirmou mudando de assunto — Vamos?— Pediu.
— Vamos.
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— Honey, vocês estão prontas?— Era Rose. A morena estava deslumbrante. Seu cabelo estava meio solto e meio preso. Deixando todos os seus cachos naturais acima do ombro esquerdo.
— Gogo vamos logo, não mata é só uma vez.— Honey implorou a garota. A loira também estava deslumbrante. Seu cabelo loiro mel se encontrava preso em um coque-caracol com alguns grampinhos de pérola dourada.
— Sem essa Honey, a Rose não faz questão que eu use. Ela que é anfitriã não obriga e você quer me obrigar?— Gogo rebateu. Bom é porque Honey quer que ela use salto e ela não quer. Nem só um decreto.
— Mas, Leiko é um baile…— Honey argumentou.
— Chega! Eu já usei de vestido, não força.— Disse ponde fim a discussão.
— Leiko?— Rose se meteu com uma risada.
— E meu nome de verdade, agora você sabe. Nada mais justo depois de salvar meus pés das bolhas.— Gogo afirmou indo junto as amigas para o salão. De fato, as três estavam deslumbrantes.
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— Fred, a gente se atrasou por sua culpa. Eu disse pra você não demorar.—Wasabi reclamou. Ele estava com um terno preto com uma gravata verde e sapatos sociais.
— Só nos atrasamos 4 minutos. E olha lá, é o Hiro. Hiro!— Fred gritou deixando o amigo ao lado quase surdo. Ele usava um terno bege e uma gravata azul e sapatos sociais.
— Você está 5 minutos, atrasado, garoto.— Wasabi lembrou um pouco irritado.
— Tenho certeza que ela não vai surtar.— Hiro falou em deboche.
— Oi garotos.— Era Gogo e Honey chegando na entrada. Estava com um arco branco coberto de várias flores de cerejeiras.
— Oi, nossa Gogo você está de vestido?!— Fred pegou o celular e tirou uma foto.
— Ei! Apaga isso agora!— Gogo ordenou ao mesmo.
— Sem essa. Isso vai é pro um cofre! É o fim dos tempos!— Fred, afirmou irônico. Gogo foi atrás do amigo loiro.
— Gente não quero briga.— Rose apareceu acompanhada de Alana. Hiro ficu boquiaberto.
— Você está linda.— O mesmo falou. A garota ficou meio vermelha. Mas, já estava acostumada do garoto a cobrir de elogios.
— Olha é meio piegas e clichê, mas eu trouxe isso pra você.— Hiro tirou das costas um buquê de rosas vermelhas brilhantes. Eram rosas que ele inventou, robóticas e nunca murchavam. Passou uma noite em claro para projetá-las, mas valeu a pena.
— São lindas. E não são naturais, mas sim robóticas. Porém são idênticas a reais, Hiro, você deve teve ter passado a noite em claro projetando.— Afirmou preocupada.
— E passei, mas eu achei que só uma rosa normal para o bioma inteiro não seria o suficiente.— O garoto firmou pondo uma delas no cabelo da garota. A mesma soltou um sorriso e deu um beijo na bochecha do garoto.
— Gostaria de me acompanhar?— Rose indagou oferecendo o braço ao garoto que concordou na mesma hora. Todos entraram no salão, ele era grande, melhor imenso! O chão todo de cerâmica branca lisa e espelhada. As paredes eram amarelo-ouro assim como as colunas, o teto, branco com vários candelabros de cistas prateados e algumas aberturas que dava para ver o céu. Todos ficaram admirados da luxuosidade do local.
— Isso sim que é salão.— Honey afirmou espantada.
— Rô eu queria falar com você aqui e agora.— Hiro começou meio nervoso de frente a garota.
— Hiro o que houve você está me assustando.— Ela falou preocupada.
— Não precisa. Eu só quero dizer que a gente passou por tanta coisa, quando eu te conheci, não tinha a menor ideia do que rolaria. Mas, agora eu vi. E, desculpa e que eu sei que pareço um completo idiota agora. E que…
— Fala de uma vez garoto!— Rose exclamou sem paciência.
— Rose namora comigo?— Hiro solou de uma vez. A menina ficou branca, mas depois começou a chorar, de alegria.
— Que pergunta? Sim, sim, claro que sim!— A jovem pulou no garoto, dando uma braço no mesmo e, em seguida, um beijo apaixonado.
— Então vamos começa a festa!— Gogo ordenou. E ironicamente começou a música, era “The other side”. Todos os presentes começaram a dançar. Hiro, lógico, tirou Rose para dançar. Enquanto a música tocava, fogos de artifícios foram lançados. Aquele sim, foi uma noite mágica. E com direito a mais beijos, danças e comemorações.
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Muita coisa não mudou desde aquela noite. Seis meses depois de tudo, eu e a Rose ainda estamos namorando. Gente ela é uma coisinha linda! Depois de ela pedir, pedir, pedir e pedir, ela entrou na equipe. E virou Big Hero 7. Ficou bem legal, né?
Hiro Hamada! Eu estou ouvindo!
Ok, Rô. Tá foi eu que pedi. Ainda protegemos a cidade, salvamos a cidade, Abigail e Callghan vivem bem, ele se dedica a arte agora como pintor, pode? E tem quadros ótimos. O Baymax, ainda é meu melhor amigo, óbvio. E pensar que ainda vi meu irmão durante aquela confusão toda. Foi a melhor coisa que a minha namorada poderia ter me dado, eu nunca vou acha um jeito de recompensá-la, o que eu posso fazer é ser o melhor amigo e companheiro que eu puder. Eu aprendi tanta coisa, que nem consigo listar. Mas, eu nem preciso. Porque, eu agra como nunca que pra chegar ao topo, tem de começar de baixo. E não importa a fossa que você esteja, com quem você ama, no final, sempre vai acabar no topo do mundo.
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