Notas iniciais

Não tenho ideia de onde tirei a história (não comente).

Pra não escrever todas as vezes HAYASHIDA, eu usei o apelido de Haya, ok?

Estas bandas são fantásticas, minhas favoritas, por isso fui carinhosa... dessa vez :9

O loiro olhou por cima do ombro. Sorriu ao deparar com a imagem do vizinho dormindo tranquilamente na sua cama, como se fossem apenas amigos que posaram na casa do outro. Mentiroso. Eram amigos ainda, afinal era tudo sem comprometimento. Mas estava começando a fazer uma dor que só ele sentia. Haya se levantou, botou a roupa, escreveu um bilhete, deixando-o em cima da mesa e saiu, trancando a porta do quarto.

Quando chegou à sala, a empregada sorria para ele, claro, ele era muito bonito e ela adorava isso nele.

-Quer que eu limpe o quarto patrão? –Perguntou ela maliciosa. –Tem uma coisa que eu achei que queria perguntar o que fazer com aquilo.

-Nada. Não pode mexer em nada. E não vai limpar mais o meu quarto. Nem receber aumento. –Falou Haya duro e saindo. –Se mexer em algo novamente, eu te demito e contrato um homem.

Ele saiu.

No quarto, por volta das 10 horas, o outro acordou. Mao olhou o relógio e viu que ia perder o horário da aula de novo se ficasse mais um pouco. Levantou, tomou um banho, se vestiu e quando estava pronto para pular a janela, viu um bilhete com a letra de Haya.

“Não se atrase para a aula

espertalhão.”

Sorriu. Ele cuidava de Mao melhor que ninguém. O menor foi até a sacada do quarto de Haya, ficou equilibrado na grade, passou para o lado de fora, deu um passo alcançando a grade da sua sacada. Perto demais. Foi para seu quarto e escutou os passos da mãe indo acordar ele, a sua aula ia começar mais tarde nesse dia. Ele se deitou, fechou os olhos e ouviu sua mãe abrindo a porta e entrando.

-Mao, tá na hora da escola. O café tá pronto ok? –Falou ela docemente.

Mao abriu os olhos e acenou um sim com a cabeça.

-Que bom que hoje você conseguiu pegar a mamãe em casa. –Falou ela se aproximando, tirando as cobertas de cima do filho, que estava de samba-canção e uma regata, o abraçou e fez carinho nos cabelos dele. –Você tá cheiroso... Andou tomando banho de madrugada de novo.

-Eu tomei porque acordei na hora da escola e reparei que hoje eu ia mais tarde. –Falou o menino com uma cara inocente.

-Ok... Eu tenho que ir, te amo. –Ela saiu apressada. Como sempre. Nunca tinha tempo para Mao. Porque teria agora?

A aula foi lenta como sempre, mas Mao gostava disso. Adorava a escola, apesar de estar louco para acabar ela, não agüentava mais a rotina e os professores chatos. Mas queria mesmo porque poderia fazer a faculdade e assim, ia se mudar e morar junto com Haya.

Suspirou olhando pela janela. O loiro e ele tinham a diferença de idade de 4 anos, mas eram perfeitos. Estavam a 4 meses transando. Sem comprometimento. Isso deixava Mao triste. Ele queria muito namorar Haya, mas o loiro não deixava. Dizia que não era bom em relacionamentos, que um laço mais forte só iria atrapalhar os dois.

Haya pensava o mesmo quando olhava para a janela do refeitório. Já era meio-dia e não sentia fome, mas tinha que comer, se não iria desmaiar no trabalho. Trabalho. Ria quando pensava naquilo dessa forma. Trabalhar num Host Club. Muito apropriado para alguém que cursa medicina. Mas era o único emprego que conseguiu e que pagava muito bem, tão bem que mantém a casa e a faculdade sozinho.

A noite chegou. Mao esperava a lâmpada do quarto de Haya ligar. A sua esperança também se acendia com aquela luz. Viu a claridade. Preparou o prato de comida que tinha feito para o vizinho e sorriu ao ver a janela se abrir. O loiro saiu e se escorou na grade. Estava de maquiagem e uma toalha enrolada na cintura.

-Tá sozinho? –Perguntou Haya olhando para o moreno.

-Como sempre. A mamãe só vai volta amanhã. Ela realmente tá se envolvendo com os clientes. –Mao falou indo para a grade e alcançando o prato de comida. –Fiz hambúrguer, se você quiser.

-Vem aqui. A gente come e olha alguma coisa na TV. –Falou Haya pegando o prato e ajudando o menino a subir para o seu quarto.

-Será que os vizinhos duvidam de algo?

-São todos trabalhadores que chegam cansados em casa, não vão querer ficar espiando os vizinhos ne Mao-chan. –Haya fez carinho no rosto do menino, deixando ele corado.

-Eu tenho aula amanhã. Aula normal. –Falou Mao brabo.

-Eu amo quando você fica brabinho... –Falou Haya puxando o menino para um leve beijo. –Que pena que tem aula normal, eu tinha tantos planos para nós brincarmos... Mas eu deixo pro final de semana. Posa aqui.

-A mamãe vai tá trabalhando. Nem vai ligar se eu não tiver em casa.

-Mas e a empregada?

-Eu falo com ela.

Mao abraçou o mais alto. Deitou a cabeça no peito do outro sentindo os batimentos cardíacos dele. Aquilo era a música mais bela que ele já tinha escutado. Haya sentou o menino na sua cama. Beijou os lábios carnudos, enquanto enrolava os dedos no cabelo macio e a outra mão descia pelo corpo que terminava de se formar. Ele tinha 17 anos, mas parecia um adulto de 21 como Haya, isso o deixava mais atraente e desejável.

-Eu tenho aula... Tenho que dormir cedo. –Falou Mao com um biquinho.

-Você me provoca tanto sabia... Acho que eu sou uma má influencia para você.

-Não é não. –Falou Mao botando os braços em volta dos ombros do outro.

Haya sorriu e beijou mais uma vez o menino. Os dois olharam TV na sala, deram uns amassos no sofá e o menor dormiu nos braços dele na cama. Era tão normal, tão natural. O loiro sabia que se quisesse, podia ficar com outros meninos, mas não conseguia. Sentia algo estranho nos últimos tempos pelo garoto. Ele o deixava feliz de uma maneira, tanto que tinha procurado um novo emprego para sair do Host Club. Iria tentar arranjar uma vaga em um hospital para começar a residência.

Mao tinha uma família turbulenta, a mãe mentia que era corretora, mas era garota de programa que ficou grávida e nunca soube quem era o pai. Não sabia que o filho sabia de tudo. Ela gostava dele, mas sua por causa, não pode acabar a faculdade, então sentia uma ponta de raiva do menino. Ele precisava de alguém que o consolasse e então Haya entrou para ajudá-lo. Falava com o menino no começo, até o dia em que ficaram bêbados e transaram no quarto do moreno. O loiro tinha que admitir, o menino era delicioso. E viciante. Sempre era feito com os pensamentos virados para a próxima noite. Mas agora Haya queria algo mais ainda. Queria o amor de Mao. O amor que ele sentia.

No outro dia, acordou e o menino não estava ali. O dia seguiu normal, até chegar ao Host Club. Seu chefe falou que ele tinha recebido uma carta. Haya a abriu e leu, era aceitação para o estágio no hospital.

Era o último dia trabalhando ali, naquele lugar. Colocou pela última vez o casaco do kimono preto com rosas brancas, o short preto, o coturno branco, a maquiagem forte nos olhos, o batom cereja extremamente brilhante e os cabelos presos com tic tac.

Começou fazendo companhia para três meninas que estavam de preto. Sempre quando uma ameaçava avançar o sinal ele as repreendia. Mesmo que quisessem dar mais dinheiro para ele, não iria dormir com ninguém. Sabia que se fizesse isso, Mao nunca o perdoaria.

Quando a noite estava chegando, um menino entrou no Host Club. Era Mao. O menino passou entre os outros, sem se importar com os olhares, sabia que era raro um menino ir à um Host Club dedicado mais para mulheres, mas não ligava. Sentou em um sofá. Um acompanhante lindo se aproximou dele. Quando foi se sentar, escutou a voz de Mao autoritária:

-Eu quero o Rinda. Não você. Traga-o aqui. Agora. –Mao sorriu ao final.

Depois de um tempo, Haya apareceu, ficou um pouco espantado com a ida de Mao.

-Vamos para o meu sofá mais particular Sr. Mao. –Falou Haya estendendo a mão para o menino, que olhou e se levantou com a ajuda.

Os dois foram para um sofá que ficava dentro do “aquário”, uma sala de vidro com sofá. Geralmente eram para conversas mais particulares, brigas ou até marcação de ponto. Depende do que se procurava neste Host Club.

Mao se sentou e Haya ficou parado de pé o olhando.

-Você enlouqueceu? O que quer fazer aqui? E se descobrirem que você veio aqui? É de menor! –Falou Haya brabo. -Para de agir que nem uma criança! Tem 17 anos! Pode se dar muito mal! Você ainda tem uma longa vida pela frente Mao!

-Você não ligou pra isso até agora! Porque quer dar uma de paizão agora?

-Agora? Eu sempre cuidei de você pirralho! E agora vai botar tudo que eu fiz no ralo!

-Me cuidou me fazendo beber com você e comendo o meu rabo!

Haya parou e olhou para Mao, o menino estava chorando, estava vermelho e agora se percebia um olho roxo.

-O que aconteceu? –Haya foi ao encontro do menino e pegou no rosto dele, vendo uma mancha de sangue na camisa do uniforme. –Você brigou com quem?

-Com um idiota que você disse que eu não precisava bater. Ele arranjo uma gangue e eu apanhei feio, por sua causa!

-Como assim por minha causa? Eu nem tava lá!

-A irmã dele sempre vem aqui, e ela sempre se encontra com você. Ele falo que você era uma puta e eu falei que não!

-Porque fez isso cabeção? Podia muito bem ter deixado de lado! Eu sou só seu vizinho.

Mao o olhou e mais lágrimas escorreram.

-Que bom que você acha isso. –Falou Mao se levantando e tirando os braços de Haya de cima de si. –EU TE AMO! É por isso que eu briguei com eles! Por que eu não suporto escutar ofensas de quem eu amo, se eu só sou um cliente pra você que nem essas idiotas, ótimo! Nunca mais vai ter o meu rabo na sua cama!

Mao saiu correndo quase quebrando a porta para passar e saiu do Host Club chorando mais ainda. Haya ficou sentado, não acreditava que o menino o amava. Era tudo que ele queria escutar. Mas não desse jeito. Agora o vizinho nunca mais o olharia na cara.

-Rinda! Que algazarra foi essa? -O chefe de Haya apareceu na porta batendo o pé.

-Eu tenho que ir, problema de família. –Falou Haya tentando ir ao encontro de Mao.

-Nem pense nisso! Você ainda tem trabalho pra fazer.

-Eu me demito. –Falou Haya correndo e pensando onde o pequeno podia estar.

Correu por tudo, passou pelos lugares que Mao tanto gostava de ir, mas nada dele, não aparecendo em nenhum lugar, simplesmente tinha sumido enquanto a chuva forte começava a cair do céu. Parecia perdido, até que Haya pensou no último lugar que o menino iria querer ir, a praça que a mãe dele fazia ponto. Foi correndo para a praça e quando chegou lá, estava o menino, sentado no balanço, chorando baixo e a apertando as correntes de metal entre seus dedos macios. O loiro foi a seu encontro, sentou no balanço ao lado, sentiu a chuva forte caindo no seu rosto, deixando o lápis de olho escorrer, virou e viu o pequeno encharcado e chorando.

-Ela não está aqui a essa hora. Deve ter ido pra esquina da rua principal. –Falou Haya.

-Ela nunca está aqui quando eu preciso dela. Nunca está. Nunca ninguém tá.

-Eu estou aqui agora.

-Você vai também sumir. Eles sempre somem. Especialmente quando descobrem o que minha mãe faz.

-Eu sei o que sua mãe faz e nunca sumi. Aquilo que você falou era verdade?

-Porque eu mentiria para você Haya? –O menino fungou um pouco.

-Eu sei que eu fiz coisas horríveis com você. Eu não fui um adulto. Eu fiz idiotices. Você é apenas um adolescente que tá começando a viver. Eu achei que podia um dia voltar pra mim com um diploma e um beijo amoroso.

-Eu amo você.

-Eu também.

Mao se virou e viu Haya olhando para o céu.

-Você falou o que? –Perguntou ele.

-Que eu amo você. Eu amei desde que apareceu. Você é simplesmente incrível e o jeito que dominou a minha mente foi... Eu sei que não vai acreditar em mim. Mas é a pura verdade. E eu sempre estarei aqui para você. Tenha certeza disso, Mao-chan.

Mao sorriu um pouco e as lágrimas escorreram mais. Haya se levantou, pegou a mão do menino e o puxou. Mao sentiu os braços do outro em volta de si com o calor daquele abraço forte, sorriu, era melhor do que parecia. Olhou para cima e viu as lágrimas de Haya, marcadas com um pouco do lápis de olho que ainda estava no seu rosto e se espichou, sentindo os lábios de ambos colarem trocando um leve beijo.

Haya sorriu e fez carinho no rosto de Mao, que fechou os olhos.

-Foge comigo. –Falou Haya.

-Quando?

-Agora.

Haya estava sentado na cama, enquanto tirava o resto da maquiagem e Mao tomava banho. O menino chegou depois de um tempo com uma toalha, então cuidou dos roxos do menor e foi para o chuveiro. Sentiu a água quente percorrer o seu corpo, lavando aquele dia ruim.

Quando voltou para o quarto, viu o vizinho sentado na cama usando uma camisa sua que ficava enorme em si. Ele estava lindo. Sentou ao lado do menino e deu um beijo na cabeça dele.

-Tudo bem Mao-chan? –Perguntou o abraçando.

-Hai. –Respondeu Mao sorrindo. –Haya... se eu te pedir algo, você faz?

-Depende. O que quer?

-Eu... –Mao ficou vermelho, ficou de joelhos na cama, se aproximou do ouvido de Haya e falou docemente. –Eu quero que você faça amor comigo.

Haya ficou vermelho, mas sorriu. Olhou para Mao, que deitou na cama. O loiro deitou por cima do mais novo e o beijou. O beijo lento era cheio de paixão, deixando o menor cada vez mais louco por mais. Não tinha malícia. Era a primeira vez que isso acontecia. Não existia nada além de uma troca de saliva. Os lábios carnudos de ambos se acariciando, os olhos fechados, as mãos nos ombros e cabelos molhados e agora se esquentando com a carícia. Haya parou o beijo e viu o pequeno sorrindo e tirando um fio de cabelo que estava ameaçando cair nos olhos do loiro, colocando-o para atrás da orelha.

-Aishiteru. –Falou Haya, beijando o ombro de Mao e trilhando os lábios até o pescoço do menor.

-Aishiterumo. –Respondeu Mao sorrindo, sentindo o corpo arrepiar com a carícia do outro.

Haya começava a tirar a camisa do moreno lentamente, enquanto dava leves beijos em seu pescoço. A pele do outro começava a ficar marcada com as mordidas que o loiro distribuía naquele pedaço de pele. Os dois começavam a se excitar, os beijos mais quentes, Haya descia a mão pelo corpo de Mao, até chegar ao membro do outro, um pouco excitado e fazer uma leve carícia nele. O moreno gemeu e cravou de leve as unhas no ombro do loiro.

O maior sorriu e beijou novamente o menor enquanto se livrava da sua toalha, ficando nu e sentando na cama, puxando o menino e fazendo ele se sentar no seu colo. Mao tirou a camiseta e sentiu os membros se encostarem, fazendo ambos gemerem um pouco. Os dois começaram a se beijar mais loucamente, enquanto as mãos exploravam os corpos tão conhecidos, mas ao mesmo tempo, tão novos. O moreno fez Haya se deitar, sentou em cima de seu colo e começou a beijá-lo. Passou para seu pescoço e descia, até o peito do outro, começando a fazer leves carícias com as mãos na barriga enquanto sua boca beijava os mamilos do loiro que gemia ao sentir os dentes fortes dele puxando a pele e seus mamilos já duros.

Mao descia as carícias até o umbigo do amante. Começava a morder e puxar a carne, depois passava a língua sensualmente, até chegar ao membro do loiro. Começou a acariciá-lo com a mão, depois começou a dar leves lambidas na glande, fazendo-o ofegar.

Depois começou a botar o membro todo na sua boca e a sugá-lo lentamente, deixando Haya louco, era delicioso sentir os lábios fartos sobre seu membro. Então de repente, o loiro puxou de leve os cabelos de Mao, fazendo-o parar, o beijou novamente e começou a botar o menino de quatro na sua frente.

Beijando as costas do menor e arranhando as coxas fartas enquanto pegava no criado-mudo uma camisinha. Colocou em seu sexo e começou a penetrá-lo de leve. Mao fechou os olhos quando sentiu a penetração, a dor era um pouco insuportável.

Gemeu quando sentiu o outro totalmente dentro de si. Escutava os gemidos leves de Haya e então começou a se mexer de leve, sentindo o outro dentro de si, saindo de leve e voltando com um pouco mais de intensidade. A dor começou a sumir e gemidos começaram a sair da boca dele.

Os dois começavam a dançar, aquela dança que sempre faziam, mas agora, era diferente. A cada estocada de Haya, Mao sentia que a dor sumia mais rapidamente, sentia mais prazer, sentia algo indescritível. Sentia que podia morrer ali, naquele instante e mesmo assim não se arrepender. Era delicioso. Sentia o loiro cada vez mais atingindo seu ponto mais profundo, a onda de prazer aumentando dentro de si. O mais velho sentia o mesmo, cada vez seu sangue parecia mais quente, mais necessitado de estar dentro do outro. Parecia que quando os dois transavam, não era a mesma coisa, agora era diferente, um prazer totalmente novo. Eles estavam fazendo amor.

Haya parava de estocá-lo para beijar as costas do menino enquanto deitava-o de barriga para cima, deixando os rostos colados, sentindo as respirações enquanto as estocadas recomeçavam mais intensas e prazerosas. Mao sentia todos s seus músculos contraídos com o peso do outro sobre seu corpo, mas não ligava, queria mais e não conseguia deixar que gemer o nome do loiro.

Não eram mais palavras, eram gritos. Gritos que todos poderiam escutar. Eles não ligavam. Como sempre. Batiam a cama maliciosamente na parede, sem parar. Um beijo era trocado, uma tentativa de beijo na verdade, com o movimento não conseguiam deixar de gritar os nomes um do outro e também deixar as bocas coladas, então as línguas faziam carinho nos lábios carnudos de ambos, tentando demonstrar o afeto.

Haya levantou a cabeça e ficou apoiado nas mãos, enquanto estocava o outro, atingindo ainda mais forte o ponto sensível de Mao. O menor arregalou os olhos, sentindo a estocada forte, o ritmo sem cessar, até sentir seu corpo dormente e gritar. Tudo na sua volta parou. Parecia que tinha encontrado o fim da vida. As unhas cravadas nos braços de Haya, o gemido prolongado e a sensação do prazer dentro de si ao escutar o gemido do loiro. O maior o abraçou quando saiu de dentro de si. Deitou e começou a fazer carinho nos fios molhados de suor de Mao. Escutou a voz do mais novo:

-Aishiteru.

-Aishiterumo. –Respondeu Haya o abraçando mais forte no quarto da república de medicina do hospital em que ele começaria a residência.

Na manhã seguinte, a mãe do menino entrou no quarto e viu tudo arrumado. Pensou que ele tinha ido à escola, mas viu um bilhete sobre o lençol da cama e a porta do roupeiro aberta sem roupas.

“Obrigado por tudo o que você fez, só tenho o que agradecer, afinal seria poucas mães que teriam a sua atitude e teriam me criado com tanto amor.

Irei seguir o meu caminho agora, pois tomei uma decisão como você naquele dia que soube que estava grávida de mim.

Não se preocupe, pois estou com aquele que amo e que sempre cuidou de mim quando você não estava.

Faça a sua faculdade e eu farei a minha.

Quem sabe não nos encontramos no campus?

Do seu eterno filho

Mao”

Ela sorriu. Sabia que ele iria enfrentar dificuldades, mas estava com que amava, valeria o preço. Além do mais, o que viria amanhã ninguém sabe, então, por que se preocupar?

Fim

Notas finais

Achei uma gracinha no final.

Gostou?

Não?

Em dúvida?

Mande um review pra mim! Talvez eu te ajude a decidir

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!