O dia começava cedo para Eliza Lewis. Morava relativamente longe de seu trabalho, e odiava o trânsito caótico de Nova York. Tomava o café às pressas, porque não podia se atrasar, dava bom dia a sua melhor amiga, com quem dividia um apartamento em Manhattan, discutiam um pouco sobre seu estilo de vida e logo ela estava em direção a agencia. Aquele não era um dia diferente.

—Bom dia. — Saiu do seu quarto, coçando os olhos em direção ao banheiro compartilhado. Ouviu um resmungo como resposta e deu de ombros. Quinze minutos mais tarde, estava terminando de abotoar a camisa social em frente ao espelho. O cheiro de café ja chegava em suas narinas quando saiu do quarto, mais uma vez, com uma jaqueta de couro preta jogada em seus braços e seus sapatos em mão.

—Recebeu a conta da energia? — A morena apenas acenou com a cabeça. — Pagou a conta?

—Lola... — Rolou os olhos, numa clara indignação. Todo mês era a mesma coisa. — Não é porque não passo os fins de semana assistindo Netflix que eu não tenho responsabilidades.

—De algumas vezes é difícil lembrar disso. — Eliza deu risada e pegou uma torrada do prato da amiga a sua frente. Olhou no calendário pendurado na porta da geladeira, antes de suspirar.

—Me esqueci. Vou ficar uns dias fora. — Para Lola, Eliza viajava acompanhando algumas negociações que a “empresa” que ela trabalhava fazia pelo mundo afora. Não sabia sobre o trabalho real da amiga, e Eliza preferia que continuasse daquele jeito. Não queria que tivesse sempre alguém preocupada se ela ia ou não voltar para casa.

—De novo, Eliza? Pra onde, dessa vez? — Jogando a jaqueta por cima do ombro, estendeu-se para pegar a chave do carro antes de sorrir.

—Itália.

Itália

Seu salto alto clicava no corredor vazio. Olhou para os lados, se certificando que não havia ninguém seguindo-a e esgueirou-se pelas sombras, entrando na sala vazia, a não ser pelo cofre na parede do fundo. Da pequena bolsa de mão, tirou seu pó compacto e, com a esponjinha, pressionou nos números do cofre. As digitais apareceram, indicando os números mais apertados para liberar o cofre. Mordeu o lábio inferior, bem desenhado com batom vermelho e olhou por cima dos ombros. 3-5-7-0. Aqueles números deviam fazer algum sentido. Procurou na sua memória algo que pudesse ser remotamente ligado à senha do cofre.

Sorriu e rapidamente colocou a senha em ordem. 0-3-7-5. O barulho do bipe indicou que o cofre estava aberto. O aniversário de sua filha. Típico. Pegou os papéis de dentro sem nem ao menos olhar duas vezes e saiu pelo caminho que havia feito. Pulou por cima do homem desfalecido e fechou a porta. Encarou a câmera, agora inerte, e sorriu, arrumando seu vestido e cabelo.
Voltaria mais cedo para Nova York.

Nova York – Prédios da CIA

Já estava acostumada com os olhares que atraia enquanto passava por aqueles corredores. Talvez fosse sua aparência: o cabelo cuidadosamente penteado pra que suas ondas flutuassem em suas costas, os olhos verdes delineados, o uniforme apertado que não a ajudava a esconder as curvas. Ou talvez fosse o fato que tinha dormido com, pelo menos, um terço de seus companheiros de escritório.

Não tinha culpa se podia balançar seus cabelos para cima deles e de repente ela estava na cama deles. Sempre na deles. Porque, assim, podia recolher suas coisas, levantar e ir embora sem precisar expulsá-los de sua casa.

—Bom dia, Eliza. — Sorriu para a mulher a sua frente, encostando-se no balcão que separava o corredor do seu pequeno cubículo com sua secretária. Era dia de ficar no escritório, preenchendo papeladas, tendo reuniões. Odiava aquela parte do trabalho. Gostava quando podia sair dali.

—Bom dia, Sophia. — Respondeu, educadamente, o sorriso perfeitamente alinhado. — O que temos para hoje? — Quando não precisava fingir que gostava de trabalhos burocráticos, treinava Sophia no subsolo.

—Rogers. — Ouviu a pequena risadinha e rodou os olhos. O nome fez sentido, e a reação de sua secretária.

—Capitão Steve Rogers? — Perguntou, incrédula.

—Sim. — A moça, alguns anos mais nova que ela, parecia estar animada para a visita do dia. Eliza Lewis, nem tanto. Ainda trabalhava na SHIELD quando conheceu Rogers, recém descongelado e novo no mundo. Suas intenções eram boas, chamou-o para sair com todos do trabalho. Realmente achava que ele recusaria, mas a noite tinha acabado no apartamento dele.

—Nao me diga que… — Os olhos castanhos observadores da moça a sua frente se estreitaram. Eliza abriu e fechou a boca, tentando achar palavras para desviar do assunto, mas não tinha sentido nenhuma esconder isso dela. Abaixou-se e, com o tom de voz baixo e intimidador, respondeu:

—Mais uma palavra, Sophia… — Ela entendera a ameaça, porque passou a mão sobre os lábios, mostrando que não falaria mais nada.

—Não é só Rogers, um tal de… — Revirou a agenda a sua frente em busca do nome — Ross vem com ele. — Lewis fez uma careta.

—O Secretário do Estado. Ok. Avise-me quando chegarem. — Sorriu mais uma vez, sumindo em sua sala.

—Onde você está indo? — Tony apareceu, uma xícara de café em sua mão. Steve levantou os olhos dos botões que terminava de fechar no punho de sua camisa. Estava estranho que Stark passava tempo demais no centro de treinamento, e não com Pepper, como tinha feito um tempo atrás. Balançou a cabeça, tirando aqueles pensamentos.

—CIA. Ross quer que alguém do governo esteja entre os Vingadores. — Respondeu a contragosto e estendeu os braços, arrumando a camisa.

—Você está preocupado demais. — Capitão deu de ombros, sem falar mais nada. Não gostava da ideia do governo bisbilhotando o que faziam ali, tinha uma péssima experiência com SHIELD e queria ter o mínimo de liberdade.

—Vou conhecer a agente que eles querem por aqui dentro. Vamos ver como ela se sai. Pode me passar essa pasta ai em cima? — Perguntou. — E a chave. — Tony jogou a chave para Steve e depois passou a pasta, tomando um gole de café enquanto olhava curioso para o que podia ter ali dentro. Com um suspiro, capitão abriu e precisou se controlar para não engasgar com a própria saliva.

—O que foi? Viu um fantasma? — Era a vez de Natasha passar por ele, nas pontas dos pés para ver se conseguia. — Lewis. Achei que ela tinha sumido do radar depois do que aconteceu com a SHIELD.

—Lewis? Quem é Lewis? — Com um sorriso sapeca, Natasha foi até a geladeira e, enquanto quase se escondia nela para procurar algo para comer, respondeu Tony.

—Ah, uma agente da SHIELD que conseguiu fazer Capitão América ir para a cama pra uma noite de loucura.

—Natasha. — Steve falou entre dentes, sentindo o clima na cozinha mudar. O silêncio foi longo demais antes de Stark cair na risada.

—Capicolé não é virgem? Preciso contar isso para todo mundo.

—Obrigado, Romanoff. — Steve terminou de juntar suas coisas e, irritado, dirigiu-se a porta de saída do centro.

—Sempre às ordens. — E piscou um olho, enquanto sumia para dentro, acompanhando Tony que ainda não tinha se recuperado.

Estava esperando a agente. A secretária a sua frente parecia sorrir demais e precisou desviar o olhar para não se sentir desconfortável com aquela situação. Ross, ao seu lado, estava de braços cruzados e não tinha a melhor das feições. Depois de alguns minutos de espera, a agente surgiu de trás da meia parede que separava seu escritório do resto com cara de poucos amigos. Pela feição, ela também não gostava do que estava acontecendo.

—Rogers. Ross. Entrem. — Com um aceno de cabeça, passou por ela, sem conseguir encará-la nos olhos ainda.

Eliza fez sinal para que Sophia voltasse a trabalhar, os olhos brilhando demais e o pequeno riso que saía da sua boca não a agradavam. Depois, virou-se para os dois homens que não pareciam a vontade estando ali. Sabia das razões de Steve – e não o culpava -, mas Ross parecia apenas não gostar de estar semiconfinado num espaço tão apertado.

—A que devo a honra? — Perguntou, sorrindo, a voz pingando seus verdadeiros sentimentos. Não tinha vontade nenhuma de recebê-los ali.

—Queremos você nos Vingadores. — Ross foi direto ao ponto. Lewis levantou as sobrancelhas, não entendendo aquele pedido, antes de começar a rir.

—Ótima pegadinha. Agora, sério…

—Estou falando muito sério, agente Lewis. — A voz do secretário de estado ficou ainda mais formal, o que calou totalmente a risada nervosa de Eliza. De Ross, passou o olhar para Steve, que estava com os braços cruzados e não conseguia olhá-la.

—Eu sou uma espiã, não um soldado. — Retrucou, séria.

—Podemos treiná-la.

—Vou repetir para ver se você entende, Rogers. Espiã, não soldado. Meu trabalho é aqui na CIA, não nos Vingadores. O que eu vou fazer lá? Vocês já tem Romanoff.

—O governo quer alguém que eles possam… Perguntar gentilmente as coisas sem precisar ameaçar a nos mandar para cadeia. — Foi a primeira vez que os olhos se encontraram e Eliza pode perceber que Steve também não estava feliz com aquela proposta. Respirou fundo.

—Você é uma de nossas melhores agentes. Não estaríamos te mandando se não soubéssemos que daria conta. — Eliza abriu a boca e voltou a encarar o secretário.

—Isso então é uma ordem, e não um pedido.

—Exatamente. — Molhou os lábios, o batom que passara de manhã já havia saído depois de tomar alguns copos de café. Passou a mão pelo rosto antes de abrir um sorriso irônico.

—Ótimo. Acho que seremos grandes amigos outra vez, Steve.

A maior mala que tinha estava jogada no fundo do armário. A última vez que tinha usado-a tinha sido perto do aniversário de sua mãe alguns anos atrás, que tinha pego férias e passado aquele mês inteiro com ela. Sorriu triste, observando-a e todas as lembranças do último mês que passaram juntas invadindo sua mente. Com um suspiro, precisou tomar coragem para começar a encher a mala com suas roupas. A única coisa que queria ter era liberdade de escolha: não escolheria estar fazendo as malas para ir ao centro de treinamento nesse momento, provavelmente escolheria continuar no seu trabalho, e viajar o mundo, fazendo um nome para si mesma. Eliza Lewis, a melhor espiã dos Estados Unidos. E ainda tinha Lola, que ficaria sozinha naquele apartamento. Ela odiava ficar sozinha, e Eliza não fazia ideia quanto tempo demoraria para voltar — se fosse voltar. Foi tirada dos seus pensamentos com duas batidas leves na sua porta aberta e virou-se para encontrar Lola com o telefone na mão.

—Esperando alguma ligação? — Franziu o cenho, claramente indicando que não. — Bem... — Estendeu-se para alcançar o telefone que sua amiga estendia.

—Oi? — Perguntou receosa, sem saber quem era do outro lado da linha. Podia ser Ross, dizendo que não precisaria mais de seus serviços.

—Eliza? — Fez um barulho respondendo com uma afirmativa. — Sou eu, Rogers.

—Ah, oi, Steve. Diga. — Rolou os olhos. Não era Ross. Capitão América ligava para falar, provavelmente, sobre sua missão nos Vingadores.

—Vou ficar essa noite em Nova York e estava pensando se você não gostaria de sair tomar alguma coisa? — Foi difícil esconder sua surpresa. Sabia o que aquilo significava, porque era o que tinha acontecido alguns anos atrás.

Eliza corria na pista de treinamento da SHIELD, um espaço fechado no meio daquele centro gigante. O rumor era que Steve Rogers ficaria por ali por algum tempo, e Eliza sabia muito bem. Tinha sido encarregada de fazê-lo se ambientar e, pelo que tinha visto, ele não estava se saindo muito bem naquilo. É claro que, entre as mulheres, já corria quem seria a primeira a conseguir chamar Rogers para sair, e ela não queria se envolver naquele drama. Porém, quando ia começar a dar sua segunda volta, percebeu ele entrar na sala, seguir até o canto e se sentar, talvez ainda tomando coragem para começar a fazer algo. A agente olhou em volta e, começando a se arrepender de sua decisão, saiu da pista, indo até ele.

—Hey, Rogers! — Chamou, atraindo sua atenção para ela e sorriu. — Como estão as coisas? — Ele deu de ombros. Lewis sorriu ainda mais. — Que tal sairmos para tomar alguma algo? — Steve encarou a agente por tempo demais antes de abaixar os ombros e aumentar o sorriso.

—Claro.

—Hoje. Depois do turno. Eu dirijo?

—Está marcado. — O sorriso de Lewis era quase vitorioso. Mordeu o lábio inferior e virou-se para voltar para a pista, onde um grupo já se aglomerava para conversar. Eliza sabia muito bem o que aquilo significava. Não era idiota e sabia da fama que corria pelos corredores.

—Lewis. — A voz que ouviu era quase alguém a repreendendo. Levantou as sobrancelhas, numa expressão de surpresa e quase inocencia.

—Diga, Ramos. — Fez sinal para que ela continuasse, voltando a sua corrida em volta da pista, com plena consciência de que Rogers a observava do outro lado da sala.

—Você não estava na aposta. — Ela negou com a cabeça, a companheira agora a acompanhando no ritmo de corrida. — Ele aceitou?

—O que? Eu trabalho com Rogers, não posso ir falar com ele agora?

—Não se faça de inocente. — Ela riu. Aquele ciúme de suas colegas de trabalho uma hora a atingiriam. Talvez seu cabelo começasse a cair, talvez sofresse um acidente e acabasse com uma cicatriz horrenda no rosto. E odiava aquilo. Nem havia ficado com tantos dentro da SHIELD, podia contar nos dedos das mãos, mas é claro que tinha sido o suficiente para que ninguém mais parasse de falar dela. Achou que tinha saído do Ensino Médio, mas descobriu que ele, na verdade, nunca acabaria.

—Parem com isso. Vamos só tomar alguma coisa.

—Eu não acredito. Lewis, você acabou com a nossa aposta. — Também odiava o jeito que elas tratavam os novos recrutas da SHIELD. Eram quase apenas um pedaço de carne para elas, e nada mais. Uma aposta, para ver quem sairia primeiro com Capitão América. Patético. Apenas deu de ombros, arrumou o cabelo e aumentou o ritmo, deixando a outra agente para trás, espumando de raiva.

As histórias de Guerra de Steve eram surpreendentemente agradáveis de ouvir. Era a segunda garrafa de cerveja que tomava enquanto comiam tortillas no restaurante mexicano perto da SHIELD.

—Lewis, por que você me chamou para sair? — Ela deu de ombros, colocando mais uma tortilla na boca.

—Você parecia solitário. Uma noite fora não faria mal. — Ela percebeu que ele a encarava demais. Sabia que a "aposta" havia chego nos ouvidos dele e odiava que ele começava a pensar aquilo. — Eliza, Steve. Estamos fora do trabalho.

—Eu ouvi coisas…

—Eu sei. — Respirou fundo e colocou a cerveja na mesa. — Espera, sobre mim ou sobre você?

—Os dois.

—É claro. Olha. Eu não tenho nada a ver com a ridícula aposta que as meninas fizeram. Elas fazem isso com todos os novos e eu simplesmente não suporto. Agora, sobre mim... As pessoas exageram um pouco. — Jogou mais uma na boca, esperando que ele continuasse a falar alguma coisa.

Mas ele apenas riu, também voltando a comer da porção a sua frente, e parecia tomar coragem para perguntar alguma coisa. Natasha tinha razão. Precisava de um encontro, precisava de alguma distração de toda aquela mudança que estava acontecendo em sua frente, e ela própria havia sugerido chamar Lewis para sair. Uma ótima agente, uma boa ouvinte e parecia ser interessante. Além de muito bonita. Era o que Romanoff havia dito. E ela era uma ótima ouvinte, reagindo ao que falava, perguntando e se envolvendo nas histórias que contava. As delas também o entretinham e, com certeza, ela era muito bonito. Depois daqueles minutos de silêncio, quando a porção a frente deles já tinha acabado e a cerveja a frente dela estava no final, Rogers respirou fundo.

—Podíamos continuar em meu apartamento. — Ela sorriu, e ele não soube dizer se o jeito que ela sorria era sensual de propósito ou se ela nem sabia que fazia aquilo.

—Eu adoraria.

Lewis gostava do jeito que ele se vestia. As camisas xadrez, a jaqueta de couro marrom. Porém, gostava ainda mais do jeito que ele tirava aquelas roupas. Quase agressivo. E o beijo era maravilhoso. Seus dedos foram trêmulos até os botões da camisa dela, querendo ve-lo livre daquela peça de roupa que já começava a ser desnecessária. Ele também começava a se irritar com o vestido que o separava dela, e tateou em busca do ziper. Eliza Lewis tinha um corpo maravilhoso e, assim que o vestido dela encontrou o chao, levantou-a do chão com facilidade e, sem nenhum pudor, ela enrolou as pernas em seu quadril, logo sentindo as costas pressionadas contra a parede.

Steve parecia tranquilo demais enquanto dormia, os braços estendidos, tomando quase a cama inteira. Sorriu, colocando-se sentada na ponta da cama. Jogou o cabelo para trás, sentindo todos os nós no comprimento e sabendo que ficaria horas para desembolar tudo. Como uma medida paliativa, prendeu tudo num rabo de cavalo alto e bem preso. Depois, levantou-se e saiu pela casa recolhendo todas as roupas jogadas no chão, colocando-as apressada, querendo sair dali antes que Steve acordasse. Modeu o lábio inferior, os sapatos de salto em sua mão. A porta da frente estava aberta e fechou-a sem fazer barulho e soltou um suspiro aliviado quando se viu no corredor. Demorou alguns segundos para perceber a mulher a sua frente, de braços cruzados e com um sorriso no rosto.

—Então você ganhou a aposta. — Estreitou os olhos. Sharon Carter. Sabia que ela tinha sido designada para manter um olhar atento sobre Steve, mas não imaginou que a encontraria ali.

—Eu não preciso de uma aposta pra isso, Carter.

—Eu sei que não. Boa noite, Lewis. — Abriu a boca para retrucar, mas decidiu ficar quieta enquanto ela entrava no apartamento, um cesto de roupa recém lavada nos braços.

—Steve... Você realmente acha que é uma boa ideia?

—Claro. Vamos. Vai ser divertido. — Olhou para suas malas e depois para a porta onde Lola tinha sumido. Pensou em todos os prós e contras. O pior contra que achou foi ter que aguentar um clima horrível nos Vingadores.

—Tudo bem.

—Conhece o The 75?

—Conheço.

—Em uma hora? — Olhou no relógio. Conseguia se arrumar em uma hora.

—Claro. Nos vemos lá.

Notas finais
Oi de novo... Algo em mim não me deixa descansar, eu termino uma fanfic e já parto pra outra. Não dá. Uma hora vou ficar louca HAHA. Espero que gostem, não esqueçam de deixar comentários. Ah, as atualizações vão acontecer de mês em mês, mais ou menos, e atrasos podem ocorrer. Então, vamo com calma haha.