Notas iniciais
Oi, tem alguém ai? Estou falando com uma sala vazia sem ninguém porque todos me abandonaram devido a demora? Puts, eu sei. Desculpa. No começo, eu só tive um bloqueio ENORME sobre a história. Nada me agradava, escrevia, apagava e nada. Puf. Zero. Então, eu derrubei meu notebook. Pois é. Ele quebrou a tela e fiquei algum tempo sem conseguir recuperar o documento da fic, até eu arranjar uma TV em casa (pois é, não tinha tv) pra conectar ele no HDMI. Agora tenho uma tela de 32 polegadas no meu notebook e assim a gente vai vivendo até arranjar dinheiro pra consertar o notebook. Espero que vocês entendam que de algumas vezes é complicado pra mim, me dói de verdade ter que demorar tanto assim pra atualizar, mas, não podemos mandar no nosso cérebro, right? Então, enjoy!

Steve acordou no meio da noite molhado de suor, o coração acelerado. Voltou a fechar os olhos, mas o barulho das bombas retornou em sua mente e não soube o que fazer. Em seu pesadelo, de volta aos anos 40, a Guerra ainda fazia suas vítimas. Bucky caía sem parar, não conseguia segurá-lo e já perdia as contas de quantas vezes e de quantos jeitos tinha tentado evitar aquela cena. Durante o dia, conseguia administrar todos aqueles sentimentos, todo aquele medo. Mas, ao deitar, sozinho, num quarto escuro, tudo aquilo voltava. Levantou-se, já sabendo que seria inútil ficar ali no quarto. O corredor dos quartos estava silencioso. Demorou-se na porta de Visão, para ter certeza que estava tudo em paz. Não conseguia ouvir nem a respiração dele, nada de estranho. Desceu as escadas para encontrar as luzes acessas.

—Boa noite, Capitão.

—Stark. — Toda vez que via Tony seu coração se apertava um pouco. Queria poder dizer para ele tudo o que sabia sobre Bucky, sobre a noite que seus pais morreram, sobre os motivos e simplesmente não conseguia. Não sabia qual seria sua reação.

—O que faz acordado essas horas?

—Pesadelo. — Resmungou e abriu a geladeira. A cada minuto, lembrava-se de uma cena de seu pesadelo. Peggy. Os soldados mortos aos montes. O barulho de bombas que deixava qualquer um com traumas para o resto da vida. A sensação congelante de colocar um avião numa geleira. Pegou uma garrafa de água, fechou a porta com força, esperando que aquilo limpasse sua mente por alguns segundos pelo menos.

—Conseguiu se entender com Eliza? — O sorriso de Tony mostrava que aquela pergunta era só para estressá-lo ainda mais. Não respondeu, fingindo que não tinha ouvido aquela pergunta. — Ela é eu, Rogers, a diferença é que ela fica bonita de saia. Você me namoraria, Cap?

—Não. — Sua resposta foi quase grossa.

—Então pare de ficar brava por Eliza ser do jeito que é. — Steve nunca tinha pensado sobre aquilo. Estava exigindo uma posição de alguém que não queria ter uma posição. Estava exigindo que Eliza se comportasse como alguém que não era. — Poderia dizer que fiquei levemente ofendido por essa resposta, mas agora você entende…

Steve não sabia muito bem descrever os sentimentos por Eliza, mas era muito mais do que ela parecia sentir. Queria poder acordar e abraçá-la na cozinha para dar bom dia, queria poder ficar com ela… E não apenas quando Eliza sentia vontade de ter alguém do lado. Gostava dela, concluiu no fim do pensamento, gostava dela e queria que o sentimento fosse recíproco.

—Desde quando você distribui conselhos amorosos?

—Desde que eu vi que um de vocês dois vai acabar tão ferrado quanto eu. — E levantou a caneca como se fizesse um brinde. Steve deduziu que era café e apenas negou com a cabeça, preocupado com o bem-estar de Tony. A quantidade de café que ele consumia era assustadora e já tinha ouvido ele confessar para Eliza que era um jeito de não abusar de outras substâncias, como a grande quantidade de bebidas alcoólicas no armário da cozinha.

Eliza também não tinha conseguido dormir. Passara horas ouvindo Ross gritar no seu ouvido sobre como tinha sido irresponsável por deixar aquilo acontecer, depois passara mais tempo ainda resolvendo coisas por mensagens e, quando deitou na cama e fechou os olhos, ouviu o barulho da porta do quarto de Steve e se sentiu ainda pior.

Eliza se orgulhou, por muito tempo, de conseguir controlar seus sentimentos. Nunca havia namorado e aquilo não era problema para ela. Não tinha vontade, não queria compromisso. Sabia que tinha sido uma péssima ideia ter se deixado levar por tudo aquilo, mas foi quase involuntário. Três dias depois de chegar no centro, depois mais uma semana, e, quando viu, era quase diário. E, de algumas, ficavam apenas quietos, resolvendo problemas. Dormiam. Queria só voltar no tempo, recusado aquele convite para entrar na Torre dos Vingadores algum tempo atrás.

Levantou-se da cama, prendeu o cabelo bagunçado num coque mal feito e decidiu também descer as escadas. Não conseguiria dormir aquela noite. A porta a sua frente, fechada, deixava passar a luz acessa pelas frestas. Ninguém estava dormindo naquele lugar, pelo jeito. Deu de ombros, queria também esquecer que agora dormia há alguns passos da ameaça mundial. Assim que entrou na cozinha, seus olhos cruzaram com de Steve, que resmungou alguma coisa e saiu, quase esbarrando nela enquanto subia as escadas de volta. Franziu o cenho e virou-se para encará-lo indo embora, um sentimento estranho no seu coração. Ficou um tempo ali, tendo a certeza que Tony a observava. Respirou fundo, odiava onde tinha se metido.

—O que acabou de acontecer aqui? — Stark apenas negou com a cabeça, soltando um riso, divertido com aquela situação.

—Rogers está com problemas em aceitar algumas coisas. — Eliza foi até a cadeira em frente a Stark e sentou-se. — Eliza, Eliza… Você nem faz ideia.

Aos poucos, todo o centro começava a aparecer. O sol ainda não havia nascido e realmente parecia que ninguém havia dormido. Eliza e Stark passaram aquele resto de tempo conversando, e logo todos já estavam na cozinha tomando café da manhã. Thor ria enquanto conversava com Wanda e Natasha. Steve parecia concentrado demais em seus ovos e torradas. Sam tinha se juntado a Lewis e Tony, roubando o café que estava quase acabando. Visão, quieto num canto, parecia alheio a tudo aquilo. Duas pessoas ainda faltavam, e Eliza duvidava que eles apareceriam.

—Ross não está nada feliz. Parou de me responder às duas da manhã depois de passar horas gritando que iríamos destruir o mundo. — Resmungou, terminando de virar a xícara de café que começava a esfriar. Precisava daquilo para continuar o dia.

—Veja pelo lado bom, você conseguiu umas horinhas de folga. — Quem dera. Suspirou enquanto Sam dizia aquilo, sabendo que nunca teria momentos de paz naquele lugar.

—Precisamos conversar. — Steve falou para todo mundo, já se levantando. — Thor, pode…?

—Claro. Na mesma sala? — Assentiu. Eliza suspirou mais uma vez, já se preparando para a reunião conturbada que teriam novamente.

Thor os encontrou quietos no quarto. Pareciam ter acabado de ter alguma discussão. Do jeito que conhecia aqueles dois, eles trocariam alguns olhares quase telepáticos e logo tudo voltaria ao normal.

—Tudo bem? — Sigyn assentiu com a cabeça e sorriu para ele. Jogou todo o cabelo loiro para trás e prendeu em um rabo de cavalo firme. Já tinha encontrado roupas que a serviam, e naquela hora usava roupas de treinamento dos Vingadores.

—Só estou preocupada com Fenrir.

—Ele sobreviveu mais de um milênio acorrentado numa caverna, Sigyn. Não vai ser alguns dias sem a gente em Vanaheim que ele vai ter algum problema.

—Eu sei! — Admitiu, quase cansada. — Mas…

—Você se apegou a ele, eu sei. Já disse que depois que as coisas estabilizarem… — Loki a abraçou e depositou um beijo em sua testa, esquecendo de Thor.

—Ótimo, depois vocês resolvem isso. Estão nos chamando para uma reunião. Estão com fome? — Os dois deuses negaram com a cabeça. Em pouco tempo, estavam entrando na sala que todos começavam já a tomar suas posições. Três cadeiras ainda estavam vazias e o clima na sala parecia tenso.

A reunião era longa, extenuante e cansativa. Eliza estava entediada. Não queria ouvir sobre deuses, sobre titãs do espaço que queriam destruir o universo, só queria ter sua vida normal de volta. Quando percebeu, seu olhar já estava perdido, fixado em Steve Rogers enquanto batucava na mesa sem prestar muita atenção no que acontecia a sua volta. Não conseguia entender toda aquela loucura.

Loki deveria – supostamente – ser o deus das mentiras, não? Então por que todos os Vingadores pareciam acreditar nas palavras que saíam da boca dele? Só porque tinha uma mulher aparentemente confiável do lado dele? E, se ela a encarasse tempo demais, provavelmente aquela imagem se confundiria com a da que tinha invadido a base e podia ter certeza que eles estavam envolvidos de algum modo com tudo aquilo que estava acontecendo. Colocou-se ereta na cadeira e, interrompendo a fala de alguém, soltou antes que se arrependesse:

—Como temos a certeza que esses dois não estão envolvidos? Digo, Loki destruiu Nova York a mando de Thanos.

Sigyn ficou quieta, sentindo a tensão aumentar na sala, o ar ao redor deles ficar mais pesado. Foi a vez da deusa se colocar em posição de defesa. Loki, ao seu lado, respirava fundo pela segunda vez desde que aquela pergunta tinha saído da boca de Eliza. E, quando ele soltou o ar pela terceira vez, ela sabia o que vinha a seguir. Fechou os olhos, só esperando o desastre acontecer.

—Você realmente quer saber? — O tom dele era perigoso, ácido, e pingava um ódio que Helena conhecia bem. Se a deusa pudesse responder pela agente que agora não tinha mais nenhuma cor no rosto devido ao tom de voz dele, ela responderia não. Não queria ouvir aquela história de novo. Pensou em levantar e sair da sala, mas ficou ali, parada, estática, tentando não se sentir péssima ao ouvir tudo aquilo de novo. — A minha vida já não me importava mais. Eu queria que aquela queda da Bifrost tivesse me matado, e não me jogado num ninho de cobras. — Ela não aguentou, levantou-se e saiu da sala, sentindo alguns pares de olhos a seguirem até a saída. — Thanos e os Chitauri me torturaram até sobrar só a pior parte das minhas memórias, até que o pensamento em destruir a Terra atrás de uma pedra ridícula fosse a melhor das ideias.

Loki percebeu que Sigyn havia saído quando tentou procurá-la com a mão para ter algum suporte e não a encontrou. Virou-se para a porta, já fechada, e se sentiu sozinho. Ele devia ter imaginado que ela faria isso. A primeira vez que ela tinha ouvido aquela história foi no balcão de seu quarto em Asgard há alguns anos, e não tinha reagido muito bem. Toda vez que o assunto caía naquele momento da vida de Loki, ela tentava desviar, não ouvir, não falar. Suspirou e se levantou, precisava saber se ela estava bem. Precisava de Sigyn.

—Não é melhor… — Eliza se calou ao ver o olhar mortal de Loki. Encolheu-se em sua cadeira, mordeu o lábio inferior com força.

—Obrigado, agente. — Ele soltou, irritado, a voz pingando um veneno que ele sabia muito bem aplicar. Ninguém falou mais nada enquanto ele ia até a porta e a fechava com força depois que passara. Olhou dos dois lados do corredor, Sigyn parada encostada na parede, olhos fechados, braços cruzados. — Lena… — Abraçou-a antes que ela pudesse responder qualquer coisa.

—Eu odeio ouvir aquilo, Loki. Me sinto tão impotente, tão… — Enterrou uma das mãos, que estava em sua cintura, em seu cabelo, apertando-a mais contra si.

—Você realmente precisa parar de se culpar por tudo, Helena. — E depositou um beijo no topo de sua cabeça, deixando que ela se acalmasse em seu tempo. Porque, realmente, a culpa não era dela. Não. A culpa era de Odin e Loki tinha certeza que, depois do último encontro que tivera com seu pai adotivo, Hela teria muito tempo para se divertir com mais uma alma para atormentar.

—Vocês acreditam em Loki? — A pergunta veio de Stark, que ainda encarava o caminho que o deus tinha feito para sair da sala. Virou os olhos castanhos para Thor, que tinha uma feição séria.

—Sim, Stark. Se vocês tivessem acompanhado toda a história, entenderiam o porquê Sigyn saiu sem querer ouvir nada. — Steve estava quieto demais, a cabeça a mil cheio de perguntas, e nenhuma resposta. Quem era Thanos? O que ele pretendia com a Terra? Joias do Infinito? Desde quando sua vida parecia tão louca?

—Você podia, quem sabe, nos contar. — Natasha cruzou os braços ao falar aquilo, sobrancelhas levemente levantados para o deus. Já estava cansada de ser convocada para limpar a sujeira que Loki tinha feito e não saber nem o porquê estava fazendo aquilo. Thor suspirou ao perceber que todos agora olhavam curiosos para ele.

—Não sou eu que deve contar essa história. — Stark riu.

—Vamos lá, loirinha, você sabe que aqueles dois nunca vão contar. — Thor sabia. Encarou a porta por onde eles tinham saído antes de respirar fundo.

—A história é muito longa.

—Temos tempo. Que passa a cada minuto que você enrola para começar a contar. — Foi a vez de Sam tentar persuadir o deus dos trovões. E Thor sabia que aquele era um fraco que ele tinha. Fofocas. Adorava uma fofoca. E Loki o odiava por isso.

—Odin. Tudo começa com Odin. Depois que minha mãe previu que estava para nascer a menina que Loki se apaixonaria pela eternidade e juntos trariam o Ragnarok, meu pai decidiu banir a família de Sigyn aqui para Midgard, com a vida eterna. Mesmo assim, esses dois se encontraram. Era um segredo até… — Até para Thor era difícil falar, porque sabia que tinha mais culpa no que tinha se desenrolado do que seu irmão. Ele estava cego de ódio e luto, tudo por causa dele. — Eu contei para o meu pai que Loki vinha para Midgard se encontrar com Sigyn. Ele a tornou imortal, deixou-a aqui na Terra para viver eternamente, enquanto Loki acreditava que Sigyn estava morta.

Todos pareciam entretidos no que Thor falava, menos Eliza. Eliza não queria saber porquê Loki era mal e porquê ele tinha decidido matar tanta gente. Em sua concepção, nada justificava o que ele havia feito, então fingiu que estava preocupada com a manicure por fazer enquanto o deus dos trovões terminava a narrativa, explicando sobre como Loki havia tomado o lugar de Odin no trono de Asgard e como, depois de muito drama, os dois estavam juntos de novo, agora isolados onde não fariam mal a ninguém.

O silêncio era tanto que Eliza tinha certeza que podia senti-lo e cortá-lo com uma faca. Thor garantiu que não tinha mais nenhum risco, afinal, o último assassinato de Loki tinha sido há alguns meses, e apenas para se livrar do pai adotivo que, por acaso, também queria vê-lo morto, junto com a sua preciosa esposa que agora não saía do seu lado e fazia questão de controlar seus instintos mais assassinos. Enredo tirado de uma novela mexicana, com certeza. Eliza assistia muito daquelas novelas, já que morou parte da sua adolescência com sua avó materna, uma simpática mexicana que havia imigrado aos Estados Unidos após se casar com um americano. Cortou o silêncio com algumas palavras baixas, sabendo que, talvez, tinha julgado Loki um pouco precipitadamente

—Ela só me parece demais a mulher que tentou invadir e matar Visão. — Resmungou Eliza, sentindo-se levemente culpada pelo que tinha feito. Thor suspirou, de braços cruzados.

—Loki, ele tem o que vocês chamam de “tipo”. Mulheres altas, bonitas, cabelo loiro… — Eliza não conseguiu conter a leve risada que escapou.

E Steve não tinha dormido aquela noite. Seus olhos se encontraram com o de Eliza por alguns segundos e lembrou-se da conversa com Stark na madrugada. Sentia o sono acumulado, não tinha conseguido dormir depois de tudo aquilo. Eles ficaram em silêncio depois do último comentário de Thor, esperando que os dois deuses voltassem. Demorou alguns minutos, os dois entraram quietos, os olhos de Sigyn levemente vermelhos indicando que talvez ela estivesse chorando até pouco tempo atrás. Ninguém disse nada enquanto voltavam a se sentar.

—Ok, o que vamos fazer? — Sigyn desligou a mente, sabendo que tudo o que falavam estava longe do seu entendimento.

Stark também não era o maior fã de estratégias. Gostava de deixar o fluxo seguir sem pensar demais, então, no meio de tudo aquilo, também se sentiu viajar, tamborilando no reator em seu peito por algum tempo. Estar com Eliza por perto era uma lembrança de como tinha adquirido aquilo, os meses de cativeiro, os estilhaços que dolorosamente percorriam sua corrente sanguinea lembrando-o que, se aquele reator em seu peito falhasse, estaria morto em algumas horas.

O tempo de adaptação tinha sido horrível, também. Parte dos seus pulmões agora ficavam esmagados pelo tubo de metal que acomodava o reator que fornecia energia o suficiente para que seu coração continuasse batendo sem ser perfurado. Seus pensamentos foram interrompidos antes que caíssem em Pepper e começasse a se odiar por lembrar da ex-namorada que estava irritadíssima porque ele tinha prometido que seria uma pessoa normal e não tinha conseguido se livrar do Homem de Ferro.

—Secretário Ross está na porta. — Eliza foi a primeira a se levantar, horror estampado no seu rosto. O resto dos Vingadores se entreolharam depois que a voz feminina de FRIDAY fez com que todos parassem e se preocupassem com outra coisa.

—O chefe de Lewis, vou recepcioná-lo. — Agora ela realmente estava sem cor nenhuma e saiu correndo atrás de Tony, que ria. Steve suspirou e se levantou, indo atrás dos dois, sabendo que nada de bom ia sair dali.

—Eu acho melhor que vocês fiquem aqui. — Todos só observaram a comoção e Loki cruzou os braços, sabendo muito bem qual era o motivo

Ross tinha uma cara de poucos amigos. Irritado, esperava a sua entrada ser liberada com os braços cruzados. Não parecia estar ali para uma missão diplomática e Eliza tinha certeza que seu olhar podia matar. FRIDAY demorou alguns segundos ainda para destrancar a porta, anunciando o nome completo de Ross antes que ele colocasse o primeiro pé para dentro da base, respirasse bem fundo.

—Lewis, eu achei que você tinha uma missão aqui dentro.

Notas finais
Bem... Posso prometer alguma coisa pra vocês, falando que todo mês vai ter atualização? Não. Mas talvez eu consiga atualizar com um pouco mais de frequência porque mudei como a fanfic vai correr. Inicialmente, não queria que ela fosse uma continuação de Chasing a Starlight, mas eu andei com muita saudades do Loki e Sigyn que eu mudei completamente o que vai acontecer. O final que tinha em mente, não existe mais. Outro final já ta sendo trabalhado e vai vir ai. E me deixou muito mais empolgada com a história do que antes. Ah, acho que é legal falar um pouquinho da linha do tempo aqui. Eu ignoro alguns eventos que aconteceram no MCU porque eu prefiro fingir que nunca aconteceram, por exemplo, Bruce e Natasha. Never happened. Tony tirar o reator no Homem de Ferro 3? Never happened. E a fanfic se passa antes da Guerra Civil. Então acho que é isso. Senti saudades ♥