Tomorow Vamp

1 Capítulo 1 - Destinada


– Jessie! Acorda, vamos nos atrasar para o trabalho!

– Já vou!

– Agora Jessica Holt!

– Ah! Está bem, já levantei.

– Você que quis trabalhar de manha e estudar a tarde.

– Teremos que mudar isso. Percebi meu erro, sou preguiçosa, essa vida é demais para mim, já deu.

– Então vá e resolva isso, diga ao Phil que precisa mudar seus turnos para tarde, eu te matriculo na escola.

– Essa é já a quarta vez que mudamos de cidade né? Para mim chega Andreah, quero criar laços, fazer amigos coisas normais então ligarei pro papai para avisar que não quero mais mudar de cidade! E, também vou pedir dinheiro, eu não gosto de trabalhar.

Jessica saiu pela porta de seu apartamento e quando apertou o botão do elevador logo ouviu um choro, o barulho que cruzava o ambiente deixava-o doentio e sádico, Jessie disposta a cursar criminalismo, decidiu procurar a fonte daquele choramingo, o qual ficava cada vez mais silencioso isso conforme Jessie mais procurar.

– Olá? Há alguém ai?

O choro parou. Jessica achou a fonte do barulho. Um garotinho olhava para ela como se estivesse vendo algo novo, milagroso e que irradiava esperança, o mesmo estava ajoelhado no chão e a cuja roupa estava cheia de sangue.

– Quem, quem é você?

– Eu sou a Jessica, mas pode me chamar de Jessie, e qual é o seu nome?

– David. Meu nome é David Jay Westfália.

– David? Por que tem sangue na sua blusa? Sua mãe esta ai? Posso falar com ela?

– Pare, pare de falar, agora!

O menino saltara em Jessica e mordera seu pescoço, Jessie por sua vez tratou de empurrá-lo para longe de si, mas estava se sentindo fraca e desorientada.

– David, já disse, tente se controlar!

– Não, ainda não, eu preciso de mais, de muito mais.

– Tire ele de mim, por favor – Disse Jessie caída ao chão e sendo morta.

O jovem tirou o menino de cima dela como se não pesasse nem um quilo, em seguida quebrou-lhe o pescoço.

– Jessica Holt! Acorde está atrasada para seu trabalho!

Jessie tentou entender o por que estava em sua cama novamente. Foi logo que percebeu que era apenas um sonho estúpido.

[…]

– Eu tive um sonho muito estranho Andreah; você sabe se tem alguém morando aqui no prédio com o sobrenome Westfália?

– Westfália? Não ouço esse sobrenome desde as aulas de História na escola, se me recordo direito é o sobrenome de um dos fundadores.

– Desse prédio?

– Não, quero dizer, fundador da cidade.

– Então tá, precisamos ir, foi só um sonho.

– Isso, e a vida continua.

– Vamos logo.

Andreah riu da irmã quando percebeu que achava que era mais que um sonho, mesmo com a afirmação contra, a cara da irmã Jessica a entregava.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.