Together By Fate.

2 Capitulo 1 - Encontro Desagradável.


Sexta-feira, 06:20

Pov Sophia.

Eu me acordei com minha mãe, Atena, batendo na porta do meu quarto.
“Sophia, acorda senão você vai se atrasar!”
- Já acordei mãe, obrigada! – eu disse me levantando e indo até o banheiro. Me despi, entrei no banho e fiquei pensando no que iria fazer hoje. Eu iria para a escola das 7:30 às 12:30 e depois tinha o almoço... O almoço que minha mãe falava a uma semana. Ela iria me apresentar ao namorado dela e ele iria apresentar o filho dele para nós. Eu sempre fui completamente contra qualquer tipo de relacionamento que minha mãe viesse a ter. Eu sei, é ridículo, porque minha mãe era muito nova quando meu pai faleceu. Ela me teve com 20 anos e com 23 ficou viúva. Hoje ela tinha 37 e tinha acabado de entrar num relacionamento com um juiz cheio da grana. Não que nós precisássemos, porque vivíamos muito bem e minha mãe é uma das melhores arquitetas do país. Fui tirada dos meus pensamentos com minha mãe gritando que eu iria me atrasar mais uma vez. Saí do banho, terminei minhas higienes e me vesti*. Peguei minha bolsa da escola e olhei o relógio: 7:00. Eu iria me atrasar. Desci correndo as escadas, peguei uma maçã na mesa e dei um beijo na minha mãe
— Tchau mãe.
— Tchau Soph. Esteja em casa a tempo do almoço, sim? Não se esqueça! – revirei os olhos.
— Eu não vou esquecer mãe! – coloquei meus fones de ouvido** e saí. Enquanto eu andava escutando música, eu conseguia me esquecer do mundo a minha volta. Quando eu estava quase na escola, senti uma mão gelada segurar meu braço e uma voz rouca falar.
— Fica quietinha, não grita, não faz nada. Passa o celular e todo o dinheiro que você tiver ai. – eu gelei, não conseguia me mexer.
— Calma, eu vou pegar, calma, não faz nada comigo.
— Vamo logo, bonitinha! Antes que eu faça coisa pio... – ele não completou a frase.
— Solta ela! – um soco atingiu o rosto do meu assaltante e ele saiu correndo. Covarde! Quando eu me virei pra ver o rosto do meu salvador, descobri que preferia ter sido assaltada, estuprada e partida em pedaços. Bernardo Dolohov estava parado na minha frente e parecia preocupado. Depois que me reconheceu, riu ironicamente.
— Se eu soubesse que era você, tinha deixado morrer.
— Se eu soubesse que era você, tinha preferido morrer. – eu disse me virando e voltando a andar.
— Até parece. – disse Bernardo andando ao meu lado – Você tava quase gritando por socorro.
— Por socorro sim, por um jegue que fala não. – eu disse recolocando os fones, me afastando dele e andando até a escola.

*Roupa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=51661090&.locale=pt-br

**Música: http://www.youtube.com/watch?v=y2iZ7Of3FjI

Notas finais
continuo?