Together
2 Remember love, remember you and me
Notas iniciais
Estava me trocando (http://www.polyvore.com/miley_escola/set?id=41086385) quando meu pai chamou eu e Demi para descer. Descemos e fomos até a cozinha, onde ele e minha mãe estavam sentados. Demi havia dormido na minha casa, hoje.
– Oi mãe, oi pai – eu disse.
– Olá senhora Tish, senhor Billy... – disse Demi.
– Oi meninas, vem tomar café – meu pai disse.
Sentamos na mesa, e começamos a tomar café.
Primeiro dia de aula, em uma escola nova. Mas, com as mesmas pessoas, então não ia adiantar porcaria nenhuma. Eu sabia o que ia acontecer. Eu ia chegar na escola, Ryan Butler e Chaz Somers iam me zoar e Justin Bieber ia ficar me olhando com olhar de dó enquanto eu choro. Pois é, sempre assim.
Como eu queria voltar no tempo... ser amiga, melhor amiga, de Justin novamente. Queria que ele me notasse, me protegesse como ele sempre fez quando éramos pequenos. Mas não, acho que os amigos dele de agora, importa mais do que os de antes não é? Ele se tornou fútil, faz de tudo pela popularidade naquela porcaria de escola. E mesmo, eu apaixonada por ele, eu finjo que o odeio, e finjo muito bem por falar nisso. Só Demi, e os irmãos Jonas sabiam que eu gostava dele. Mas ninguém sabia, quer dizer, eu acho.
– Hm, Miley... Vamos receber visitas hoje a noite – minha mãe disse.
– Quem? – eu disse bebendo suco de laranja.
– A família Bieber – ela disse.
Eu guspi o suco no chão inteiro.
– QUEM? – eu disse.
Droga, eu tinha me esquecido. Pattie, mãe do Justin Bieber é sócia da minha mãe e do meu pai, eles vivem viajando juntos e etc, e vêem jantar em casa com freqüência, e sempre que eles vêem, eu vou para a casa da Demi, para não ter que olhar aquele menino fútil.
– Sim, o Justin Bieber vai vim aqui, Miley – meu pai disse.
– Mas... Eu ODEIO ele mãe! – eu disse, tentando protestar
– Eu sei, Miley! Mas... agüenta. É uma noite só – ela disse.
– Não. Vou para a casa da Demi, como sempre faço.
– Não, Miley. Você não vai. Sempre que eles vêem aqui você foge, dessa vez você vai ficar em casa.
– Mas... a gente tem escola, não vou voltar para a casa hoje – eu disse tentando a convencer.
– Não. Você vai Miley. Hoje é o PRIMEIRO dia de aula, lembra? Você pode voltar para a casa no primeiro dia de aula, a partir do segundo que você tem que morar na escola – minha mãe disse.
DROGA, DROGA, DROGA.
Peguei minha mochila, e sai de casa sem dizer uma palavra e fui em direção a casa dos Jonas, Joe leva eu, Demi e Nick para a escola. Já que Kevin já está na faculdade.
– MILEY! – Demi gritava atrás de mim.
– Eu. Estou. Fudida – eu disse, me virando para ela.
– Não, não está. Eu venho com você, se quiser – ela disse.
– Promete? – eu disse a abraçando.
– Sim.
Nós caminhamos até a casa dos Jonas, que era a dois quarterões da minha. Eles eram vizinhos de Demi. Joe já estava no carro e Nick entrando.
– Ei, espera! – Eu disse e eu e Demi saímos correndo.
Entramos no carro.
– Ei, princesas – Joe disse, rindo.
– Fica quieto e dirige Joseph – Demi disse, rindo também.
Demi era apaixonada pelo Joe e Joe pela Demi mas eles não sabiam disso, então, era fofo. Eles ficam trocando olhares de vez em quanto.
Fomos conversando de casa até a escola. Não era tão longe assim, talvez 40 minutos das nossas casas.
Chegando lá, Joe estacionou o carro, e descemos. Quando entrei na escola, já dei de cara com Chaz e Ryan. E como sempre, Justin.
– Olha, olha, olha. A aberração mudou para a Hallwover também. Que interessante, agora temos ela para zoarmos de novo – Chaz disse, e Ryan riu.
– E ai Miley, conseguiu emagrecer nesse verão? – Ryan perguntou.
Justin me olhou, e eu olhei para ele com um olhar do tipo “No que você se tornou?” e sai andando.
Ryan e Chaz saíram correndo atrás de mim.
– Não foge não, Cyrus. Ainda temos muito que te zoar – Ryan disse.
– Me deixa em paz, Ryan – eu disse, com muita raiva.
Eles riram.
– Você é uma aberração Miley, não dá para te deixar em paz – Chaz disse.
– RYAN, CHAZ PAREM. VEM AQUI, DEIXA ELA EM PAZ – Justin disse. Ele estava a uns 7 metros da gente.
Eles me olharam, com raiva e foram atrás de seu “mestre”
Eu tentei não parecer surpresa, porque Justin nunca me defendia. Eu sempre chorava e saia correndo para o banheiro das meninas. Eu olhei com raiva para Justin e sai atrás de Demi.
– EI, MILEY! ESPERA – Justin disse, indo atrás de mim.
Eu parei e olhei para ele.
– O QUE FOI JUSTIN? – Eu disse, fingindo estar com raiva.
– Eu te defendi, e você está com raiva de mim? – ele disse.
– Sim – eu respondi.
Ele fez uma cara, de quem não estava entendendo nada.
– Ah, não interessa. Quero te perguntar outra coisa – ele disse.
– Tipo o que? – eu respondi seca.
– Eu queria... te dar isso – ele disse, me dando uma foto – eu achei esses dias, e eu tenho uma igual, então queria te dar essa.
Era uma foto, de mim e dele dentro de uma das cabines no London Eye. Eu queria chorar, mas contive o choro. Eu tinha me esquecido completamente dessa foto. Como ele a conseguiu... é tão antiga. Devíamos ter 8 anos ou 9. Faz muito tempo.
– Onde... você conseguiu isso? – eu perguntei.
– Achei no meu quarto, na minha caixa de fotos. Você se lembra desse dia? – ele disse.
– Lembro – eu respondi, olhando para foto.
Eu olhei para ele.
– Eu... tenho que ir – eu disse e sai andando.
Olhei para trás e ele estava parado no mesmo lugar, me olhando ir embora. Procurei Demi, mas nada dela.
O sinal da primeira aula bateu. Não via a hora de encontrar Demi na sala, para contrar tudo a ela.
Eu entrei e ela já estava sentada em uma das carteiras, mechendo no celular.
– DEMI, DEMI – eu disse, se sentando ao seu lado.
– Porque tanta felicidade? – ela disse.
Se acalma Miley, se acalma.
Eu expliquei a história para ela durante a aula e mostrei a foto.
– ELE TE DEU? – ela perguntou.
– SIM – eu respondi, sorrindo.
– Ei, calma. Não é porque ele te deu uma foto de vocês juntos quando pequenos, que ele ainda gosta de você, Miley – ela disse.
Justin gostava de mim quando éramos pequenos, nessa época do London Eye. Ele era muito fofo comigo. Mas hoje em dia... Puff, mudou hein.
– Eu sei... – eu disse, abaixando a cabeça.
– Ei, levanta – Demi disse, levantando minha cabeça – mas mesmo assim, isso quer dizer que ele ainda lembra.
Eu sorri. Sim, ele ainda lembra.
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