Todoroki Aiko
3 Capítulo 3 - Ao tempo
Notas iniciais
Dias se passaram desde o inicio das aulas, na verdade foram meses, Lida, Midoriya e Urararka viraram meus melhores amigos. No dia do ataque que aconteceu lá no treinamento de salvamento e resgate em desastres, Midoriya se machucou muito. Estava louca para ver ele, hoje no retorno as aulas. Eu não sei o que acontecia ultimamente quando eu chegava perto dele ele meu coração dispara, minhas pernas tremem e meu rosto fica todo vermelho, o que me faz agir um pouco estranho.
Falando em agir estranho meu pai está me evitando completamente. Ele diz que está organizando uma surpresa para mim, mas não ta nem perto do meu aniversario. Ele o tempo todo esta no computador ou no celular, procurando coisas e sorri toda vez que me vê de maneira presunçosa.
Cheguei na sala, chateada por não ver o Izuku no metro. Mas quando cheguei lá ele estava sozinho na sala.
— Izuku-kun — Falo abraçando o esverdeado, que parece um pouco sem graça.
— Todoroki! — Ele fala um pouco envergonhado corando de maneira fofa. O que fazia meu coração acelerar mais.
— Todoroki, nada eu já disse pra me chamar de Aiko.
Começamos a conversar, as vezes ele tinha que repetir o que dizia pois eu só conseguia me focar nos labios se movendo, que faziam eu querer me aproximar. O que eu comecei a fazer meio inconciente uma hora eu estava tão perto que sentia sua respiração em meu rosto. Seus olhos estavam abertos e ele continuava a falar meio alheio ao que eu fazia, então eu o dei um selinho, então acordei do meu transe. Nos afastamos. E ficamos quietos até a aula começar.
— Oi alunos, nós teremos uma coisa diferente na escola. — Anunciou sensei.
Começou um murmurinho, falnado absurdos como combate com vilões reais, ou uma retalhaçã da escola contra a liga dos vilões.
— Um torneio inter-classes.
— Ufa, algo normal. — Suspirara meus colegas, olhei de canto de olho para Izuku que como eu foi o unico a não expressar nenhuma reação do comunicado.
— Então vcocês têm que treinar para essa competição. — Contnuou a explicar.
—---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
— Izuku-kun, espere! — gritei esbaforida enquanto corria arás dele.
— Aiko-chan ! — Ele fala parando enquanto eu o alcansava. — E-ee-eu...
— Desculpa por antes. Eu não sei por que eu fiz aquilo. Eu só ...- Ele me enterrompe.
— E-eee-u gostei Aiko-chan. — Ele fala vermelho. — Eu gosto de você.
— Eu também gosto de você. — Falo sem graça, mas muito feliz por ele gostar de mim também.
— Quer treinar junto comigo? — Ele pergunta cosando a cabeçã, e estendendo a outra mão pra mim.
— Sim. — Falo aceitando sua mão.
Então nos dias seguintes treinavamos todos os dias depois da aula na praia abandonada, que eu jurava ter lido algo sobre ter ser limpa miseriosamente alguns meses antes. Corriamos 10 km, treinavamos golpes e ataques. Faziamos abdominais, corriamos um pouco mais. Mas nunca mais nos beijamos.
— Vamos lá Izuku você tem que aprender a usar seu poder. — Eu falo provocando.
— Pra você é facil falar, tem esse poder desde pequena. — Ele fala fazendo biquinho. Estavamos treinando luta, ele havia tirado a camisa pelo calor, ficando só de bermuda. Eu estava com um maiô largo e short.
— Vamos lá! Seu poder se manifestou faz pouco tempo. Mas eu contrlava o meu perfeitamente depois de dias.
— OK! — Ele suspirou farto.
— Só não pense no poder como algo a parte, pense nele como uma parte de você. Quando for usar ele não pense em nome de ataque, só use. Pense não é 100% do seu poder que fode seu corpo. É 100% da sua força. — Eu digo olhando nos olhos dele. — Vamos lá. De novo!
— Ok! — Ele fala.
Eu falo ficando em pé em um salto e tomando distância. Ficamos um de frente para o outro. Ele investe um soco, eu desvio fazendo uma base de gelo e me pindurando nela.
— Não foi. — Grito para provocar ele.
Ele pula alto, usando seu poder. Soca a torre me fazendo cair em cima dele. que segura as minhas mãos antes de atingirmos o chão me vira para ficar por cima. Me imobilizando.
— Acho que entendi a dica. — Ele fala sorrindo.
— Foi bem gatinho. — Eu digo.
— Ah eu sou gatinho? — Ele fala chegando cada vez mais perto.
— É. — Eu digo vermelha.
Ele chega muito perto de mim. Solta minhas mãos lentamente passando suas mãos pelos meus braços.
— Você é linda. — Ele fala e me beija. O beijo era lento, calmo. Mas me fazia me sentir muito bem. Era como aquilo me completasse. Nossas linguas dançavam uma valsa lenta. Enquanto eu segurava uma de suas mão e a outra ia para o seu cabelo, o puxando para mim. Nos distanciamos lentamente. Ele fazia carinho no lado esquerdo do meu rosto. — Você nunca me contou a história.- Ele fala passando a mão por pelo meu rosto.
Não entendi o que ele quis dizer. Até lembrar da cicatris no meu olho.
— Ah! — Eu disse me soltando, e sentando abraçando as pernas. Ele sentou ao meu lado.
— Desculpa eu não queria falar nada que te magoasse. — Ele falou com lagrimas nos olhos. — Eu... Desculpa estragar esse momento... Eu sou um idiota.
— Não Deku. Não é isso, é que eu esqueço da cicatriz. Sempre que lembro fico para baixo.
— É uma queimadura, foi por causa do seu pai? — Ele pergunta como se estivesse pisando em ovos.
— Não, meu pai nunca fez nada para me machucar. — Eu falo lembrando da causadora da cicatriz. — Foi a minha mãe.
— Sua mãe?
Pov. Midoriya Izuku.
—Sua mãe? — Eu digo me perguntando como uma mãe poderia fazer algo assim. Pensando em minha carinhosa mãe não conseguia ver como seria a minha vida se ela não estivesse lá me apoiando. Abracei Aiko, e ela retribuiu o abraço. Não conseguia imaginar como foi dificil para ela.
Ela começou a chorar no meu peito. E ficamos abraçados assim por um bom tempo. Eu tentava apenas consolar a menina. So saimos dali, quando começou a esfriar e tivemos que ir para casa.Nos trocamos em uma loja ali perto.E a levei ela até em casa.
— Fica bem Aiko. Até amanhã. — Eu sussuro. Ela me pucha para um beijo.
— Até amanha Deku. — Ela sussurra bem baixinho com nossos labios rossando, enquanto banguçava meu cabelo.
Fale com o autor