Todo Cambiaste
68 Capítulo 68 - I LOVE YOU.
Notas iniciais
POV Naty
León: Onde estavam?
Diego: Longa história.
Mathylda: Cadê o Maxi?
Naty: Ele está no hospital.
Todos: QUE?
Diego: Calma, vamos explicar.
León: Por favor.
Todos se sentaram novamente e eu e o Diego começamos a contar a história toda, eles apenas ouviam tudo em silêncio, atentos a cada palavra dita.
Mathylda: Deviam ter nos avisados. — eu e Diego nos olhamos e falamos.
Naty e Diego: Esquecemos.
Fede: E como ele está?
Naty: Bem.
Mathylda: Amanhã irei vê-lo.
O sangue me subiu na hora, a quem ela esta enganando? Só esta se fazendo de preocupada pra chamar mais atenção, me controlei, apenas dei um sorri fraco, sem mostrar os dentes.
León: Todos nós iremos ver ele — León me olhou e piscou, acho que ele entendeu, pelo menos a Mathylda não iria ficar sozinha com ele no quarto, agradeci com um sorriso.
Diego: Bom acho melhor irmos dormir, pois amanhã vamos embora dessa casa bem cedinho.
Broduey: Os dias passaram muito rápido.
Fran: Verdade.
Todos fomos dormir, antes de dormir pedi pro León o carro dele, queria passar no hospital antes de todos, pra ficar um pouco a sós com o Maxi. Ele me deu a chave, amanhã sairia bem cedinho, colocarei minhas malas no carro e depois que eu sair do hospital eu vou direto pra casa.
*
A noite custou passar, mas depois de muito me acordar a noite e olhar em meu relógio a hora, vejo que era 5 da manhã. Me levanto e vou ao banheiro, faço minha higiene matinal, tomo um banho e me troco.
Pego minha mala já feita e saio do quarto, desço as escadas com cuidado pra não acordar ninguém, chego na garagem e abro o carro do León, já tive umas aulas de motorista e acho que da pro gasto. Coloquei minha mala no porta mala e entro no carro, ligando o mesmo e saindo dali. Passo por uma loja de ursinhos e compro um coração vermelho que dizia I LOVE YOU. Passo no McDonald's e compro um hambúrguer. E vou em direção ao hospital, escondo o hambúrguer. Falo com a recepcionista e ela me deixa ir ao seu quarto, procuro o número 7 e logo acho, entro aos poucos, ele ainda estava dormindo, me sento no sofá e o espero acordar.
[...]
Deu nove horas e nada, até que vejo ele se espreguiçando.
Naty: Bom dia, dorminhoco.
Maxi: Bom dia meu anjo. Faz muito tempo que você ta aqui?
Naty: Umas duas horas só.
Maxi: Por que não me acordou?
Naty: Você tava tão fofo. Olha o que eu trouxe pra você — falei levando o coração pra perto dele — I LOVE YOU!
Maxi: Ah amor, não precisava, muito lindo, vou dormir agarradinho a ele, pois seu que com ele vou estar com você — o pegou e o abraçou.
Naty: Se alimentando bem?
Maxi: Detesto essa comida do hospital.
Naty: Sabia, afinal já passei por isso, mas eu te trouxe um hambúrguer — peguei e dei pra ele.
Maxi: Você pensa em tudo né?
Naty: Come, antes do Doutor aparecer.
Ele comeu todo o hambúrguer em menos de três minutos, ele realmente estava com fome.
Naty: A Mathyla vai vir aqui hoje falar com você.
Maxi: Vou terminar com ela, quero só você, que se dane o contrato.
Naty: Que bom ouvir isso de você.
Maxi: Eu já devia ter feito isso a muito tempo... esse negócio incomoda, tô já arrancando esse troço do meu braço.
Naty: Tá vendo pelo que passei, mas agora sou eu que vou impedir o senhor de tirar.
Maxi: Você esqueceu de uma coisa.
Naty: O que?
Maxi: O meu beijo, ainda não ganhei um hoje.
Naty: Você não muda né?
Maxi: Nunca.
CONTINUA...
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