Todo Cambiaste

80 Capítulo 80 - Todo Cambiaste - FINAL


Notas iniciais
~NaxistaAndFalbanática

POV Naty

Meus olhos de repente se despertaram, espera, que lugar é esse? Era lindo e enorme, um gramado sem fim, flores por tudo os lugares, pessoas vestidas de branco, conversando, crianças brincando, havia balanços. Avistei uma senhora de longe em um banquinho lindo de madeira, seu redor era enfeitado de flores, espera, me aproximei mais perto e era minha...

Naty: Vó?

Vó: Minha querida, eu estava esperando por você.

Naty: Que saudades vó — me sentei ao seu lado e a abracei, como amo minha vó — achei que a senhora estivesse morta, não sabe como senti sua falta, nunca mais faça isso, sabe que te amo! — a abracei novamente, estava feliz, minha vó não tinha morrido, ela estava viva, minha mãe vai adorar saber dessa novidade, nos desabraçamos e ela me olhou sério, fiquei preocupada.

Vó: Mas eu morri querida.

Naty: Como? — falei sem entender, minha roupa era um vestido lindo branco, mas como?

Vó: Aqui é o Paraíso, o lugar onde todos que morrem ficam, a eternidade.

Naty: Isso... isso que... dizer — pausei — que eu... eu... — temi em falar esse nome.

Vó: Sim, você morreu.

Naty: Isso não pode tá acontecendo — me levantei e levei minhas mãos ao cabeça, comecei a chorar — não posso ter morrido, e o Maxi? Ele precisa de mim, meus filhos nasceram e nem se quer os vi, isso não ta acontecendo Vó, fala pra mim que não está acontecendo — chorava desesperadamente, eu quero o Maxi, meus filhos, quero formar uma família.

Vó: Sente-se aqui querida — me sentei, ela pegou em minha mãos, olhei em seus olhos -, pra você aquele mundo acabou, não tem volta.

Naty: Não vó, não. Me ajuda, eu amo o Maxi, meus filhos, minha mãe, meus amigos! Por favor me deixa voltar, por favor.

Vó: Sinto muito querida, mas não sou eu que decido nada aqui.

Naty: Tem que ter algum jeito, não posso ficar aqui, eles precisam de mim.

Vó: Escuta — olhei em seus olhos — só tem um jeito de você voltar.

Naty: Qual? Por favor me fala, por favor — eu chorava bastante, preciso voltar, preciso, eu preciso.

Vó: Você terá que ser forte, terá que ter muita força, terá que lutar. Várias pessoas já tentaram e nenhuma conseguiu.

Naty: Eu preciso tentar, só assim me darei por vencida.

Vó: Vem comigo.

Ela me levou pra um lugar escuro, tudo era escuro, do nada apareceu como se fosse uma tela, onde na mesma me vi na cama do hospital desacordada, médicos, vários médicos e enfermeiros haviam ao meu redor, Maxi estava desesperado e chorava.

Naty: O que ta acontecendo?

Vó: Eles estão tentando fazer com que você reaja.

Os médicos várias vezes tentavam me reanimar com aquela máquina. Via o Maxi totalmente sem chão, os meninos tentado acalmá-lo.

Naty: Preciso voltar Vó, eu preciso.

Vó: Preste bem atenção — olhei em seus olhos — você terá que passar por uma prova, se o seu amor pelo Maxi for realmente verdadeiro, conseguirá voltar.

Naty: Ok Vó, por favor me ajuda.

Vó: Você terá que achar uma saída.

Naty: Como assim?

Ela pegou em minha mão e me levou a um lugar cheio, cheio de portas, havia milhares.

Vó: Terá uma hora pra achar a certa.

Naty: Mas são muitas Vó.

Vó: Lembre-se que, se o seu amor for verdadeiro você conseguirá.

E assim ela sumiu, um cronômetro gigante foi disparado, sem perder tempo fui tentando abrir várias portas mas nada, nenhuma abria, eu tentava me concentrar, chutar um palpite talvez, mas eram muitas pra pouco tempo, não podia perder tempo. Comecei a suar, estava ficando cansada, de tempo em tempo eu olhava o cronômetro que sempre se apressava. 50, 40, 30, 20 minutos, comecei a me desesperar, havia muitas portas ainda e às vezes eu ia na mesma, não posso desistir, tenho que ser forte, ir até o final, mas parecia muito difícil, as vezes à voz da minha vó ecoava em minha cabeça “Lembre-se que, se o seu amor for verdadeiro você conseguirá.”. Na minha cabeça passava cenas e mais cenas, parecia um filme, um filme sem fim, cenas do Maxi, do seu sorriso bobo, do meu desespero quando o vi na piscina, da nossa primeira vez, nossas discussões, nosso primeiro olhar, primeiro beijo.

Naty: CHEGA! — gritei chorando.

16, 15, 14, 13, 12, 11, 10, 09, os minutos se passavam, nenhuma das portas se abriam, que raiva, eu chorava a todo momento “Lembre-se que, se o seu amor for verdadeiro você conseguirá.”.

08’50’’, 08., 07’55’’, 07, 06’59’’, 06, 05; o tic-tac daquele cronômetro me deixava mais aflita, não vou conseguir, estava praticamente cansada, olhava pras portas e haviam milhares e só uma era a saída, como vou consegui achar?

Naty: EU TE AMO MAXI! — gritei.

Não tinha mais forças nas minhas pernas, que despencaram, fui caindo aos poucos encostada em uma das portas, levava minha mãos à cabeça, fechava meus olhos e permitia que as lágrimas despencassem, me lembrei de alguns momentos que vivimos.

Flashbacks ON:

... saí do banheiro e fui em direção a sala, quando um menino vem correndo e acaba esbarrando em mim, nos fazendo cair no chão.

Quando olho é o Maxi, não consigo parar de olhar aqueles olhos castanhos , pois ele estava em cima de mim, logo ele fala.

Maxi: Desculpa — ele falava se levantando e estendo a mão para me levantar.

Naty: Tudo bem, isso poderia ter acontecido com qualquer um.

Maxi: Estranho

Naty: O que?

Maxi: Você não esta histérica

Naty: (risos)

***

Maxi: Sabia que você é a garota mais linda dessa festa? — ele falava no pé do meu ouvido, senti um arrepio enorme.

Naty: Obrigada e você é o mais estiloso e gato — falei em seu ouvido e pude ver ele se arrepiar todo.

Maxi: Como eu quis ficar assim.

Naty: Assim como?

Maxi: Assim... abraçado com você, sentindo sua respiração, seu perfume doce, sentindo o toque da sua pele em meu corpo, te sentindo por completo.

***

Maxi: Seu sorriso me deixa louco — falou passando suas mão delicadas em meus lábios

Naty: Maxi...

Maxi: Shiiu, não fala nada... só deixa acontecer — falou me interrompendo.

***

Maxi: Tem certeza?

Naty: Absoluta, só preciso te dizer uma coisa.

Maxi: Pode falar.

Naty: Hoje vai ser a minha primeira vez — sussurrei em seu ouvido

Maxi: Fico feliz por saber que vou ser o primeiro.

Naty: E o último.

Maxi: Eu te amo.

Naty: Eu também te amo.

Flashbacks OFF

Mais lágrimas escorriam em meu rosto, no cronômetro o tempo se passava, já faltava menos de três minutos e a nossa conversa no hospital me veio a mente.

Flashback ON

Maxi: Fica. Fica por mim, por favor, não me deixa — seus olhos se encheram de lágrimas, as mesmas despencaram sobre seu rosto que agora estava úmido.

Naty: Me promete uma coisa...

Maxi: Por favor Naty não começa, já ouvi isso muitas vezes em filmes e novelas e não acaba bem, por favor.

Nat: Eu tento — eu não conseguia parar de chorar, eu tentava lutar — eu tento, mas parece que algo está me puxando, algo está me levando pra escuridão, meus olhos a todo momento querem fechar — piscava meus olhos as vezes tentando, mais tentando muito, por ele e meus filhos, mas estava muito difícil.

Maxi: Pensa em tudo que vivemos, pensa na família que vamos formar, encontra essa força dentro de você Naty, você vai achar! — ele segurava minha mão firme e forte — NUNCA VOU AMAR OUTRA MULHER COMO AMEI VOCÊ, NUNCA!

Flashback OFF

Suas lágrimas vinham à minha mente, sua boca tocando aos poucos a minha num beijo, nossos olhares, EU O AMO, PRECISO VOLTAR.

Faltava menos de um minuto, eu não sabia o que fazer, sentada, encostada em uma das milhares portas que havia, chorando, agora podia contar o segundos, eu não tinha mais forças. 38, 37, 36, 35, 34, 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, 24, 23, 22, 21. Sempre a imagem do Maxi vinha à minha cabeça, com as mesmas palavras “EU TE AMO”, “ ENCONTRA ESSA FORÇA DENTRO DE VOCÊ NATY, VOCÊ VAI ACHAR”. 20, 19, 18, 17, 16, 15.

Naty: Vó, por favor me ajuda — falei fraca, chorando — preciso sair daqui, preciso voltar, minha vida precisa de mim — levava minhas mãos aos meus cabelos.

“LEMBRE-SE QUERIDA, QUE SE O AMOR FOR VERDADERIO VOCÊ CONSEGUIRÁ”. A voz ecoou em minha cabeça.

Não tinha forças pra levantar, 14, 13, 12, 11, 10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, espera, eu estava encostada em uma das portas, me levantei com dificuldade, 03, 02, virei a maçaneta, 01, foi muito rápido, vi uma luz branca e uma voz em minha cabeça “VOCÊ CONSEGUIU, SEU AMOR PELO MAI ERA, É E SEMPRE SERÁ VERDADEIRO”, apaguei.

POV Maxi

Minha princesa não resistiu, seus olhos se fecharam, vi sua luta pra tentar ficar. Chamei os médicos e nada, eles tentavam reanimá-la, mas nada, lágrimas escorriam em eu rosto, os meninos me abraçavam, mas não queria sair de perto dela, ela vai voltar, eu sei que vai. Não posso perdê-la, NÃO POSSO.

Doutor: Sinto muito... fizemos tudo que podíamos.

Maxi: NÃO!

Minhas pernas perderam as forças, despenquei no chão, eles me tiraram daquele quarto, pude ver eles desligarem as máquinas, tirarem os tubos dela e cobrirem o rosto da Naty com um lençol branco. Eles saíram e quando todos não percebam minha presença, saí e fui até seu quarto, meus olhos ainda derramavam lágrimas que pareciam não ter fim, estavam inchados. Cheguei perto dela e tirei aquele lençol de seu rosto, ela estava fria, pálida, toquei em seu rosto delicadamente, aproximei meu rosto do dela e dei um último beijo na minha princesa, misturado a lágrimas, encostei minha cabeça em seu peito esquerdo e a abracei, chorava bastante, queria tanto ouvir seu coração pulsar novamente.

Maxi: Sempre vou te amar! — falava ainda encostada ao seu peito, havia um silêncio enorme.

Escuto algo começar a bater, só podia ser coisa da minha imaginação, aos poucos foi acelerando, sinto algo tocar a minha mão, escutava algo pulsando, não pode ser! Minha mão foi apertada aos poucos, uma pele suave, não era mais fria e ficava quente a cada segundo, tirei minha cabeça aos poucos de seu peito e levantei a mesma aos poucos, minha mão não se soltava, mais lágrimas escorreram em meu rosto, vou vendo aos poucos o rosto da Naty se formando, seus olhos se mexiam ainda fechados, sua mão apertava a minha com mais força e aos poucos vou vendo seus olhinhos abrindo com cuidado, devagar, até que ela abre os mesmos por completo, comecei a sorrir em meio as lágrimas.

Naty: Maxi — falava ainda fraca

Maxi: Princesa, você voltou pra mim — beijei sua testa.

Naty: Eu te amo, nunca vou te deixar — falava ainda com um pouco de dificuldade.

Maxi: Também te amo muito, muito — dei um selinho, ela deu um leve sorriso, estava fraca.

Médico: Não pode ser, não estou acreditando — falou entrando junto com os meninos e as meninas.

Cami e Vilu: Amiga?!

Maxi: Ela está um pouco fraca! — não soltava sua mão por nada.

Naty: Quero ver meus filhos.

Médico: Calma, você está um pouco fraca, vamos fazer assim, você vai descansar e mais tarde você verá seus filhos — ela apenas assentiu, estava muito cansada, sua voz era baixa e fraquinha.

O médico pediu pra que saíssemos e infelizmente tive que obedecer, me despedi dela e fui até a incubadora ver meus filhos, eu estava muito feliz, chorava, mas de emoção, de felicidade. À poucos minutos atrás, pensei que tinha perdido parte da minha vida, mas agora ela está completa, juntos com os nossos filhos.

POV Naty

Acordei e não havia ninguém no quarto, apenas eu e eu. Eu realmente estava viva, me belisquei e era verdade, eu não morri, dei um sorriso largo e contente, vejo a porta sendo aberta a enfermeira aparece e logo atrás dela vejo o Maxi segurando dois bebê, um em cada braço, ele sorria feito um bobo, a enfermeira saiu, fechando a porta e deixando apenas nós quatro ali.


Maxi: Olha a mamãe! — falou se aproximando de mim junto com os dois bebês, eram lindos, ele colocou os dois em meu braço um em cada lado e beijou minha testa, ele ficou sentado, bem perto de nós três — te falei que são lindos, agora temos que escolher os nomes...

Naty: Eles realmente são lindos, Maxi — já falava emocionada, uma lágrima escorreu em meu rosto e o Maxi a enxugou.

Maxi: Que nome você colocaria nela?

Olhei bem em seus olhinhos negros, ela era muito fofa, abriu um sorriso lindo.
Naty: Valentina, era o nome da minha vó.

Maxi: Lindo nome...

Naty: E você, papai? Qual nome você daria pra ele?

Maxi: Bom, eu daria... — olhou ele direitinho dei um sorriso — ... ele se chamará Benjamim.

Naty: Lindo nome.

Maxi: Valentina e Benjamim.

Naty: Exato.

Aos poucos eles foram domindo em meu colo, tão pequenininhos, nasceram com um mês de antecedência mas pareciam tão fortes, aquelas mãozinhas pequeninas fechadas, aquelas roupas pequenas, realmente valeu a pena tudo que passei, Maxi me deu outro beijo na testa, nunca mais vou me separar dos amores da minha vida.

1 MÊS DEPOIS...

Um mês se passou, pois é um mês. Está tudo indo muito bem, estou com meus filhos e o Maxi em uma nova casa, a casa que o Maxi comprou pra nós. Da Mathylda nunca mais ouvimos falar, León e Vilu estão mais unidos do que antes, ela está grávida e tudo indica que é uma menina. Broduey e Camila estão firmes como pedra. Diego e Francesca não se desgrudam assim como o Fede e a Ludmi.
Minha mãe só sabe mimar os netinhos, assim como a mãe do Maxi. Valentina e Benjamim estão com um mês, Maxi não para de mimá-los. Nesse exato momento estou terminando de me arrumar, hoje é o casamento, estou muito nervosa, muito.

Saí de casa e havia um carro me esperando, entrei no mesmo e fomos, eu já estava atrasada, mais cá entre nós a noiva sempre se atrasa e é tradição. Bom demorou um pouco, mas tinha chegado na Igreja que estava toda enfeitada, linda, sempre quis me casar numa Igreja, as portas da Igreja se fecharam, desci e subi às escadas indo em direção a porta, León apareceu, havia daminhas de honra.

León: Preparada? — ficou ao meu lado e envolvi meu braço no seu.

Naty: Sim. — olhei pra ele e sorri

A porta da Igreja se abre, as daminhas de honra vão caminhando na frente, escuto a marcha nupcial, a tão conhecida marcha nupcial. Começo a dar passos devagar, não parava de sorrir, meus olhos se encontram com os de Maxi que ainda está a um pouco de distância, senti que várias pessoas me olhavam, mas não conseguia tirar meu olhos do altar, do Maxi.

Meu coração acelera cada vez mais, a cada passo, eu estava prestes a ser pra SEMPRE do Maxi. Finalmente chego, vejo os pais dele e seu irmão no primeiro banco, assim como minha mãe. Valentina estava com a mãe do Maxi, enquanto o Benjamim estava com minha mãe. León me dá um beijo na testa e me passa pro Maxi, ele vai em direção da Violetta. Olho de volta pro Maxi que não parava de sorrir assim também estava eu.

Ele segurou firme em minha mão, entrelaçando as mesmas e subimos ao altar, o Padre começa a falar.

Padre: Estamos aqui reunidos para testemunhar a união de Natalia Vidal e Maximiliano Pontes. — nos olhamos e abrimos um lindo sorriso, voltamos a atenção ao Padre. — Natalia Vidal, a senhorita aceita Maximiliano Pontes, como seu esposo?

Naty: Sim, eu aceito — olhei em seus olhos .

Padre: Maximiliano Pontes, você aceita Natalia Vidal como sua esposa?

Maxi: Eu aceito.

Estava na hora das alianças, a priminha do Maxi apareceu nos entregando as mesmas, demos um beijinho nela e ela voltou pra mãe. Ficamos um de frente pro outro, Maxi pegou em minha mão e aos poucos colocou o anel em meu dedo no lado esquerdo, fiz o mesmo peguei a aliança e coloquei em sua mão esquerda.

Maxi: Te recebo Natalia Vidal, como minha esposa, na alegria e na tristeza... — com sua mão esquerda ele pegou a minha onde estava a aliança e entrelaçou as mesmas, continuei.

Naty: Na riqueza e na pobreza...

Maxi: Na saúde e na doença...

Naty: Até o fim das nossas vidas...

Maxi: Até a eternidade — nossas mãos se juntaram mais, nossos olhos em um segundo se quer saim um do outro.

Padre: Eu vos declaro, marido e mulher.

Ele pegou em minha outra mão e entrelaçou a mesma, vomos nos aproximando até nossas testas se colarem uma na outra, olhava em seus olhos.

Maxi: TE AMO! — sussurrou baixinho, fiz o mesmo.

Naty: TE AMO.

Seus olhos se fecharam, assim como os meus, senti seu nariz roçar no meu, sua respiração pesada se misturava com a minha que não estava diferente, nossos lábios se tocaram aos poucos, dei um leve sorriso e demos um selinho demorado, ainda com nossas mãos entrelaçadas, nos separamos aos poucos e escutamos aplausos. Saímos da Igreja em meu à chuvas de arroz, O DIA MAIS FELIZ DE MINHA VIDA.

2 ANOS DEPOIS...

Estávamos em uma linda praia, nós quatro, o Maxi, o Benja, a Vale e eu, dois anos se passaram. Benja e Vale estavam mais sapecas do que nunca, fazendo um castelo de areia, junto com o Maxi. Eu estava sentada em um pano, um piquenique na praia, olhei pro Maxi e sorri, ele viu e veio correndo até mim, se sentou e fiquei sentada junto à ele, ele me abraça por trás me aconchegando e beijando meu pescoço.

Maxi: Pensando em?

Naty: Tudo que vivemos nesse tempo.

Maxi: Muita coisa não acha?

Naty: Verdade.

Maxi: Geramos os frutos do nosso amor — olhamos pra Vale e pro Benja que estava próximos à nós terminando de construir o castelo.

Naty: E são lindos. Já parou pra pensar o quanto que sofremos, que vivemos até agora?

Maxi: É, vivemos muitas coisas, emoções, intrigas, mentiras...

Naty: Mas o nosso amor venceu, nosso amor se mostrou mais forte.

Maxi: Me lembro de quando viemos aqui e planejamos o nosso futuro, está saindo tudo como planejamos.

Naty: Você está certo, agora só falta a parte dos velhinhos.

Maxi: TE AMO!

Naty: TAMBÉM TE AMO!

POV Narrador

E assim mais uma história se acaba. Quer dizer a história escrita, porque a história da Naty e do Maxi vai continuar. Essa fic mostrou que podemos sim realizar nossos sonhos, encontrar o amor de nossa vida e ser feliz pra sempre, pra toda a eternidade. Guardem à memória de que o amor não tem dia, não tem mês, não tem ano e muito menos hora pra acontecer, simplesmente o amor acontece, assim sem perceber e que devemos sempre, sempre acreditar no futuro, pois o passado já passou, o presente estamos vivendo e o futuro irá acontecer e quem sabe tudo melhorar, se já está bom devemos progredir, se está ruim um bom motivo pra pensar no futuro e melhorar. UM AMOR VERDADEIRO NUNCA MORRE.

FIM

Notas finais
Não vou me despedir, pois em breve terá outra fic. Postaremos a sinopse e o primeiro capítulo (que serão os personagens) nesse sábado. E a fic em si dia 1 de junho. Até logo, beijos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!