Quando acabou toda a cerimonia de premiação e as apresentações, meu trabalho naquela noite também tinha se encerrado.

Eu procurei pelo Anthony em todos os cantos mas não o encontrei, perguntei sobre a banda para algumas pessoas, e me disseram que ele já tinham ido embora. Bem... então eu vou pra casa. E foi isso que eu fiz, entrei no carro e com uma pequena demora devido ao transito naquele local, cheguei em casa.

Joguei a bolsa em cima do sofá, e fui em direção ao quarto. Entrei no quarto e joguei minha jaqueta em qualquer canto sem nem mesmo olhar onde, e já ia começar a tirar a blusa.

- Ai – só não me assustei mais por que a voz era conhecida. Olhei para o lado e Anthony estava sentado em uma poltrona com minha jaqueta em cima dele.

- Como você achou minha casa?

- Já disse, tenho meus contatos. – falou calmamente

- E seus contatos te deram a chave? – eu não estava nervosa, mas tinha que fingir um pouco.

- Não. – riu. – Tenho meus truques.

Ele não ia levar a serio mesmo, apenas dei de ombros.

- Pode continuar a tirar a roupa, eu não vou atrapalhar. — Não respondi, apenas o olhei com aquela cara de “você acha que eu vou fazer isso?!” o que fez ele dar uma risada enigmática e se levantar, vindo próximo de mim. – Então, deixe que eu te ajudo.

Suas mãos quentes já deslizavam pelas minhas costas, ia subindo e tirando minha blusa, era impressionante, era só ele me tocar que eu já esquecia do mundo e a única coisa que importava era ficar com ele.

Antes dele tirar minha roupa por completo ele foi me deitando na cama e logo vindo em cima de mim. Me olhou nos olhos por alguns segundos e depois voltou sua atenção para minha blusa, a tirando lentamente.

Começou os beijos pelo meu colo, e seguiu em uma trilha até chagar em meus seios, me causando arrepios e me excitando mais e mais, fazendo minha respiração ganhar peso.

Ainda em meus seios onde ele dava leves e deliciosas chupadas entre beijos, deslizou as mãos até minhas costas e sutilmente soltou meu sutiã, então era a vez de suas mãos brincarem por lá e me levarem a loucura.

Começou a descer mais até chegar a minha calça. A qual lentamente abriu o zíper e foi descendo, conforme ele fazia isso ia depositando beijos por toda mina perna, até por fim tirar minha calça por completo, ele voltou e começou a beijar por cima da calcinha.

Foi subindo, subindo até chegar a meus lábios que ansiavam pelos dele, mas não foi direto ao ponto, ele começou com leves mordidas entre selinhos.

Seguiu para minha orelha onde ficou brincando entre o lóbulo e meu pescoço, me causando arrepios. Puxei seu rosto que veio de encontro ao meu e logo começou a me beijar calmamente.

Ele ainda estava de roupa e aquilo estava me incomodando. Subi minhas mãos por seu corpo e tirei a camisa, logo desci em direção a calça tentando abrir o zíper, ao contrario dele, eu estava fazendo as coisas com pressa e nenhuma delicadeza, simplesmente porque precisava dele em mim.

Seu corpo estava pressionado ao meu, continuávamos nos beijando loucamente. Seus movimentos iam acelerando aos poucos, e eu também movimentava o quadril mesmo debaixo dele.

Suas mãos estavam fixas em meus seios, brincando, apertando e me excitando mais. Já as minhas deslizavam pelas suas costas e braços, até por fim pararem em sua nuca, onde conduzi ele até meus seios. Ele voltou com as longas chupadas por toda parte.

Eu estava consumida por prazeres por todo o corpo quando senti o orgasmo vindo e percebi que para ele também. Ele voltou a me beijar fortemente e depois que parou os movimentos, saiu de cima de mim e ficou deitado ao meu lado.

Olhei para ele que parecia estar pensando em algo. Eu ainda não acreditava em como as coisas tinham acontecido rápidas desse jeito.

Eu olhava para o teto, mas depois fechei os olhos mal acreditando que ele estava no meu lado.

Senti ele dar uma leve puxada nos meus lábios o que me fez rir. Abri os olhos e o encarei.

Começou a mexer no meu cabelo bem vagarosamente e ainda com a cara de pensar.

- Tenho uma proposta para lhe fazer.

- Qual?

- Não vale recusar.

- Mas como eu vou aceitar antes de saber o que é?

- Sei que vai gostar, mas não sei se vai aceitar.

- Então... – porque ele não falava logo.

- Você vai ter que confiar em mim. – começou com os beijos no meu pescoço, me causando arrepios. – É bem simples, aceita? – ele estava quase me beijando, mas ainda não o fez por completo.

- Está bem, mas agora me diga o que é. – por fim ele sorriu e me beijou profundamente, sem me dar resposta alguma.