Notas iniciais
Oi, como estão? Espero que bem! Relambórias: palavras fastidiosas, palavreado inútil.

Draco julgava conhecer o medo. Porém, o pânico que o dominava naquele momento — enquanto o sentia chutar, a cabeça apoiada sobre a barriga redonda dela — era deveras desconhecido. Sentia-se assustado. Ansioso. Tinha medo de perdê-la — sabia que era um risco, os médicos os alertaram sobre a possibilidade. Tinha medo de não ser o que aquela nova vida precisava. Tinha medo de falhar.

— Você vai ser um bom pai — disse Astoria, sem relambórias.

— Como sabe o que...?

— Eu aprendi a ler os seus silêncios, Draco. Nós dois seremos os melhores pais que podemos ser. Vamos ficar bem. Eu prometo.

Notas finais
E aí, o que acharam? Não se esqueçam de comentar, é sempre muito importante para mim! Não sei se gostei do resultado, sabe como é né... 100 palavras às vezes é pouco. Mas é isso. Só o que posso dizer agora é que CHEGOU! Eu esperei por esse momento desde o início! Pelo momento em que Scorpius se tornaria real! A partir de agora, teremos o terceiro membro dessa família! Só para esclarecer (caso não tenha ficado claro, mas espero que sim), a gravidez da Astoria é de risco, por isso o Draco tem medo de perdê-la (além do medo óbvio de não ser um bom pai para o Scorpius). Quando ela diz que os dois serão bons pais e que todos vão ficar bem, ela está dizendo que acredita que vai sobreviver, que não está preocupada com isso. Ela compreende todas as nuances do medo dele, sabe que ele está com medo dessas duas coisas (o que, por sua vez, são medos novos para ele, porque o medo que ele conheceu até então foi o medo durante a guerra). Beijos e até a próxima :*