Notas iniciais
Oi, pessoas! Tudo bem? Labéu: mancha infamante, desdouro, desonra.

Durante muito tempo, Draco sentiu que sua vida se reduzia a nada. Existia um labéu em seu passado. Uma marca-negra enterrada em sua pele. Horrores que o definiam — e o definiriam para sempre. Seu sobrenome, no pós-guerra, era sinônimo de ruína e vergonha. Não sobrara muito, além dos escombros de uma antiga glória.

Ele merecia que o mundo lhe desse às costas.

Merecia aquele vazio.

Merecia a falta de sonhos.

O inverno havia se instalado em sua existência e nada jamais poderia alterá-lo... Isso até Astoria surgir como um sopro ameno de primavera.

Um presente ao qual, definitivamente, não merecia.

Notas finais
E aí, o que acharam? Me digam nos comentários. Nenhuma palavra poderia ter me favorecido mais do que essa, porque Malfoy e labéu são praticamente sinônimos HAHAHA. Fiz uma pausa no meu planejamento para escrever um capítulo sobre como o Draco se sente nesse pós-guerra. Acredito que deixei transparecer isso em outros capítulos, mas decidi que seria bom trazer esse aspecto para um capítulo solo. Espero que tenham gostado. Beijos e até a próxima :*