Notas iniciais
Oi, tudo bem? Abunha: viver com parcimônia [de modo comedido, calmo, sóbrio].

O silêncio era ensurdecedor. Pelos corredores, já não se ouvia o som das risadas de Astoria. No ateliê, apenas quadros inacabados e o farfalhar do vento.

Às vezes, Draco acordava no meio da madrugada, sobressaltado. Era então que o seu verdadeiro pesadelo começava. Pois, ao seu lado, não havia ninguém. Não havia o calor do corpo dela, que sempre o acalentava em momentos como aquele. Só havia ele.

Ele, o silêncio e as lembranças.

Lembranças que jamais voltariam. Lembranças que o corroíam. E só lhe restava se agarrar a elas. Parecia impossível continuar em abunha. Parecia impossível sentir qualquer esperança.

Notas finais
E aí, o que acharam? Me digam nos comentários, ok? Eu provavelmente usei essa palavra do jeito errado, odeio quando o verbo vem conjugado no presente (já disse isso e repito). A aqui vemos que a qualidade da fic está caindo porque a pessoa que vos escreve já está cansada. Sinto muito. Aliás, este capítulo conversa muito com o primeiro capítulo, é como se a narrativa finalmente tivesse alcançado aquele início. E um adento: eu sempre imagino o Draco tendo muitos pesadelos, por causa de tudo o que ele viu e viveu durante a guerra. E quando ele acordava de algum desses pesadelos, a Astoria sempre o abraçava. Penso que, com o tempo, esses pesadelos foram ficando menos frequentes, até se esvairem completamente. Mas, agora, com a morte da Astoria, eles voltaram, porém, o pesadelo pior é perceber que ele não a tem mais. É isso. Esse é o meu hc por aqui. Beijos e até a próxima :*