Titã Supremo: Destinity

3 Capítulo 3 - Onde estou?


Notas iniciais
Bom sei que demorei nê mas tenho bons motivo vamos colocar como... er bom.... er.... ja sei uma convergência de acontecimentos negativos inesperados (não sei de onde tirei isso XD) Mas indo ao ponto De domingo para segunda tava escrevendo e acessando o nyah pelo cel derrubei e ele quebrou o tochssceean, tá no conserto e nem sei se tem conserto realmente, desanimei e o cap que ia sair segunda foi adiado para terça, terça to ouvindo radio o conector da antena dele quebro desanimei e o cap ficou para quarta quarta tava proto mas pra variar só que não) o pendrive sumiu e revirei meu quarto e quebrei minha TV............. Cara eu to com azar que eu acho que nem reza brava me cura fala serio! Bom mas sem mais delongas. Boa Leitura :) (Modificado em 26/05/2014)

Depois de tantas emoções em um único dia eu e minha família fomos para um dos melhores hotéis da cidade, lá nos hospedamos e pegamos 3 quartos. O meu possuía uma grade cama de casal com um colchão macio como nuvens, com um cobertor de seda muito bonito e travesseiros feitos de plumas de ganso, do lado esquerdo e direito da cama um crido mudo com um abajur de capa bege as paredes eram da mesma cor do abajur o teto branco em gesso com um lustre, e o chão de carpete cinza.

Não demorou muito e para me ajeitar no quarto afinal de contas as minhas roupas tinham sido destruídas no incêndio, segundo minha mãe amanhã cedo iríamos todos comprar roupas novas, ta ai a vantagem de ser rico. Já estava de pijama este que por sorte tinha ficado num dos carros que minha família possuía, sorte a minha, Pensei.

Deitei na cama e virei para um lado, mas nisso a porta do quarto se abriu e minha mãe entrou me dando um meio sorriso.

Ana – Filho quero conversar com você – Disse se sentado na cama eu fiquei sentado na cama a olhando a esperando continuar – Sei que não foi seu melhor aniversario, mas... – a interrompi.

Rafael – Mãe não foi culpa sua acredite, eu estou bem. – dei um belo sorriso que ela retribuiu.

Ana – Bom então acho melhor você ir dormir, amanha será um dia cheio – me deu um beijo na testa e foi em direção a porta.

Ana – queria que não fosse minha culpa – murmurou baixo da porta.

Rafael – Mãe disse alguma coisa – Perguntei achando que estava ouvido coisas.

Ana – Não, nada não filho, boa noite – Disse sorrindo.

Rafael – Boa noite mãe – ela saiu e trancou aporta.

Virei-me na cama mais uma vez tentando dormir, realmente o dia seguinte prometia ser um dia cheio. E dormi um pouco depois de tudo aquilo me parecia um boa.

Durante a noite sentia como se estivesse sendo carregado no colo de alguém, e o vento na minha cara como se estivesse voando.

De manha abri os olhos lentamente estava tudo escuro, me levantei calmamente e tropecei em algo, rodei pelo quarto procurando o botão da luz, mas não o achei.

Rafael – Mas que droga! cadê o botão para acender a luz! – nisso a luz se acendeu, revelando um quarto totalmente diferente do que estava.

Este possuía as paredes feitas em um metal fosco de cor laranja. A cama era de madeira alaranjada assim como a roupa que estava nesta e o teto e até mesmo o chão achei aquilo muito esquisito. “Durmo num quarto numa noite e acordo em outro no dia seguinte, que esquisito” pensei.

Girei meu corpo para a parede contraria a cama e vi uma porta de metal laranja fosco com duas barras de metal cruzando o meio em X totalmente lisas. Fui em direção à porta e quando cheguei nesta ela se abriu bruscamente para cima me dando um susto, ela avia feito um barulho de despresurização.

Coloquei a cabeça para fora do quarto e vi robôs, sim você leu direito robôs, estes possuindo um corpo e altura parecido com os humanos, só que de metal alaranjado, os olhos dois pontos de luz azul claro e a boca um espécie de tela de pixeis formando expressões, olhei aquilo meio incrédulo, “não da pra ficar mais esquisito, dá?” pensei.

Robô – Mestre o senhor acordou – Disse prestando breve reverencia.

Rafael – Mestre? – Perguntei sem entender.

Robô – Mestre Supreme. – todos os robôs se ajoelhando prestando uma longa reverencia.

Supreme esta palavra ecoava em minha mente me fazendo me lembrar do dia anterior, mais especificamente do que o dragão avia me chamado.

Flash back on

Lisius: Então é você o “Grande supreme”

Flash back off

O Dragão avia me chamado assim.

Robô – Mestre, Mestre! – Disse sacudindo a mão na frente do meu rosto.

Rafael – Ah sim, Mestre né, é fale.... é... robô – Não sabia o que falar exatamente, estava meio assustado.

Robô – Tenho instruções de leva-lo a mestra Vitória e Mestra Ana assim que acordar-se, por favor, me acompanhe. – Ele disse “Ana e vitoria?” meperguntei mentalmente – sim eu disse Ana e Vitória. – tá to começando a ficar assustado mesmo.

Nisso comecei a segui-lo pelo coredor que devia possuir 3 metros de largura e estava cheio de robôs que abriam caminho e prestavam breves reverencias a mim, dos dois lados deste, portas iguais a do quarto que estava todas fechadas, no final do coredor viramos um esquerda depois um direita outra direita e então parei de prestar atenção, só me perguntava onde estava? e o que minha mãe e minha irmã faziam ali?.

Ao final de uma grande e muiiiiiiiiiiiitoooooooo cansativaaaaaaaaa caminhada chegamos ao que parecia um elevador assim como tudo de metal fosco alaranjado, entramos e o robô aperta o ultimo botão do topo escrito “Comando Central”.

O elevador começou a subir e em poucos segundos as portas se abriram. Saímos em uma sala enorme arredondada, de frente para o elevador um espécie de computador arredondado em semicírculos enormes, com duas cadeiras esquisitas muito grandes, estes possuindo como telas hologramas de uma cor azul claro, alguns mostrando a funcionabilidade de seja lá onde estivéssemos, outros com armas e projetos de robôs.

O Robô me encaminhou a direita subimos 3 degraus para um plataforma mais alta e paramos a frente de uma mesa grande com varias cadeiras pretas a maioria grande como as do computador, vi minha mãe e Vitória conversando com alguém da cadeira ao lado esta grande.

Sem perder tempo corri para abraçar minha mãe.

Rafael – Mãe! Onde estamos? Como Viemos parar aqui? Por que estamos aqui? E.... – Fui interrompido.

Ana – Calma filho, vamos por partes (N/A: Como dizia Jack o estripador XD) estamos em uma nave escondida atrás da nossa casa, viemos voando, e quanto ao por que eu já lhe explico – Disse com um sorriso, aquele sorriso me fez ficar mais calmo. – Primeiro quero que conheça umas “Pessoas” – Disse fazendo aspas com as mãos.

Nisso olhei para o lado e congelei, além das cadeiras de minha mãe e Vitória aviam 9 cadeira grandes e esquisitas naquela mesa, destas 7 com dragões, de cores diferentes.

Ana – Filho, Filho! – eu não respondia, estava em estado de choque.

Vitória – Deixa comigo mãe. – Disse com um sorriso perverso.

Vitória fez seu dedo pegar fogo encostou o em meu braço.

Rafael – Ai! – Gritei apertando o braço e saindo do estado de choque, realmente eu avia traumatizado por causa do dia anterior.

Olhei para Vitoria indignado esta deu de ombros.

? – Você realmente não contou nada a ele ainda? – Perguntou a dragonessa na cadeira mais próxima.

Ela assim como os demais era diferente dos dragões que via pela TV era alta mais ou menos 3 metros de altura. Possuíam um corpo protegido por placas grandes sobre postas no formato do corpo pés grandes e lagos com garras longas com a mesma cor do corpo e braços proporcionais ao corpo e uma calda de mais ou menos 1 metro e meio de comprimento, no peito se via uma espécie de marca lozangular horizontal que me parecia um cristal incrustado, todos os dragões naquela mesa sendo assim, ela em particular possuía placas (escamas) verdes claros e olhos de um marrom cor de madeira e um cristal da mesma cor.

Ana – Não, e esta é Gaia – Disse apontando a dragonessa.

Gaia – É um honra estar em sua presença Grande Supreme – Prestando breve reverencia.

Ana – Aquele ao lado de Gaia é Fire. – Disse apontando.

Fire possuía escamas vermelhas e olhos vermelhos intensos seu cristal era de um vermelho levemente mais claro.

Fire prestou breve reverencia e sorriu.

A essa altura eu já estava mais calmo.

Ana – Ao lado de Fire, Magmus – Disse apontando.

Magmus era igual à Fire exceto pelos olhos que eram de um amarelo incandescente bem como seu cristal.

Prestou breve reverencia.

Ana – Do lado esquerdo aquele é Great – Disse apontando o dragão do lado esquerdo na cadeira ao lado da sua.

Great era cinza claro com olhos de um tom cinza ainda mais claro, quase branco, seu cristal era da mesma cor.

Great prestou breve reverência.

Ana – Ao lado, Ice.

Ice era igual a Great exceto pelos olhos azul marinho.

Ice prestou breve reverencia.

Ana – Ao lado Iron.

Iron era cinza com os olhos marrons assim como seu cristal.

Iron presto breve reverencia.

Ana – E por ultimo, mas não menos importante, Earth.

Earth era verde com os olhos também verdes e o cristal da mesma cor.

Ana – Ah esqueci-me do Touro – Disse girando a cadeira em direção ao computador – Touro você me ouviu, venha cá logo! – Disse meio brava.

Touro – Mas que saco! Não posso nem... – Ele para de falar meio assustado, eu então nem se fala.

A minha frente estava uma espécie de mino-touro andando em dois cascos, possuía olhos vermelhos brilhantes e incandescentes sem pupilas, um par de chifres grandes em L e no lugar das patas dianteiras mãos, possuia um couro groso e um pelagem curta e brilhosa preta por todo o corpo.

Touro – Grande Supreme, Peço mil perdões por minha insolência – ele se ajoelha me reverenciando, tá, isso ta virando mania, e eu não gosto disso pensei.

Rafael – Tu... tudo be... bem – Disse meio assustado, nunca tinha visto criatura parecida e mais assustadora, os olhos vermelhos me causavam calafrios.

Ana – Bom Touro já que não tem nada para fazer de melhor não é, por que não leva o Rafael para conhecer o resto da Central e também vesse acha a Áqua e o Sun que o Rafael não os conheceu.

Touro – Po... pode dei... deixar – com isso deu um meneio de cabeça para o elevador.

O segui então entramos no mesmo, Touro deu um sorriso.

Touro – Bom, por onde quer começar.

Rafael – Você é que sabe – Disse olhando para baixo.

Touro – Ei, não precisa ter medo garoto eu não mordo – olhei para ele e sorri. – Bom que tal começarmos por suas perguntas? – assenti com um sorriso.

Rafael – Que nave é essa? – touro sorriu.

Touro – Essa é a Central Atlantis a nave mais poderosa desta dimensão – ele sorri – outra pergunta? – eu sorri meio incrédulo com a naturalidade que ele dava a informação.

Rafael – Qual o tamanho dela?

Touro abriu um largo sorriso com a pergunta, dava para ver que ele adorava explicar, mas não tinha para quem.

Touro – Infinita.

Rafael – Mais isso é impossível! Toda nave tem fim. Não tem? – Perguntei indeciso.

Touro – A Central não, ela foi criada dentro de um vórtice Dimensional, e antes que pergunte o que isso quer dizer, e que ela É outra dimensão. Próxima! – Disse com um sorriso.

Rafael – Como funciona e qual a fonte de energia dela. – Perguntei com os olhos brilhando ele ri.

Touro – A Central Atlantis foi feita em Arzum, uma metal não magnética muito mais forte do que titânio, leve como alumínio e que não enferruja como ouro, mas com a capacidade de passar uma corente eletromagnética continua, criando um campo eletromagnético tão poderoso que é capaz de interferir com o campo eletromagnético de planetas e estrelas, assim sendo repelida e podendo flutuar e voar. E quanto à fonte de energia – nisso aporta do elevador se abre saímos e numa espécie de sala arredonda com uma capsula imensa no meio dela, esta emitindo um brilho tão intenso que tive que tampar meus olhos, da capsula também se ouvia um zunido baixo. – Isso é um reator eletromagnético ou como gosto de chamar reator E.M; ele produz uma quantidade incalculável de energia, a central possui 7 desses espalhados por ela.

Voltamos para o elevador.

Rafael – Mas como um reator eletromagnético funciona. – Touro deu um sorriso ainda mais largo, Realmente ele gosta de explicar pensei eu.

Touro – Os reatores E.M. Possuem uma serie de ímãs modificados, estes estão posicionados com os polos opostos um contra o outro, o choque de energia positiva contra negativa cria um Vórtice eletromagnético, assim como o que criou esta dimensão, mas graças a algumas modificações somos capazes de absorver a energia do vórtice sem correr riscos. – Olhei incrédulo, ele sorriu. – Sim isso é uma fonte sem fim ou gastos de energia, vocês humanos ainda estão longe de tal tecnologia.

Rafael – E você, você é um Mino-touro ou Mino-tauro? – Ele fica serio.

Touro – Não vamos falar sobre isso – Falou seco, realmente ele não iria tocar naquele assunto – Mas que tal continuarmos, ainda há muito a ver. – Ele sorri.

O elevador se abriu e saímos em um hangar espaçoso com três veículos. Eles eram em formato de retangular e flutuava a 30 cm do chão cada um com mais o menos 8X5 de tamanho, e cada um dos 8 cantos dos veículos possuía uma arma esquisita e grande, e era feita do mesmo metal alaranjado, o tal Arzum.

Touro se aproximou de um deles e nisso uma porta em formato de losangulo se abrindo para fora cortando a forma ao meio a parte de baixo virando 3 degraus saindo em direção ao chão e a de cima virando uma espécie de teto/toldo.

Entramos no veiculo e tomei um grande susto apesar de parecer pequeno por fora ele muito maior por dentro Touro sorriu ao ver minha cara.

Touro – Arisca um palpite – Perguntou esperando resposta.

Pensei um pouco e sorri.

Rafael – Vórtice Dimensional – Ele sorri.

Touro – Você aprende rápido garoto, essa é a Super 5 – disse se referindo a nave.

A nave possuía por dentro um espaço com o dobro do tamanho do de fora, ou seja, 16X10. Este sendo muito bem equipado. No meio da nave uma espécie de mesa quadrada com uma serie de hologramas azuis, no lado da porta e do oposto, sofás vermelhos de couro e o chão era acarpeta em azul o teto metálico laranja, que novidade mais laranja, pensei rindo por dentro. Indo para aparte a frente via se um compartimento fechado touro se aproximou de uma porta igual de entrada da nave só que esta possuindo um painel, touro levantou o braço revelando uma espécie de relógio esquisito ele então o passou pelo painel rapidamente.

O relógio além de ter a cor já mencionada tantas vezes, possuía um visor liso cristalino fino e largo e se fechava nua pulseira de metal também laranja fosco, mas parecia não ter fecho, era continuo.

Computador – Cientista chefe, Credenciais confirmadas: Seja bem vindo Mestre Touro – A Voz era grosa e assustadora e me parecia ser dita por 3 criaturas com vozes iguais ao mesmo tempo.

Segui touro entrando em um cômodo pequeno com duas cadeiras de couro preto com um computador semelhante ao do Comando Central. De frente a cada cadeira um par de manches semelhante aos dos helicópteros.

Touro – E então o que achou da nave? – Meus olhos brilhavam com a visão daquele lugar.

Rafael – É maravilhoso, único, estupendo;............ – Não me lembro do resto que falei às vezes exagero.

Touro – Que bom que gostou, uma destas será sua no futuro. – abri um largo sorriso pensando naquela possibilidade.

Saímos da nave esta se fechado e voltamos ao elevador.

Rafael – O que você faz na Central. – Perguntei não resistindo mais àquela pergunta.

Touro – Cientista chefe (N/A: é o único XD) – Olhei ainda sem entender – Criação de armas, robôs, desenvolvimento de naves, entre outras funções.

Rafael – Cara que demais quero ser que nem você quando crescer – Eu era meio nerd (e ainda sou) e meio precocemente amadurecido.

Touro só sorriu.

Um pouco depois saímos em uma espécie de imensa sala de produção de robôs, um fabrica, e estava a todo vapor, estávamos em uma espécie de plataforma de metal alaranjado em volta maquinas esquisitas esteiras funcionavam aceleradas produzindo robôs.

Touro – esta é a fabrica de Robôt 1, temos mais duas destas, ela produz uma media de 1000 robôs ao dia. – olhei impressionado.

Voltamos ao elevador e desta vez saímos em uma espécie de labirinto de corredores, Que ótimo mais corredores, Pensei já cansado.

Andamos muitooooooooooo por muitooooooooooos coredores eu já estava ficando cansado até pararmos enfrente a uma porta grande esta se abrindo em X.

Touro – Este é o Centro de treinamento – disse passando a porta eu o seguindo.

A nossa frente estava mais um coredor, pra variar pensei, o coredor era mais estreito que os demais que já víamos pegado possuía portas dos 2 lados distantes umas das outras uns 10 metros. Andamos mais um pouco e Touro parou diante de uma porta escrita em uma tela digita “Treino Supra Elemental: ÁquaXSun.

Touro – Como imaginei – Disse com um sorriso.

Passou seu relógio pelo painel ao lado da porta e esta se abriu para cima, entramos em uma sala retangular pequena escura, no canto a direita via-se um computador igual ao da nave, com um robô mexem do neste.

Robô – Mestre Touro devo parar a simulação? – Perguntou com uma expressão de duvida em sua tela no rosto.

Touro – Não, quero que o garoto veja. – touro apontou para frente e nisto a parede se abriu em uma Janela revelando um grande sala branca as paredes e tudo mais feitos de quadrados 1X1 possuindo a sala de 10X10 metros, dentro vi 2 dragões se olhando sérios de um lado via-se uma Drogonessa de escamas brancas com olhos azuis e um cristal também azul, e de outro um Dragão de escamas brancas, mas de olhos vermelhos claros bem como seu cristal.

Rafael – Quem são? – perguntei curioso, Touro estava ao lado do robô de braços cruzados olhando os dois se encararem.

Continua....

Notas finais
espero que tenham gostado até a próxima. :)