Titã Supremo: Destinity

1 Capítulo 1 - Festa e... Invasão?!


Notas iniciais
É minha primeira historia espero que gostem. :) (Modificado em 26/05/2014)

A mansão de minha família ficava na cidade de Wonderland, localizada em uma ilha com formato de flecha que ficava no litoral de São Paulo. A cidade possuía 10.000.000 de habitantes e era muito famosa por se uma cidade utópica, possuindo um IDEB (Índice de Desenvolvimento Escolar Brasileiro) três vezes acima do nível nacional. Hospitais com equipamentos de ponta, e médicos capazes e motivados, as filas de espera não passavam de 5 minutos, a onde você poderia desfrutar de acessar a internet nos Notebooks cedidos pelo hospital, tudo mantido com dinheiro da verba municipal (depois explico como isso é possível).A policia conseguia manter o crime organizado fora de ação, graças aos inúmeros equipamentos de ponta e treinos realizados também pela administração municipal, (como disse antes depois eu explico como isso é possível) em fim a cidade era uma verdadeira Utopia de tão perfeita sem: fome, crime, doença ou qualquer outro problema. Isso é claro não era mantido com só os impostos dos cidadãos da cidade, na verdade 90% das verbas para tudo isso vinham das três famílias mais ricas da cidade, Família Rocha (a minha) a Família Silva que a muito aviam morrido

Tudo Começou...

Em Wonderland, localizada em uma ilha com formato de flecha que ficava no litoral de São Paulo. A cidade possuía 10.000.000 de habitantes e era muito famosa por ser uma cidade utópica, possuindo um IDEB (Índice de Desenvolvimento Escolar Brasileiro) três vezes acima do nível nacional. Hospitais com equipamentos de ponta, e médicos capazes e motivados, as filas de espera não passavam de 5 minutos, tudo mantido com dinheiro da verba municipal. A policia conseguia manter o crime organizado fora de ação, graças aos inúmeros equipamentos de ponta e treinos realizados também pela administração municipal, em fim a cidade era uma verdadeira Utopia de tão perfeita sem: fome, crime, doença ou qualquer outro problema. Isso é claro não era mantido com só os impostos dos cidadãos da cidade, na verdade 90% das verbas para tudo isso vinham das três famílias mais ricas da cidade ou como eram chamadas “Famílias Matriarcais” por serem as mais antigas e de tradição da cidade, Família Rocha (a minha) a Família Silva que a muito aviam morrido e deixado tudo para seu fiel mordomo Robert, com a única condição de que fossem feitas continuas doações de dinheiro à cidade, e a Família Moreira.

Minha família (Família Rocha) a via migrado na época das grandes navegações e se estabelecido nesta ilha que prometia se tornar uma das maiores jazidas de minério de ferro do mundo, com o tempo a promessa virou realidade, minha família ficou rica minerando ferro nas montanhas ao norte da ilha, sendo dona da Rocha Minérios considerada a maior na extração de ferro e também dona da Rocha Incorporadora e Construtora, a maior construtora da cidade, responsável pela construção e venda de mais de 60% dos prédios da cidade, eram as maiores em presas no ramo na cidade, mas não as únicas, e a concorrência é bem grande.

A Família Silva avia migrado da Inglaterra por volta de 1600 possuindo descentes que sempre seguiam o oficio de família: A Advocacia, no Brasil enriqueceram ao montar um pequeno escritório de advocacia a Silva Advocacia e Contabilidade, com o tempo a empresa cresceu ganhado ao longo dos anos muitos prêmios internacionais como melhor no ramo, contando com mais 100 funcionários era uma das maiores no ramo no mundo, e mais recentemente abrindo uma área de contabilidade na qual apesar do pouco tempo no ramo já se destacava.

A Família Moreira descendente de Escoceses avia migrado depois da aquisição de terras na até do Rio Grande do Norte por volta 1700, e atualmente possuía muitas fazendas na região norte, a onde além do cultivo de hortaliças sem o uso de agrotóxicos também são criados os melhores e mais gordos bois de corte do país.

A Mansão de minha família ficava no extremo Sul da cidade já na até da floresta, possuindo uma praia particular e sendo o maior terreno da cidade 500MX500M cercada por um muro de 5 metros de altura que rodeava todo terreno (é certo pelo lateral direita que are um aceso direto com a floresta) todo tomado por trepadeiras. Á entrada consistia de um portão duplo feito em ferro forjado com um R dividido entre os dois portões, estilizado assim: R, do lado direito via-se uma guarita de 2X2 branca equipada com uma cadeira e uma mesa com computador, onde um guarda estava sempre atento a tudo que acontecia pelas câmeras espalhadas pelo perímetro do murro.

A estrada em direção à mansão possuia duas faixas sendo feita de paralelepípedos e possuindo uma extenção de 200 m. Dos dois lados da pequena estrada via-se serie de prédios de dois andares, entre estes estavam estábulos, uma piscina olímpica, uma grande garagem coberta com todos os tipos de caros e motos, todos os prédios feitos tons de branco.

Bem no centro do terreno via se uma imponente e grande mansão de dois andares em arquitetura com algo de um palácio romano todo branco e com grandes colunas de sustentação para a fachada. A entrada consistia de uma escada branca em formato de arco, os corrimões lisos e largos se fechando para dentro em forma de espiral sendo sustentados por pequenas colunas dando ao conjunto 1,50 de altura, tudo em mármore branco, que davam para uma varanda de 4X8. A varando era equipada do lado esquerdo com cadeiras feitas em couro branco com pernas de madeira, e do direito via-se uma cadeira de balanço ao canto e uma mesa de xadrez encostado a parede da casa com duas cadeiras de madeira de lei, do lado da cerca que delimitava a varanda do jardim via-se uma mesa branca de tamanho médio para café da manha com quatro cadeiras iguais a da mesa de xadrez, e em frente via-se um chamariz a jorrar água em espirais em direção ao céu que, a entrada da casa consistia de duas portas maciças de carvalho vermelho com dois vasos contendo pequenas árvore, estas davam para uma pequena sala espaçosa com 2 sofás brancos de couro com extremidades junto postas formando um L, na frente dos sofás uma mesinha de centro de madeira com tampo de vidro, na parede um raque gigante a parte de baixo em uma pequena prateleira equipada com um aparelho de DVD e acima em uma prateleira maior em altura um som bem potente com caixas espalhadas pelo cômodo, a parte de cima do raque consistia de uma coluna CD’s do lado esquerdo e de DVD’s no direito e entre as duas presa a parede uma TV de plasma de 50 polegadas logo atrás dos sofás uma escada com as mesmas características da que levava a varanda só que feita em madeira e atapetada em vermelho levando ao segundo andar, na parede da porta na direção dos sofás uma grande janela em arco coberta por uma cortina branca permitindo a entrada da luz do sol, do lado da escada uma porta que dava para uma cozinha equipada com fogão industrial e uma geladeira inox, uma bancada de mármore preto no centro ao lado fogão na parede contraria a porta a pia de cuba de alumínio com a bancada mesma feita em mármore preto com a geladeira logo ao lado, na parede do lado direito uma mesa com tampo de mármore branco e com quatro cadeira de ferro, três armários nas paredes todos na cor branca. Na parede direita uma porta que dava para sala de jantar longa de 5X18: equipada com uma enorme e larga mesa de madeira de lai possuindo um designer Vitoriano com cadeiras no mesmo estilo, o chão possuía um carpete azul claro, e nas paredes do cômodo uma serie de armários no mesmo estilo da mesa com conjuntos de lousas de todos os tipos, formatos e tamanhos e as paredes em um tom bege claro. No final do cômodo uma porta que dava para sala de estar, ao lado da escada do lado direito e esquerdo duas portas com laterais em vidro com desenhos em vidro fume de espirais e flores estas dando para uma grande piscina branca, na borda da piscina no lado contrario as portas três espreguiçadeiras em couro branco com pés prateados cada uma com um guarda sol ao lado. Voltando a sala de estar e se subindo as escadas vi a se um coredor longo e largo para os dois lados varias portas, cada uma dando para um quarto. As paredes eram feitas em madeira dando um toque antigo que era complementado por alguns moveis que compunham um estilo muito aconchegante.

Bom mais indo aos fatos: se bem me lembro, tudo começou no meu aniversario de 8 anos. Nessa época possuía cabelos curtos castanhos e olhos verdes claros. Minha família como sempre avia planejado uma festa para alta classe, (pra variar) aviam sido convidados grandes figurões como nosso prefeito, deputados e vereadores além das famílias dos meus amigos da escola, afinal de contas a festa era minha.

A festa avia sido monta na mansão da minha família, o que era bem raro já que tínhamos um belo salão de festas a nossa disposição, mas por ser uma festa mais intima (meu aniversario) ficaria melhor. A festa foi de tarde, a sala de estar tinha ganhado uma mesa com pano de seda branca encostada a janela ao lado dos sofás abarrotada de comidas para adultos e para crianças, da cozinha saiam garçons com badejas em mãos algumas bebidas (refrigerante para nos crianças e Champanhe para os adultos) e comidas (camarão, caviar Carapé para os adultos e salgadinhos para nos crianças) estes dois sendo levados a pessoas para se servirem.

Na piscina vários de meus amigos brincavam descontraidamente (guerra D’água, mergulhar entre outras).

Eu já avia me divertido e estava fazendo “social” com meus pais.

Eu usava Roupa social

? – Mas como esse garoto cresceu – Disse o prefeito Roberto com um sorriso.

Minha mãe Ana sorriu.

Minha mãe era baixa possuía um 1,70 pele clara e olhos e cabelos pretos longos até as costas, e usava um vestido vermelho.

Ana – Eles crescem tão rápido – Disse secando uma lagrima.

Meu pai Luiz riu.

Meu pai era alto possuindo 1,80 cabelos castanhos claro e olhos da mesma cor, usava um terno social preto.

Luiz – Sempre emotiva – Minha mãe rapidamente sacode a cabeça se recompondo.

Rafael – Mãe posso brincar com meus amigos? – ela Sorriu.

Ana – Claro filho – Se curvou me abraçando e me dando um beijo na bochecha, logo depois sai corendo em direção à piscina.

Chegando lá olhei em volta procurando Felipe, ele era meu melhor amigo desde jardim de infância. Vi ele saindo da piscina em minha direção, ele sorri.

Felipe – Como estava lá dentro?

Felipe possuía cabelos pretos e olhos azuis e usava uma sunga vermelha

Rafael – Chato! – Respondi automaticamente.

Felipe – Era de se esperar um bando de adultos conversando – Disse me fazendo rir.

Rafael – Que tal irmos nadar? – Perguntei sorrindo.

Felipe – Só se for agora – Sai corendo.

Não perdi tempo comecei a arrancar minha roupa corendo e tropeçando em direção à piscina me joguei quase ao mesmo tempo em que Felipe na Piscina (já estava de Sunga), emergir do fundo rapidamente, mas Felipe não avia emergido, olhei para todos os lados e não o encontrei em lugar nenhum, comecei a procurá-lo desesperadamente.

Rafael – Felipe! – Será que ele bateu a cabeça no fundo? Pensei e sem perder tempo mergulhei, mas nada dele, mas nisso quando estava quase emergindo senti alguém forçar minha cabeça para baixo sorri com isso Felipe e suas brincadeiras, pensei, rapidamente com a respiração ainda presa agarrei o pé dele e o puxei para baixo emergindo o forçando para baixo.

Rafael – Não é legal quando o feitiço vira contra o feiticeiro né?

Felipe – Com certeza não – Olhei para o lado sem para de empurar quem quer que fosse para baixo.

Rafael – Calma ai se não é você – Disse apontando – quem estava me empurrando para baixo, quem era?

Felipe – Com certeza a pessoa que esta quase se afogando – Falou tranquilamente me fazendo parar de empurrar quem quer que fosse para baixo meio preocupado.

Rapidamente emergiu uma garota de 15 anos cabelos pretos até as costas com um conjunto de maio azul. Ferro! Pensei

? – Se ta loco? Quase me mato afogada! – Explodiu avançando em minha direção.

Levantei as mãos tentando acalma-la e recuando.

Rafael – Calma foi um mal entendido.

? – Mal entendido uma ova. – A é esqueci-me de falar, esta que iria me matar com toda com certeza é minha irmã mais velha (por 7 anos) Vitória.

Felipe – Vitória calma, o Rafa penso que tinha sido eu que.... – Ela o corta enfurecida.

Vitória – Cala boca, e sai da frente o quatro olhos, – Felipe usa óculos (não na piscina) – meu assunto é com ele – Aponta Para min.

Felipe – Esse eu não quiser sair – todas as outras crianças que estavam na piscina param para olhar, Vitória não tinha a melhor das famas na escola.

Vitória – Então eu vou ter o prazer de te tirar a força. – Olha ameaçadora.

Felipe – Então quero ver você me tirar – Olhar ameaçador (que não adianta de nada) Ele ta querendo morrer? Pensei preocupado.

Vitória – Você com certeza é muito audacioso, mas muito pouco esperto. – ela vem na direção de Felipe estralando as mãos.

Mas na ora que ele ia apanhar, ouviu se uma grande explosão que parecia vir de além dos muros da Mansão Rocha.

Nos três (eu, Felipe e Vitoria) nos entre olhamos rapidamente e olhamos as outras crianças assustadas.

Rafael – Não se Preocupem nos vamos lá ver o que aconteceu – falei alto fazendo todos ouvirem.

Rapidamente saímos da piscina nos enrolando em toalhas indo para sala onde a festa avia parado.

Aproximei-me de meus pais que estavam no interfone que ficava ao lado da porta de entrada, o resto dos convidados estavam na varanda tentando ver o que acontecia olhando ao longe o portão da mansão.

Ficamos os três atentos ao lado de meus pais.

Ana – Como assim, isso só acontece lá para o centro da cidade! – Disse pelo interfone exaltada.

Guarda – Eu sei senhora, mas parece que “eles” resolveram atacar a mansão. O que eu faço? – Perguntou o homem do outro lado interfone visivelmente assustado.

Ana – Não o deixe entrar! – Gritou exaltada.

Guarda – Sim senhora, ela disse para não o.... – Ouviu se outra grande explosão, o interfone avia ficado chiando.

Luiz – Vocês três tirem todos da Piscina e os levem para a praia, entendido? – Perguntou sério.

Todos assentimos meio preocupados.

Meus pais se juntaram aos de mais convidados na varanda.

Nos três coremos para piscina e tiramos todo mundo. Rapidamente explicamos para onde estávamos indo, Vitória foi correndo na frente sendo seguida pelos de mais com eu e Felipe no final do grupo.

Fomos pelo lado esquerdo da casa ao passarmos pelo fim da lateral indo em direção ao pequeno portão que dava para nossa praia particular, olhamos em direção ao jardim perto da casa, os Portões de ferro da entrada da mansão aviam voa alto acaido com violência esmigalhando o imponente chafariz da entrada estavam caídos a menos de um metro da casa meio retorcidos. E no lugar onde estavam uma imensa nuvem de poeira.

Rafael – Meu Deus são “eles” mesmo? – Perguntei meio assustado, Felipe engoliu em seco.

Felipe – Bom só “eles” conseguiriam lançar um portão de ferro pesado como esse a mais de 200 metros. Então sim só podem ser “eles”. – Apertamos o passo chegando ao portão que dava a praia, e vimos todos pararem. Avançamos abrindo caminho pelo meio das outras crianças conseguindo chegar ao portão, lá vitoria puxando um cadeado ferozmente tentando abri-lo.

Vitória – Abre Droga!! – Grita furiosa – então não vai abrir por bem não é, então toma – Furiosa acerta um soco no cadeado com toda força – ai – Disse sacudindo a mão com dor. Olhei para o cadeado que avia aberto. Agora acho que entenderam porque morro de medo dela.

Felipe – Pelo menos abriu – Vitória parou de apertar a mão com dor e lançou um olhar assustador contra Felipe, que ficou extático.

Vitória – Passa para lá antes que eu te mande para UTI! – Gritou furiosa, ele passou corendo sendo seguido por eu e os demais. Vitoria passava quando vi uma bola de fogo cortar o céu descrevendo trajetória de arco e acertando a fachada da mansão a destruindo, Vitoria olhou para Eu e depois de um breve sorriso e depois bateu a porta ficando do outro lado do portão e logo depois fechou o cadeado.

Rafael – Vitoria o que você ta fazendo, você pode se machucar – Disse preocupado, Ela Sorriu.

Vitoria – Não se preocupe maninho eu vou voltar, só que com o papai e mamãe. – e Saiu corendo em direção à mansão, a essa altura a mansão era atacada por varias bolas de fogo, destruído toda a mesma. Minha Irmã iria entra, no mesmo momento que ela entrava uma bola de fogo acerta a varanda a jogando a longe para dentro da casa.

Rafael – Nãoooooooo Vitória! – me agarrei ao portão pronto para pula-lo, Mas antes que conseguisse fui puxado por Felipe – Me solta Felipe eu vou lá e você não vai me impedir! – tentei me soltar, mas ele era forte.

Felipe – Não, você vai ficar aqui que é seguro, além do mais não acho que ela tenha se machucado, não foi um impacto direto. – Tentou me acalmar.

Me soltei dele e concordei.

Rafael – Você deve ter razão ela deve estar bem – nisso ouvimos os zunidos das bolas de fogo Cesar.

Fui junto de Felipe ao portão quando olhamos a mansão em chamas bem como o jardim.

Rafael – “Ele” foi embora? – Perguntei olhando para Felipe.

Felipe – Parece que... – Fomos interrompidos pelo muro que separava a praia da mansão sendo explodido, eu Felipe fomos mandados longe. Por sorte as outras crianças estavam mais para perto da água, mas se assustaram ao ver tamanha explosão.

Me levantei com certa dificuldade estava com avista embaçada e os ouvidos zuniam, uma nuvem poeira avia se levantado da explosão dificultando ainda mais a visão e respiração.

Quando a poeira começou a baixar pude ver Felipe no chão inconsciente.

Rafael – Felipe! – Corri com certa dificuldade para ver se ele estava bem.

Peguei o pulso dele vendo a pulsação e vendo que ele estava bem, ele não parecia ter quebrado nada com o impacto, logo ele acordaria.

? – então é você o “Grande supreme” – Ouvi uma voz grosa e alta vindo do que restara da nuvem de poeira.Me levantei meio assustado, Afinal de contas não era todo dia que você ficava cara a cara com “Eles”.

Rafael – Quem é você e o que você quer aqui. – perguntei de maneira firme.

Nisso vi um Borrão Vermelho Amarelo e preto, este me levantou no ar pelo pescoço.

? – Meu nome Lisius e quero sua vida – Disse com um tão de pura maldade apertando mais meu pescoço.

Continua....

Notas finais
Até o próximo. :)