Titanic - A Garota Congelada
10 Capítulo Dez
Notas iniciais
Muito obrigada a linda da GiovannaAraujoBlack pela linda recomendação! Muito obrigada mesmo! Foi minha primeira recomendação na história, muito obrigada! :D
Continuem dizendo o que estão achando da história!
Bem, é isso, obrigada por tudo e aqui está o capítulo dez!
Espero que gostem
Boa leitura :)
19 de janeiro de 2013 – 20:37 – Residência dos Klavy, Queens, Nova Iorque
–O que você vai fazer com ela? – perguntou Peter calmo, por enquanto, pela quarta vez.
–Eu já disse que você não precisa saber, meu filho. – respondeu Klavy.
–Não ouse me chamar de filho! Eu não quero ser considerado parente de um assassino! – gritou Peter e o velho deu uma risada sarcástica.
–Peter, Peter... O que você pensa que está fazendo? Me enfrentando? Você só tem a mim, Peter! Só a mim! – falou Philip.
–Eu vou te denunciar, seu velho asqueroso! Juro por tudo que é sagrado que eu ainda te ponho na cadeia! – gritou o jovem, batendo com tanta força na pequena mesa que chegou a quebrá-la.
–E com que provas? Você precisa de provas! – gritou o pai.
–Deixe-me ver... – Peter fingiu pensar – A sua secretária, que viu você matando muitas pessoas dentro daquele escritório.
–E você acha que ela vai trair minha confiança?
–Nunca se sabe! – Peter parou e uma coisa do passado vem a sua mente – A minha mãe! Ela é uma prova de que você é tão horrível que tem coragem de usar uma menininha de meses como cobaia!
–Isso é até que uma boa prova, mas onde você vai achar ela? Hein, me fala! Você tem bola de cristal?
–Eu procuro em tudo que é canto do mundo, afinal, eu tenho 18 anos, não preciso da permissão de NINGUÉM para ir viajar! – Peter falou e saiu da casa, batendo a porta com toda a força.
–Até lá, meu querido, Melissa já estará morta. – o homem cochichou.
19 de janeiro de 2013 – 21:17 – Residência dos Rynler, Brooklyn, cidade de Nova Iorque
–Pois não? – falou uma mulher loira, alta e magra. Ao ver Peter seus olhos se arregalaram. – Pe... Peter? É você mesmo? Meu Deus como você cresceu! – ela colocou as mãos no rosto do garoto, virando-o de um lado para o outro.
–É... Você... Pode parar por favor?! – a mulher o soltou e colocou a mão na cintura.
–Você não costuma vir aqui, o que aconteceu? – arqueou as sobrancelhas.
–Eu preciso da sua ajuda, urgentemente. – falou Peter e logo em seguida entrou na casa da mulher.
Marie Rynler, 43 anos, era madrinha de Peter. Eles não se falavam muito depois que sua mãe desapareceu, o mulher sabia para onde a outra havia ido, só que prometera que nunca ia contar para ninguém, então Peter ficou com um pouco de raiva dela. Tinha 2 filhos, gêmeos, com um ano de diferença de Peter, que era mais velho.
Peter se sentou no sofá e na poltrona a sua frente se sentou Marie, que o fitava.
–Então, você vai ou não me dizer o que está acontecendo? – perguntou a mulher.
–Eu preciso saber o endereço da minha mãe. – falou ele.
–De novo isso, Peter? Eu já disse que não vou falar onde sua mãe está, eu prometi!
–Mas isso é questão de vida ou morte! Literalmente. – o moço se lembrou de Melissa, e logo em seguida uma dor invadiu seu coração. Jack. O jovem fica pálido, não lembra de tê-lo visto mais depois do grito de Melissa.
–Peter? Ta tudo bem? – perguntou a mulher.
–Hã? O que? Depois eu volto! – o jovem saiu correndo da casa da madrinha.
19 de janeiro de 2013 – 21:43 – De volta na Residência dos Klavy, Queens
–Philip! – gritou Peter, entrando no quarto do pai, que tomou um susto.
–Querido! Você voltou! – falou o homem, sarcástico. O filho pegou o pai pelo colarinho da camiseta, tirando-o da frente de seu computador.
–ONDE ESTÁ O JACK, SEU VELHO ASQUEROSO? – perguntou Peter, ou melhor, gritou Peter.
–Quem?
–O garotinho que estava com a gente! Comigo e com Melissa! Me diga, idiota! – falou Peter.
–Ah! O garotinho! Não sei, deve estar em algum orfanato por aí. – o menino ficou vermelho de raiva.
–PARA QUAL ORFANATO VOCÊ MANDOU ELE? ME FALA, VELHO! – gritou Peter.
–Para um orfanato bem longe de Nova Iorque. – o velho sorriu – Você não vai atrás dele, vai?
–Que se dane, não te devo satisfações! Para onde você mandou ele?
–Eu realmente não sei, meus guardas que o levaram. – o jovem ficou mais vermelho ainda e jogou o pai contra a parede.
– Se aconteceu qualquer coisa a esse garotinho eu juro que te mato! – saiu de sua casa, pegando o celular e ligando para a secretária de Philip.
19 de janeiro de 2013 – 22:17 – Duas ruas depois da casa de Peter, Queens.
–Quem é você? – perguntou um menininho que atendeu a porta.
–Meu nome é Peter, Peter Klavy. Você pode chamar seu pai, por favor? – respondeu Peter.
–Aham. – o menino foi para dentro de casa, gritou o nome de seu pai e logo em seguida um homem enorme apareceu.
–Pois não? – perguntou com sua voz grossa.
–É... Eu sou filho do seu chefe, Philip Klavy, sabe?
–Sim.
–Você precisa me dizer em que orfanato você e o outro guarda deixaram aquele menininho que estava comigo e com uma outra garota.
–Senhor Klavy falou que eu não poderia contar para ninguém, é sigiloso.
–Então, se pensarmos logicamente, eu também sou um Klavy, então me conte. – o homem pensou um pouco e logo concordou.
[..]
–Obrigado. Te recompensarei assim que puder, está bem? – falou o jovem saindo da porta da casa do guarda.
20 de janeiro de 2013 – 10:07 – Orfanato da cidade de Nova Iorque
Um orfanato bem longe de Nova Iorque, sei. Pensou Peter, assim que o taxista o deixou na frente do orfanato de Nova Iorque.
–Bom dia, o que deseja? – perguntou uma senhora, que estava na recepção do lugar.
–Eu queria ver... – Peter é interrompido por um grito vindo do corredor.
–PETER! VOCÊ VEIO ME BUSCAR! – o menininho pulou no pescoço do maior, que o abraçou.
–Sim, eu vim. – respondeu Peter, com um sorriso no rosto.
–Posso saber o que está acontecendo aqui? – só então os dois lembraram da presença da recepcionista.
Os dois explicaram tudo, e Peter conseguiu tirar Jack do orfanato.
–Para onde nós vamos? – perguntou o pequeno Jack, que estava de mãos dadas com Peter.
–Vamos descobrir onde minha mãe está. – respondeu Peter.
–Mas e Melissa?
–Para conseguir tirá-la das mãos de meu pai, vou precisar da minha mãe.
–Entendi...
20 de janeiro de 2013 – 10:43 – Residência dos Rynler, Brooklyn, cidade de Nova Iorque
–Você voltou... – falou Marie, assim que abriu a porta e viu que era Peter. – Quem é esse fofucho? Não me diga que é seu filho!
–O que? Não! Sou muito novo para ter filhos, Marie. – respondeu Peter, confuso;
–É que ele se parece tanto com você... – falou olhando para o garotinho.
–Enfim, vamos direto ao assunto. Você vai ou não me falar onde minha mãe está? – perguntou Peter e a mulher revirou os olhos como uma criança.
–Entre, Peter. – os dois entraram e se sentaram. – Primeiro me diga, por que você quer tanto saber onde sua mãe está?
Agora foi vez de Peter revirar os olhos como uma criança. O jovem explicou a história toda para Marie, que ficou indignada.
–Agora você pode me falar onde ela está? – perguntou Peter.
–Sua mãe que me perdoe por estar revelando onde ela está, mas ela está no Brasil, no estado de São Paulo. – respondeu a mulher —
–Muito obrigada, Marie. – falou Peter.
–Você vai para lá? – perguntou ela.
–Vou. – respondeu o jovem.
–Me ligue quando chegar lá, te darei o endereço certinho.
–Obrigada mais uma vez, Marie. – o jovem saiu da casa, seguido por Jack, e eles foram e direção ao aeroporto.
Notas finais
Não sei quando sai o proximo, amanhã é segunda e eu tenho aula, além do mais que tenho que ajudar minha mãe com meu irmão de vez e quando. Vou tentar postar lá para quinta-feira.
Espero que tenham gostado!
Beijos e até o próximo capítulo! o/o/
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