Notas iniciais
Oi gente! Voltei! Como estão vocês? Então... Só recebi dois Reviews até agora no capítulo dez, vocês não estão gostando da história? Por favor, eu preciso da opinião e incentivo de vocês! Mas mesmo assim obrigada a quem comentou o outro capítulo, Muito obrigada! :D
Geenteeee, vocês ficaram sabendo que um cara aí vai fazer um navio chamado Titanic II? Eu achei tão, tão demais! *-* Vai ter até homenagens aos passageiros do primeiro Titanic e, como o primeiro, não vai ter acesso a TV e provavelmente nem internet, para quem quiser ver a notícia, está aqui (AVISO: está em inglês, então se vocês quiserem coloquem no Google tradutor, mas eu vou colocar alguns trechos no meu perfil, achei muito demais isso!) --> http://www.usatoday.com/story/travel/cruises/2013/02/26/titanic-ii-will-be-built/1948935/?sf9931745=1
Então, sem mais delongas, aqui está o capítulo onze, espero que gostem!
Boa leitura!

20 de janeiro de 2013 – 11:11 – Centro de Pesquisas, Nova Iorque

-Então, como está nossa fugitiva? – perguntou Klavy, entrando no centro e tendo seu casaco tirado pela secretária.

-Nada bem, senhor. Ela não está aceitando nem um copo d’água se quer. Não estamos conseguindo injetar nada nela. – falou a secretária, colocando o casaco do homem em um lugar e logo em seguida dando um jaleco para o mesmo.

-Vou dar um jeito nessa menina. – o homem entrou em um enorme corredor todo branco com várias portas cinzas.

Andou um pouco até chegar em uma das últimas portas, onde dizia: Quarto 226 – Entrada apenas com autorização. O homem pegou um cartão do bolso do jaleco, passou em uma maquininha ao lado da porta e abriu-a.

-Sai daqui. – resmungou Melissa, mesmo sem ver quem era. A jovem estava sentada na cama, virada de costas para a porta cinza e cabisbaixa.

-Senhorita Overight! – falou o velho, o coração de Melissa disparou ao ouvir aquela voz.

-EU DISSE: SAI DAQUI! – ela gritou, pegou um copo d’água em cima da mesa e jogou contra o velho, que, por pouco, não é atingido pelo vidro.

-Ei, calma mocinha! – o velho falou, apertando um botão ao lado da porta, logo apareceram duas faxineiras, que limparam os vidros quebrados.

-O que você quer? – falou Melissa, secamente, se encostando-se à cabeceira da cama e abraçando suas pernas. – Se você veio tentar me fazer tomar algo, perdeu seu tempo, seu velho.

-Ei, me trate com respeito, garotinha! Sua vida agora está em minhas mãos, está bem? Qualquer coisinha que você fizer, por mínima que seja, eu posso te matar. – falou o homem.

-Peter nunca deixaria isso acontecer.

-Peter simplesmente sumiu do mapa, queridinha. E além disso, lembra aquele garotinho? Qual o nome de mesmo?

-O Jack?

-Isso! O pequeno Jack, então, ele está em um orfanato essa hora, sabia? – Melissa sentiu todo seu corpo gelar. Ela prometera que ele ficaria bem.

-Você está mentindo, seu idiota! – Melissa deu um pulo da cama e foi em direção ao velho, dando-lhe um tapa no rosto. O velho caiu no chão e colocou a mão sobre o lado que havia sido atingido, mas para Melissa, tudo ficou preto. Pela primeira vez conseguiram sedá-la.

-Ajuda, senhor? – perguntou uma moça, ajudando Klavy a levantar.

-Só gelo, preciso por alguma coisa aqui. – respondeu ele.

20 de janeiro de 2013 – 17:03 – Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, Brasil

-Alô? Marie? – Peter estava tentando ligar para sua madrinha.

-Alô? Peter? Já chegou? – a mulher respondeu.

-Sim, já cheguei sim. Pode me dizer o endereço?

-Pegue um táxi, o endereço é Rua Caminho do Pilar, Santo André. É um prédio ao lado do Shopping ABC.

-Está bem, obrigado.

-Por nada, querido. Se cuide. – Peter desligou o telefone.

-Peter... – falou o pequeno Jack, se aproximando do maior, que se agachou para ficar na altura do menino. – Eu estou com sono... – o menininho esfregou os olhos, Peter o pegou no colo e logo Jack estava com a cabeça encostada no ombro de Peter.

Os dois entraram no táxi e logo estavam a caminho da casa da mãe de Peter.

20 de janeiro de 2013 – 18:13 – Rua Caminho do Pilar, Santo André

-Por favor, o senhor saberia me informar o número do apartamento da Senhora Katheryn Lyvey? – perguntou Peter ao porteiro do prédio.

-Quem deseja? – perguntou o porteiro.

-Fala para ela que é o Peter, filho dela. – respondeu o garoto.

Dois minutos depois o portão se abriu e Peter entrou no prédio, seguido por Jack.

Entraram no elevador e Peter deixou Jack apertar o botão de número 7, logo estavam no andar, onde haviam duas portas apenas, uma de cada lado.

-O porteiro falou que era o apartamento número 71. – falou Jack, enquanto Peter estava apenas parado no meio do corredor, encarando o chão.

-Hã? – perguntou Peter, confuso. – Ah é! – Peter foi em direção a porta, mas antes mesmo de tocar a campainha, ela se abriu.

Os dois ficaram se encarando ali, parados feito estátuas. A mãe de Peter, uma bela mulher, com cabelos pretos e compridos, olhos verdes e pele branca, o olhava com lágrimas nos olhos. Os dois estavam finalmente se vendo novamente.

-Peter... – a mulher abriu os braços e Peter foi para eles, os dois se abraçaram de modo tão amoroso, como se precisassem urgentemente do abraço um do outro.

-Mãe... – Peter olhou nos olhos de sua mãe, uma lágrima escorreu por seu rosto.

-Meu querido, entre. – a moça abriu passagem para o filho

-Peter? – Jack chamou-o, e logo o jovem tinha voltado.

-Quem é esse pequeno? Não me lembro de ter netos... – falou a moça, brincando com o filho.

-Não, ele não é meu filho. Ele é... Depois que eu entrar eu te explico tudo direitinho, mãe... – os dois entraram.

20 de janeiro de 2013 – 18: 27 – Centro de Pesquisas, Nova Iorque

Melissa abriu lentamente seus olhos, a luz forte dificultava um pouco o ato. Era a mesma cena de dias atrás, quando ela acordou quase 101 anos depois. A única diferença é que várias coisas estavam injetadas em seu braço e ela estava, dessa vez, presa a cama.

Sua impressão é que ela estava congelada novamente, sem poder se movimentar. Um flashback de tudo que ela passara no navio volta a sua mente. A entrada, seus pais, sua irmã, pequena na época, uma festa, o anúncio de um casamento forçado para Melissa, um iceberg, sua irmã aos prantos.

A única coisa boa que aquele naufrágio causara é que Melissa não precisaria se casar com ninguém, apenas se ela quisesse. Então uma pessoa especial vem a sua mente. Peter. Será que ele estava mesmo fora do mapa? Ou estava fazendo de tudo para tirá-la de lá? Uma lágrima escorre por seu rosto, provavelmente nunca mais sairia de lá, morreria jovem, nunca mais veria Peter, ou Jack.

20 de janeiro de 2013 – 20:07 — Residência dos Rynler, Brooklyn, cidade de Nova Iorque

-Pois... – Marie se assusta ao ver quem era em sua porta – O que você está fazendo aqui?

-Você tem duas opções: Me contar onde está Peter e Katheryn ou morrer. Você escolhe.

20 de janeiro de 2013 – 20:13 – Apartamento da mãe de Peter, Santo André, Brasil

-Então que dizer que... – Katheryn é interrompida pelo celular de Peter tocando.

-Oi, Marie, pode falar. – Peter atendeu o celular assim que viu que era sua madrinha.

-Pe...Peter... – alguém cochichava no telefone, e não era a voz de sua tia.

-Quem é? – perguntou Peter, suspeito.

-Sou eu, Mike. Lembra de mim? Filho da Marie...

-Aconteceu alguma coisa?

-Seu pai venho aqui em casa pedindo uma informação para minha mãe e... – ouve-se uma porta batendo, algo caindo e um grito masculino. – Alô? Peter, meu filho! Como está aí no Brasil? Sinto em lhe dizer que sua madrinha e a família dela estão todos mortinhos da silva! Ou você aparece logo ou a outra pessoa que eu tenho certeza que você ama muito morrerá, você escolhe!

Peter arregalou os olhos. Por um rápido momento tentou lembrar quem mais ele amava e estava nas mãos de Philip, então se lembrou do motivo de sua vinda para o Brasil. Melissa. Peter jogou o celular contra a parede, quebrando-o.

-Peter? O que aconteceu? – o pequeno Jack, que até então estava dormindo, acordou um tanto quanto assustado.

-É filho, aconteceu alguma coisa? – perguntou a mãe, preocupada.

-A gente precisa voltar para Nova Iorque o mais rápido possível! Eu não posso deixar aquele velho asqueroso por aquelas mãos sujas na Melissa mais! Não posso! – Peter falou se levantando.

-Calma, Peter! Agora está muito tarde! Amanhã bem cedo nós vamos e eu juro te ajudar a por aquele idiota na cadeia.

Notas finais
E aí? Gostaram? Odiaram? Me digam!
Não sei quando sai o proximo capitulo, quem sabe no final de semana? Vou tentar postar o mais rápido possivel...
Gente, não sei se isso é bom ou ruim, mas acho que a história já está quase acabando... ACHO que faltam 3 ou 4 capítulos mais um epílogo... Mas lembrando que não é certeza, ok?
Espero que tenham gostado! E por favor, comentem! Preciso saber o que estão achando da história, e se quiserem recomendem... Muito obrigada por tudo!
Beijos e até o próximo! o/o/