Titã Supremo: Destinity
15 Capítulo 15 - Cérbero O Mastim Infernal - Parte 2.
Notas iniciais
A Armadura robótica de Cérbero era o que avia de mais avançado em tecnologia criada por Touro. Com capacidade para aguentar forças destrutivas superiores a 1000 vezes as bombas de Hiroshima e Nagasaki juntas. Além de equipado estar equipado com raios: leizer, desintegrado de matéria; canhões de fusão além de um reator eletromagnético ainda em faze de testes (do qual não posso falar).
Mas Voltando a Historia...
Telequix encarava seria Cérbero, que parecia se divertir com tudo aquilo.
Num movimento quase sincronizado, os dois partem para o ataque.
As placas das abaixo dos pés da armadura robótica de Cérbero ganham um brilho alaranjado.
Inacreditavelmente, Cérbero leva uma sequencia rápida de socos sendo lançado para trás.
Sem deixar chance de reação ela acerta um chute o mandando com velocidade de encontro com o teto. A armadura se choca e sem reação volta ao solo com um choque violento.
Eu olhava a cena incrédulo. A Dragonessa de 3 metros acabara de dar uma bela surra na poderosa armadura de 20 metros de altura. De certa maneira até que não era algo tão anormal.
Quando dois Dragoninos se tornavam companheiros, um vinculo mental e espiritual era criado os permitindo até se comunicar pelo simples olhar de maneira precisa. Pelo convívio com Áqua e Sun, eu mesmo vi esse vinculo de perto, e em certos momentos já avia visto que eles eram capazes de morrer um para proteger o outro. Esse companheiro era único para a vida toda. Então imaginem a raiva que Telequix não sentira por Falange quase ter sido morto por Cérbero.
Telequix se aproxima e então a armadura vira bruscamente Telequix é recebida por um raio de Fusão de cor avermelhada e lançada contra uma pilastra a atravessando e caindo.
Sinceramente não sei como o teto ainda não desabar depois de tantas pilastras destruidas.
Em um pulo o mastim se ergue e com velocidade arranca agarrando Telequix.
Cérbero (Robô) – Sabe, eu estava deixando que me batesse para ver sua força, e achei patético! – Disse começando a desferir socos em sequencia em seu rosto. Com um chute potente ela atravessa uma das estatuas de dragoninos da sala a quebrando.
Cérbero se aproxima de Telequix que rastejava para longe e a ergueu pelo pescoço.
Cérbero (Robô) – Ultimas palavras, a é eu esqueci você não é muito de falar – Disse sinicamente, carregando seu raio desintegrador.
Mas antes que este disparasse pude ouvir um ranger de metal seguido de seu partir.
Olhei para direção de Falange que arrancara a gigantesca porta de metal, e com força descomunal a arremessou atingindo e mandando Cérbero com armadura e tudo ao chão.
Telequix se levanta e vai de encontro a Falange.
Flange – Você esta bem? – Pergunta em tom preocupado acariciando seu rosto que estava um pequeno corte.
Ela balança a cabeça positivamente.
E dito isso os dois entram no cofre.
Falange – Tremor pare de brincar e acabe com isso.
Dito isso com um chute ele lança Vitória ao solo em minha direção.
O droga! Pensei começando a correr.
Apoie Julia no braço esquerdo e com dificuldade peguei impulso contra uma pilastra agarrando Vitória no ar com o braço direito, e caindo deslizando ao solo.
Rafael – Você esta bem? – Perguntei a colocando no chão.
Vitória – Não! Eu não estou! Quando eu pegar aquele desgraçado eu vou... – Fomos interompidos pela voz de Falange e um brilho intenso.
Falange – Espero que gostem de surpresas. – Pude ouvir sua voz ecoar de todas as direções e o brilho sesou.
Pude ouvir um bibe regular e então olhando a porta do cofre pude ver um pequena caixa de metal de 1X1 M com um cronometro digital cronometrando 15 segundos.
Rafael – Mas o que é aquilo. – Perguntei olhando a caixa, curioso acampanhado por Vitória.
Cérbero que acabara de se levantar olhou a caixa assustado.
Cérbero (Rôbo) – Ai Droga! – Dizendo isso ele decola em velocidade agarrando com a mão direita eu com Julia, Vitória e Sun que ainda jazia desacordado e meio machucado, e numa curva rápida enfia mão através dos escombros de pilastras tirando Áqua dali.
Numa curva em direção ao teto ele entra pelo buraco feito por sua armadura ali e aumenta velocidade.
Rafael – Cérbero, o que esta acontecendo? – Perguntei com medo.
Cérbero – Uma Bomba – Disse engolindo em seco.
Rafael/Vitória – Como é que é? – Perguntamos sem entender.
Cérbero – Uma Bomba elemental, provavelmente de Fogo e pelo tamanho capaz de destruir tudo num raio de um quilometro. Touro nos tire daqui! – Suplica amedrontado.
Relógio: Touro – Estou ajustando o tele-porte – Ouvi de meu relógio.
Senti então tudo tremer.
Eu e Vitória nós entre olhamos, e então olhamos para baixo vendo um mar de fogo subindo rápido.
Rafael/Vitória – mais rápido Cérbero!! – Gritamos com medo.
Cérbero – Estou a toda – O fogo nós alcança nos arremessando pelo teto do banco rompendo pelo céu acima.
Rafael/Vitória/Cérbero – Touroooooooooooooooo!!!!! – Gritamos sendo envolvidos pelo fogo...
Mas do nada um brilho branco se interpõe e então caímos rolando em um dos angares da Central.
Touro aparece saindo do elevador com cara preocupada.
Touro – Estão todos bem?
Vitória – Não! Eu não estou bem! Acabei de levar uma surra! Quase morri! E acima de tudo, Fui humilhada! Quando eu encontrar aquele projeto de esterco eu vou tortura-ló até a morte das maneiras mais dolorosas que eu conseguir imaginar!!! – Gritou enfurecida antes de sair andando a passos pesados.
Eu, Touro e Cérbero nós entre olhamos assustados.
Rafael – Touro como ela esta? – Perguntei me aproximando com Julia nós braços.
Touro rapidamente passa seu relógio pairando sobre seu corpo e uma luz azulada a escaneia de cima a abaixo.
Touro olha o relógio que apresentava um holograma azul e sorri.
Touro – Não se preocupe, ela ficara bem, só bateu a cabeça e acordara em poucos minutos. – Disse tranquilizador. – Leve a para a enfermaria e fique de olho nela, não sabemos como a batida pode ter a afetado. – balancei a cabeça positivamente indo para o elevador e logo chegando à enfermaria a coloquei na maca onde ela começou a flutuar e um aparelho a bipar no rimo regular de seu coração.
Sentei-me em uma cadeira ao lado e comecei a acariciar seus cabelos.
Fique assim a contemplando descansar serenamente por alguns minutos, e então ouvi o som da despresuralização da porta de entra.
Vitória entra com um meio sorriso.
Rafael – Já acabou o aceso de raiva? – Perguntei me virando dando um meio sorriso.
Vitória – Por enquanto, mas que eu ainda vou matar aquele desgraçado, ah isso eu ainda vou! – Disse fechando a mão em punho – Mas, – Disse mais calma – Acho que você sabe por que estou aqui não? – perguntou e nisso ambos olhamos para Julia.
Rafael – Vitória ela não sabia o que estava fazendo e... – fui interrompido.
Vitória – E o que?! – Perguntou Exaltada – Ela tentou nós matar, ou melhor, ela tentou lhe matar! E você em vez de pelo menos ficar com raiva! Perdoa ela!! Isso não é um amor saudável!!! Isso é doentio é...
Rafael – É o que?!?! – Perguntei também exaltado – Eu já esperava que você não fosse capaz de entender, e sabe por quê? Por que tudo que você ama se destrói, e todos que você ama não te correspondem. Você é incapaz de entender meu amor pela Julia por que ninguém é capaz de amar você!!!! – gritei enfurecido.
Pude ver os olhos de Vitória marejarem e ela correr para porta de entrada ela ainda para e me olha parando de chorar po um momento.
Vitória – Pois eu digo e repito, essa garota vai te matar, seja diretamente ou indiretamente. Espero estar errada e não ter que dizer o “eu te disse”. – Disse antes de sair correndo e chorando.
Eu sinceramente não queria tela magoado, mas se fosse para proteger Julia, eu faria, mesmo sentindo o coração apertar pelo que disse á Vitória.
Fui tirado de meus devaneios pelo silêncio que a sala ficara, o bipe dos batimentos de Julia avia cessado.
Ela acordou? Perguntei-me esperançoso.
Olhando a cama pude ver Julia sentada virada para a parede contraria, hesitei antes de me aproximar, então toquei seu ombro sendo repilo e ouvi um choro baixo.
Rafael – Por que esta chorando? Eu já te disse eu te perdoo – Toquei seu ombro sendo repelido de novo.
Ela se vira me olhando triste e chorosa.
Julia – O problema é que a Vitória tem razão se eu fui capaz de quase te matar agora num futuro isso pode se repetir eu não quero isso. – Disse chorosa.
Tentei me aproximar, mas...
Julia – Não rafa! Eu não posso! – Rapidamente ele me empurra me fazendo cair sentado, e sai pela porta da enfermaria.
Rafael – Julia! – Gritei me levantando e corendo atrás dela. Enquanto corria podia ver suas lagrimas caindo sem parar e escutar o choro baixo. – Julia espera! Vamos coversar!
Julia – Não me siga! – Diz e nisso ativa sua armadura decolando em velocidade pelos coredores da central.
Rafael – Droga! – Exclamei ativando minha armadura e começando a persegui lá.
Começamos um zigue-zague pelos coredores onde vários robôs tentavam para lá, aos quais ela atropelava com facilidade.
Já perto do elevador ela entra para cima gira em velocidade furando o teto e subindo na vertical pelo posso do elevador, a acompanhei e do nada ela fura porta de um dos andares do elevador em direção a saída de um dos hangares.
A pesada porta do hangar começa se fechar e ela aumenta a velocidade e passa por pouco.
Rafael – Droga! – Exclamei freando e quase me chocando com a porta – Abre isso já! – Gritei para uma das câmeras ali, touro que deveria estar do outro lado atendeu prontamente e a porta se abriu.
Rapidamente voei para cima olhando a minha volta.
Para onde ela foi! Me perguntei preocupado.
Ela não podia ter ido longe, ela estava confusa e eu não iria deixa lá ir assim.
Comecei a pensar e me ocorreu a possibilidade mais obvia.
O lago! Pensei voando em dispara ao local.
Chegando lá posei sobre um galho de uma arvore e pude ouvir um choro baixo.
Olhando sobre a grande pedra de antes Julia chorava de joelhos copiosamente.
Fiquei a observa-lá e num descuido o galho estala chamando sua atenção.
Julia – Eu sei que esta ai! – Ela disse olhando para o alto tentando me ver.
A escuridão me matinha oculto de sua visão.
Tomei coragem para responder.
Rafael – Eu não podia deixar que você fosse assim. Você esta confusa, e mais tarde vai perceber isso.
Pude ouvi lá chorar mais um pouco antes de responder olhando para o alto.
Julia – Você não entende não é? E... Eu te enganei e quase te ma... – Pude ver sua voz sumir sem conseguir terminar a frase, ela volta a chorar. – Eu não posso correr o risco de fazer isso de novo. Eu não aguentaria saber que você morreu por minha causa.
Meu coração se partia de vela daquele jeito, minha presença a estava fazendo sofre. Mais eu tinha que tentar, ao menos uma vez mais.
Rafael – Julia eu tenho certeza que você nunca me machucaria a prova disso é que você teve a chance, mas não fez. Tudo que eu lhe peço é ao menos uma chance de provar que você esta errada. – minhas palavras pareciam ter surtido efeito já que ela parando de chorar parecia pensar.
Julia – Uma chance? – Sorri com aquela pergunta.
Rafael – É, uma chance. – Disse feliz.
Pude vela se levantar e calmamente passar a mão sobre o pulso, fazendo um relógio igual ao meu aparecer. Uma tela holográfica se acende e depois de certo tempo uma suave melodia de piano pode ser ouvida de todas as direções possíveis.
Ela vai cantar?! Me perguntei meio incrédulo.
Continua...
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