Titã Supremo: Destinity

12 Capítulo 12 - Verdade Revelada


Notas iniciais
Oi!! Não falei que eu postava 5 Feira, o eu aqui. nos vemos lá em baixo. Boa leitura. :)

Maldito seja esse relógio, pensei irritado o tampando com a outra mão.

Julia avia feito um movimento igual ao meu, também tampando seu pulso. Que estranho, pensei desconfiado por um momento.

Um silencio estranho se instalou entre nós, até Julia se pronunciar.

Julia – Sabe já são mais de 11h00min, e meu pai com certeza vai me dar uma bela bronca, então acho melhor nós irmos, não? – Pergunta com um sorriso.

Rafael – É também acho, se bem conheço minha mãe, ela já deve estar preocupada. – A ajudei a se levantar.

Seguimos silenciosamente pela trilha de antes, indo em direção à cidade. Ora ou outra trocávamos uns sorrisos.

Ao chegarmos ao final da trilha paramos de frente um para outro e demos um beijo rápido.

Julia – Até amanha – Disse com um sorriso, antes de seguir seu caminho.

Rafael – Até – Disse então a olhando até sumir de vista.

Comecei então andar calmamente para casa. Pensava em tudo que avia vivido com Julia naquela linda noite: Minha surpresa com as veste dela; a cara que fazia a cada prato que comemos; suas reações depois que contei minha historia com Isabela; A vergonha (principalmente minha) que sentimos ao encontra conhecidos, escola e família nós aguardando no andar de baixo do restaurante; Sua reação ao ver o lago sobre a cálida luz lua o brilho ocasional dos Vagalumes....

Rafael – Mas calma ai! – Disse parando bruscamente e saindo dos devaneios – Eu to me esquecendo de alguma coisa, não tó? – Me auto perguntei, nisso meu pulso começa a brilhar – A é!! – Disse rapidamente virando num beco ali próximo.

Passei então a mão sobre o visor do relógio o tirando do modo invisível e fazendo a imagem de touro aparecer.

Relógio: Touro – Por que demorou garoto? – Perguntou sério.

Rafael – Estava ocupado, sabe minha vida não se resume simplesmente a atender seus chamados 24 horas por dia. – Disse com um arquear de sobrancelhas.

Relógio: Touro – Mesmo se tiver um Sombrio atacando a cidade? – Pergunta devolvendo o arquear de sobrancelhas.

Rafael – Há essa hora? – Perguntei meio incrédulo.

Relógio: Touro – Fazer o que né – Disse dando de ombros.

Supreme – Legal, para onde então? – Perguntei já fazendo minha armadura aparecer junto da mascara.

Agora para aqueles que são mais atenciosos e que ainda se lembram das origens destas armaduras, devem ter notado que a mascara não faz parte do conjunto do tal “Per-Espírito” “mas calma ai Rafa como é que o faz para a mascara aparecer sendo assim”, boa pergunta, isto é possível garças a certa tecquinica Titã, conhecida por “Ocultação”. Basicamente esta tecquinica transforma objetos em energia eletromagnética assim sendo capaz de ficar junto ao Per-Espírito. Existe só uma proibição do uso desse poder, que é com seres vivos, não importa se vai ser num micobrio ou numa baleia, não se deve usa-lo em hipótese alguma em seres vivos. Pelo princípio que as coisas vivas têm um espírito. Para vocês terem uma ideia é mesma coisa que você tentar vestir uma roupa sua, com dois de você ao mesmo tempo, a roupa vai rasgar, literalmente. Há, e já respondendo a pergunta “Esse o Per-Espirito se “rasgar” o que acontece Rafa”, bom, à coisa pode ser compara a uma pessoa baleada que perde muito sangue, só que você troca pessoa por espírito e sangue por Aura. O resultado é o mesmo só que a morte de um espírito não tem volta, ele deixa de existir de vez.

Mas voltando a historia...

Relógio: Touro – Rua: Comendador Marcelo Almeida, 6034. – Disse serio.

Rafael – Calma ai! – Disse meio incrédulo – Eles estão atacando um lugar especifico? – Perguntei sem entender.

Geralmente os Sombrios que enfrentávamos atacavam a cidade a troto e a direita, e não em um lugar especifico.

Relógio: Touro – Também achei bem estranho, o lugar é um banco, mas isso e só a mis da metade. – Disse preocupado.

De tentativa de assassinatos múltiplos, destruição de patrimônio publico e Perturbação da ordem e paz, á Roubo de bancos, Isso não faz o menor sentido pensei.

A essa altura já avia decolado invisível e com velocidade em direção ao local.

Supreme – Como assim Touro, explica isso direito – Disse sério.

Relógio: Touro – Bom você sabe que sempre medimos a oscilação de carga eletromagnética por segundo, de todos os Titãs que vocês enfrentam, não? – Perguntou preocupado, pude ver medo puro e genuíno na face de touro, um medo como nunca o avia visto mostrar.

Supreme – Sim eu sei, mas o que tem isso a ver? – Perguntei temendo a resposta.

Relógio: Touro – Bom, o medidor acusou 10.000.000 cargas por segundo acima do normal. – Disse assustado.

Por um momento perdi o controle do meu voo.

Supreme – Como é que é?! – Perguntei incrédulo. – Tem certeza que o medidor não esta quebrado.

Só para vocês terem uma dimensão da coisa, daria para explodir A terra umas 100 vezes com essa quantidade de energia em um segundo.

Relógio: Touro – Refiz a medição com 3 diferentes medidores, e acusaram a mesma coisa. – Disse preocupado.

Supreme – E o que isso significa? – Perguntei temeroso.

Relógio: Touro – Nem eu sei ao certo garoto, mas não se preocupe Vitória já esta no local a sua espera, e se as coisas ficarem feias nós mandamos reforço. – Disse tentando parecer mais confiante.

Supreme – Certo, se necessitarmos de ajuda eu pedirei, Supreme desliga – Disse passando a mão sobre o visor do relógio, fazendo o Holograma de Touro desaparecer.

Eu até poderia não saber o que estava por vir, mas com certeza coisa boa não era.

Um pouco depois cheguei ao local, este era constituído de um prédio imponente com toda a fachada em vidro degrade. O chão em mármore banco com uma escada extensa davam para um par de portas giratórias de vidro, estas retorcidas. À frente na rua viam-se pesados blindados da policia interditando a rua.

Rapidamente deixei de estar invisível para ir falar com eles, a policia tinha certo apreso por Hot e Supreme, o que facilitava muitas vezes para os dois lados.

Supreme – Comissário John – Disse pousando ao lado deste.

John era afro-americano alto, trajava uma roupa estilo SWATE, bem como seus demais homens.

John – Supreme, que bom velo! – Disse me cumprimentando.

Supreme – O que aconteceu, e qual a situação? – Perguntei sério.

John – Há 15 minutos 2 Sombrios invadiram o banco, renderam os funcionários e os seguranças os deixando sair, quando chegamos o lugar estava as escuras, não fizemos contato, mas sabemos que estão lá dentro, pois escutamos barulho de fortes pancadas. – Disse serio.

Supreme – Mais alguma coisa? – Perguntei pronto para decolar.

John – Sim, a uma coisa, um dos funcionários nós alertou que estes Sombrios eram diferentes dos que já tinha visto pela TV, eram maiores, mais fortes e rápidos. – Disse sério.

Engoli em seco, maiores pensei preocupado, eu sabia o que isso significava e com certeza se minhas suspeitas estivessem certas esta luta poderia ser minha ultima.

John – Supreme. – O ouvi me chamar me tirando de meus devaneios.

Supreme – Crie um perímetro de um quarteirão em todas as direções, se algo sair por aquela porta fujam. – Disse decolando.

John – Certo; vocês ouviram o Supreme façam o perímetro e fujam se algo sair dali. – Ainda o ouvi dizer.

Rapidamente subi para o telhado sabendo que lá alguém (Hot) já estaria a minha espera.

Hot – Por que demorou tanto? – Me perguntou seria.

Supreme – Ora essa! Eu estava num encontro, não podia simplesmente a deixa lá do nada e vir corendo para cá! – Disse irritado.

Hot – Tá deixa para lá. Qual a situação? – Me perguntou.

Rapidamente contei tudo.

Hot – Maiores? – Me perguntou em tom preocupado.

Supreme – Acho que você mesma sabe o que isso significa, não? – Perguntei também preocupado.

Hot – Sei, mas mesmo que sejam, ainda é nosso dever ir confronta lós – Tá ai uma qualidade da Vitória, não recua perante o perigo (lesse suicida).

Rapidamente se dirigiu a uma das claraboias do banco pulando através dela, á segui caindo logo a seu lado.

O lugar estava escuro de maneira que não pude ver muita coisa. Hot percebendo isso fez sua mão pegar fogo me permitindo ver melhor. O lugar possuía paredes de um metal alaranjado, achei aquilo muito estranho, mas achei melhor não falar nada, as paredes possuíam molduradas douradas com imagens de projetos científicos: Armas entre outros, e tudo muito avançado.

Supreme – Hot que tipo de banco é este? – Perguntei apontando um dos cartazes.

Hot – Você não sabe? – Me perguntou descrente, dei uma negativa com a cabeça – é um banco de tecnologia.

Agora faz sentido pensei, antes para eu não fazia sentido, Sombrios roubando bancos, mas um banco de tecnologia era algo que com certeza eles roubariam.

Seguimos em frente subindo três degraus em direção aos fundos do banco, onde uma porta pesada de metal estava retorcida no chão, esta dava para um elevador.

Vitória me deu uma entre olhada, como se pedisse permissão, dei um meneio de cabeça afirmativo, e entramos. Vitória apertou o ultimo botam e o elevador começou a descer.

Depois de 2 minutos de descida, saímos em uma sala muito parecida com a de cima, pôsteres de armas futuristas entre outros equipamentos poderiam ser vistos nas paredes, só que entre um e outro, pesadas portas de cofre também eram vistas.

Vitória se virou em minha direção em duvida.

Hot – Isso tá cada vez mais estranho, ou é só impressão minha? – Me perguntou rodando iluminando porta por porta.

Supreme – Não é impressão, esta cada vez mais estranha. – confirmei, vitória rodou um pouco mais e um reluzir de metal pode ser visto nos fundos da sala – O que é aquilo? – Perguntei curioso.

Seguimos para os fundos encontrando uma extremamente grande e grosa porta de cofre, esta estava semi destruída, mas ainda nas pesadas dobradiças. Com um empurrão a abrimos entrando em um coredor escuro com as paredes feitas do mesmo material alaranjado.

Supreme – Esta ouvindo isso? – perguntei eu.

Hot – Parece metal sendo dês-soldado – Meneei afirmativamente.

Com mais certa caminhada saímos em uma colossal sala redonda, deveria possuir mais de 100 metros de comprimento por uns 50 metros de altura, o chão a nossa frente possuía um carpete vermelho.

Hot – Tá muito escuro tem que a ver uma forma de iluminação neste lugar – Disse passando a mão para cima e para baixo na parede ao lado da porta, num determinado ponto encontra uma espécie de valeta pequena em semi-horizontal/vertical para baixo com um liquido viscos, um sorriso brota em seu rosto.

Supreme – O que foi? – Perguntei sem entender.

Hot – Você mais do que ninguém vai gostar disso – Dizendo isso jogou o fogo da outra mão na pequena valeta.

Quase que imediatamente a sala começou a se iluminar em um formato circular, revelando colunas grandes e grosas em estilo romano, só que de metal alaranjado bem como as paredes e o chão, cada qual possuindo uma pequena pira alimentada pelo mesmo liquido viscoso de antes.

Supreme/Hot – Caraca!!! – Dissemos em uníssono incrédulos.

Entre uma coluna e outra: Estatuas de vários tamanhos e estilos, algumas retratando deuses: Nórdicos, Gregos, entre outros; e dragões, Elementares e Supra elementares, entre outras milhares de criaturas. Aquela visão era assombrosos para nós dois.

Hot – Vamos lá – Disse começando a caminhar pelo tapete vermelho. Andávamos mais um pouco e pudemos ver um par de grandes siluetas disforme a nossa frente, seguida de um insistente brilho vermelho ocasional.

A silueta um pouco depois se revelou assombrosamente dois Dragões, um vermelho e outro branco, mas o que mais me assustava é o fato de não serem simples Elementares e sim Supra Elementares de (respectivamente) Cristais vermelho e branco e olhos vermelho e cinza.

Ambos tentando abrir uma colossal porta de cofre muito futurista de metal alaranjado, a porta deveria possuir uns 20 metros de diâmetro; o vermelho criava um fogo intenso cortando as trancas da porta enquanto o outro, que olhando mais de perto era uma Dragonessa, produzia um jato de água pressurizada para uma finalidade e que eu mesmo não sabia.

Hot – Você ataca o vermelho e eu a branca. – Disse telepaticamente.

Supreme – Certo.

Dito isso decolamos em velocidade, mas silenciosamente em direção as criaturas.

Eu armara um chute e hot um poderoso soco, íamos desferi-lós quando de repente, ambos fomos acertados cada qual por um chute vindo do teto escuro da sala, fomos lançado para trás caindo deslizando pelo chão.

Levantei a cabeça podendo ver as criaturas, se virarem para nós ambos sérios.

? – Não acharam que seria tão fácil acharam? – Perguntou com um sorriso cínico.

Vitória Irritada se ergue num tranco decolando com velocidade e raiva descomunais e armando um soco contra a criatura, mais uma vez sendo arremessada dessa vez por um chute duplo para trás.

Pude ver 2 Humanos, sim você leu direito, humanos caírem de pé a frente das criaturas, ambos trajando poderosas armaduras de bronze e mascaras iguais as nossas. Pelas feições corporais pude perceber um ser uma menina e um menino, da mesma idade que nós.

Ajudei Hot se levantar.

Hot – Quem são vocês? O que vocês querem aqui? Não basta destruírem a cidade? Agora querem rouba lá também? – Perguntou exaltada querendo partir para cima deles de novo, o segurei a impedindo.

? – Quanto a quem somos, sou Falange, Supra Elementar Classe Alfa do Fogo – Senti um frio na espinha quando ouvi alfa, alfa para aqueles que não sabem é a letra romana para 1° – e esta é minha companheira – Disse se referindo a Dragonessa – Telequix, Supra Elementar Classe Alfa da Água, este – Disse se referindo ao garoto – é Tremor, Humano da classe 5 do Fogo, e aquela – Disse se referindo a menina – é Ciclos, Humana da 5 Classe da Água. Quanto às outras perguntas; Não acham que deveriam cuidar de suas vidas, Vitória e Rafael Rocha, filhos de Ana e Luiz Rocha, residentes em Av. Entrecortadas 01? – Perguntou com um arquear de sobrancelhas. A criatura acabara de dizer nossos nomes, filiação (pais) e endereço. – Mas que tal fazermos assim. Vocês vão embora e não nos atrapalham mais, e nós fingimos que nunca os vimos? – Perguntou.

Hot – O que acha dessa resposta. – Disse mais uma vez partindo para cima da criatura.

Falange – Cuidem deles – Disse para Tremor e Ciclos, voltando à porta.

Rapidamente Tremor intercepta Hot com um chute no peito a fazendo voara para trás, corri para ajuda lá, mas quase fui acertado por um chute de Ciclos.

Rapidamente desviei com certa dificuldade, recebendo uma serie de socos rápidos. Desvie e revidei com um chute a fazendo perder o equilíbrio

Ela começou a aplicar socos e chutes no ar em velocidade assustadora.

A cada soco eu tinha cada vez mais forte impressão de conhecer aquela garota de algum lugar.

Supreme – Calma ai! Calma ai! Vamos conversar!! – Disse desviando de seus socos e chutes, e em resposta recebendo mais socos e chutes, – Por que estão com eles? – Disse me referindo aos dragões, ela não respondeu continuou a me atacar.

Enquanto isso Hot e Tremor trocavam poderosas sequencias de socos e chutes, apesar de estarem no mesmo nível de luta, Hot começava ficar cansada e Tremor, vendo isso avança com mais fúria e com um chute circular a lança em direção a uma coluna, Hot não consegue arrematar e se choca com força.

Tremor – Sabe, ouvi falar muito sobre você Hot mais estou decepcionado, no fim é só mais um fricote – Disse cinicamente.

Hot – Você vai ver quem é a fricote Ahhhhhhh – Disse decolando com violência fazendo o chão rachar, e desferindo poderosas sequencias contra Tremor.

Enquanto isso, algo me impedia de sequer aplicar um chute contra Ciclos, a sensação de conhece-lá só aumentará.

Eu tenho que ver que é Pensei, desviando de um soco e me aproximando dela.

Fui acertado por um chute sendo lançado contra uma das colunas a atravessando, e seguida de outra e outra.

Isso avia me deixado irritado.

Levantei furioso e com velocidade descomunal aceitei um soco no rosto Ciclos, fazendo sua mascara e capacete voarem longe.

Olhei incrédulo seus longos cabelos negros caírem em suas costas, sua pele alva e olhos negros, transmitia puro medo.

Supreme – Julia!!!

Continua....

Notas finais
E ai então gostaram, terminei de escrever quase agora. o próximo segunda. Até o próximo. :)