Notas iniciais
Pessoas, não sei por que escrevi isso. É a minha primeira de Hetalia, e é minha primeira deste casal consequentimente... A minha segunda fic de yaoi. Se a crítica for saudável eu até aceito, mas se me ofender propositavelmente eu não aceitarei. Estarei aberta para críticas saudáveis e elogios. Obrigado!

Depois de uma demorada reunião, a qual Ludwig falou o tempo inteiro. Reclamou até do jeito que os Orientais comem, o que foi um choque para seu amigo Honda. Mas como ele é tímido, digamos que ele deixou passar, ao contrário de Yao, que fez o maior escândalo do século.

-Ludwig não tem o direito! A cultura dos Orientas sempre foi criticada (aru), e agora que o mundo passou a respeitá-la, Ludwig vem falar da cultura Oriental? (aru) Pelo menos nós não comemos batatas, salsichas e um monte de porcaria todo o santo dia! (aru) Ora pois, pois, não venha falar mal de nossas incríveis descobertas perto de Yao! Não sou que nem aquele ali – Apontou para seu irmão, primo, filho, pai ou simplesmente Kiku Honda, o que seja – que não fala nada pra evitar qual quer confusão! (aru) – Finalmente foi cortado o revoltado chinês –

-Yao, se controle, da. Não adianta falar com eles, no final todos irão ser um com Rússia, da.

A atenção voltou-se para um frio Alemão. Mal tinha reparado que Feliciano estava de pé o olhando com um olhar de tristeza. Não gostava que Ludwig se misturasse em brigas. Ele sempre dava azar em algo. Era melhor terminar ali.

-Acham. –Pigarreou Arthur.-

-Aqui termina nossa reunião, embora ore-sama seja a única nação majestosa por aqui. –Já havia começado com suas palavras. Como era previsível.-

-Quem é você para falar alguma coisa, Prússia?! Nem uma nação você é!

-Ele tem razão, Arthur-san. Não a segunda parte. Digo... er... Acaba aqui nossa reunião, se todos estiverem de acordo. – Um tímido japonês pronunciou. Lovino estava babando. Ele parecia um tomate, mesmo, já que justo naquele dia estava vestindo um kimono vermelho. Estava chegando a festa de ano novo. –

É, parecia que ninguém mais aguentava aquela reunião. Todos correram para casa. Menos Arthur, Matthew e Francis. O último estava tentando beijar o menor. Quase nenhum argumento sobrava quando Francis cismava de algo. Até que veio a cabeça de um certo britânico tirar proveito da ciência.

-Sabe, Francis. –Ele o olhou -Você sabia que um beijo tira 3 minutos da sua vida? -O Francês riu. -Acho que você já devia estar morto, não? – O Beatlemania fez sinal para a “nação plágio” (como era chamado, ou é, não sei.) correr enquanto o mesmo enrolava o fã de vinho. Ele sabia que isso ia lhe causar certas dores no dia seguinte... Digo, no mal-humorado do Arthur.

-Estranho món chérie, parece que você está com ciúme de moi com mónpettitCanada.

-Por que estaria? Seu sapo pervertido.

-Sapo, sapo, sapo. Sapo me faz lembrar verde, a cor dos seus lindos olhos. Neste momento posso jurar que está me olhando com brilho neles... Será que devo prosseguir?

-Do que está falando, winebastard?!

-Estou falando de nós dois. O que você acha de morrer comigo?

Era impossível. Quando se tratava de Francis, nenhum resistia a sua voz. Rouca, suave, atrativa e acima de tudo... Sedutora. Não teve jeito, o gentleman mal pode se segurar quando sentiu o toque, tendo certeza que todo o seu sangue preenchia suas bochechas.

-Não! Não quero! E por que fez isso?! Perdi 3 minutos a mais da minha vida além da minha honra!

-Vai ter de se preocupar com isso depois que roubar um ano a cada noite, mónchérie.

Owari.

To be continued? Don’t know! I want one yours review!

Notas finais
Beijos com vodka, leitor,
De sua escritora carente, PrincessOfOcean. -q
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!