Time Of Dying

18 Capítulo 18 — Error 404 Pt 2


Notas iniciais
Gente, eu desisti de reescrever. Mas por que? Porque eu pensei que eu posso simplesmente explicar todas as coisas wtf nos capítulos seguintes, e graças também à Lizzie Skyller, AMOR EU ESTAVA COM MUUUITAS SAUDADES DOS SEUS COMENTÁRIOS XXXXXX. Vou responder todos quando eu terminar de escrever, você me deixou muito animada pra esse capítulo.Mas os capítulos vão demorar mais a sair, por causa da minha fic nova (Hell Space, original, com a gata da yas, leiam se quiserem) e da nova que eu vou postar, também original. Enfim, vamos? LET'S GO BESHAS!

Lincoln P.O.V

— Chloe...Chloe o quê? — pergunto, tentando digerir a mensagem.

— Chloe Fields. — repete Kinny, com o olhar extremamente puxado na minha direção. — Por que? Você a conhece?

— Não — trato de negar da forma mais convincente possível. — Não, mas...Acha mesmo necessário matá-la? Vocês ainda podem usá-la como escudo.

— Não. Não acho. — diz Kinny — Faz mais de semanas que não vejo sinal do grupo dela...Acho que ela não é tão importante quanto eu achei.

— Acho melhor não tomar decisões precipitadas. — diz Andrea. — Acho que eles podem estar tentando nos achar, quem sabe?

— É — balanço a cabeça em concordância. — Acho que se matarmos ela agora não temos nenhum jeito de ameaça.

— Acho que teremos de ir atrás deles mais uma vez — diz o Governador. — Talvez pegar alguém mais importante.

— Esse é o problema — diz Kinny — Ela era uma líder, então eu não sei quem seria mais importante.

— Talvez a garota, aquela que você manteve presa — diz ele. Eles estão mesmo falando em sequestrar a Skyler?

— Ha ha. — Kinny ri em tom sarcástico. — Skyler? Aquela garota é esperta demais pro nosso radar. Já deve até ter fugido de Briarcliff.

— Então temos que esperar o ataque deles. — diz Andrea. — Deixar a garota viva.

— Vou mandar um grupo de busca. — diz o Governador. — Enquanto não os acharmos, mantemos a garota viva.

— Certo. — diz Kinny — Sean, Taylor, coloquem a garota de volta no quar...Na ala médica! — ela gritou. Ah sim, os cidadãos de Woodbury não sabem a verdadeira face do Governador.

Caminho lentamente de volta à casa, para não levantar suspeitas. Entro com o rosto suado, enquanto ignoro as perguntas de Zoe e procuro o walkie-talkie. Chamo três vezes o nome de Skyler com desespero, até que ela atende:

O que foi, o que foi? — ela perguntou, com voz de sono. Dormindo, como ela pode dormir? — O que aconteceu?

Eles vão atrás de vocês. — eu digo — Eles vão matar a Chloe se não aparecerem. Eu e Andrea conseguimos ganhar tempo, mas vocês precisam vir.

Certo, certo. — ela diz — Vamos sair daqui hoje mesmo. A noite, avisa a loira e a nigga. Estaremos no muro onde elas vigiam a noite.

Certo. — digo, guardando o walkie talkie e me virando, dando de cara com uma Zoe confusa. — Depois eu te explico. Chama a Andrea e a Michonne.

Ela balança a cabeça e sai pela porta, voltando alguns minutos depois com as duas. Elas se sentam no sofá e eu peço informações possíveis para eles invadirem hoje mesmo. Ela diz que conseguiu o turno da noite nos muros do lado norte e que podem ajudar eles a entrar. Nisso eles se espalhariam. Cercariam os guardas e tentariam poupar as pessoas da cidade, matando apenas quem for preciso. Isso foi uma exigência de Andrea.

— Vou repetir o plano pra Skyler. — digo e Zoe me entrega o walkie talkie. — Vocês, não podem ficar aqui sem a Kinny ou o Governador desconfiarem.

Andrea e Michonne apenas assentem e saem da casa. Afundo o rosto nas mãos e pego o walkie talkie, repito o plano para Skyler e ela diz que já estão prontos para sair. Tris já está melhor e Natasha permanece relutantemente com a ideia de que ela perde o filho, mas não perde a guerra.

— A gente precisa arrumar armas — diz Zoe.

— Não, só vamos chamar mais atenção. — digo — Vamos ficar aqui. Eles vão vir aqui e vão dar armas pra gente. Andrea vai mostrar onde estamos.

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Olho no relógio, batendo os pés. 9 p.m. Olho de novo. 9:05 p.m.

— Lincoln, para de ser bicha. —diz Zoe — Eles vêm. O relógio não precisa aguentar sua cara de veado a cada cinco segundos. Ele não é pago pra isso.

— Larga de ser chata —rebato, rindo. — Pelo amor de deus.

— NUNCA! — ela grita, levantando o walkie talkie como se fosse uma espada e começando a me bater com ele.

— Você via filmes demais —reclamo, ainda rindo. — Escuta.

Ouvimos batidas na porta. Deduzo que seja Andrea, pois as batidas são as que combinamos em caso de emergência. Abro a porta e ela entra em desespero, com Michonne, Skyler e Bob atrás.

— Olha aqui, da próxima eu faço dupla com a Hay. — diz Skyler, jogando uma arma para mim e uma para Zoe. — O Bob ficou perdido na metade do caminho.

— Onde estão o resto do grupo? — pergunta Zoe.

— Eles vieram antes. Já checamos as posições. — responde Bob.

— E quando a gente começa? — pergunto.

— O Governador convocou uma reunião hoje na praça pra disfarçar a Chloe hoje na praça. — diz Michonne. — Skyler e Bob vão subir e apontar as armas pro Governador.

— Vendo isso, os outros vão cercar o resto. — diz Skyler. — E Bob já cuidou dos guardas dos muros.

— Ótimo. — digo — Mas por que eu fico com o revólver e a Zoe com a M19?

— Para de reclamar, pelo menos você não ficou com o arco e flecha. Com a sua coordenação motora... — diz Zoe.

— Sabe que não muda muita coisa, né? — observa Skyler.

— Foda-se. — dou de ombros e pego a arma.

— Vamos — diz Michonne, pegando a AK-47 que antes era de Skyler (Agora ela está usando uma MP5, vai entender).

Nós contornamos os cantos de Woodbury. A praça fica no centro, então fica fácil ocupar os cantos. Skyler e Bob se entreolham e sobrem na plataforma, Skyler apontando a MP5 para Kinny e Bob para o Governador. Eles também sacam as suas armas, mas logo Will, Steve e Ashton sobem e cercam-nos do outro lado. O resto, incluindo Andrea e Michonne, cercam o resto dos guardas e os cidadãos de Woodbury.

— Olha quem finalmente veio — diz Kinny, com sua pistola apontada para a cabeça de Skyler.

— Você não sabe o prazer que eu vou sentir puxando esse gatilho. — responde Skyler. — Abaixa a arma.

— Por que eu faria...

— Abaixa a arma ou eu mato o pai do seu filho. — diz Skyler. Kinny dirige seu olhar a Ethan, que está imobilizado por Matthew. — A gente escuta coisas, Margolis. Mesmo com os ouvidos quase inutilizados pela tortura.

— Você daria a sua vida por ele, não é? — completa Ashton. — Larga a arma.

— Vocês deixaram ele onde, Kinny? — pergunta Skyler. — Um bebê de poucos meses? Vocês mataram ele?

— Para! —grita Kinny, largando a arma no chão. — Para. Solta ele.

— Não tão cedo. — Skyler puxa a arma com o pé e se abaixa para pegá-la, sem tirar a mira da cabeça de Kinny.

— E você? — Michonne vai até nós, mirando a cabeça do Governador. — Vai mandar largarem as armas ou vai ter que assistir ao vivo a morte da sua filhinha?

Filhinha? O Governador tem uma...filha?

Ele arregala os olhos. Todos arregalam os olhos. Ele mexe a cabeça e todos os guardas largam as armas que tinham em mãos.

— Não sabia que iria ser tão fácil render vocês — diz Michonne. — Um lugar forte, tantas mentiras...Mentiras que encobrem tudo, não é?

— Tantas mentiras — diz Andrea, de junto do povo de Woodbury. — Que eu acho que seu nome nem é Philip, é?

— Não vai ser mais fácil atirar logo na gente? — diz uma mulher de cabelos pretos do meio das pessoas.

— Não antes da parte da humilhação. — diz Skyler — Quem diria que eu teria esse prazer.

— Quem diria que nós teríamos uma arma secreta. — diz Kinny — Ninguém sabe onde Chloe está.

— Eu sei — um cara de óculos e cabelo desgrenhado que reconheci como Milton chamou, com as mãos levantadas em gesto de redenção. — Eu sei.

— Milton... — Kinny e o Governador dizem em uníssono.

— Mostre. — Bob diz, e Tris, que estava com a arma em suas costas o empurra enquanto ele caminha por Woodbury.

— Vocês não precisam fazer isso. — diz o Governador. — Podemos fazer um acordo...

— Acordo é o caralho. — diz Skyler. — Vamos recuperar Chloe e então eu vou poder atirar na cabeça dela enquanto Michonne dá conta de você.

— Vocês querem mesmo exterminar pessoas inocentes? — pergunta Kinny.

— Olha quem fala. — diz Bob.

— Steve — chama Skyler — Vai atrás da Tris e do cara estranho lá.

— Skyler! — ouvimos o grito de Tris do outro lado de Woodbury. — Skyler!

Skyler desvia o olhar. E é então que Kinny a golpeia com o cotovelo e leva um tiro na cabeça, caindo inerte no chão. Os tiros começam. Sangue chega aos meus pés.

Notas finais
Até a próxima o/