Through The Door
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Ok, fui vencida pela maioria. Desmarquei o "Sim" do "Terminada."
Decidi dar a cara a tapa de uma vez e ver até onde isso vai. huahuahauhua
Bem, mais um capítulo pra vocês, espero que gostem!!
— Xerife Swan.— Venha ao meu gabinete, Miss Swan. Agora! A morena enfatizou a última palavra e desligou o telefone na cara de Emma. A loira bufou e colocou o aparelho de volta na base.— Era só o que me faltava. Educação para quê? – ela fez uma careta e deu de ombros, desdenhando a atitude da prefeita. Revirou os olhos e levantou-se, pegou a arma e as algemas que portava e dirigiu-se ao carro de xerife, ainda resmungando. – Sorte sua, prefeita, que eu estava mesmo precisando de uma distração.—-------------------------------------------------------------------------------------------- Prefeitura de StoryBrooke – Algum tempo depois. O carro da Xerife parou diante da prefeitura e Emma dirigiu-se até o gabinete. Bateu na porta e já foi entrando. Se Regina não abusava da boa educação, Emma também não se esforçaria para tanto.— Estou aqui. Qual é o problema?— Finalmente, Miss Swan. – a morena levantou da cadeira, dando a volta em sua mesa e aproximando-se da loira, encarando os olhos verdes com um sorriso malicioso e cínico. – O problema, xerife, é que estou entediada. Emma revirou os olhos outra vez, indignada com as palavras da morena. Regina a havia feito de idiota para se divertir e isso a estava deixando muito nervosa.— Você é inacreditável. – ela deu um sorriso sarcástico e já ia virar-se em direção à porta quando a mesma foi trancada através de magia. Ela ouviu a voz da prefeita outra vez.— Fique. – a morena disse em tom sensual, aproximando-se ainda mais de Emma e tomando seu corpo de forma possessiva, com as mãos subindo por suas coxas. – Vamos nos divertir juntas... Só um pouco. – ela aproximou sua boca da orelha da loira e sussurrou, causando arrepios por todo corpo da loira.— Regina... – ela esforçava-se para falar enquanto seus pensamentos estavam sendo bagunçados pela boca da prefeita percorrendo seu pescoço, deixando-o marcado pelo batom que usava e causando arrepios a cada nova mordidinha. – Não... – ela já estava ficando ofegante. – Não está certo.— Não? – a rainha a encarou, sarcástica. – Achei que essas convenções haviam acabado naquela noite em sua cama, Miss Swan. – ela roubou um beijo de Emma, deixando-a sem forças para argumentar em resposta. – Não vai me deixar aqui sozinha, nesse estado, não é? A morena segurou a mão da xerife e a conduziu por baixo de sua saia. Emma deixou-se levar e então sentiu o tecido da calcinha da prefeita, ensopado de tesão, fazendo-a enlouquecer. Ela passou o outro braço ao redor da cintura de Regina e a apertou contra si, beijando sua boca de forma intensa e apressada, deixando seus corpos se roçarem enquanto a empurrava sutilmente em direção à mesa. Era isso que Regina ansiava, ser tomada daquela forma, deixar Emma satisfazê-la totalmente da maneira que ela mais adorava. Os papéis e vários objetos que estavam sobre a mesa da prefeita foram jogados ao chão. Emma a pegou no colo e a sentou na mesa, enquanto a saia da rainha era erguida de forma bruta, fazendo-a se arrepiar e gemer no ouvido da loira. Seu terninho foi logo atirado ao chão e a camisa de seda teve todos os botões arrancados por Emma, impaciente em desabotoar um a um. Ela livrou a xerife da jaqueta e da regata, deixando-a apenas de top. Pôde ver, através do tecido, os seios rígidos de Emma, pedindo para serem sugados. Ela mal conseguia raciocinar, já que tinha seus próprios seios sendo sugados pela boca deliciosa de Emma. Regina conseguia apenas gemer e estufar os seios, arqueando o corpo em busca de mais contato. A morena segurou os cabelos loiros com firmeza, arranhando as costas e lateral do corpo da xerife com a mão livre. Emma pegou a prefeita de surpresa ao penetrar dois dedos dentro dela, arrancando um gemido mais alto dos lábios de Regina. Ela dava estocadas firmes e acariciava o clitóris da morena com o dedão, levando-a ao delírio.— Emma... Emma... – não havia outra coisa que Regina conseguisse dizer naquele momento. Ao notar que sua rainha estava estremecendo, ela deixou seus seios e desceu a boca, mordendo e beijando cada parte, até chegar em seu sexo encharcado. Emma retirou seus dedos e começou outra deliciosa tortura, fazendo com que Regina se contorcesse a cada chupada e lambida que levava. Toda aquela adrenalina era tesão demais para as duas. Não demorou para que a prefeita fosse atingida por um orgasmo intenso que fez seu corpo todo estremecer.
A loira deixou-se abraçar por Regina enquanto a mesma tentava controlar sua respiração. A xerife acariciava as costas dela, arranhando sua nuca e distribuindo beijos em seu pescoço, logo acendendo a prefeita outra vez.— Minha vez... Miss Swan. – Ela sussurrou enquanto ia abrindo o jeans de Emma e acariciando seu sexo sobre a calcinha. A loira estava ensopada e o gemido que soltou assim que o dedo de Regina encostou no tecido, colado ao sexo de tão molhado, deu carta branca para que a prefeita atacasse. Regina afastou a calcinha que a atrapalhava e colocou dois dedos dentro de Emma de forma possessiva, arrancando gemidos altos da xerife. Os gemidos foram abafados por beijos intensos que a rainha lhe dava, mordiscando seu lábio inferior, provocando-a ainda mais. Emma sentiu os espasmos começarem a percorrer seu corpo assim que Regina encostou os lábios deliciosos em seus seios. Ela se controlou, desfrutando do contato e deixando que a prefeita aproveitasse para matar a vontade. Quando notou que não aguentaria mais, ela segurou os cabelos negros e empurrou de leve o ombro de Regina, afastando-a. Fez a rainha deitar-se na mesa e conseguiu, com cuidado, apesar da pressa, se posicionar sobre ela. Colou seu sexo que pulsava junto ao da prefeita e começou a se movimentar. Não foi necessário muito tempo para que as duas fossem tomadas pelo orgasmo outra vez. Demorou um tempo até que ambas se recuperassem. Quando finalmente se vestiam, a noite já começava a cair no céu límpido da cidade. O celular da xerife tocou, ela teria trabalho pela frente.—-------------------------------------------------------------------------------------------- Granny’s – 07:55 pm. Já estava quase no fim do horário do expediente de Remy e ela não tinha visto Emma o dia todo. Talvez tivesse sido um dia corrido na delegacia também. Ela suspirou e tirou o avental, soltou um sorriso em direção à morena ao seu lado e se despediu.— Que dia! – ela referiu-se à correria com uma careta divertida de cansaço no rosto. – Até amanhã Ruby. A castanha saiu da lanchonete e foi caminhando até a casa de Emma e seus pais. No meio do caminho, encontrou Regina. A morena diminuiu a velocidade e foi acompanhando os passos de Remy com o carro. Abaixou o vidro e com um sorriso deslumbrante e superior de cinismo e malícia, chamou a atenção da moça.— Senhorita Hadley, estava mesmo querendo vê-la. – a moça parou de andar, fazendo com que o carro da prefeita também parasse.— Posso saber o motivo? – a castanha estava desconfiada.— Por favor, entre. – ela abriu a porta de passageiro. – Contarei no caminho. – novamente o sorriso perfeito apareceu nos lábios de Regina e a castanha cedeu, entrando no carro. A prefeita agora colocava em prática a segunda parte de seu plano. Foi conversando trivialidades, distraindo a médica, que se manteve desconfiada o caminho todo. Quando o carro finalmente parou, Remy olhou o local e em seguida para a prefeita, com a sobrancelha arqueada.— Tá de sacanagem né? O que fazemos na prefeitura? – ela se estressou. – Regina, estou cansada, tive um dia corrido de trabalho, quero ir para casa, descansar e ver a Emma.— Pode me dar uma chance? Tem algo que eu quero que veja. – o olhar malicioso da prefeita despia a moça com os olhos. – Venha, entre. – ela disse já descendo do carro, fazendo com que Treze a seguisse para dentro do prédio. Assim que entraram no gabinete, a morena respirou fundo, ainda podia sentir o cheiro de sexo que havia no ar e as lembranças a fizeram ficar excitada imediatamente.— Pode ser direta? O que quer me mostrar? – os olhos azulados encararam os castanhos de forma impaciente. A prefeita se aproximou de Remy, tinha o ego inflado por ter conseguido trazer sua segunda mosquinha direto para sua teia. A moça deu um passo para trás, de fato essa era bem mais arredia do que Emma Swan, o que deixava tudo mais interessante.— Relaxe, senhorita Hadley. Dê-me sua mão e lhe mostrarei. – a morena estendeu sua mão em direção à outra que, hesitante, entregou a mão direita para Regina. – Ótimo. – a morena disse e abriu seu mais sedutor sorriso. Ela segurou firme a mão da médica, que tentou se soltar assim que notou a força, sem sucesso. Estava hipnotizada, encarando as orbes de um castanho magnético. A rainha foi se apossando do corpo de Treze e a mesma ficando ainda mais tensa.— Eu queria lhe mostrar isso. – pela segunda vez naquele dia, a rainha guiou uma mão ao seu sexo molhado, fazendo a dona dos dedos que ali tocavam estremecer ao contato.— Regina! – ela estava espantada, tentou puxar a mão quando sentiu o tecido da calcinha extremamente molhado. – O que é isso? – a médica referia-se claramente à situação de loucura de Regina, mas a prefeita conseguiu distorcer os fatos em sua resposta.— Isso, senhorita Hadley, é tesão. – ela sussurrou no ouvido da outra, deixando-a arrepiada. – Imaginei que, como médica, você soubesse o que fazer para isso passar. – a morena abriu seu radiante sorriso de um jeito safado. A castanha ainda tentou se controlar, mas seus dedos se mantinham encostados, embora imóveis, na calcinha da morena, com a mão de Regina prendendo a sua entre aquelas maravilhosas pernas. Ela os moveu levemente para cima e para baixo, causando arrepios em Regina e a fazendo gemer.— Regina... mas... a Emma... – ela tentou argumentar, pensando na namorada. O que fez a prefeita soltar uma gargalhada de satisfação por estar adorando aquela “brincadeira”. Emma Swan era puramente instinto. Remy Hadley era totalmente controle. Foi fácil despertar a fera dentro da loira, já com a castanha ela deveria insistir para que cedesse, se entregasse, o que a deixava em um estado de ansiedade que só a excitava mais.— Shiii... – ela fez o chiado no ouvido da médica que tornou a se arrepiar. – Desmonta um pouco essa armadura. – a morena ia passando as mãos pelo corpo tenso de Remy enquanto falava, jogando seu casaco no chão, massageando os seios por cima da camiseta e pode sentir os bicos enrijecendo. – Eu quero você, Remy. Vai me deixar nessa situação? – ela utilizou do mesmo argumento que havia dito à loira. Foi o suficiente para que os dedos da médica aumentassem o roçar em seu sexo. Ela beijou os lábios diante de si e a encostou contra a parede. Por sua vez, a castanha acariciava o corpo da prefeita, livrando-a do terninho. Ao passar a mão pelos seios da morena, Remy sentiu o sutiã exposto e se afastou por uns instantes da boca faminta de Regina, constatando a blusa rasgada e presa por um alfinete no lugar de botões, que deixava tanto os seios quanto a barriga sarada da prefeita à mostra.— Sua blusa... – ela olhou para o alfinete e a prefeita deu um passo para trás.— É mais rápido assim. – a morena disse num tom sacana e calmamente abriu o alfinete, deixando a camisa de seda ir ao chão. Tornou a se aproximar de Treze, segurando a cintura da moça, começou a deslizar suas mãos até as coxas, observando as reações dela. Quando Regina arranhou a lateral interna das coxas da castanha, a mesma fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, fazendo com que a morena aproveitasse e bulinasse seu sexo, arrancando um gemido dos lábios de Remy. Quando a castanha abriu os olhos, exibiu um sorriso safado que deixou a rainha satisfeita, tinha alcançado seu objetivo. A moça a puxou e a colocou contra a parede, beijando sua boca de forma intensa e faminta. Não demorou para que ambas estivessem nuas. Treze tinha colocado os braços de Regina acima da cabeça, prendendo-os enquanto lambia seus seios e sugava com força, fazendo a prefeita se contorcer contra a parede gelada. Ela soltou os braços que mantinha presos e foi descendo as mãos pelo corpo da rainha. Uma de suas mãos chegou até a coxa da rainha, erguendo-a e fazendo com que a perna da mesma envolvesse sua cintura. Ela acariciava o bumbum de Regina e pegou a morena de surpresa quando introduziu três dedos em seu sexo. A prefeita soltou um gritinho e passou a gemer e rebolar como louca naqueles dedos, enquanto a castanha a devorava com beijos em seu pescoço e colo dos seus seios. Conforme se movia, ela a arranhava e roçava seu corpo todo em Remy, sentindo o sexo da castanha molhado e pulsando contra o seu. As duas perderam a noção do tempo em seu ato, até que ambas explodiram em um gozo intenso. Regina quase desfaleceu nos braços de Treze, que estava suada e respirando com dificuldade.
— Regina... – a morena tornou a interrompê-la.— Shiiu. – ela tentou respirar fundo. – Não fala nada. – a prefeita sorriu e deitou a cabeça sobre o ombro da castanha. Depois de se recuperarem, ambas se vestiram e Regina deu uma carona para Remy, deixando-a na esquina da casa de Snow, onde morava com Emma. Quando desceu do carro, a cabeça de Treze começou a latejar, sua consciência estava pesada. Regina soltou um último sorriso de triunfo em direção a ela e saiu com o carro, deixando-a sozinha para encarar Emma Swan.
Notas finais
E aí gente, o que acharam? Mereço reviews? *_*
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